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14 de agosto de 2019

Nas riscas do tempo...


As feições, a pinta, da maior parte desta rapaziada equipada às riscas, não enganam. Alguns continuaram a "deitar corpo" e estão hoje mais altos, alguns mais barrigudos, outros mais carecas e grisalhos. Mas que se conste, todos por aí. Enfim, carregam o peso de quase 40 anos passados após esta fotografia datada de 1981, nos primeiros tempos no Campo da Barrosa, cenário deste "boneco". 

Esta equipa de rapaziada adolescente, treinada pelo Américo Santos, participava então num torneio de futebol juvenil de Verão, organizado pela malta do jornal "O Mês de Guisande", designado de "2º Torneio Emigrante 81", com o apoio do Guisande F.C.. A equipa apresentava-se por isso como Guisande F.C. Juvenil. Uns anitos mais tarde, esta ideia de um torneio juvenil  deu origem ao popular torneio "Guisandito".

Entre outros, para além do treinador e co-organizador Américo Santos, estão ali o Rui Giro, o Maximino Gonçalves (Minito), o Fernando Neves, o Vitor "Teixeira", o Pedro da Natália, o Orlando Santos, o Rui Costa, o Américo Silva (guarda-redes), o António Alves, o Domingos Sousa, o António do "Zarelhas", etc.

Veja-se abaixo a reportagem do evento, publicada na época no jovem jornal "O Mês de Guisande", na edição de Setembro de 1981.

O torneio que se prolongou pelo mês de Setembro, terminou no dia 4 de Outubro desse ano. A equipa vencedora foi o J.C.A.R. Romariz. O torneio foi disputado em sistema de "poule", jogando todas contra todas, mas com as duas primeiras a disputarem uma final na qual a equipa da casa defrontou a de Romariz, tendo a decisão sido resolvida por grandes penalidades já que no tempo regulamentar o resultado ficou empatado (1-1).

Assim a equipa do Guisande F.C. Juvenil apesar de favorita acabou na 2ª posição. Seguiram-se as equipas  do F.C. Azevedo, S. Jorge S.C. e Arcozelo (Caldas de S. Jorge).


15 de agosto de 2019

Guisande Futebol Clube - Campos de Jogos - 3


Na sequência dos meus anteriores apontamentos sobre os campos de jogos do Guisande F.C. (aqui e aqui), trago agora à memória o facto de que por Outubro do ano de 1981, por isso dois anos após a entrada ao serviço do Campo da Barrosa, ter corrido na freguesia o "boato" de que o Sr. Manuel Pereira dos Santos, do lugar do Viso, estaria na disposição de oferecer ao clube o terreno necessário para construir o seu campo de jogos de modo a substituir o Campo da Barrosa, este de utilização recente mas com carácter provisório, sujeito ao pagamento de renda mensal e com dimensões reduzidas. O terreno a doar estava localizado no lugar de Cimo de Vila, na encosta norte do Monte da Mó, próximo da localização do actual reservatório de água, ou mesmo ocupando parte do terreno onde agora se implanta essa infraestrutura.

Face a esse "boato", na altura o jovem jornal "O Mês de Guisande" , foi  entrevistar o próprio Sr. Manuel Pereira sobre a veracidade do que pela freguesia se ia dizendo.
Certo é que, conforme se pode ler no extracto acima publicado, o Ti Pereira, como era conhecido, confirmou essa vontade, mas dizendo, com reservas, "...não concordo somente com tantos metros de terreno que a Direcção pretende, pois eles querem as medidas máximas de um campo de futebol, que são 130 por 80 m (10400 m2), o que eu acho exorbitante. Talvez com 7 mil metros quadrados tudo se arranje."
Estas reservas do Ti Pereira indiciavam naturalmente que já existiam contactos com o clube.

Como contrapartida, o Ti Pereira exigia que lhe fosse construída uma estrada que ligasse o lugar do Outeiro (Casa do António da Catana", até ao mato das Fontelas (limite com Cimo de Aldeia - Louredo). Considerava ainda que a abertura da estrada ficaria barata e contaria com o apoio dos demais proprietários confinantes. Todavia, confessava que a sua esposa (Sr. ª Madalena) mostrava-se um pouco hesitante na oferta, já que considerava ser muito terreno.

Ainda na mesma edição do jornal, foi contactado a propósito do assunto, o dirigente do Guisande F.C., David Ferreira da Conceição, na altura com o cargo de Tesoureiro, que confirmava haver contactos nesse sentido com o Ti Pereira e que o clube pretenderia dotar o espaço com todas as condições, incluindo uma pista de atletismo. Louvava assim a atitude do Ti Pereira, como uma oferta que engrandeceria o clube e a freguesia.

Apesar desta vontade e aparente optimismo, certo é que a oferta do terreno nunca se veio a consumar. De resto, em entrevista concedida ao jornal "O Mês de Guisande" em Junho de 1982, o então presidente da Direcção do Guisande F.C., Domingos da Conceição Lopes, dava o assunto como encerrado. Apesar de afirmar que o clube, entusiasmado com a perspectiva do novo campo, já tinha ali desenvolvido trabalhos preparatórios, como o levantamento topográfico e alguns estudos preliminares, certo é que lhe foi comunicado para o clube parar com os trabalhos, pois o terreno não seria cedido, invocando-se como justificação o facto de nem todos os elementos da família estarem de acordo.

O presidente da Direcção afirmou que já tinham somadas despesas de cento e tal contos, valendo ao clube o facto do topógrafo Saraiva (genro do Sr. Abel Correia), não ter cobrado pelo seu serviço, caso contrário sobrecarregaria o clube com uma verba que na época era avultada.
Em resumo, Domingos Lopes ressalvou assim o empenho da Direcção do clube em levar avante essa pretensão de construção do novo campo de jogos, remetendo todas as responsabilidades do fracasso ao Sr. Pereira e sua família.


(acima, localização da zona onde seria o campo de jogos e projecção aproximada da estrada a abrir por exigência do proprietário)

Este foi, pois, um episódio marcante, na história do clube e dos seus campos de jogos. Em todo o caso, analisado o assunto com a distância temporal decorrida, quase quarenta anos, a perspectiva de construção de um campo de futebol no lugar de Cimo de Vila, em terreno na encosta do Monte da Mó, implicaria movimentações de terra bastante significativas para além da abertura de arruamentos que, pelo clube, pela Junta ou Câmara Municipal, ficariam dispendiosos. É certo que por essa altura, ainda sem Plano Director Municipal, poderia ter sido possível a construção, mas posteriormente toda aquela zona veio a ser trancada como florestal e sem capacidade de edificação. 

Assim sendo, o terreno onde hoje poderia existir um campo de futebol continua com mato e algum pinhal, sujeito aos recorrentes incêndios, por isso com pouco ou reduzido rendimento. É certo que parte dele veio uns anos mais tarde a ser vendido à Indáqua para implantação do reservatório de água. Mas, porventura se houvesse uma total vontade por parte da família e concretizada a obra, os terrenos sobrantes e servidos por arruamento teriam agora, eventualmente, um maior valor. Mas como tal nunca veio a consumar-se tudo o que se possa dizer é pura especulação.

Para a história fica apenas esse facto, a vontade de doar o terreno e depois a recusa. E porque o Ti Pereira já por cá não anda para confirmar os verdadeiros motivos, tudo indica que na génese da recusa terá estado essencialmente o diferencial de área, já que para o clube era necessária a área pretendida e para o doador entendia que tal era exorbitante.

O resto é passado.

2 de setembro de 2017

Subsídios

Na última reunião de Junta da União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande, foi proposto pelo presidente a atribuição de um subsídio de 25 mil euros à Associação Desportiva e Cultural de Lobão, para apoio às obras de colocação de relva artificial e requalificação dos balneários.
Este apoio, depois de analisado e debatido, acabou por ser aprovado por unanimidade. Todavia, pela parte que me toca, como ressalva, considerei a obra importante e como tal merecedora de apoio bem como o valor proposto nem ser exagerado face ao montante a investir, mas fiz notar a discrepância quando comparado ao valor até aqui atribuído ao Centro Social S. Mamede de Guisande para apoio às obras de construção do Centro Cívico.
Para além de tudo, o apoio às obras do centro Cívico faziam parte do programa eleitoral da lista do PSD e assim considero que neste aspecto foi uma promessa cumprida apenas parcialmente.

Na mesma reunião, o presidente propôs a atribuição de um segundo subsídio ao Centro Social de S. Mamede de Guisande para apoio às referidas obras do Centro Cívico, no valor de 5 mil euros. Depois das naturais considerações e debate da proposta, este valor acabou por ser aumentado e aprovado por unanimidade, no montante de 7 mil euros. Em resumo, com o subsídio de 3 mil euros já anteriormente aprovado e concedido, cifra-se assim em 10 mil euros o apoio financeiro concedido ao Centro Social S. Mamede de Guisande para apoio às obras de construção do Centro Cívico.
Na mesma reunião foi ainda aprovado um subsídio de 2 mil euros para apoio à construção de um muro de suporte de terras junto ao arraial da  Capela de Vila Seca - Louredo, o qual foi solicitado pela Comissão Fabriqueira da paróquia de S. Vicente de Louredo.

Tendo em conta os compromissos assumidos aquando da elaboração do programa eleitoral há três anos, obviamente que considero que a verba atribuída ao Centro Social S. Mamede de Guisande é um valor que fica abaixo do que eu tinha perspectivado como um apoio condizente com a importância da obra e do equipamento para a freguesia de Guisande.

Veremos se ainda neste contexto de apoio ao melhoramento de um equipamento desportivo em Lobão, qual será, em contrapartida, o apoio a conceder ao Campo de Jogos do Guisande F.C. pela próxima Junta. Neste mandato, para além de uma ajuda muito positiva na atribuição de materiais por parte da Câmara Municipal, nomeadamente com tintas para pintura dos muros e exterior dos balneários e pó de pedra para a regularização do rectângulo de jogo, o investimento por parte da Junta foi nulo. Em todo o caso, paralelamente a qualquer investimento deverão ser criadas condições para a regular actividade do Guisande F.C., nomeadamente no que se refere ao pleno funcionamento dos corpos directivos, o que para já não acontece.

Quando há três anos aceitei integrar uma lista concorrente à Junta da União de Freguesias, referi publicamente que tinha expectativa e esperança de que dentro da grande asneirada política  do PSD-CDS que foi a reforma administrativa alinhavada por um mau político como o Sr. Relvas, pelo menos a nossa União de Freguesias servisse para aos poucos  serem limadas as diferenças entre as quatro freguesias de União de modo a que o investimento tivesse em conta um acertar de passo no progresso. Infelizmente neste mandato isso ainda não aconteceu, e esta disparidade na atribuição de subsídios bem como nos investimentos feitos em algumas poucas obras, é de algum modo demonstrativa. É certo que pelo meio esta Junta deparou-se com enormes dificuldades financeiras ao ter que cumprir responsabilidades e dívidas herdadas das anteriores Juntas de Guisande e Gião e com a agravante de um mandato encurtado, mas em rigor, e para minha desilusão, foram fracos ou mesmo inexistentes os sinais dados nesse sentido. Acredito, contudo, que com as contas regularizadas e a casa arrumada, qualquer Junta que venha a sair das eleições de 1 de Outubro próximo terá bem melhores condições para o fazer. Resta saber se existirá a vontade.

7 de outubro de 2019

Guisande F.C. - A tremura dos 40



Como por aqui lembrei há algum tempo, o Guisande F.C., mesmo sem estar em actividade oficial e sem corpos dirigentes, mesmo na situação de devedor à Associação de Futebol de Aveiro, é um clube que tem uma história que, mesmo no contexto referido, importaria não esquecer mas antes reavivar.

Ora essa história, em termos oficiais, vai completar 40 anos no próximo dia 31 de Outubro de 2019, já que a sua oficialização jurídica aconteceu em 31 de Outubro de 1979.
Quarenta é um número redondo e por isso sempre mais propício a lembrança e a eventual comemoração. É certo que há sempre quem diga que o clube tem uma história com mais anos. Isso é verdade, como de resto é uma situação comum a muitos outros clubes, mas em termos oficiais e jurídicos o clube prepara-se para fazer 40 anos. Nem mais nem menos. Em termos oficiosos, podemos sempre argumentar que o clube tem mais 10, 15 ou 20 anos, mas em rigor não são conhecidos documentos ou elementos com uma data e a ela agregar algum acontecimento substancial que a determine como fundadora.

Quanto à eventual comemoração dos 40 anos oficiais, lancei o repto  no sentido de lembrar essa data e essa história, eventualmente num simples jantar convívio que reunisse ex-presidentes, dirigentes e associados, no que poderia ser um momento interessante de partilha e confraternização.
Infelizmente, mesmo depois de algumas diligências no apalpar do interesse junto de alguns, a ideia parece não ter despertado atenção nem motivação, o que de algum modo é compreensível face à situação de inactividade.

Assim sendo, e porque até ao momento ninguém demonstrou interesse, nomeadamente pessoas com peso na história do clube, como antigos presidentes e dirigentes que com essa legitimidade poderiam fomentar e organizar uma qualquer cerimónia, por mais informal que fosse, no sentido de dar ao aniversário a importância merecida, parece, pois, que a data vai passar em claro. Pelo menos fica aqui lembrada.

Num contexto de normalidade poderia ser a Junta de Freguesia a promover essa comemoração mas como nesse aspecto temos estado órfãos e reina o desinteresse de quem manda, não será por aí.
É, pois, com pena que se constata esta indiferença, esta falta de massa crítica e dinamizadora do que quer que seja, mas as coisas são como são.  Será a tremura (não ternura) dos quarenta? Será mais do que isso, como uma letargia geral?

Como bom exemplo contrário, o da dedicação e interesse na sua história, o nosso vizinho Caldas de S. Jorge S.C., clube oficial e ligeiramente mais novo que o Guisande F.C., prepara-se para no próximo dia 24 de Outubro comemorar o seu 39º aniversário, em jantar convívio marcada para o restaurante  "Angellus Eventos". Mesmo sem ser um número redondo, outra forma de encarar e preservar a história e, claro, com gente à altura.

28 de julho de 2014

Guisande F.C. - Regresso às competições oficiais?

 

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Na edição desta segunda-feira, 28 de Julho, o jornal semanário “Terras da Feira”, noticia que o Guisande F.C. regressa ao futebol sénior. Informa ainda, e  transcrevemos: "...Jimmy Ribeiro foi eleito presidente do clube e já garantiu que a vontade da direcção vai no sentido de ter novamente uma equipa nos campeonatos distritais. O dirigente admite que tudo está dependente de uma decisão da AFA. "Estou a aguardar uma resposta do organismo que dirige o futebol aveirense, mas tudo indica que temos fortes possibilidades de voltar a ter uma equipa sénior. Vamos ter que fazer um esforço suplementar para que isso aconteça, mas esperemos que o pagamento da dívida não nos seja dificultado pela Associação de Futebol de Aveiro" - revela. A aguardar uma resposta, certo é que Jimmy Ribeiro já encontrou um teinador para comandar a equipa sénior. Trata-se de Carlos Fonseca que na época passada acumulou as funções de treinador e presidente do Romariz."

A ter fé nesta notícia, concluimos que ou andamos desactualizados e desinformados ou então algo está mal explicado ou noticiado. Como é que o Terras da feira pode noticiar que o Jimmy Ribeiro já foi eleito presidente da direcção do clube se por edital de convocatória afixado em alguns locais públicos, está marcada apenas para a próxima sexta-feira, dia 1 de Agosto, uma assembleia geral do clube com a finalidade de apresentação de candidaturas e eleições? Na mesma linha de pensamento, como é que já pode haver treinador escolhido?

Quanto à questão da dívida do clube à Associação de Futebo de Aveiro desconhecíamos a existência desse calote e em que circunstâncias.

Quanto à pretensão de relançamento de uma equipa sénior nas competições oficiais distritais, é sempre de louvar e apoiar quem pretende dinamizar associações e/ou clubes, sendo que, nos tempos que correm e com as sérias dificuldades com que os pequenos clubes regionais se debatem (de resto até mesmo os nacionais), é de supor que será uma tarefa complicada e muito difícil. Para além do mais é questionável nesta altura o interesse que os guisandenses em geral  têm para com o seu clube e para com uma equipa sénior, para mais depois dos útlimos barretes. Mas haja coragem e força de vontade!

Para além do mais, importa não ignorar que já existe uma equipa de veteranos, lançada na época passada, embora dentro de uma competição fora da alçada da Associação de Futebol de Aveiro, e que estava a merecer o apoio e carinho de muitos adeptos. Não seria suficiente à dimensão da nossa freguesia e seus recursos, manter e apoiar apenas a equipa de veteranos? É claro que há lugar para tudo e todos mas importa que uma equipa não seja prejudicada em detrimento de outra e vice-versa.

Finalmente, para concluir, e reconhecendo que desconheço com rigor os estatutos do Guisande F.C., mas sabendo-se que o clube não está activo e por conseguinte não tem corpos gerentes legitimamente eleitos, é de questionar a legitimidade de quem assinou a convocatória bem como a legitimidade de quem irá eleger os novos corpos gerentes sabendo-se que em rigor o clube não tem sócios, porque sócios são aqueles que têm o pagamento de quotas em dia. Confesso a minha ignorância em relação a este assunto mas há questões às quais seria importante responder, porque as coisas feitas de forma correcta e legítima têm sempre outro valor.

Em todo o caso, aparte as questões anunciadas e a confusão ou trapalhada que as mesmas revelam, é positivo e de louvar o interesse e voluntarismo demonstrado pelo Jimmy Ribeiro em prol do clube da nossa terra. Assim consiga reunir os apoios necessários e levar o seu projecto a bom porto..

15 de janeiro de 2014

Guisande F.C. – Veteranos – Jornada 14

 

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Os rapazes do Guisande F.C. receberam no passado Sábado a equipa do Valcambrense mas apesar de muita luta não conseguiram evitar mais uma derrota caseira, desta vez por 3-4.

Na próxima jornada, a 15ª, os auri-negros deslocam-se ao terreno do S. Roque. Caso consigam vencer, ultrapassarão a equipa de Oliveira de Azemeís já que esta na tabela classificativa está um lugar acima e apenas com mais um ponto.

 

Resultados:

Fiães 1 - Lourosa 2
Sanjoanense 3 - Sandinenses 3  (jogo interrompido aos 85m por abandono da equipa Sandinenses)
S. J. Vêr 6 - S. Roque 0
Guizande 3 - Valcambrense 4
Arrifanense 2 - U. Lamas 3
Argoncilhe 2 - Pigeiros 2
Carregosa 2 - Sanfins 2
Serzedo 1 - Cucujães 2
Canedo 1 – Canelas

 

Classificação:

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Próxima jornada (18/01/2014):

S. Roque – Guisande F.C.

 

(fonte e mais detalhes: link)

14 de maio de 2017

Veteranos Guisande F.C. - 27ª Jornada

 
Resultado da 27ª Jornada:

Veteranos Guisande F.C., 1 - Cucujães, 0


Na próxima jornada, 28ª,  folga a equipa do Veteranos Guisande F.C.

9 de fevereiro de 2014

Guisande F.C. – Veteranos – Jornada 18

 

Nesta jornada 18, excelente vitória (1-2) dos rapazes do Guisande F.C. em casa do Fiães. Em face desse resultado positivo a equipa auri-negra saltou na tabela classificativa, ocupando agora o 14º lugar com 10 pontos, portanto com 4 adversários para trás. Em caso de vitória no próximo jogo com o Serzedo e esperando-se um deslize dos adversários próximos (Canedo e Carregosense), poderemos dar mais um salto para cima. A ver vamos.

 

Resultados da jornada 18:

Canelas 1 - Pigeiros 2
U. Lamas 2 - Sanfins 0
Valcambrense 1 - Carregosa 1
S. Roque 0 - Argoncilhe 1
Sandinenses 1 -  Canedo 2
Cucujães 5 - Arrifanense 1
Fiães 1 - Guizande 2
Serzedo 2 - S. J. Vêr 2  ( jogo relativo á primeira jornada )
Sanjoanense 1 - Lourosa 1

 

Classificação:

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Próxima jornada:

Guisande F.C. – Serzedo

 

(fonte e mais detalhes: link)

15 de dezembro de 2013

Guisande F.C. – Veteranos – Jornada 12

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A equipa de veteranos do Guisande F.C. recebeu neste último sábado a equipa do Canelas, o primeiro classificado da tabela, conseguindo um empate e zero.

Diz quem viu, que os auri-negros dominaram o jogo e, para além de bolas aos ferros, foram espoliados em pelo menos duas grandes-penalidades. O Canelas não demonstrou, pelo menos neste jogo, qualidades que justifiquem o lugar cimeiro que ocupa. Garantidamente, os “Tenebrosos” continuam a subir de performance pelo que será natural a subida nos lugares da classificação. Na próxima jornada a equipa do Guisande F.C. visitará a congénere do U.Lamas.

- vídeo do jogo (Luis Bastos)

 

Resultados:

Cucujães 1 - Lourosa 1
Serzedo 2 - S. Roque 1
S. J. Vêr 1 - U. Lamas 3
Guizande 0 - Canelas 0
Arrifanense 0 - Pigeiros 2
Canedo 2 - Sanfins 1
Argoncilhe 3 - Carregosa 3
Fiães - Sandinense - ( Adiado )
Sanjoanense - Valcambrense ( Adiado )

 

Classificação:

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(fonte e mais detalhes: link)

17 de novembro de 2013

Guisande F.C.–Veteranos

 

Guisande F.C.–Arrifanense–03-11-2013 - 1
 
Guisande F.C.–Arrifanense–03-11-2013 - 2

10 de agosto de 2019

Guisande Futebol Clube - Campos de Jogos - 2


Retomando os apontamentos à volta dos campos de jogos no historial do Guisande F.C., no anterior artigo referimos que o Campo de Jogos "Oliveira e Santos" foi inaugurado  em 2 de Novembro de 1986. Todavia, as obras realizadas até àquela data foram as estritamente necessárias para as condições mínimas na altura exigidas. Por conseguinte, depois dessa importante data, o campo de jogos, tal como o conhecemos hoje, foi resultado de várias obras durante diversos mandatos e dinamizadas por diferentes corpos gerentes.

As obras iniciais não foram fáceis porque desde logo as verbas então existentes eram escassas, como na altura, em Julho de 1985 o então presidente da Direcção, Sr. Manuel Tavares, dava conta em entrevista concedida ao jornal "O Mês de Guisande". 

De facto nesse mês de Verão, as obras iniciaram-se com a terraplanagem do terreno, realizada pelo empreiteiro de Paços de Brandão, Sr. Firmino Gomes, cujos trabalhos custaram 350 contos, mas tendo sido interrompidos porque não havia mais dinheiro. Em concreto existia numa conta do Banco Espírito Santo a quantia de 200 contos transitada da anterior Comissão de Obras e angariada para o campo de jogos anteriormente previsto noutro local da freguesia, mas cujo negócio deu em "águas de bacalhau" ou mesmo como então disse Manuel Tavares "...já haviam existido duas oportunidades para se criar campos de futebol e como é sabido ambas deram em fiasco e de uma maneira esquisita".

Como fonte de receita para as restantes obras necessárias à mudança de casa, Manuel Tavares esperava o apoio e colaboração da população, emigrantes, Junta de Freguesia e ainda da Câmara Municipal com o fornecimento de material e seu transporte.
Apesar dos constrangimentos financeiros face às necessidades da obra, o presidente da Direcção do clube dizia que "...isto não é para parar mas sim para prosseguir a todo o gás".

Como curiosidade do que Manuel Tavares declarou na referida entrevista ao jornal "O Mês de Guisande", as ideias ou projectos para o novo campo de jogos, incluiriam uma pista de atletismo e balneários subterrâneos. Ainda uma bancada central.
Estas boas ideias, excepto a bancada central, nunca vieram a ser concretizadas. Obviamente que o homem sonha e a obra nasce, diz o poeta, mas sem dinheiro e recursos as coisas ficam apenas pelos sonhos. Foi o que aconteceu. Em todo o caso, o Campo de Jogos tal como existe é de qualidade significativa e obviamente que custou muito do esforço da freguesia no seu todo.

A par das dificuldades financeiras da época, surgiram problemas com os aspectos legais do terreno doado pelo Sr. Américo Pinto dos Santos e sua esposa Maria Angelina Oliveira Gomes. A Câmara Municipal ter-se-á comprometido a tratar da legalização predial, nomeadamente junto das Finanças e depois na Conservatória do Registo Predial, pelo que seria complicado avançar-se com obras sem a doação estar devidamente formalizada e o terreno no nome do clube. 

Assim, de modo a adiantar o andamento das obras, em declaração que a seguir transcrevemos, e que na altura foi publicada no jornal "O Mês de Guisande", os doadores passaram um documento no qual declaram pública e oficialmente que "...para os devidos e efeitos legais, oferecem ao Guisande Futebol Clube uma parcela de terreno , sita no lugar do Reguengo, freguesia de Guisande, concelho da Feira, com a área de 12 mil metros quadrados, destinado ao campo de futebol do clube acima citado, não podendo a colectividade dar outro uso que não seja para o fim destinado e acima mencionado".

Mais declararam que o clube assim poderia dar início às obras que fossem destinadas à construção do campo de futebol e que desde essa data seriam da responsabilidade do clube. Mais ainda, que oportunamente, logo que as Finanças indicassem o Nº da inscrição matricial, formalizariam a doação por escritura notarial.
Esperamos vir a ter a oportunidade de publicar por aqui a escritura de doação. Para já, o recorte da publicação no "MG" da referida declaração.


Como se vê, no contexto das histórias relacionadas aos campos de jogos do Guisande F.C., há vários apontamentos de interesse e que se não forem anotados obviamente que acabarão por caír no esquecimento da nossa memória colectiva.

Voltaremos ao assunto.

26 de agosto de 2019

Escola do Viso em reconstrução



Como se sabe, na actualidade o edifício da Escola Primária do Viso, depois de ter ficado devoluto, sem comunidade escolar, acabou por ser integrado no Centro Cívico, onde o Centro Social S. Mamede de Guisande desenvolve as suas actividades, embora estas ainda a "meio gás" por falta da decisão da Segurança Social relativamente ao programa de apoio, no que tem sido uma falta grave do poder político, mantendo, por interesses de cativações orçamentais, num impasse o acordo inicialmente aprovado. Adiante.

Como se percebe, este emblemático edifício, sobre o qual já aqui temos falado, nomeadamente sobre aspectos relacionados à sua origem, foi sendo alterado na sua configuração, sobretudo ao nível da cobertura e da zona dos alpendres dos recreios, bem como, naturalmente, da zona envolvente.

Recuando um pouco no tempo, e consultando o arquivo do jornal "O Mês de Guisande", ficamos a saber que pelo ano de 1985 o edifício entrava em obras de requalificação, depois de muito tempo de reclamação por parte dos professores quanto às suas precárias condições. Manuel Alves, então o presidente da Junta de Freguesia de Guisande, desculpava o executivo pelo facto de tais obras serem da responsabilidade da Câmara Municipal e que esta tardava em resolver o assunto apesar da pressão que sobre ela mantinha desde há dois anos antes (No passado como na actualidade, Guisande esquecida e ignorada pelo poder político).

Como se pode ler pelo recorte do jornal "O Mês de Guisande" na edição de Setembro de 1985, as obras constavam essencialmente de colocação de soalho novo, uma placa no tecto, reconstrução da cobertura e sua estrutura, passando a mesma das "quatro-águas" originais para "duas-águas", bem como obras nos recreios e remodelação das instalações sanitárias. Também se previa a substituição do mobiliário. Manuel Alves previa que a Câmara Municipal gastaria com tais obras pelo menos dois mil contos.

Todavia,bem à portuguesa, porque não se planearam as obras para o período de férias, perspectivava-se que as mesmas não estariam concluídas antes do início do ano lectivo pelo que se colocou a necessidade de arranjar provisoriamente um local alternativo para o funcionamento das duas salas de aulas.  O presidente da Junta informou que o Sr. Manuel Tavares, no Viso, então presidente do Guisande F.C., poderia vir ceder por algum tempo, até à conclusão das obras, o edifício da sua habitação, que na altura estava em fase final de construção mas ainda não habitado. Porém, tal não se veio a concretizar, porque tal proposta não foi aceite pelo Sr. Tavares.

Como alternativa, o presidente da Junta indicou o Rés-do-Chão do recém construído edifício da Junta de Freguesia de Guisande, no lugar da Igreja. Assim, em 30 de Setembro de 1985, teve lugar uma reunião com a presença  do Delegado Escolar, Sr. Carlos Tenreiro e o Director da Escola do Viso, Sr. Prof. Carlos Alberto Letra, a fim de serem analisadas as condições do local para funcionamento das aulas, ainda que de modo provisório. O Sr. presidente da Junta na altura não pode estar presente mas deixou as chaves. 

O parecer dos responsáveis escolares foi negativo já que consideraram que a instalação tinha reduzida luz e ventilação naturais e um pé-direito baixo. Visitaram de seguida o piso superior e concluíram que ali existiam condições para a alternativa de funcionamento das aulas. No entanto esta escolha acabou por não agradar à Junta, que a recusou, justificando vários inconvenientes, pelo que uma vez mais surgiu a necessidade de uma nova alternativa. 

No início de Outubro, a solução acabou por ser sugerida à Junta de Freguesia pelo Sr. Professor Carlos Alberto Letra e localizava-se no lugar do Viso, no edifício pertencente ao Sr. Mário Sá, na ~então emigrante na Venezuela, cuja esposa, a Srª Cecília Almeida, na altura era funcionária da Escola Primária do Viso e daí ter sugerido a possibilidade ao director escolar. Contactado o Sr. Mário Sá, este concorda em ceder a Cave da sua habitação, ampla e espaçosa, e a Junta é posta ao corrente desta opção, concordando com a mesma e garantindo os trabalhos da instalação do mobiliário ematerial necessário às aulas.

Entretanto, pela freguesia foram surgindo algumas insinuações negativas de que a Sr.ª Cecília Almeida teria algum interesse em ceder a casa pela cobrança da renda (falava-se em 20 mil escudos mensais). Porém tal não correspondia à verdade já que a intenção e disponibilidade de empréstimo do espaço da Cave da habitação era a título gratuito, apenas sob a justa condição de no final serem garantidas as mesmas condições de conservação aquando da posse, caso se registassem alguns estragos.

Para esclarecer este assunto e sanar as insinuações, a Junta de Freguesia passou uma declaração assinada pelo seu presidente, pelo Delegado Escolar e pelos professores da Escola do Viso, atestando a cedência a título gratuito. Como contrapartida a Junta comprometia-se a pagar a correspondente factura da electricidade e reparar ou pintar o espaço caso fosse necessário, devolvendo-o aos proprietários nas mesmas condições à data da sua posse.

Para reforçar este assunto, a Direcção da Escola do Viso Nº 2 - Posto Telescola Nº 666, emitiu uma circular dirigida aos pais dos alunos agradecendo publicamente a cedência do espaço para funcionamento da escola provisória  ao Sr. Mário Sá e esposa. Solicitava ainda aos pais dos alunos para instruírem e sensibilizarem os filhos quanto à importância da máxima conservação do espaço de modo a não causarem estragos e prejuízos. 

O início das aulas foi então programado para o dia 7 de Outubro mas a Junta acabou por não assegurar a mudança do mobiliário até à data, pelo que só no dia seguinte foi possível arrancar com as aulas.

Pelas previsões da Câmara e da Junta de Freguesia, as obras de requalificação da Escola do Viso teriam uma duração de 15 a 30 dias mas certo é que as mesmas se foram prolongando e pelo final de Outubro o prognóstico já apontava para a proximidade do Natal. Por outro lado, o empreiteiro era ainda menos optimista e informava o director da Escola que previa o final das obras apenas para Abril do ano seguinte (1986).
Esta situação naturalmente não agradava aos professores e aos pais já que as aulas decorriam num espaço improvisado, sem as condições adequadas e a insatisfação e críticas começaram a ser dirigidas à Junta de Freguesia, por sua vez também acossada pela oposição.

As obras de facto não foram realizadas até ao Natal, mas não se prolongaram até Abril como tinha sido previsto pelo empreiteiro, tendo, sim, sido dadas como terminadas em Fevereiro de 1986. A mudança para a escola renovada aconteceu precisamente no dia 26 de Fevereiro desse ano. Terminara, pois, um período de funcionamento em local provisório que durou quase cinco meses.

Esta situação certamente que hoje já não é lembrada por muitos, mas aconteceu e faz parte do historial deste emblemático edifício que diz muito a várias gerações de guisandenses.

27 de janeiro de 2021

Nota de falecimento

 


Faleceu Manuel Rodrigues de Paiva, de 78 anos de idade (20 de Novembro de 1942 - 27 de Janeiro de 2021). Natural de Romariz, vivia no lugar de Casaldaça - Guisande.

O funeral, com as condicionantes decorrentes do estado de pandemia, terá lugar na Quinta-Feira, dia 28 de Janeiro de 2021, pelas 16:00 horas, com cerimónias na Igreja Matriz de Guisande, indo no final a sepultar em jazigo de família no cemitério local.

Foi uma figura com relevante intervenção cívica na freguesia de Guisande, tendo sido dirigente e presidente do Guisande F.C., sendo uma das figuras marcantes na fundação oficial do clube e da construção do Campo de Jogos "Oliveira e Santos". Foi Secretário da Junta de Freguesia de Guisande, depois das eleições autárquicas de 16 de Dezembro de 1979, e ainda, em diferentes mandatos, elemento da Assembleia de Freguesia de Guisande, em representação do PSD e também da FJI - Força Jovem Independente no mandato de 1989/1993.

Que descanse em paz! Sentidos sentimentos a todos os familiares.

28 de setembro de 2017

O outro lado da moeda

A propósito da propaganda que abaixo publicamos, em que o Partido Socialista dá a ler à população uma intervenção de Celestino Sacramento, seu candidato à Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande,  com a independência e isenção possíveis,  e porque ainda faço parte de uma Junta que de algum modo é criticada pelo autor, quero também exprimir algumas notas:

Se há pessoa na freguesia de Guisande que dela gosta e tem participado no seu desenvolvimento, é Celestino Sacramento. Tem estado integrado ao longo dos anos em diversos movimentos comunitários e de cidadania, como autarca, tendo sido presidente da Junta e presidente da Assembleia de Freguesia, dirigente no Guisande F.C., actualmente um importante membro do Centro Social S. Mamede de Guisande e obreiro da construção do seu Centro Cívico, e ainda nos movimentos da paróquia como o Grupo Solidário, Grupo de Leitores, etc, etc. Tem, pois, a devida autoridade e a consideração de muitos guisandenses para ser tomado em conta nas intervenções que expressa sobretudo as que a todos dizem respeito. De minha parte tem seguramente a minha estima, respeito e consideração. Fosse candidato a presidente de Junta ou mesmo a um lugar na Junta, o que não acontece, como confessa, e eu não teria dúvidas em dar-lhe o meu voto, porque me merece a maior das confianças e consideração. De resto, prezo-me por ter colaborado em vários assuntos com as juntas a que presidiu.
Em todo o caso, porque é uma reflexão política, não me levará  a mal por eu deixar aqui algumas notas a propósito da mesma, que nem sequer são de contestação mas antes de esclarecimento ou complemento:

- Em relação à dívida deixada pelo anterior executivo da Junta de Freguesia de Guisande, do Partido Socialista:
Uma parte substancial desse dívida correspondia a 75.954,78 euros (já com juros de mora) à empresa Carlos Pinho, pela pavimentação da Rua de Nossa Senhora de Fátima, desde a rotunda da Cruz de Ferro até à fronteira com  o lugar de Duas Igrejas em Romariz. Essa obra, para além de inconformidades legais relacionadas com a adjudicação, foi feita sem que a Junta de então tivesse dinheiro ou garantido previamente a receita necessária em protocolo escrito e assinado junto da Câmara Municipal.

A restante dívida era para com a empresa Paviazeméis, no valor de 68.981,50 euros.
Total da dívida: 149.192,92 euros. Neste total não está reflectida a dívida à empresa NormaRekinte que foi resolvida por acordo extra-judicial ainda pela Comissão Administrativa, tendo sido utilizado para o pagamento o saldo em caixa transmitido pela ex- Junta no valor a rondar os 10.000,00 euros. Esta saldo não cobriu, porém, a totalidade da dívida, para além de ter sido necessário pagar posteriormente honorários da advogada do processo. Todavia, esta contenda ficou resolvida ainda antes da tomada de posse da actual Junta da União de Freguesias.
Estes montantes relacionados à dívida transmitida pela extinta Junta de Freguesia de Guisande foram explicados e apresentados publicamente na sessão da Assembleia de Freguesia realizada em Guisande em 29 de Abril de 2015.

Em todo o caso considero que Celestino Sacramento tem razão quando diz que tal obra (pavimentação da Rua Nossa Senhora de Fátima) seria uma obrigação da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. Bastaria esperar mais algum tempo e tal obra seria realizada sem qualquer custo para a Junta. Mas a Junta de então assim não o entendeu e decidiu fazer "um bonito" em vésperas de eleições deixando a responsabilidade do pagamento para os vindouros.

Mas fosse a obra feita pela Câmara e certamente esta nunca pagaria o que pagou a Junta do PS. Na verdade foram 135 mil euros (dos quais ficaram em dívida 75 mil euros) por uma extensão de aproximadamente 2400 metros, o que considerando uma largura média de 7 metros dá  16800 metros quadrados, ou seja um valor aproximado a 8,00 euros por m2 e sem que tenha sido efectuada a pintura e rematadas as caixas de saneamento, cujos trabalhos significarão agora um acrescento de despesa. Ora, basta dizer que nas recentes pavimentações que têm acontecido por todo o concelho, segundo informações oficiosas a Câmara está a pagar um valor a rondar, ou mesmo abaixo, os 4 euros por metro quadrado para o mesmo trabalho em iguais condições. Por isso importa reflectir nesta disparidade.

Quanto à ponte da Lavandeira: 
De facto seria bom que tal ponte fosse medieval, pois certamente seria um património arquitectónico que nos orgulharia. Mas não sendo, refira-se que tal alargamento já esteve previsto na anterior Junta de Freguesia de Guisande, presidida por Joaquim Santos, e só não avançou porque perdeu as eleições em 2009 para o Partido Socialista que também não lhe deu seguimento.
Mesmo admitindo-se que a ponte é estreita e não permite a passagem de dois veículos em simultâneo, pela minha parte posso dizer que nas últimas 100 vezes que lá passei nunca me cruzei com qualquer veículo, na ponte, antes ou depois. Ou seja, é importante que se faça mas não é de todo uma prioridade porque o fluxo de trânsito não o justifica.

Quanto à Alameda da Igreja:
De facto é necessária uma intervenção de fundo e esta já foi reconhecida pela actual Junta. Tivesse o mandato mais um ano como seria normal e tal obra seria feita com toda a certeza. Em todo o caso, foi pena que quando foi realizada nos anos 90, então por uma Junta do Partido Socialista, não fosse tido em consideração o crescimento das árvores e o dimensionamento adequado das caldeiras pelo que os estragos na calçada não seriam agora tão graves. Mas sim, é verdade que a obra merece uma requalificação condigna ao local, mas não só, pois também toda a envolvente da igreja. Também é uma necessidade levantar e regularizar toda a envolvente da capela do Viso e respectiva envolvente. 

Quanto à Capela Mortuária:
Com a realização por parte da anterior Junta (Partido Socialista) da instalação sanitária para deficientes, começaram a surgir graves problemas de infiltrações de água que afectam o salão fúnebre e o salão inferior bem como mesmo as instalações sanitárias. Há também graves infiltrações, em dias consecutivos de chuva forte, ao nível do pavimento junto ao encosto com o canteiro contíguo à escadaria frontal à igreja. 
É verdade que a obra já tem uns anos mas também denota erros de construção que foram obviamente da responsabilidade da Junta socialista de então. Basta dizer que entre outros problemas a água infiltra-se pelo peitoril dos janelões da fachada voltada a sul.
Durante o actual mandato, foram feitas algumas intervenções, nomeadamente na cobertura com solda de caleiras, de modo a reduzir as infiltrações mas estas apesar de reduzidas ainda subsistem. Infelizmente, apesar das minhas reiteradas insistências desde o início do mandato, o presidente nunca deu seguimento à mesma, pelo menos ao tratamento de paredes e tectos e respectiva pintura o que não teria sido muito caro. Do mesmo modo, foi em vão que insisti na pintura do coreto do Monte do Viso e das paredes do cemitério, nomeadamente logo após as obras da construção de sepulturas e do dreno. Certamente já não será nestes dias finais de mandato que se fará a pintura, o que lamento.

Quanto ao rinque polidesportivo em Trás-os-Lagos:
O rinque está degradado no piso e mesmo no interior dos balneários. Tal situação decorre da falta de utilização e da falta de movimento associativo que o dinamize. Esta situação não vem de apenas há três anos mas de muito antes.
É importante que se requalifique o equipamento, mesmo sem estar a pensar para já na sua cobertura, mas importa previamente assegurar que o mesmo vai ter uma utilização regular. Se tal não for garantido é obviamente esbanjar dinheiro em situações não prioritárias.
Quanto à ideia do Celestino Sacramento em cobrir e fechar o equipamento, é obviamente sonhar alto, pelo menos enquanto não se assegurar uma utilização que o justifique. Mesmo justificando-se, não será propriamente fazer quatro paredes como diz, e será obra para mais de 100 mil euros e não estou a ver qualquer Junta a curto ou a médio prazo ter condições para realizar a mesma. Mas, como não faz mal, vamos sonhando.

Quanto ao alargamento da Rua de Santo António no Viso:
É uma ideia interessante. De resto já foi prevista pela actual Junta e já com a concordância dos proprietários confinantes (Manuel Almeida, Custódio Santos e herdeiros de Alcides Giro), pelo que foi dado início ao documento protocolar entre estes, a Junta e a Câmara. Falta apenas o tempo para a obra avançar. Faltasse mais um ano no mandato e com toda a certeza que a obra seria feita. Espero que a futura Junta, do PSD, do PS ou do CDS, pegue logo no assunto e realize a obra, pelo menos até ao cruzamento com a Rua do Caminho Novo. Em muito benefeciaria a rua, o trânsito e o acesso, sobretudo em dias de eventos no monte do Viso.

Quanto à negociação na Câmara da pavimentação das ruas:
Pela parte que me toca, nunca fui ouvido nem chamado, nem pelo presidente da Junta nem pela Câmara quanto à indicação de prioridades em Guisande ou na União. Por outro lado as minhas propostas de pavimentação de pelo menos alguns troços mais degradados (Rua da Leira, Rua do Outeiro, Rua do Jardim de Infância, Rua Nossa Senhora da Boa Fortuna e Ruas das Barreiradas) não foram consideradas quer pela Junta quer pela Câmara o que obviamente me desiludiu.

Quanto à pavimentação do troço de rua entre o cruzamento da Leira e a Alameda da Igreja:
Obviamente que não tem nada a ver com eleições. De resto já tinha sido referida como estando prevista numa sessão da Assembleia de Freguesia, há pelo menos um ano. Se foi só agora é normal, afinal esta Junta tem menos um ano de mandato o que faria falta para mais obras. Ainda pressionei o presidente para pelo menos repavimentar o troço mais degradado da Rua do Outeiro mas foi uma luta perdida.

Quanto à ideia da Rua S. Sebastião ter feito mais sentido se tivesse desembocado junto ao antigo Café Pica-Pau, na Pereirada:
Esta é algo contraditória pois basta lembrar que a abertura de tal rua foi feita precisamente pela Junta presidida por Celestino Sacramento. Devia-se ter lembrado disso nessa altura. Em todo o caso não estamos a ver um fluxo de transito que se justifique agora uma variante à actual rua. Há que pensar em prioridades e não fazer por fazer.

Quanto à  água da nascente da fonte de Cimo de Vila:
De facto esse é um enigma saber se a anterior Junta de Freguesia de Guisande, do Partido Socialista recebeu ou não alguma indemnização por parte da concessionária da A32 por ter destruído a nascente. Se tal compensação foi paga nunca se viu a cor ao dinheiro nem tal consta nas contas, pelo que de boa fé entendemos que não foi paga. Mas sim, é óbvio que devia ter sido paga de modo a viabilizar uma outra alternativa ou pelo menos para ressarcir a Junta do prejuízo. Ao não exigir a indemnização, a Junta de então foi conivente com uma situação ao arrepio da lei aceitando o prejuízo. Mas aqui também falta saber se foi ou não paga alguma contrapartida pelos diversos aterros realizados um pouco por todo o lado, todos ao arrepio da lei, mas facilitando e reduzindo custos ao empreiteiro, bem como desconhece-se se recebeu contrapartidas pela cedência de estaleiro na zona marginal à ribeira da Mota.

Em resumo, toda a reflexão política de Celestino Sacramento é válida e legítima, mas passível de contraditório até porque nem tudo o que parece é. Pelo menos há que ter em conta que uma moeda ou mesmo uma medalha tem sempre dois lados.

Quanto ao panfleto em que é transmitida a reflexão de Celestino Sacramento:
Graficamente está uma pobreza. A começar pela falta de correcção do texto e uma ordenação por pontos e até mesmo em colunas de modo a facilitar a leitura. Por outro lado, sendo na totalidade um texto de Celestino Sacramento, o porquê do título David Neves? Por outro lado, ainda, graficamente  falando, fica muito mal o retrato de David Neves aparecer desproporcionado em tamanho relativamente aos outros dois candidatos. Eventualmente, deveria manter a mesma proporcionalidade e estar ao lado ou mesmo à frente mas não com um tamanho gigante.

Mas são coisas de gráficos e grafismos.


Américo Almeida

25 de fevereiro de 2014

Guisande F.C. – Veteranos – Jornada 20

 

Nesta jornada 20, os rapazes de Guisande deslocaram-se a reduto da Sanjoanense tendo averbado uma derrota por 2-0. Já se esperava que o jogo fosse difícil pelo que não houve qualquer surpresa para o nosso lado.

Na próxima jornada, a 21ª, a equipa do Guisande F.C. recebe o S. João de Ver, actual segundo classificado pelo que se espera mais um jogo difícil mas certamente com muita luta por parte da nossa equipa.

 

Resultados:

U. Lamas 3 - Canelas 1
Valcambrense 3 - Pigeiros 3
S. Roque 2 - Sanfins 1
Sandinenses 3 - Carregosa 2
Cucujães 2 - Argoncilhe 1
Fiães 1 - Canedo 2
Serzedo 5 - Arrifanense 1
Sanjoanense 2 - Guizande 0
S. J. Vêr 1 - Lourosa 0

 

Classificação:

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(fonte e mais detalhes: link)

12 de outubro de 2021

Guisande F.C. Veteranos


Depois do interregno devido à pandemia da Covid-19, a equipa do Guisande F.C. Veteranos está de regresso ao Campo "Oliveira e Santos" , aos jogos de futebol e ao convívio.

Neste Sábado passado, houve jogo treino , com vitória por 2-1, contra a equipa do Cucujães.

Antes disso, um trabalho de equipa na limpeza e preparação do rectângulo de jogo e espaços envolventes.

Entretanto o grupo arrancou com a campanha de angariação de Amigos dos Veteranos de Guisande, por 5 euros por época desportiva, com habilitação ao sorteio semanal, de Outubro 2021 até Junho de 2022, de um conjunto de suplemento alimentar composto por 1 queijo, salpicão e chouriço. Uma forma saudável de ajudar o grupo.

3 de maio de 2018

Veteranos Guisande F.C. - Época fantástica


A equipa de futebol do Veteranos Guisande F.C. continua a disputar o Campeonato da Associação de Atletas Veteranos de Terras de Santa Maria, praticamente na sua recta final, com um nível de competitividade tal que se traduz no actual terceiro lugar na tabela classificativa após 29 jogos. Ainda neste último sábado, 28 de Abril, recebeu e venceu o U. de Lamas, precisamente o 2º classificado.  Lidera a tabela o crónico vencedor, o S. João de Ver.
No próximo Sábado, 5 de Maio de 2018, a nossa equipa irá a S. João da Madeira defrontar a A.D. Sanjoanense, jogo que pela diferença pontual pode cimentar o terceiro lugar ou ditar uma descida na tabela. Na mesma jornada, destaque para o jogo entre os dois primeiros classificados, o U. de Lamas e o S. João de Ver.
Guisande, sempre!

6 de janeiro de 2014

Guisande F.C. - Veteranos – Jornada 13

Depois de algumas jornadas positivas, o Guisande F.C. não se aguentou na visita ao U. de Lamas perdendo por 4-1. Não servindo de desculpa, o jogo era “só” com o 1º classificado da prova.

Porventura a paragem natalícia quebrou um bocado o ritmo aos nossos rapazes pelo que se espera que já na próxima recepção aos homens de Vale de Cambra a exibição e o resultado posssam, ser mais positivos.

 

Resultados:

Cucujães 2 - Fiães 2
S. Roque 1 - Sanjoanense 4
Valcambrense 1 - S. J. Vêr 5
U. Lamas 4 - Guizande 1
Canelas 1 - Arrifanense 1
Pigeiros 3 - Canedo 1
Sanfins 0 - Argoncilhe 2
Lourosa 3 - Carregosa 1
Sandinenses - Serzedo ( Adiado )

 

Classificação:

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Próxima jornada (11/02/2014):

Guisande - Valecambrense

 

(fonte e mais detalhes: link)

12 de outubro de 2013

Guisande F.C. - Veteranos

 

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Foi reunida uma equipa de veteranos de futebol que sob o emblema do Guisande F.C.  está a disputar um campeonato organizado pela Associação de Atletas Veteranos  das Terras de Santa Maria. Decorreram já duas jornadas e hoje, sábado, decorrerá a 3ª jornada, no Campo de Jogos Oliveira e Santos, em encontro agendado para as 16:00 horas. São 18 as equipas participantes. Nas duas anteriores jornadas a equipa auri-negra acumulou duas derrotas pelo que segue no final da classificação como “lanterna-vermelha”.

Não temos falado sobre o assunto simplesmente porque só agora tomámos conhecimento. Ninguém da organização fez chegar até nós qualquer pedido de divulgação. Adiante…

Siga os pormenores do campeonato no blog oficial.

Sobre a AAVTSM:

A A.A.V.T.S.M – Associação dos Atletas Veteranos das Terras de Santa Maria é uma associação de carácter desportivo fundada em 28 de Março de 2007.
Apesar de ser jovem, nasce no seguimento de uma outra já existente há alguns anos (UNIÃO DE CLUBES DA FEIRA) tendo sido criada com o objectivo principal de fomentar, dinamizar e organizar a prática de futebol veterano na região da Feira e zonas limítrofes.
Neste momento esta associação movimenta mais de 300 atletas todas as semanas, repartidos por vários concelhos, em provas desportivas com espírito de amizade, convívio e competição.