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20/04/2026

Livro sobre o Guizande F.C. - Errata

No contexto editorial, uma errata é uma lista de erros detectados em uma obra após a sua impressão, acompanhada das devidas correcções. Ela funciona como um anexo rectificativo para garantir a precisão das informações sem a necessidade de descartar a tiragem já produzida. A errata é, assim, utilizada para corrigir falhas que podem comprometer a interpretação do texto ou a exactidão de dados e informações.

Para cumprir os seus objectivos, a errata deve ser integrada no livro, antes deste ser distribuído, como uma página extra ou um separador.

No caso do meu recente livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história", por motivos práticos, optei por não o fazer, na certeza, porém, de que após uma leitura atenta, encontraria sempre um ou outro lapso, gralha ou erro, de dados, de gramática, de vocabulário ou de contas, etc. Infelizmente, numa publicação com edição de autor, em que por questões de economia se opta por fazer todo o trabalho, incluindo o de revisão, já que para entregar esse serviço a alguém que o faz de forma profissional custaria bastante, há que se correr alguns riscos. E assumindo-os, até de antemão, sempre alertei, mesmo no próprio livro, que isso poderia acontecer.

Neste contexto, vou anotando aqui, com actualizações caso se justifiquem, alguns lapsos, gralhas ou erros detectados: Seguem os que para já foi possível detectar:

Na página 260: No apontamento biográfico sobre o Manuel Rodrigues de Paiva, primeiro presidente do clube, a indicação de ter 89 anos quando faleceu, está incerta. Na realidade tinha 79 anos, a caminho dos 80, pois nasceu em 20 de Novembro de 1942 e faleceu em 27 de Janeiro de 2021. Ou seja, as datas de nascimento e de falecimento, indicadas no livro, estão correctas e, por conseguinte, desmentem por si o lapso da idade, mas de facto, na revisão, não consegui notar o erro entre o 7 e o 8 na indicação das dezenas.

Na página 61: No apontamento sobre o falhado campo de jogos em Casaldaça: No título do parágrafo é indicado "Sinal de 200 contos"  e depois no texto é referido que o clube sinalizou a compra do terreno à família de Abel Correia Pinto, por 500 contos, com um pagamento de 20%, por isso de 100 contos. Por conseguinte a referência a 200 contos está desadequada. Todavia, isto resultou da reprodução de conteúdo do jornal "O Mês de Guisande" que também tinha essa imprecisão e que por lapso também me passou na revisão.

Todavia, tal como na falha acima referida quanto à idade de Manuel Rodrigues de Paiva, também neste assunto é feita referência a 100 contos como 20% de 500 contos, o que também ajuda a corrigir o erro do título do parágrafo.

Na parte superior da pagina 65, a questão do valor do sinal é novamente abordada, mas aqui uma confusão que de facto aconteceu mesmo na época, já que do valor de 100 contos pago como sinal de compra, na Assembleia de Freguesia foi informado que havia sido devolvido o sinal no valor de 115 contos. Como ficou escrito no livro, essa diferença não foi devidamente percebida pelo que se deduz que terá sido uma compensação, mesmo que por regra a devolução do sinal deveria ser em dobro se numa situação de imputabilidade a quem desiste do negócio. Ora no caso, a família desistiu do negócio mas alegando incumprimento de uma das condições pela outra parte, o clube, embora este dependente da Junta de Freguesia.

Na página 67, ainda à volta das considerações sobre o assunto do falhado campo de jogos em Casaldaça, na parte de texto da terceira linha do parágrafo com o título "Prejuízo para a freguesia?", em que se lê "...poderiam aqui mencionados alguns intervenientes", deverá ler-se "poderiam aqui ser mencionados alguns intervenientes". Ou seja, escapou-se o verbo "ser".

Em resumo, conforme for detectando alguns lapsos, esperando que não muitos nem significativos, actualizarei aqui.


15/04/2026

Livro do Guizande F.C. - Rescaldos

 


Ainda o rescaldo da apresentação pública do livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história", da sexta-feira passada (10 de Abril de 2026).

Sala cheia, reunião dos ex-presidentes e ausentes em memória. Atletas e dirigentes. O foco, o clube. Um documento de arquivo e uma forma concreta de apoiar. 

Neste contexto, se é certo que a sala esteve cheia e se mais viessem teriam de ficar de pé, no entanto, normal seria que mais figuras, algumas com peso institucional no passado e presente, marcassem presença. Não o fazendo, certamente que por imperativos legítimos dos seus afazeres e vontades pessoais, mas, todavia, fica essa assinatura de ausência. 

Apesar da presença de alguns jovens,notei a ausência de tantos outros. E se não me surpreende nem fez falta a indiferença de alguém da Câmara Municipal, porque dali nada se espera, preocupa-me, sim, alguma indiferença de alguma da nossa juventude, dos mais novos. Afinal, serão eles o futuro e se assim tão desinteressados por algo de comunitário, como o nosso clube, as perspectivas só poderão ser pessimistas. 

Que mais não seja, também por esta realidade presente, importa remar enquanto há tempo e força.


11/04/2026

Gooooolo do Guizande!


No dia de Todos-os-Santos, 1 de Novembro, no alvorecer de um dia frio, de geadas, nasci à sombra da capela do Viso, onde moram a Senhora da Boa Fortuna e Santo António, que cedo habituei a ver e a honrar como donos daquela bonita capela.

O palco da minha infância, ou do que dela sobrou para além da escola e do trabalho, que por esses tempos era literal e duro, uma exigência grande para um corpo pequeno, a pedir brincadeiras e fantasias, foi o agreste monte do Viso, à volta da capela e da escola primária onde aprendi as primeiras letras, com elas a formar palavras, a ler e a descobrir a magia das primeiras histórias;  A conhecer e juntar os números e o resultado das contas que se fechavam com a prova dos nove ou real.

No Verão, os rigores da Catequese e do Pe. Francisco, davam folga à rapaziada, e nos domingos à tarde o arraial do monte do Viso era o nosso teatro dos sonhos, a floresta de Sherwood do Robin dos Bosques, o rancho da Ponderosa do Bonanza, a pradaria do Búffalo Billy ou a selva do Tarzan.

Era também o campo de futebol, onde os muitos rapazes fingiam ser as figuras dos cromos da bola, uns do Benfica, outros do Porto, um ou outro do Sporting, na disputa de jogos aguerridos, em que o intervalo era aos 5 e terminavam aos 10.

As faltas, as caneladas e as teimas, eram resolvidas na razão de quem tinha mais força e corpanzil bastante, e, não raras vezes, a seguir ao futebol acontecia boxe, judo e artes marciais, ou até um filme de índios e cow-boys.

Mas quando se ouvia o brado das mães a chamar, o jogo logo acabava, sem descontos, sem vencedores vencidos, e todos, de novo amigos e companheiros nos mesmos infortúnios, regressavam ligeiros a casa e alguns para acerto de contas. O conselho de disciplina doméstico não tinha contemplações e os cartões eram quase sempre vermelhos e exibidos no lombo.

Os jogos da bola nesse terreiro de pedras e raízes, à sombra de mimosas e austrálias, incluíam todos, dos mais talentosos aos mais desajeitados. Cada equipa era escolhida alternadamente um-a-um, em que o “Eusébio” do Viso ou o Pavão de Cimo de Vila eram os primeiros a ser escolhidos, e o último, o mais azelha do plantel.

Podia ser um jogo a feijões, a cromos ou a render uma laranjada Gruta da Lomba, em jogo combinado com a rapaziada de Casaldaça. Se o resultado não ia de feição, a garrafa de refrigerante, esse troféu refrescante de uma não sonhada Liga dos Campeões, era surripiado do cabeço do cruzeiro grande antes do final do jogo, e a coisa terminava invariavelmente à pedrada, com os de Casaldaça a fugirem a sete pés pelo monte abaixo, não porque os do Viso e Cimo de Vila fossem mais valentes, mas porque a descer todos os santos ajudavam, até às pedras.

A desforra, essa era feita quando os de cima tinham que ir lá abaixo, às mercearias da Sr.ª Amélia ou do Sr. Neca e ao saco com arroz, massa e pão, podiam-se juntar uns sopapos. Umas pelas outras.

Para além dos jogos de futebol no monte do Viso, no início das tardes domingueiras o povo do lugar juntava-se debaixo da sombra da ramada do meu avô materno, então com um dos raros aparelhos de televisão da freguesia. Era a RTP, a preto e branco, com apenas um canal, mas, mesmo assim, era um verdadeiro luxo. A televisão era colocada à porta da sala, voltada para fora, e o cinema ficava montado. Novos  e velhos amontoavam-se, não se pagava bilhete e não faltava água do poço. Era o divertimento dominical do povo, com acesso democrático num tempo em que a democracia era apenas sonho.

Num instante, estava ali uma plateia a assistir ao TV Rural, do Engenheiro Sousa Veloso, numa qualquer reportagem entre gado e alfaias na Ovibeja, a falar da cultura do milho,  das batatas e do combate ao escaravelho. Nas eiras viam-se dançar ranchos folclóricos apresentados pelo Pedro Homem de Melo. Quando o Papa Paulo VI visitou Portugal, em 1967, nos meus olhos de criança, o terreiro da casa do meu avô parecia ter tanta gente como no Santuário de Fátima.

E eram assim muitos dos domingos à tarde da minha infância, até que, lá pelo meio da tarde, chegava ao Viso e a Cimo de Vila um rumor de gente a gritar em uníssono, lá para os lados da Leira: Gooooooooolo! Gooooooooolo!

Que seria aquilo? Não era seguramente o grito do Tarzan ou do seu filho Bomba, no filme, a voarem na selva, de liana em liana, como trapezistas no circo, antes de enfrentarem furiosos gorilas e panteras. Não! Não era! Os mais velhos  logo matavam a curiosidade: Olha, golo do Guisande! Olha, mais um! É contra o Lobão!

Como a curiosidade não dá sossego a quem está a descobrir o mundo, nos domingos seguintes, quando havia jogo na Leira, passei a trocar a televisão e os filmes a preto e branco, pelo jogos de futebol, ao vivo e a cores, no velhinho campo da Leira.

Depressa, os novos heróis passaram a ser aqueles rapazes mais velhos, vestidos de um amarelo vistoso, como canários a esvoaçar fora da gaiola,  alguns deles de barbas e bigodaças fartas e cabelo à Beatles. Estavam ali o Valdemar Pinheiro, o Alhinho, o Marinho, o Rodrigo, o Reinaldo, o Alcino dos Matos, e outros tantos. E o Rei! Não o da selva, mas do pelado da Leira. 

Eram eles o Guizande, a equipa de futebol de uma terra pequena, que naquela coisa de pontapés na bola, mesmo a chutá-la para a horta da D. Odília, como mísseis balísticos a destruir alfaces, tomates e a abater couves galegas,  não temiam os rivais das freguesias maiores, fossem de Lobão, Romariz, Caldas de S. Jorge ou mais além. Antes desse tempo, ainda antes daquele dia 1 de Novembro de 1962, diziam que já era assim, um grupo de rapazes aguerridos, a imporem respeitinho a outros grupos, mesmo que armados em benficas, portos e sportingues.

Foi assim, ali, no campo da Leira,  numa moldura humana entusiasta, que vi crescer uma equipa de raça, falada então por todo o lado, e que dali a poucos anos, por 1979, se formava a sério, e já como clube fundado e filiado começava a escrever uma história bonita, singular, muito própria, muito nossa.

Porque de uma pequena e pobre terra, certamente que sem grandes títulos e conquistas, mas sobretudo com uma forte identidade feita de gente boa, nobre e orgulhosa.

É esse clube, essa terra, essa gente de raça, que o livro que aqui estamos a apresentar, de forma muito despretensiosa e humilde, quiçá imperfeita e seguramente incompleta, pretende valorizar e enaltecer e agradecer aos muitos que, em diferentes tempos, contextos e dificuldades, nos deixaram este legado. 

Caberá aos nossos mais novos conhecerem e compreenderem o passado para valorizarem o presente e ajudarem a acontecer o futuro.

Importa continuar a fazer muito com pouco. Todos somos poucos!

Goooooolo! Mais um do Guizande!

Viva o Guizande Futebol Clube!


Nota: Este foi um texto que ontem, na apresentação pública do livro sobre a história do Guizande Futebol Clube, foi lido por Carlos Cruz. Foi um privilégio.

O texto procura recuar nas minhas memórias de infância (e de tantos da minha geração) e da ligação aos primórdios do que veio a ser o nosso clube.

E pronto! Que fique para o futuro.

 



Foi ontem, no Centro Cívico, no monte do Viso, pelas 21:30 horas, a sessão pública de apresentação do livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história. A sala esteve cheia de gente boa. 
Só pelo facto de ter sido possível juntar todos os presidentes do clube (excepto Manuel Rodrigues de Paiva e Elísio Mota, que estiveram presentes em memória) justificou-se plenamente o livro. 
Américo da Conceição, Domingos Lopes, Joaquim Santos, Mário Reis de Oliveira, Celestino Sacramento, Manuel Henriques de Almeida, Manuel Tavares, José Peixoto e, naturalmente, o actual presidente, Victor Henriques.

Marcaram presença antigos atletas, nomeadamente Jorge Ferreira, António Ribeiro, António Azevedo e Armindo Gomes, entre outros, dirigentes e até o treinador Salvador Correia que nos honrou com a sua presença.

Na mesa estiveram Rui Giro, patrocinador e moderador, o presidente da Junta de Freguesia, Johnny Almeida, o presidente do clube, Victor Henriques, o Sandro Mota, filho do saudoso Elísio Mota. Não pode estar presente o pároco Pe. António. Da Câmara Municipal, apesar do convite, ninguém se fez representar, o que também não surpreende. É nestes sinais que percebemos que somos tidos como pequenos. 

Apesar da sala cheia, e de gente que pretendia estar mas não pode, gostaria de ter ali visto mais gente, mas é o que é, e nestas coisas somos ou não somos. Não por mim, mas pelo clube.

Para mim, apesar do foco do evento ser o nosso Guizande F.C., fico orgulhoso de ter podido ficar ligado a este documento que, mesmo que imperfeito e incompleto, tem o seu significado como documento de arquivo, 322 páginas de memórias e de tributo a todos quantos nestes quase 50 anos de fundação serviram o clube.

No final foi servido um Porto de Honra com convívio e sessão de fotografias e autógrafos para quem quis. O clube já terá vendido perto de uma centena de exemplares. Certamente que tem mais para quem o desejar adquirir. Terá de ser junto do próprio clube, responsável pela venda.

Em meu nome pessoal e do clube, um sentido e profundo agradecimento, a todos, sem excepção, particularmente os que tornaram possível o livro e o evento que, de algum modo, ficará memorável.

Bem haja a todos! Viva o Guizande Futebol Clube!

10/04/2026

É hoje! - Livro sobre o Guizande F.C.


Será hoje, logo à noite pelas 21:00 horas no Centro Cívico, no monte do Viso, a sessão de apresentação do livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história". 

A sessão tem organização e promoção do clube e espera-se reunir um conjunto de gente interessada bem como ligada ao clube, no passado e presente. Entre outros, foram convidados todos os ex-presidentes do clube.

A venda do livro será da responsabilidade do clube e todo o apuramento reverterá para si.

Pretende-se que o livro seja simultaneamente uma compilação de dados, datas e nomes relacionados às competições do clube, pelo que um documento de arquivo, mas também de alguns factos e uma visão das suas origens e desenvolvimento. É igualmente um tributo a todos quantos ao longo dos tempos se dedicaram, serviram e apoiaram o clube.

09/04/2026

Guizande F.C. - Liga de Prata 2026

 


A equipa de veteranos do Guizande F.C. na primeira fase da prova da Liga Masters da Associação de Futebol de Aveiro conquistou com todo o mérito um lugar pelo meio da tabela, o que lhe permite participar agora na Liga de Prata. 
Acima, a tabela com os jogos programados.

07/04/2026

Taça "Oliveira e Santos" - 2026

 


No passado Sábado, 4 de Abril, pelas 15:30 horas, no Campo de Jogos "Oliveira e Santos", realizou-se a 1.ª edição da Taça "Oliveira e Santos". 

Foi uma interessante iniciativa do clube, como forma de agradecimento, em memória, aos doadores do terreno (*) onde se localiza o  nosso complexo desportivo no lugar do Reguengo.

A taça foi disputada entre a equipa de veteranos do Guizande F.C. e a congénere do Canedo F.C.

O jogo, bem disputado, num quente dia de Sábado, correu de feição à equipa anfitriã, que venceu por 2-0, marcando assim, de forma positiva, a primeira de, espera-se, futuras edições.

Parabéns ao clube pela iniciativa. O reconhecimento daqueles que foram beneméritos ao clube é também uma forma de conquista.

(*) Maria Angelina Oliveira Gomes e Américo Pinto dos Santos.




[fotos: Guizande F.C.]

03/04/2026

Guizande F.C. - Apontamentos para a sua história - Apresentação do livro

 


Será já de hoje a oito dias, na Sexta-Feira, dia 10 de Abril, pelas 21:00 horas, nas instalações do Centro Cívico, no Monte do Viso, a apresentação pública do livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história".

A organização do evento é do Guizande F.C. e o resultado da venda do livro será na sua totalidade para o nosso clube. 

É um orgulho pessoal ficar associado ao livro, o qual, mesmo que na sua limitação e imperfeição, tem uma dupla função: A de reunir e organizar dados relativos à actividade do clube e competições em que participou, mas também, e sobretudo, o de ser guardião de memórias e apontamentos e de enaltecer e valorizar todos os que, de uma forma ou outra, deram de muito de si e do seu esforço, em prol do clube. A grandeza de um clube não se mede pelos títulos e conquistas, estes nem sempre resultado de mérito desportivo, mas essencialmente pela sua identidade e pelo carácter de quem o construíu e corporizou. Somos, assim, o Guizande F.C. um pequeno clube, representativo de uma também pequena terra, mas com gente de carácter que aprendeu a fazer muito do pouco.

Para além de tudo, a sessão pública será um momento de reunião de antigos dirigentes e atletas, pelo menos de forma representativa, porque impossível ter todos. De modo particular, foram convidados todos os ex-presidentes do clube, pelo que, espero eu e a actual Direcção, que estejam presentes. Será, também por isso, um momento de reconhecimento e agradecimento.

18/03/2026

Livro sobre o Guizande FC - Já em mãos

 


Na sequência do que aqui escrevi ontem, aos que têm demonstrado algum interesse pelo assunto, informo de que já tenho em mãos os livros sobre a história do nosso Guizande Futebol Clube. 

Como havia dito, havia sempre uma expectativa em que as coisas decorressem bem mas também alguma apreensão com o natural risco do contrário. Felizmente, e para meu alívio, do que já tive oportunidade de verificar, o trabalho gráfico ficou bem feito e dentro do que era expectável. Um ou outro aspecto que têm a ver com a opção de composição, mas graficamente o trabalho ficou bom. Ainda bem!

Passada esta etapa, segue-se a seguinte com a sessão pública de apresentação que está a ser promovida e organizada pelo clube, que, como já anunciado, será na sexta-feira, 10 de Abril, pelas 21:00 horas no Centro Cívico, no Monte do Viso.

O livro será vendido pelo clube que também beneficiará de todo o resultado da venda.

Entretanto, falarei no dia, mas quero agradecer aos que me ajudaram no processo e tornaram possível este projecto em benefício do clube (eles sabem quem são). 

É, pois, esperar pelo dia 10 de Abril.

17/03/2026

Livro de apontamentos para a história do Guizande Futebol Clube - Sessão de apresentação

 


A fazer fé na gráfica, o livro está pronto. Ser-me-á entregue esta semana. Já me foi remetida a factura para pagamento.

Pessoalmente preferia fazer esta divulgação só a partir do momento em que já com o livro em mãos. Todavia, tendo o clube já iniciado a divulgação, também a faço aqui. 

Nestas coisas, tratadas à distância, de forma não presencial e apenas online, há sempre situações que podem escapar ao nosso querer e controlo, sobretudo quando é a primeira vez e o factor confiança ainda não está estabelecido. Por regra, tenho sempre confiança de que do outro lado exista gente séria e profissional e que as coisas corram bem. E neste caso em particular, tenho até ao momento todos os motivos para ter essa confiança, pelo que certamente tudo irá correr bem. Mas, alguma reserva não faz mal a ninguém e isto em relação a tudo o que é negócio.

Significa que tendo já o clube agendado a sessão pública da apresentação do livro, e com a confiança de tudo correr conforme esperado, as coisas estão naturalmente a ser organizadas.

A organização é da responsabilidade do clube. O evento estará aberto a todos, particularmente a sócios e adeptos, mas de modo mais formal têm estado a ser convidadas pessoalmente, pelo presidente do clube, Víctor Henriques, e por mim, algumas figuras que importa ter em consideração, desde logo os antigos presidentes do clube, alguns dirigentes e alguns atletas da terra. Impossível será convidar todos de forma pessoal, mas isso não retira a nossa vontade e gosto em que estejam presentes. Por conseguinte, considerem-se convidados todos aqueles que ao longo dos tempos, de um modo ou outro, concorreram para o engrandecimento do clube. seja como dirigentes, atletas e associados.

Como disse, a organização é promovida pelo clube. Também a venda do livro será da sua responsabilidade e a totalidade da receita reverterá para apoio à sua actividade e melhoramentos das instalações. De minha parte, não quero um único cêntimo. O meu pagamento é apenas o orgulho de poder contribuir com um documento que, não sendo nada de extraordinário, terá a sua importância, nomeadamente no registo histórico de dados relacionados às competições do clube. Mais do que isso, mas essencialmente isso.

O evento será na Sexta-Feira seguinte à Páscoa, dia 10 de Abril, pelas 21:00 horas, nas instalações do Centro Cívico, no Monte do Viso.

16/02/2026

Livro sobre o Guizande Futebol Clube


Conforme tenho partilhado na rede social Facebook, no grupo privado "Guisande: Ontem e hoje", está em processo de impressão o livro que escrevi sobre a história do nosso clube.

Numa etapa do processo, já tenho o livro de prova em mãos. Um livro de prova serve para avaliar de forma física os aspectos do livro, desde os acabamentos aos aspectos gráficos e mesmo revisão ou correcção de erros e imprecisões detectadas numa análise e leitura atenta quanto possível.

Mesmo assim, a erradicação do erro é uma tarefa quase impossível, sobretudo num livro com 322 páginas. Mas creio, no geral, o resultado final não desmerecerá. Ademais, só não falha nem erra quem nada faz.

Posto isto, só para partilhar que o processo está em andamento e se nada de imprevisível ocorrer, teremos, eu e o clube, o livro em mãos lá para o final do mês.

Depois o processo seguirá à responsabilidade do clube que, querendo, organizará a sessão pública da sua apresentação e fará a sua venda colhendo todos os proventos.

Vamos, eu e aqueles que têm algum interesses por estes coisas (e muitos não terão), aguardar o curso do proceso que, acreditem, é trabalhoso, cansativo e de responsabilidade.

Felizmente, quer por parte do clube, quer por parte de quem vai suportar os custos da publicação, e que a seu tempo e no local próprio serão divulgados, a coisa torna-se mais incentivadora.

Para já, para não quebrar algum efeito de surpresa, fica aqui apenas um vislumbre da coisa.

A ilustrar a capa do livro, uma fotografia de uma das boas equipas de meados da década de 1980.

24/09/2025

Trail do Viso - 2025

 


Está programada para 26 de Outubro de 2025 a 3.ª edição do Trail do Viso, evento organizado pelo Guisande Trail Running, secção do Guizande Futebol Clube.

O ponto de partida e chegada das provas de Trail, com 16 Km, e Caminhada, com 8 Km, será o bonito arraial do Monte do Viso, junto à capela. Os percursos permitem passar por caminhos e trilhos da nossa freguesia.

As inscrições estão a decorrer e os preços das mesmas e outras informações úteis  podem ser colhidas no sítio oficial.

Como nas edições anteriores esperam-se várias centenas de participantes nas duas opções de Trail e Caminhada. A manter-se a sua organização e consolidação, será certamente um evento de importância no contexto da nossa freguesia, pelo que deve merecer o apoio da comunidade e sobretudo da futura Junta de Freguesia.

12/05/2025

Roubo à dignidade


Que as instalações do Guizande F.C. tenham sofrido actos de vandalismo, furtos ou assaltos, não é novidade, porque também já no passado. Infelizmente haverá sempre quem, sem qualquer pingo de moral, vá vivendo sem qualquer dignidade, porque cobarde e criminalmente à custa do esforço dos outros.  Será sempre intolerável e inaceitável, mas quando se assalta um clube pobre mas digno, com poucos recursos, a situação é ainda mais lamentável e deplorável porque é toda uma comunidade que é vilipendiada.

As autoridades até conhecerão os eventuais "artistas" mas também devem sentir-se impotentes porque mesmo quando apanhados com a "mão na massa" ou com a "a boca no trombone", se apresentados a Tribunal, são invariavelmente soltos e, quando muito, penalizados com trabalhos comunitários que não cumprem.

Infelizmente, as "estatísticas" continuarão a vender um país seguro e com pouca criminalidade e os que levantarem preocupações quanto a isso, serão apelidados de "alarmistas".

21/01/2025

Guisande F.C. - Liga Masters 2024/2025 - 11.ª Jornada

 


À 11.ª jornada da Liga Masters da Associação de Futebol de Aveiro, o Guisande F.C. mantém uma posição muito interessante, sabendo-se que fazem parte da competição equipas de muito valor, experientes e de há muito bem estruturadas.


26/03/2024

Guisande F.C. - Liga Masters AFA - Jogo 18

 


Após 18 jogos, continua em bom nível a participação dos veteranos do Guisande F.C. na Liga Masters da AFA, ocupando à condição um honroso 6.º lugar e depois de na última jornada ter recebido e vencido a boa equipa do C.D. Feirense por 1-0. 

Parabéns aos rapazes!.

19/02/2024

Guisande F.C. - Liga Masters AFA - Jogo 13

 


No que foi o seu jogo 13 na Liga Masters da AFA, a equipa do Guisande F.C. Veteranos visitou e venceu neste último Sábado a equipa congénere do ADC Lobão, por 0-2, consolidando-se no meio da tabela classificativa. Parabéns!

05/02/2024

Guisande F.C. - Liga Masters AFA - Jogo 11

 

A equipa de veteranos do Guisande F.C. no que foi o seu 11.º jogo da prova, recebeu e defrontou neste Sábado, 3 de Fevereiro de 2024,  o Fiães S.C. e venceu por 3-0. Um excelente resultado contra uma boa equipa, o que estabiliza a equipa aproximadamente a meio da classificação.

Parabéns!

25/01/2024

Guisande F.C. - Liga Masters AFA - Jornada 9

 

Após a realização da partida 9, em que no passado Sábado, 20 de Janeiro de 2024, recebeu a ADC Sanguedo, em que não foi além de um empate a zero golos, o Guisande F.C. Veteranos segue praticamente a meio da tabela com 9 pontos, o que corresponde a uma média de 1 ponto por jogo. A classificação acima mostra que há várias equipas com diferentes números de jogos o que de algum modo a torna provisória.

Considerando as maiores exigências desta prova, o nosso clube tem tido uma participação muito positiva o que é de enaltecer.