" Eu e a minha aldeia de Guisande" "" Eu e a minha aldeia de Guisande

12/03/2026

Ti Irene de parabéns!


Está hoje de parabéns a Ti Irene de Estôze. 98 anos, do lugar de Estôze.

Irene Gonçalves dos Santos, nasceu em 12 de Março de 1928. Viúva de Manuel Neves, com quatro filhos, o Joaquim e o Manuel (falecidos), a Ester e o Ângelo.

Filha de Rosária Rosa Gonçalves (nascida em 12 de Novembro de 1894) e Joaquim Caetano dos Santos (nascido em 28 de Fevereiro de 1895).

É neta paterna de avô incógnito e de Ana Gomes ( filha de António José Caetano e Tomázia Rosa).

É neta materna de José Custódio Gonçalves (nascido em 10 de Março de 1864) e de Rosa Maria de Jesus (nascida em 1862). 

Esta Rosa Maria de Jesus era filha de Manuel Alves da Mota e de Micaela Maria de Jesus.

Este José Custódio Gonçalves era filho de Custódio Gonçalves (filho de Manuel Gonçalves do Espírito Santo e de Maria Teresa de Jesus) e de Maria Rosa de Jesus (filha de António Francisco Palheiro e Tomázia Rosa de Jesus).

Parabéns à Sr.ª Irene e com calma e um dia de cada vez, esperamos pelo centenário.

10/03/2026

Adeus magnólias


Não o confirmei, mas alguém hoje me informou de que terão sido abatidas as duas magnólias que de há anos existiam defronte da nossa igreja matriz.

Pessoalmente fico com um sentimento dividido, porque é sempre triste ver abater uma árvore (no caso duas) mas por outro lado também considero que o seu crescimento foi desmesurado a tal ponto de estarem a esconder a nossa igreja (principalmente a do lado norte), cuja fachada principal só por si é merecedora de estar bem desafogada e visível a partir do início da alameda. Compare-se ambas as situações nas fotos.

Creio que já falei por aqui, ou noutro espaço, sobre o assunto do crescimento e de um dia ter de se equacionar o abate das árvores ou a sua poda algo radical e desvirtuar as mesmas. Então, como se esperava, as opiniões não foram convergentes.

Neste caso, como disse, por mim fico dividido mas compreendo e aceito a decisão. Alguém tem de tomar decisões mesmo na impossibilidade de agradar a todos. Resulta daqui que certamente haverá opiniões contrárias.

De resto, as árvores também não são eternas e muitas vezes, quando não em espaços adequados ao seu porte, passam a ser prejudiciais. Por outro lado, é frequente que quando se plantam nem sempre se tenha a capacidade de antever o que serão no futuro e se isso será adequado. Eu próprio já cometi esse erro com uns arbustos (tipo cedros) que cá em casa tive à face do muro da rua e que com trabalho e despesa tive de abater e os estragos ainda hoje se fazem sentir. 

Até mesmo no nosso adro, defronte da residência paroquial, já existiu uma cerejeira frondosa e de bons frutos, que por 1956 teve de ser abatida para permitir um adro amplo e um melhoramento do mesmo, então em terra e irregular. Também nessa altura não foi do agrado de todos.

Em resumo, com tristeza mas percebendo e aceitando a decisão, veremos o que ali será colocado, talvez plantas arbustivas e floridas e que não cresçam a ponto de ocultar a igreja.

Retrete que se preze...

 



Retrete que se preze tem uma sanita. E cerveja...Cergal, que não faz bem nem mal!

Que importa...

 



09/03/2026

Ai, ai, IA


A IA veio, de facto, fazer luz sobre as trevas. Num piscar de olhos, num estalido de dedos, o mais inapto, medíocre ou incapaz transforma-se num talentoso artista, num descobridor da pólvora e das virtudes da concentricidade da roda.

Onde antes era só negrume, agora há luminosidade a rodos; onde havia azelhice, agora sobra mestria; onde escasseava a sensibilidade, agora crescem e multiplicam-se obras de arte no design, nos cartazes, na música, na poesia e na escrita em geral.

De muitos que não sabiam distinguir ovos de obos, trocando os "ves" pelos "bes", fazendo sujeira entre detergente e deterjente, confundindo perspectiva com prespectiva, agora tudo é perfeição, rigor e fluidez gramatical e ortográfica.

Bendita e louvada sejas, IA, que vieste trazer luz à escuridão e esperteza aos nabos. O mundo está um pouco mais instruído, mesmo que com os mesmos nabos. 

Ai, ai, IA!