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3 de maio de 2022

Passeio Sénior 2022

A Junta da União das Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande vai promover no próximo dia 30 de Junho de 2022 o evento convívio designado de Passeio Sénior.

O evento decorrerá nas instalações das Caves Coimbra, em Trouxemil, na cidade do Mondego.

Os seniores com idade igual ou superior a 65 anos até à data da inscrição, reformados e inválidos, pagarão uma comparticipação de 12 euros. Os acompanhantes, com idade igual ou superior a 18 anos pagarão 22 euros.

O período de inscrições ocorre do dia 9 de Maio até 16 de Junho.

As inscrições deverão ser efectuadas no edifício da Junta em Lobão e/ou nos polos de Gião, Louredo e Guisande.

14 de abril de 2022

14 de março de 2022

Bem melhor


O actual executivo da Junta da União das Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande, ainda não tem completo um semestre de actividade, mas tem sido notória uma melhoria na sua acção e nas diversas vertentes. Não sei se os meios e os recursos são superiores aos disponíveis nos anteriores mandatos, mas dá para perceber que a filosofia é diferente e centrada numa maior proximidade às freguesias e às populações. A interacção do seu presidente com a população e colectividades é notoriamente diferente para melhor e numa postura de sentido de serviço e humildade, saber ouvir e falar, valores que ainda valem. Está, pois, de parabéns o David Neves, mesmo ainda com muito caminho a percorrer!

Mesmo no aspecto de limpezas das ruas e espaços públicos a diferença tem sido abismal para melhor, com limpezas frequentes, nomeadamente em Guisande e particularmente no Monte do Viso.

Sempre considerei que é mais fácil e rápido fazer limpezas frequentes, lidando assim com menos vegetação e terras acumuladas. Fazê-lo de forma muito ocasional, e com isso enfrentar uma vegetação mais densa e mais complicada de limpar,  não faz qualquer sentido para além do natural mau aspecto de abandono e desmazelo.

Neste contexto, e pelo que tem sido dado verificar, a actual Junta só pode estar de parabéns. Mesmo neste importante aspecto das limpezas dos espaços públicos, importará continuar este ritmo e quiçá melhorar, optimizando os recursos com uma boa gestão dos mesmos.

13 de fevereiro de 2022

Ver para crer

Há alguns dias atrás, conversando com alguém conhecedor e com alguma influência social na nossa freguesia, falámos sobre o processo que está em curso (com recolha de assinaturas) no sentido de tentar resgatar Guisande ao actual modelo de união de freguesias, aproveitando o regime transitório legal que prevê a possibilidade de reverter o processo de agregação, o que poderá ser feito no prazo de um ano a partir da data da aprovação da respectiva lei-quadro. Por isso, aproximadamente até ao final do corrente ano.

Para além da tal vontade poder ser concretizada e do cumprimento ou não dos critérios estabelecidos para a possibilidade de desagregação, será necessária a aprovação em sede de Assembleias de Freguesia e Municipal e há alguns sinais que a coisa possa não reunir consenso geral. 

Mesmo assim, considerando possível a concretização, a pessoa em causa mostrou sérias dúvidas sobre as vantagens para a freguesia no actual contexto. Considera que a freguesia nesta fase está sem lastro social e sem massa crítica da qual possam sair os futuros líderes e autarcas com interesse, conhecimento e capacidade. 

Pessoalmente, mesmo admitindo o contrário, em determinado contexto, não me estou a ver novamente numa situação de serviço na actual União de Freguesias, seja em que grau for, na Junta ou na Assembleia, mas em caso da freguesia recuperar a sua independência, o meu humilde contributo, se requerido e no contexto adequado e com as pessoas certas, estará sempre disponível, se possível numa lista ou movimento supra-partidário.

É claro que, desejando eu que seja possível a nova desagregação,  contrariei a opinião céptica do meu interlocutor e procurei justificar que se é certo que a freguesia pouco tem a ganhar em termos concretos, tem pelo menos a vantagem de não continuar a perder a sua identidade e desagregação, o que nitidamente começou com a reforma administrativa que a colocou na actual situação. 

Por outro lado, mesmo analisando os supostos e prometidos ganhos com a união de freguesias, a verdade é que já com dois mandatos passados está por demais evidente que a freguesia foi em muito prejudicada, sem quaisquer obras que justificassem a anterior relação de receitas. Tem sido uma total estagnação e mesmo desrespeito.

Todos desejamos e temos esperança que a nova Junta da União tenha uma postura diferente da seguida até aqui, com demonstração efectiva de respeito e equilíbrio nas diferentes áreas, mas de tão má experiência as dúvidas são muitas.

Em todo o caso, voltando à pessoa da conversa, sou obrigado a dar-lhe razão no fundamental, já que neste momento não vejo rigorosamente ninguém com conhecimento, interesse e capacidade de conseguir motivar a freguesia e torná-la novamente dona de si própria. A velha guarda já deu o seu contributo e agora  merece naturalmente dias de descanso. Por sua vez, os mais novos, de um modo geral, não demonstram qualquer interesse e empenho pelas coisas da comunidade e em rigor não a conhecem para lá dos muros do quintal de suas casas. O movimento associativo e sobretudo culturale  recreativo é quase inexistente e sem uma abordagem geral à freguesia. De resto, mesmo com as anteriores experiências, como a Associação "O Despertar", a verdade é que a freguesia quase não respondeu, alheando-se dos diversos programas, acções e eventos. 

Por sua vez, a  Associação do Centro Social S. Mamede de Guisande conseguiu concretizar uma obra fantástica, que pode e deve ser um elemento catalisador de vontades e união inter-geracional, mas apesar disso tem sido ostracizada pelo poder público que tarda em concretizar os programas de apoio aprovados, e mesmo na freguesia são muitos os maldizentes e invejosos que rezam para o insucesso e seu encerramento. E não faltará muito para que as suas preces sejam concretizadas, pois se as coisas não mudarem de forma significativa, quando a presidência do Joaquim Santos terminar o seu actual mandato, o destino será provavelmente a entrega das chaves das instalações à  Câmara Municipal ou à Junta de Freguesia, que certamente serão impotentes para reactivar e dinamizar o equipamento. De facto, realisticamente não estou a ver alguém ou algum grupo capaz de se candidatar aos corpos gerentes e dinamizar a respectiva associação e dar corpo ao seu objecto social. Ninguém quer nada, sobretudo de algo que só dá trabalho, canseiras e responsabilidades e sem qualquer retorno. Os indiferentes são muitos e os maldizentes são alguns e até sabemos quem são. Dali não se espera nada. 

Assim sendo, não anda longe da razão a pessoa com quem conversei sobre este assunto do possível resgate da freguesia. Falta-nos muita coisa, sobretudo gente com qualidade, interesse e conhecimento pela cidadania e causa pública, nomeadamente a troco de nada. Alguns que até podiam estar na grelha de partida, preferem estar no choco, nos seus entretenimentos e sossegos, apenas a assistir da poltrona. Os primeiros a maldizer mas os últimos a mostrar trabalho ou a dar o exemplo. Foge Quim!

Ora quando assim é, mesmo que a freguesia venha a conquistar a sua independência, tenho sérias dúvidas que voltem os antigos dinamismos de uma freguesia que dava cartas nos diferentes aspectos, apesar de pequena. Já foi chão que deu uvas.

Oxalá que este cepticismo não tenha razão de ser e que nos enganemos profundamente. Seria bom e um positivo sinal, mas até lá, como o S. Tomé, ver para crer.

1 de fevereiro de 2022

Buracos (com atraso mas) tapados


O problema arrasta-se há largos meses, já do tempo da anterior Junta de Freguesia. Foram, finalmente, agora tapados os buracos existentes defronte das instalações industriais na Rua de Trás-os-Lagos, que já ocupavam uma substancial parte da estrada. 

A foto acima (do início de Julho) é da sua fase inicial, pelo que com o tempo agravou-se de forma significatival levando o trânsito a circular em contra mão para se desviar das crateras e do cascalho solto.

Ainda na mesma rua, no entroncamento com a Rua Nossa Senhora de Fátima, foi também regularizado o piso que ali estava em reles estado. O remate não está bem feito, com a massa a levantar e esfarelar, mas vamos a ver se com a pressão do trânsito consegue-se uma melhor compactação e se aguenta algum tempo.

Sendo certo que houve mais que tempo para a reparação ter sido efectuada, parabéns à Junta!

15 de dezembro de 2021

E os outros?

De acordo com a informação na plataforma governamental de contratações públicas, a anterior Junta da União da União das Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande, já na fase final do seu mandato contratou por 4.270,00 € a instalação de ar condicionado na Capela Mortuária de Lobão. Certamente um melhoramento necessário e por isso uma boa decisão.

Em todo o caso, e porque estas coisas nem sempre dão para todos da mesma forma, e há-se ser sempre assim, recordo-me que quando da Junta tomei parte, levei dois meus aquecedores de casa para a Capela Mortuária de Guisande, tendo os mesmos por lá ficado até ao final do mandato. Era uma forma de aliviar o frio que ali se fazia sentir em período de Inverno. 

É certo e compreensível que Lobão, tendo uma maior população, tem necessidade de uma utilização mais frequente da Capela Mortuária, e daí justificar-se plenamente a instalação de equipamento regulador do ambiente, mas convém não esquecer que nas demais freguesias as pessoas também sentem frio e calor.

17 de novembro de 2021

O enxoval

Confesso que ainda não vi documentos, nem orçamentos, nem tenho fontes de informação priveligiadas, mas fazendo umas contas assim por alto, de cabeça, dou comigo a estimar que o actual executivo da Junta da União das Freguesias terá, porventura, recebido da anterior uma espécie de pé-de-meia ou mesmo um bom enxoval, qualquer coisa como à volta de 300 e catrapuz mil euros. Fora o património vendável, como alguns lotes urbanos e sepulturas.

Admito que possa estar enganado, mas face à tão notória falta de realização de obras e melhoramentos da anterior Junta, e reporto-me pelo menos a Guisande, esse será um valor possível, porventura até superior. Podemos mesmo dizer que essa seria a verba que caberia a Guisande no último mandato. Há quem possa argumentar ou justificar que seria para o pavilhão desportivo de Gião, mas em qualquer cenário aparece Guisande como surripiado.

Com tudo isto, de uma Junta ineficaz mas poupadinha, certamente que o novo e actual executivo agradecerá, saberá e poderá, querendo, logo no imediato, fazer uns brilharetes.

As coisas são mesmo assim. É certo que não é de bom tom transmitir dívidas, mas não ser capaz de aplicar o dinheiro de forma tão substancial, deixando esse mealheiro de porquinho gordo para adversários políticos, é quase de bradar aos céus e à Santa Incapacidade.

Mas pronto, que seja agora bem aplicado, é o que se pede, e na justa medida em Guisande.

14 de novembro de 2021

Tempo de poda e de consertos

 







A Junta da União das Freguesias iniciou a poda nas árvores no Monte do Viso. Esperemos que de seguida consiga fazer o que a anterior Junta não fez, ou seja, para além da limpeza regular de todo o parque, consertar um dos candeeiros, cujo globo está no chão, ainda consertar o projector de iluminação da fachada e ainda podar um dos cedros que está a envolver um dos candeeiros, privando-o da sua função de iluminar. 

16 de outubro de 2021

Habemus Junta

Tendo em conta a data (hoje) e horário (16 horas) a que estava marcada a sessão da instalação dos novos órgãos autárquicos para a nossa União de Freguesias, decorrente das eleições do passado dia 26 de Setembro, teremos já em exercício a nova Junta de Freguesia presidida por David Neves, e a nova Assembleia de Freguesia, com o PS em maioria e o PSD na oposição, invertendo-se assim os papéis dos últimos dois anteriores mandatos.

Começa agora um novo ciclo. Que seja total e positivamente diferente (o que não é difícil) até porque, certamente, esta nova Junta deverá herdar um bonito saldo positivo da anterior, que não se gastou apesar das muitas necessidades. Como na parábola da Bíblia, há quem faça render os talentos e há outros que, receosos, os enterram na garantia de que assim se mantêm seguros.

Comece, pois, o novo mandato e que ele traga uma nova e diferente abordagem e um novo paradigma em favor do desenvolvimento e da proximidade às pessoas. Não é pedir muito.

9 de outubro de 2021

Bandeira e brasão da União de Freguesias LGLG

 



"No transato dia 18 de setembro foi apresentada a nova bandeira da União das Freguesias, após aprovação em Assembleia de Freguesia de 16 de abril de 2021, sob proposta da Junta de Freguesia e parecer positivo da comissão heráldica da associação dos arqueólogos portugueses.

No processo de escolha prevaleceu o interesse na preservação da identidade cultural e histórica deste território.

O castelo carregado da Cruz de Cristo evoca o património e o nosso passado histórico, salientando-se o facto de Lobão ter sido pertença da Ordem dos Templários, passando depois à Coroa e, posteriormente, à Ordem de Cristo.

O feixe de Centeio e Milho ilustra as atividades económicas, com ênfase na agricultura. As quatro espigas de milho atadas representam a união destas quatro freguesias.

Vivemos, é certo, tempos incógnitos face à manutenção da agregação das freguesias, contudo esta é a realidade atual, a qual temos que honrar. A história não pode ser apagada ou silenciada, merece ser perpetuada e, deste modo, ficar na memória coletiva."

[fonte: Junta da União das Freguesias]


Nestas coisas, cada cabeça sua sentença e gostos não se discutem. Em todo o caso, analisados todos os pormenores inerentes ao brasão e dele a respectiva bandeira, resulta claro que há uma predominância da simbologia de Lobão face às demais freguesias. Não se esperava outra coisa e de resto isto vai de encontro à realidade de esta, para além de outros padecimentos, ser uma união desequilibrada e desproporcionada.

Em todo o caso, vale e o que vale e não por aí que as coisas podem ou não funcionar. Mais que símbolos e simbologias é preciso atitudes, dinâmicas e gestão que respeitem o todo e cada uma das partes e não em função de quem tem a coisa maior.

17 de abril de 2021

Junta da União de Freguesias concede subsídio ao Centro Social de Guisande

A Assembleia da União das Freguesias de Lobão Gião, Louredo e Guisande, reunião em sessão ordinária na passada Sexta-Feira, 16 de Abril, pelas 21:00 horas, no edifício da Junta em Guisande.

Da ordem de trabalhos constava a votação a uma proposta da Junta quanto à atribuição de  subsídio de apoio a obras de construção a favor da Associação do Centro Social S. Mamede de Guisande. 

Recorde-se que o apoio às obras de construção das instalações do Centro Social já constava do programa da lista do PSD que venceu as eleições para o mandato de 2014-2017, tendo então o apoio concedido ficado muito aquém das expectativas e necessidades, por objetivas dificuldades financeiras da Junta. Assim, face à extrema necessidade de apoio, uma vez que se arrastavam no tempo as responsabilidades do Centro para com o empreiteiro, foi concedido um apoio de aproximadamente 29 mil euros, que permitirá ao Centro Social saldar os compromissos para com o construtor.

Em rigor a Junta tinha poderes e poderia conceder o subsídio sem necessitar da aprovação do órgão deliberativo, mas o executivo entendeu que pelo montante em causa seria importante que a Assembleia se pronunciasse favoravelmente. É compreensível, mas para verba similar atribuída no último mandato à Associação Cultural e Desportiva de Lobão, no âmbito das obras de arrelvamento do seu campo de jogos, não houve essa preocupação. Esta dualidade de procedimentos, que não é mais que uma hesitação na sua atribuição, como se precisasse de ser justificada, não é de todo saudável.

Em todo o caso, é um apoio importante, que se saúda, mas perfeitamente natural e normal, tendo em conta a importância do equipamento para o contexto da freguesia de Guisande, bem como do facto de ser uma obra implantada em prédio que em caso de extinção da actividade da Associação reverterá para o município, logo para o erário público e não particular.

3 de março de 2021

Rua de Trás-os-Lagos a escoar


Em meados de Fevereiro último, publiquei neste espaço uma nota sobre a situação de problema de escoamento de águas pluviais no fundo da Rua de Trás-os-Lagos, em Casaldaça, a qual comportava problemas na circulação de veículos e pessoas e sobretudo para a habitação confrontante já que a água ali se depositava num grande lago e por excesso entrava na Cave com os naturais prejuízos e incómodos. 

Não creio que a publicação de tal nota tenha tido qualquer efeito, mas certamente por alguma diligência da proprietária. Certo é que, creio que na semana passada, o pessoal da Junta da União de Freguesias pôs mãos-à-obra e procedeu à limpeza e desassoreamento das respectivas sargetas, pelo que por enquanto, à falta de mais chuva para testar, a coisa parece ter ficado remediada e a água está a ser encaminhada para a ribeira ao lado.

É pois, positiva e de realçar a intervenção da Junta, mas é pena que estas coisas funcionem reactivamente e não activamente. A limpeza das sargetas sobretudo em pontos críticos, que são conhecidos porque recorrentes, deveria ser feita todos os anos e com regularidade e não apenas pontual e tardiamente já depois de muitos inconvenientes.

15 de setembro de 2020

O Eldorado da badalhoquice a bombar

 





Quando na Junta, tive a oportunidade de reportar algumas das situações de descarga de lixos, incluindo de construção civil e de oficinas de reparação automóvel, na zona do viaduto da A32, próximo do campo de futebol do Guisande F.C. Consegui até reunir matrículas e facturas. O assunto passou para o presidente que terá dado seguimento para a GNR.

Infelizmente, parece que a preocupação e o reporte deu em águas de bacalhau e as situações, então no início, mantiveram-se e até agravaram-se de lá para cá, como demonstram as fotos acima que alguém me fez chegar, informando que não apenas sob o viaduto mas também no estradão que liga a Cimo de Vila.

Importa que quem com alguma autoridade e responsabilidade procure investigar, limpar e promover medidas que impeçam ou dificultem esta situação, para além, claro, de alguma vigilância com frequência pelas autoridades.

De resto, para além do lixo e resíduos, situações de venda e consumo de droga e cenas para maiores de 18 anos são ali comuns e frequentes. Digamos que o local é um Eldorado da badalhoquice, nalgumas situações gerando insegurança para quem por ali passa para trabalhar nos campos ou matos ou mesmo em simples caminhadas.


Já agora, fica de seguida o relatório que reportei à Junta em 14 de Março de 2016 sobre a situação então verificada sob o viaduto da A32:

- Depósito de lixos:

Tomei conhecimento que debaixo do viaduto da A32 a nascente do Campo de Jogos em Guisande, está a ser depositado lixo e resíduos. A situação ainda não é grave mas devia-se pelo menos sinalizar a zona.

Há lá um foco de poluição, com a agravante de ter sido vazado para a linha de água, com resíduos de uma oficina automóvel, nomeadamente, filtros, pára-brisas, elementos do painel de navegação, espelhos, etc.

Tinha lá matrículas partidas, mas consegui juntar como um puzzle uma delas, pelo que poderá ser um elemento de identificação caso a autoridade se interesse. Também recolhi numa caixa de fornecimento de peças aparentemente proveniente da Alemanha, com factura dirigida a uma oficina localizada em Vila do Conde, chamada Auto Covelo. Há o nome e a direcção e na Net pode-se encontrar o contacto telefónico.

Penso que esta situação será de notificar à GNR para, querendo, procurar identificar o responsável. É inadmissível e injustificada a poluição com este tipo de detritos. facilmente se contacta a oficina em causa e intimida-se a mesma a vir efectuar a remoção do lixo já que há ali indícios de que a ligam à situação.

Anexo fotografias das situações. 14 de Março de 2016.

30 de maio de 2019

Mais herbicida, onde e quando?

Depois de um primeiro edital datado de 27 de Março de 2019, a anunciar a aplicação de herbicida nas ruas da freguesia de Guisande a partir do dia 2 de Abril, agora um novo edital a anunciar a aplicação. Será uma segunda aplicação ou apenas porque a primeira não se concretizou? Em que ruas? Em que datas? Teremos que ter precaução a partir do dia 29 de Maio, a partir de 15 de Junho ou 30 de Setembro? 
Face à controvérsia que a aplicação deste produto sempre causa, divulgados estudos que apontam o produto como potencialmente cancerígeno, e daí o seu impacto para com o ambiente e perigosidade para pessoas e animais, no mínimo, face à inexistência de outras formas de controlo menos agressivas, exigir-se-ia mais informação e detalhada.

Por outro lado, com a vegetação nas ruas de Guisande  já em desenvolvimento máximo e generalizada mesmo em zonas de passeios, até que ponto será eficaz a aplicação do herbicida uma vez que as recomendações dos fabricantes vão no sentido de aplicação na primeira fase de desenvolvimento das plantas?
Para além do mais o edital refere-se ao suposto cumprimento da Lei Nº 26/2013 de 11 de Abril, sendo que esta já foi alterada pelo Decreto-lei Nº 35/2017.

Refira-se que a lei em vigor, Decreto-Lei n.º 35/2017, nomeadamente pela alínea e) do art.º 32º, obriga a que sejam previamente afixados, de forma visível e próximo da área a tratar, avisos que indiquem a entidade responsável pelo tratamento, a data de realização do serviço e data a partir da qual pode ser retomado o acesso à circulação de pessoas e animais ao local. Ainda no espírito da lei, nas zonas urbanas a aplicação "...deve ser ainda mais restringida, privilegiando o uso de outros meios de controlo dos organismos nocivos das plantas, como sejam o controlo mecânico, biológico, biotécnico ou cultural."

A avaliar pelo detalhe do Edital, não nos parece que as coisas estejam ou venham a ser cumpridas dentro das  exigências legais. Mais que dizê-lo, é preciso fazê-lo. Mas vamos acreditar que sim, que tudo será cumprido de acordo com a lei nomeadamente quanto ao cumprimento da tal alínea e) do art.º 32º.

24 de maio de 2019

Urgências

A freguesia de Guisande, verdade se diga, tem uma substancial extensão de passeios públicos em muitas das suas ruas. Uns mais antigos, outros mais recentes e ainda alguns já delimitados por guias mas ainda sem pavimentação. Sem fazer contas, terá um rácio passeios/extensão das ruas superior ao das demais freguesias da União.

Todavia, não obstante, uma grande parte desses passeios, sobretudo os mais antigos com pavimento em cimentado, estão já nalguns casos em muito mau estado, destacando-se aqui o passeio na Rua de Fornos, nomeadamente no troço oposto às bombas de gasolina da BP-Garagem Cruz de Ferro. Mas outros há em que são já autênticas ratoeiras capazes de provocar quedas a transeuntes menos atentos à caminhada. Alguns mesmo com caixas destapadas autênticas armadilhas. A juntar à fome, a miséria habitual da falta de limpeza das ervas e lixos, no que é já um mal crónico em toda a União.

É certo que o mau estado de conservação não reside apenas nos passeios, mas igualmente em algumas das nossas ruas, algumas delas, ou em troços delas, em estado deplorável. Exemplos da Rua do Outeiro, Rua do Jardim de Infância, parte da Rua Nossa Senhora da Boa Fortuna, Rua das Barreiradas, Rua de Santo António, Rua da Leira e outras mais, evidentemente algumas mais carecidas que outras. Infelizmente, quando fiz parte do executivo, apesar de identificar essas situações mais urgentes de requalificação e de ter feito o possível para que as mesmas fossem consideradas  e concretizadas, tal acabou por não acontecer, obviamente que para minha desilusão e impotência na decisão. Apesar disso, o mandato acabou com dinheiro a sobrar. Certo é que, já neste outro mandato, porventura menos apertado de finanças, todavia, ainda permanecem por reparar essas situações mais prementes, mesmo considerando que o actual mandato já vai quase a meio.  As perspectivas de que todas elas venham a ser contempladas a breve prazo e no actual mandato parece-nos ilusória, mas é ter esperança.

Em todo o caso, o executivo e na medida do possível com o apoio da Câmara Municipal terá que a breve prazo virar a sua atenção para os passeios já que de facto nalguns casos são por demais deploráveis e injustificados tal é o grau de deterioração, tanto mais em zona muito frequentada e com estabelecimentos comerciais à face. As necessidades na União de Freguesias são obviamente muitas e os meios financeiros insuficientes, mas há situações por demais evidentes no que se refere a mau estado e má imagem para além do perigo concreto que representam para os peões

Ainda no que toca a requalificação, continua-se a aguardar que se dê a devida importância à requalificação na envolvente da Capelo do Viso e ainda da igreja matriz até porque é um dos propósitos anunciados da Câmara Municipal, a requalificação dos centros cívicos das freguesias. Para quando? É esperar.

9 de maio de 2019

Passeio Sénior 2019

A Junta da União das Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande abriu as inscrições para o Passeio Sénior que neste ano de 2019 ocorrerá na Quinta do Cisne, em Mangualde, em 18 de Junho, uma Terça-Feira.
Para os seniores com idade igual ou superior a 65 anos, reformados e inválidos a comparticipação será de 10 euros. Para os acompanhantes, maiores de 18 anos a comparticipação será de 20 euros.
O programa conta com almoço, lanche ajantarado e animação.
Inscrições até 7 de Junho, nos locais de atendimento da Junta.