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29/09/2026

Américos em Guisande



Neste apontamento partilho alguns dados sobre pessoas com o nome Américo relacionados à freguesia de Guisande.

Haverá mais, mas estes são os que até ao momento consegui algumas informações.

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Américo Fonseca Gomes de Almeida

Eu próprio. Nascido na década de 1960. Casado na década de 1980.

Nascido no lugar de Cimo de Vila.

O segundo de oito filhos de António Almes de Almeida e Eugénia Alves da Fonseca.

Neto paterno de Joaquim Gomes de Almeida e Maria da Luz.

Neto materno de Américo José da Fonseca e Lúcia Alves Moreira.

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Américo José da Fonseca

Meu avô materno e padrinho de baptismo.

Nasceu em 20 de Março de 1919, filho de Raimundo José da Fonseca e de Margarida da Conceição.

Neto paterno de António José da Fonseca (filho de Manuel José da Fonseca e Margarida Rosa de Jesus) do lugar do Carvalhal - Romariz, e de Maria de Oliveira (filha de Manuel Ferreira da Silva e Ana Maria de Oliveira).

Neto materno de António Caetano de Azevedo (filho de Francisco Caetano dos Santos e Ana Joaquina dos Santos) e de Maria Gomes da Conceição.

De irmãos teve o Joaquim, o Alexandrino, o Manuel, o Justino e a Laurinda.

Casou em primeiras núpcias em 5 de Agosto de 1939, com Lúcia Alves Moreira, de Estôze, e depois da morte desta, com Maria Isabel Moreira Barbosa, de Alfena - Ermesinde, de um conhecimento que ali travara em trabalho.

Da primeira esposa teve como filhos, Manuel Alves da Fonseca, José Indes da Fonseca (falecidos), Alcina Alves da Fonseca e Eugénia Alves da Fonseca (minha mãe). Ainda uma falecida em menor, de nome Adelaide.

Da segunda esposa, Maria Isabel, minha madrinha de baptismo, não teve filhos.

Viveu no lugar de Cimo de Vila - Faleceu em Julho de 2001.

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Carlos Américo Lopes Santos - Fornos

Meu afilhado. Nasceu em 197?

Filho de António de Oliveira Santos (meu primo) e Maria da Conceição Alves Lopes, casados em 6 de Fevereiro de 1966. Viveram em Fornos e na Barrosa.

Neto paterno de Manuel dos Santos e Delfina de Oliveira.

Neto materno de Joaquim José Lopes e Maria Alves Cardoso.

Sei que casou e vive há anos pela zona de Setúbal.

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Américo Pereira dos Santos - Casaldaça

Conhecido como Américo da “Labercas”

Nasceu em 21 de Dezembro de 1950.

Filho de Rosa Amélia Pereira dos Santos e de pai incógnito.

Neto materno de Margarida Pereira dos Santos e Manuel da Costa Bento

Foi jogador guarda-redes do Guizande Futebol Clube.

Casou na freguesia do Souto em 15 de Janeiro de 1978 com Elisa Alves da Cunha.

Ficou viúvo e voltou a casar em Cucujães em 12 de Abril de 1986 com Maria Isabel Pinho Brandão.

Esteve e emigrado em França e de há anos vive em Cucujães - Oliveira de Azeméis.

De irmãos de mãe, conheço o Abel, que casou em vive por Canedo, o João, que casou e viveu na Teixugueira, já falecido, e ainda a Maria da Conceição que casou com Domingos Pereira da Mota e viviam em Duas Igrejas – Romariz.

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Américo Baptista da Silva – Casaldaça

Conhecido como Américo do Reimão.

Nasceu em 28 de Agosto de 1944.

Filho de Raimundo Francisco da Silva e Maria Ferreira Baptista, esta de Lobão.

Neto paterno de Manuel Francisco da Silva (de Mansores – Arouca) e Maria Rosa da Conceição.

Casou em 17 de Abril de 1971 com Margarida Ferreira da Mota (já falecida).

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Américo Paulo Ferreira Baptista – Casaldaça

Nasceu em 8 de Fevereiro de 1972.

Filho de Américo Baptista da Silva e Margarida Ferreira da Mota.

Neto paterno de Raimundo Francisco da Silva e Maria Ferreira Baptista

Neto materno de António Ferreira da Mota e Maria Alves da Mota.

Casou com a Marília. De irmãos, o Laurentino, o Licínio e Carla Maria (falecida).

Está emigrado na Suiça mas com habitação em Casaldaça.

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Américo Ferreira da Conceição - Casaldaça.

Nasceu em 27 de Fevereiro de 1948.

É um dos filhos de Mamede da Conceição e Elvira Ferreira dos Santos. Outros irmãos, o Armando, o Miguel e o David.

Neto paterno de Manuel Pereira de Oliveira e de Rita Joaquina de Jesus.

Neto materno de Manuel Ferreira Coelho (regedor) e de Maria dos Santos.

Casou o Américo em Lobão com a Deolinda de Sousa Marques. Vivem no Casal – Gião.

Figura muito conhecida por durante mais de 25 anos ter explorado o estabelecimento “O Meu café” em casaldaça – mítico ponto de encontro e convício sobretudo pelas décadas de 1980 e seguinte.

Foi ainda presidente da Direcção do Guizande F.C. na época 1980/1981.

Américo Pedrosa das Neves – Casaldaça

Era conhecido pela alcunha de Américo do Credo, alcunha que se transmitiu aos filhos.

Nasceu em 27 de Novembro de 1906. Faleceu em S. João da Madeira em 19 de Maio de 1992.

Filho de António Oliveira Neves e Margarida Pedrosa das Neves.

Casou em 23 de Novembro de 1933 com Ermelinda Ferreira da Conceição, filha de Manuel António da Mota e Eusébia Henriques de Jesus.

De filhos, o Américo, a Maria das Ascenção (que casou com o Custódio Alves dos Santos), a Irene, o Joaquim, a Alcina, a Madalena e a Arminda.


Américo Neves – Casaldaça

Nasceu em 2 de Setembro de 1947.

Casou em 8 de Dezembro de 1974 com Margarida Cândida Sequeira Pinto. Têm uma filha, a Liliana Pinto Neves.

Filho de Américo Pedrosa das Neves e Ermelinda Ferreira da Conceição.

Vive por Vila Nova de Gaia.



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Américo Custódio Gonçalves - Estôze

Nasceu em 6 de Dezembro de 1889

Filho de José Custódio Gonçalves e Rosa Maria de Jesus (da Mota).

Neto paterno de Custódio Gonçalves (de Duas Igrejas) e Maria Rosa de Jesus (de Estôze.

Neto materno de Manuel Alves da Mota e Micaela Rosa de Jesus.

Casou em 12 de Dezembro de 1938 com Bebiana Gonçalves Pinto de Almeida, de Milheirós de Poiares.

De filhos, a Elvira, Joaquim, Eduardo e Maria da Anunciação.


Américo das Neves Fonseca – Fornos

Nasceu em 26 de Janeiro de 1938.

Filho de meu tio materno Manuel José da Fonseca e Ermelinda Pedrosa das Neves.

Neto paterno de Raimundo José da Fonseca e Margarida da Conceição.

Neto materno de António de Oliveira Neves e Margarida Pedrosa de Jesus.

Casou em Cantanhede em 17 de Agosto de 1948 com Maria Helena Marques.


Américo Francisco da Silva – Casaldaça

Nasceu em 12 de Agosto de 1907. Faleceu em 17 de Novembro de 1985.

Filho de Manuel Francisco da Silva (de Chave - Arouca) e Rosa da Conceição de Jesus.

Neto paterno de Manuel Francisco da Silva e de Maria Alves de Almeida.

Neto materno de José Custódio dos Santos e Maria de Jesus (do lugar da Lama).

Casou em 21 de Março de 1942 com Gracelina Alves Moreira (esta irmã da minha avó materna).


Américo Moreira da Silva – Casaldaça

Nasceu em 26 de Maio de 1944.

Filho de Américo Francisco da Silva e Gracelina Alves Moreira.

Neto paterno de Manuel Francisco da Silva e Rosa da Conceição de Jesus.

Neto materno de Manuel Francisco Alves Júnior e Rosa Moreira dos Santos.

Casou em França, em 2 de Março de 1974 com Maria Ernestina Sá Santos.


Américo Dias de Paiva – Casaldaça

Nasceu em 21 de Agosto de 1915.

Filho de Francisco Dias de Paiva e Margarida Augusta da Conceição.

Neto paterno de Jerónimo de Paiva (de Louredo) e de Maria Teresa de Oliveira (de S. Jorge). Era neto materno de António de Pinho e de Maria de Jesus (de Guisande).

Teve muitos irmãos, como o António, Miquelina, Rufino, José (primeiro de nome), José (segundo de nome), Joaquim (o Pisco), Bernardo, Manuel, Rosária e Alberto.


Américo Marques de Paiva - Gândara

Naceu em 25 de Outubro de 1918. Faleceu bebé em 14 de Agosto de 1919.

Filho de José Marques de Paiva e Alice Nicolina Gomes.

Neto paterno de António Marques de Paiva e Hoaquina Rosa de Jesus.

Neto materno de Tomázia Gomes de Oliveira.


Américo Caetano dos Santos – Casaldaça.

De momento não pesquisei dados adicionais.

Terá nascido pelo final do séc. XIX.


Américo Francisco de Almeida

De momento não pesquisei dados adicionais.


Américo Ferreira Fernandes - Fornos

Seria de Mansores – Arouca e vivia no lugar do Fronos pela década de 1950.

Filho de Manuel Joaquim Fernandes e Francelina Ferreira.

Era casado com Arminda Rosa Moreira.


Américo José Alves da Silva - Reguengo

Nascido em 1967.

Filho de Diamantino Alberto Alves da Silva e Eva da Silva.

Neto paterno de Manuel Alves da Silva e Maria Amélia de Oliveira.

Neto materno de José Pereira da Silva, de Vila Maior, e Albertina da Silva Ribeiro, de Canedo

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Américo Augusto da Conceição – Quintães.

Seria natural de Romariz mas casou em Guisande com Alexandrina da Conceição (a Pazada), do lugar das Quintães. Esta era filha de António Caetano de Azevedo e Maria da Conceição. Era irmã da minha bisavó materna, Margarida da Conceição.

O Américo era filho de José Maria e de Carolina Augusta da Conceição.


Américo Eugénio Gomes da Silva – Outeiro

Nasceu em 197?

Filho de António Ribeiro da Silva e Maria Idília Gomes de Pinho

Irmão de Custódio Carlos, Maria do Carmo, Maria de Fátima e Alda Maria.

Solteiro, vive no lugar do Outeiro.


Américo Ferreira Vendas – Quintães

Nasceu em 196?

Natural de Lobão.

Casou em Guisande com Maria Madalena de Bastos Monteiro.

Na década de 1980 foi jogador do Guisande Futebol Clube na posição de avançado.


Américo Alves da Mota – Fornos

Nasceu em 14 de Maio de 1936.

Filho de Jerónimo Alves da Mota e Felismina Rosa de Oliveira.

Neto paterno de Jerónimo Alves da Mota e Rita Henriques da Silva.

Neto materno de Rufino Pinto Leal e Maria Rosa de Oliveira.

Casou em Romariz, em 18 de Janeiro de 1964 com Maria Belíssima de Jesus.


Américo Pinto dos Santos - Fornos

Nasceu em 24 de Janeiro de 1914.

Filho de Jerónimo dos Santos e Amélias Maria de Oliveira.

Neto paterno de José Caetano dos Santps e Maria de Jesus.

Neto materno de António Caetano Pinto e Maria Joaquina de Oliveira.

Casou em 8 de Agosto de 1974 com Maria Angelina Oliveira Gomes.


Américo Pereira da Silva - Fornos

Nasceu em 30 de Novembro de 1917.

Filho de Manuel Pereira da Silva e Bernardina Pereira de Jesus.

Neto paterno de José Pereira da Silva e Maria Joaquina da Silva

Neto materno de António Alves da Mota e Custódia Pereira dos Santos.

Ficou conhecido como "O Grande de Fornos", afamado matador de porcos, tal omo o seu irmão Dominhos (Ti Domingos do Repolho), este que viveu em Cimo de Vila.


Américo Ferreira Coelho - Fornos

Nasceu em 28 de Novembro de 1888.

Filho de António Ferreira Coelho (professor primário) e Maria Francisca da Silva.

Neto paterno de Joaquim ferreira Coelho e Maria Joaquina de Jesus.

Neto materno de António Ferreira Pinto (de Canedinho-Gião) e Francisca Joaquina da Silva.

28/09/2026

Clarificação dos limites da freguesia de Guisande

Na próxima Quarta-Feira, dia 30 de Setembro, pelas 20:30 horas, vai reunir a Assembleia de Freguesia de Guisande.

Entre os pontos habituais de aprovação da acta anterior, informação sobre as actividades da Junta de Freguesia e situação financeira, o ponto 3 prevê a apreciação, discussão e votação de moção sobre as conclusões do estudo elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Assembleia, acerca dos limites da freguesia de Guisande.

A Assembleia de Freguesia indicou o meu nome para fazer parte do grupo de trabalho para elaborar o relatório e recomendações que agora vão a apreciação.

Confesso que era minha vontade não fazer parte, e a quem me convidou com antecedência, tinha manifestado a intenção de não participar. Não obstante, o meu nome lá foi apresentado e escolhido.

Apesar desta situação, que não desejava, pela consideração que tenho pela Assembleia e por todos os seus membros, entendi não desconsiderar e lá acedi a apresentar ao grupo a versão do relatório segundo o meu entendimento da situação quanto à clarificação dos limites de freguesia em alguns pontos.

Repito, é o meu entendimento e do que resulta dos meus conhecimentos. Não tem de ser a versão oficial. Outros, mesmo que fora do grupo de trabalho, poderão ter outras opiniões e dados e factos que desconheço.

A minha reserva em aceitar, decorre precisamente de saber que nestas coisas nem sempre há concensos e tantas vezes se tiram conclusões erradas, precipitadas e com base apenas em percepções e achismos. Além do mais já tenho "dado para certos peditórios", com boa vontade e amor à causa, e por vezes a paga tem sido alguma desconsideração. Daí que, tantas vezes, seja melhor ficar de fora. Adiante!

Por conseguinte, serve este apontamento para dizer que é o meu simples contributo e apenas isso. Se virá ou não a ser considerado bem como a partir dele adoptadas as recomendações, é assunto que já me escapará.

Apesar disso, acho que, de modo particular quanto à situação com a freguesia de Caldas de S. Jorge, na zona do lugar de Azevedo, alguma coisa deve ser feita para chamar "o seu a seu dono", mesmo que em versão minimalista face aos limites históricos, mesmo que por mais transtornos que possam causar a alguns. Reclamar e tomar posse do que é nosso não deve ser encarado como coisa menor. Pelo contrário, dar sinais opostos, de ambiguidade, cedência e algum laxismo, é que não ajuda.

A morte saíu à rua


Ontem à tarde, cerca das 15:30, ocorreu um grave acidente na Estrada Nacional 223 (Rua do Comércio), em Lobão, no limite com Fornos, junto à ex-discoteca Hollywood. Passei pela Rua de S. Miguel e vi ao cimo o aparato de gente. Não fui ver mas soube depois que resultou a morte de um jovem de 24 anos, da zona do Porto, ainda feridos graves, e terá envolvido quatro automóveis, incluindo de amigos que se seguiam.

As circunstâncias já terão sido apuradas mas ainda desconhecem-se com rigor. Do que se diz, terá sido resultado de uma corrida (picanço) entre amigos, que em excesso de velocidade e de forma totalmente irresponsável colocaram a sua vida em perigo - como, infelizmente, aconteceu - mas também a de terceiros que íam sossegadamente na sua vida, no caso um carro de família onde até seguiria um bébé de 3 meses, que teve ferimentos ligeiros.

O trânsito que vinha de sul para norte estava a ser desviado pelo Rua Moderna, que tem um STOP no entroncamento coma Rua de S. Miguel. Ora quando eu vinha para casa, do lado de Canedo, faltou pouco para ser abalroado por uma condutora que não respeitou o sinal de paragem obrigatória e que vinha a falar ao telemóvel com este preso entre o ombro e o rosto. Antevendo a situação, consegui parar, apontei-lhe o sinal e, com cara de parva, lá continuou na conversa como se nada fosse. Siga!

De facto, impressiona a irresponsabilidade de tantos que andam na estrada. Um deslize, um erro, uma desatenção acontece a todos, mas que se podem menorizar quando em velocidades de acordo com as regras, mas as coisas andam perigosas e nem os números fatídicos de acidentes demovem os condutores com o pé pesado e a cabeça vazia.

Os motards até vão a Fátima benzer os capacetes, mas a benção deveria ser para as atitudes e mentalidades. Os automobilistas, esses, alguns, pensam que conduzem em pistas de Fórmula 1, ignorando regras e sinalização. 

Nesta onda de pressas e acelarações, a Rua Nossa Senhora de Fátima, no lugar da Gândara, tem sido pista de alta velocidade para muitos, de carro ou mota, novamente colocando-se em risco, a outros condutores e mesmo peões. 

Parece-me que vai sendo tempo da Junta de Freguesia e Câmara Municipal pensarem em colocar ali umas lombas ou outras acções que obriguem à redução da velocidade. Já sabemos que os sinais e as regras pouco valem para esta gente estúpida.

Infelizmente as coisas estão assim. Irresponsabilidade ao máximo, cumprimento das regras de trânsito e de civismo ao mínimo. 

Uma morte lamenta-se sempre, sobretudo de um jovem, mas lamenta-se mais que, desconsiderando as suas, coloquem a vida dos outros em risco. 

Prenda de Natal a Jesus

O Jorge Jesus é tão bom treinador quanto a dizer uns disparates. Ontem no rescaldo do Noruega - Portugal, para a Liga das Nações, a valorizar a vitória tangencial e sofrida, mas importante, comentou que a nossa selecção venceu uma das melhores cinco selecções europeias, que a Noruega não era o Azerbaijão ou o Luxemburgo. 

De uma assentada, desprestigiou aquelas duas selecções. Mas, se estava nessa onda, poderia ter dito que o guarda-redes viking, Nyland, esse foi um desastre e nem na selecção de São Marino tinha lugar no banco. Foram várias as asneiras e uma delas, uma especial oferta de Natal que deu o golo da vitória a Portugal. Não fosse isso...

Por conseguinte, Jesus já não espanta, mas já tem idade para tentar entender o significado de coerente. Se não consegue, pelo menos que se cale.

Mas, louve-se-lhe a coragem de manter Ronaldo no banco. Podia dispensá-lo da convocatória, mas isso já era pedir muito.

27/09/2026

Guisande - Outubro - Mês Missionário - Reza diária do Terço

Conforme habitual, na paróquia de Guisande decorrerá o Outubo - Mês Missionário, pelo que vai realizar-se a reza diária do Terço. Será na igreja matriz.

Para além das orações pelas Missões, rezar-se-á pela paz no mundo, em resposta à convocatória do Papa Leão XIV, hoje, em Lourdes - França, a  todas as comunidades católicas para a recitação do Rosário durante o mês de outubro, visando travar a atual escalada global de conflitos armados.

“Hoje, como se estivesse a receber esse pedido, convido todos os fiéis e todas as comunidades cristãs a rezarem o Santo Rosário durante o próximo mês de outubro, com a intenção especial de que cessem as guerras e que a paz se instaure entre os povos em conflito”, disse, antes de recitar o ângelus no final da Missa a que presidiu esta manhã.

Leão XIV evocou a mensagem deixada nas aparições marianas do século XIX, na localidade francesa, e pediu que todos acompanhem a oração “com atos concretos de penitência e misericórdia, com o compromisso de promover sempre o diálogo e a reconciliação”.

[fonte: Eclesia]

O primeiro executivo da Junta de Freguesia de Guisande após o 25 de Abril de 1974

Fotografia em destaque
O início da democracia no Poder Local

As primeiras eleições livres e democráticas para os órgãos de poder local, Assembleias Municipais, Câmaras Municipais e Assembleias de Freguesia, ditas Eleições Autárquicas, ocorreram em 12 de Dezembro de 1976.
Na freguesia de Guisande, o universo eleitoral registou um total de 672 eleitores inscritos.
O acto eleitoral contou com 500 votantes, o que traduz uma taxa de participação de 74,40%, ao passo que a abstenção se ficou pelos 172 votantes, correspondendo a 25,60%.
Do total de votantes, contabilizaram-se 2 votos em branco (0,40%) e 4 votos nulos (0,80%).
Em termos de distribuição de votos por partido na freguesia, o PPD/PSD obteve 278 votos, o que representa 55,60% e lhe garantiu 5 mandatos.
Seguiu-se o PS com 105 votos, equivalentes a 21,00% e 1 mandato, e o CDS com 75 votos, correspondendo a 15,00% e 1 mandato.
A força política GDUPs alcançou 36 votos (7,20%), não conseguindo obter mandatos.
Mercê dos resultados, o PPD/PSD conseguiu maioria e com isso formou o executivo da Junta de Freguesia, que ficou formado por Higino Gomes de Almeida, presidente, Avelino de Sousa, secretário, e Fernando de Almeida Anunciação como tesoureio.
Com a tomada de posse, cessou funções a Comissão Administrativa formada por Marinho de Oliveira Mota, António Correia Pinto e António Ribeiro da Silva, que exercia funções desde a exoneração da Junta de Freguesia anterior à revolução de 25 de Abril de 1974.
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Nota: Na foto dos elementos da referida Junta, apenas a figura de Fernando de Almeida Anunciação será mais próxima da idade com que foi eleito. Dos demais elementos, Higino Almeida e Avelino Sousa, apresentam maior idade.

Espectáculos e imoralidade


Já o disse e escrevi e volto a dizer e a escrever: Parece-me um exagero e até imoral, que neste nosso país, muitos municípios, através das suas Câmaras, gastem verbas oxorbitantes do erário público em espectáculos e concertos musicais. Mesmo algumas juntas de freguesia, sempre a "cagar e a tossir" de dificuldades, não se coibem dos seus gastos nesta matéria.

É consultar a plataforma de contratos públicos para se ter uma noção do esbanjamento.

Podem dar as explicações que bem entenderem, mas é imoral  e um paradoxo, porque, na generalidade, apesar dessas festas e festarolas, continuam a existir carências em coisas bem mais essenciais ao dia a dia dos munícipes. Em todo o lado há ruas esburacadas que mais parecem caminhos de cabras, passeios danificadaos e transformados em ratoeiras, lixos depositados em caminhos, habitações ainda sem redes de água e saneamento, etc, etc.

Não osbtante, os responsáveis sabem do que a casa gasta e do que o povo gosta, e esbanjar dinheiro desta forma apresenta um saldo positivo em popularidade e até votos em tempos de eleições. Os que se indignam a reclamam, como eu, são poucos e por conseguinte, colocando-me também no rebanho, acho que, no fim das contas, temos o que merecemos.