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19 de janeiro de 2020

Tesourinhos da bola


Quando a bola é apenas um pretexto para momentos de amizade, convívio e partilha. Mas os anos, o tempo, fazem das suas. Uma dúzia de anos tem um peso do caraças.

1 de janeiro de 2020

Guisande foi ao sítio de camioneta da carreira


É sabido que o saudoso Pe. Francisco adorava fazer passeios e de modo especial acompanhar os seus paroquianos, levando-os a visitar os mais diversos recantos do nosso belo Portugal. Foi assim praticamente durante todo o seu longo reinado como pároco da nossa freguesia.
Normalmente num dos meses de Verão, alugava um autocarro na Feirense e lá ia meio Guisande ao passeio do padre.
Na fotografia acima, aconteceu em Agosto de 1957, com os participantes alinhados em frente ao imponente veículo, no tempo em que a Feira era Vila, nesse tempo mais conhecido por camioneta da carreira.
Quanto ao sítio, cenário do "boneco"é mesmo esse, o Sítio da Nazaré, como ajuda a provar a imagem mais ou menos actual em baixo.

13 de dezembro de 2019

Festa de Santa Luzia





A 13 de Dezembro celebra-se e venera-se a Santa Luzia. Em várias localidades, pois claro, como em Framil - Canedo, mas na nossa região a que porventura tem mais fama e concorrência de devotos e forasteiros é a que se realiza na freguesia do Couto de Cucujães, concelho de Oliveira de Azeméis. Também conjuntamente com Santa Eufêmia, em Paraíso - Castelo de Paiva.

A construção da primitiva capela de Santa Luzia remonta, provavelmente, a uma época próxima ao século XII, tenso sido reconstruída em 1921. Esta capela, imponente e de dimensões generosas e maior que muitas igrejas, é a mais abastada da freguesia de Cucujães e nela se realizam missas dominicais.

A festa realiza-se no próprio dia 13, chova ou faça sol e a ela ocorrem muitos forasteiros e devotos desta padroeira da cura e alívio dos problemas de visão e que morreu mártir em defesa da sua virgindade.

Para além da missa solene, muito participada, ocorre uma magestosa procissão, habitualmente acompanhada pela Banda Filarmónica Cucujanense.
Uma das típicas atracções desta festa é a tradicional bebida "jeropiga". Claro está, há lugar para barracas de comes-e-bebes e de venda de tudo um pouco como é normal em qualquer festa, desde charcutaria regional, legumes, frutas, cestaria, etc..

Nas festas em honra de Santa Luzia um grande número de peregrinos e forasteiros desloca-se a Cucujães ao lugar e capela com o mesmo nome. Padroeira daqueles que têm problemas de visão, esta festa inicia-se com a procissão onde a Banda Filarmónica Cucujanense marca presença.

Uma das atrações desta festa é a típica Jeropiga que se pode comprar numa pequena feira onde a gastronomia também está presente, desde carnes fumadas, a regueifa doce e outros doces tradicionais.

A propósito, recordo com saudade o avô de minha esposa que enquanto vivo marcava devota e regularmente presença nesta tradicional festa da nossa região.

7 de novembro de 2019

33 anos


O tempo e os seus dias, as suas datas, podem ser escritas a giz branco sobre um quadro preto, mas depressa passam e o tempo continua a fluir e os dias a galopar e tudo o que é ser vivo entra nessa roda frenética da mudança que passa quase despercebida no dia-a-dia mas significativa ou mesmo dramática quando o salto é de 33 anos.

É esse mesmo o tempo que decorreu após aquela data de 7 de Novembro de 1986, ali escrita no quadro, numa fotografia de grupo na Escola Primária da Igreja - Guisande, com a Professora D. Célia Azevedo com os então seus alunos. Passam precisamente, hoje, 7 de Novembro de 2019, 33 anos.

Todas aquelas crianças, de caras felizes e reguilas, andarão certamente por aí, já não despreocupadas das rotinas infantis e das coisas próprias da escola, mas certamente casados, com filhos, afinal com outras canseiras e responsabilidades, porventura já com algumas rugas que marcam os seus rostos mudados ou com cabelos a menos e a pintar.

Claro que, com vida e saúde, estarão prontos para mais 33 ou mais além, mas bastar-lhes-á que venha um de cada vez, porque eles, os anos, correm e somam depressa demais e por isso não há pressa de os contar.

Mas é apenas a vida e os efeitos do tempo. Uma fotografia antiga tem esta virtude de nos emocionar, como um pedaço de nós ou de alguém, presente ou ausente, que jamais o poderão repetir. Neste quadro com quadro, o máximo que podemos fazer é não matar as memórias mas antes ressuscitá-las.

8 de setembro de 2019

Concertando...








Concerto de Órgão de Tubos, por Rui Soares - Igreja Matriz de Santo André de Mosteirô - Santa Maria da Feira.

1 de setembro de 2019

Por terras de Santiago






Igreja Matriz de Santa Marinha de Palmaz, no concelho de Oliveira de Azeméis. Por aqui, o nosso ilustre conterrâneo, Pe. António Alves de Pinho Santiago, paroquiou de 30 de Agosto de 1963 a Julho de 2018, sendo que a despedida desta paróquia e comunidade aconteceu em Setembro de 2018. 

Para além de Palmaz, desde 1993 acumulou também a paroquialidade da freguesia de Travanca, também de Oliveira de Azeméis. Foram, pois, muitos e longos anos ao serviço das duas comunidades e que por isso as marcaram de forma positivamente indelével.

Quando visitamos Palmaz, a igreja encontrava-se encerrada, pelo que não pudemos observar e fotografar o seu interior. Fica para uma próxima visita. Em todo o caso teve significado estar perto de um local e templo marcante para uma ilustre figura guisandense.

31 de agosto de 2019

Com a língua de fora...




Muitas voltas, a subir e a descer serras mas, imagine-se, faltava-me ainda fazer a subida de Vale de Cambra à Senhora da Saúde, pela Estrada Nacional 328 em direcção a Sever do Vouga. 
Pois bem, foi hoje de manhã. Para os 6,3 Km de subida muito dura foram 28 minutos. Nem muito nem pouco, foi o que se pode arranjar. Mais rápido só de motorizada. Em todo o caso, e falo para quem percebe da poda e já fez o percurso (ena, tantos), a gestão não terá sido a melhor, pois poderia ter poupado forças no primeiro terço e atacado com ganhos no último. A chegada em 10 minutos ao corte para a Junqueira foi desgastante pelo que, de forma mais contida, deveria ter sido em 13 ou mesmo 15. Com a gestão certa, o que só se consegue com algumas idas e melhor conhecimento de cada troço, mesmo com este motor fraquinho (relação idade/peso), penso que será possível fazer a subida nos 25 minutos, quiçá um pouco menos. 
Fica o desafio para a próxima, quiçá com menos peso e quem sabe se com o Brandão a fazer companhia.

30 de agosto de 2019