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23/04/2026

Dia Mundial do Livro - Também dos meus


Hoje, 23 de Abril, celebra-se o Dia Mundial do Livro. Que seja "Mundial" ou "Internacional", é uma data significativa pelo que representa.

O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor foi instituído pela UNESCO em 1995. Esta data tem como objectivo central o reconhecimento do livro como um instrumento fundamental para a educação e o progresso cultural.

O foco primordial da data é incentivar o hábito da leitura em todas as faixas etárias, destacando o prazer da descoberta literária. Em 2026, as iniciativas em Portugal, coordenadas pela DGLAB, sublinham a leitura como um acto de liberdade, cidadania e democracia, integrando as comemorações dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa.

O dia serve para reafirmar o papel dos livros como meios insubstituíveis da transmissão de património cultural e informação, desenvolvimento intelectual, expansão de horizontes e combate ao isolamento social e reforço de laços interpessoais.

Não sou, de todo, escritor ou autor, mas modestamente já tenho três livros publicados, um deles recentemente apresentado e que está à venda pelo Guizande Futebol Clube, já que é a esta instituição que é dedicado e os ganhos com a venda servem para ajudar as suas actividades e obras nas instalações desportivas do Campo "Oliveira e Santos".

Apesar disso, escrever e publicar um livro não é apenas um exercício de vaidade mas antes uma consequência de quem cultiva a escrita, a língua  e a literatura. Se para muitos e talentosos escritores é um modo de vida, para pequenos e insignificantes  autores, como eu, que apenas publicam em edições de autor, é um exercício de alguma loucura e gastos que pouco compensam com pequenas edições. As editoras comerciais não apostam em que não tem nome, eventualmente até aceitando publicar mas com condições que se resumem a dar um chouriço para receberem um presunto "pata negra".

Dos meus três livros, o primeiro, "Palavas Floridas", com poemas, contos e textos, foi literalmente para oferecer a familiares e amigos, por isso sem ganhar um tostão. O segundo, de literatura infantil, vendi a pouco mais de preço de custo e desse valor ofereci 2 euros à UNICEF para campanhas de apoio às crianças do "corno de África". Algumas entidades de poder local comprometeram-se a apoiar, adquirindo algumas dezenas de exemplares para a rede de escolas e bibliotecas, mas tal não passou de uma promessa por cumprir. Sem supresa!

O terceiro, ainda fresco e recentemente apresentado (10 de Abril), é um conjunto de apontamentos sobre a história do  Guizande Futebol Clube, que o está a vender pelo que a totalidade dos lucros com a venda são para a colectividade. Uma vez  mais, trabalho e alguma despesa sem qualquer ganho, mas no que é um orgulho poder ajudar, juntamente com quem apoiou nos custos da publicação. Como reconhecimento, do poder local municipal ninguém a representar, mesmo que com convite prévio. Sintomático!

Por conseguinte, para os insignificantes autores como eu, vai valendo a loucura e a vontade de fazer alguma coisa, mesmo sem nada esperar. Tenho mais três projectos, um deles já em escrita avançada, dedicado à capela do Viso e à sua festa. Uma vez mais com foco nas coisas da freguesia. Ainda um outro, uma monografia geral sobre a freguesia nos seus diferentest aspectos, que praticamente está escrita. Ainda em mente um terceiro livro de poemas e contos "Palavras despidas".

São projectos, com  vontade própria e já todos com escrita adiantada, mas confesso que ainda sem saber quando verão a luz do dia. Estas coisas, para além do tempo e cansaço, custam dinheiro, cada vez mais, e não sou pessoa de pedinchar, sobretudo a quem tem obrigação de incentivar e apoiar. Seja como for, venham, ou não, a ser publicados, uma vez mais o objectivo não será ganhar dinheiro. Quando muito a vender a preço de custo para mitigar o prejuízo.

Posto isto, importa valorizar o Dia Mundial do Livro e dar importância ao que lhe dá substância, os autores, os livros e o que neles se imprime, sobretudo quanto temas que são uma forma de valorizar a nossa freguesia, os seus valores, passados e presentes. Apesar disso, sem expectativas porque sabendo que a larga maioria pouca importância dá a estas coisas.

21/04/2026

O Macaco Nu - Desmond Morris


Aos 98 anos morreu Desmond Morris, autor do célebre livro “O Macaco Nu”.

Publicado originalmente em 1967 pelo zoólogo e etólogo Desmond Morris, "O Macaco Nu" (The Naked Ape) é uma das obras de divulgação científica mais influentes do século XX. O livro analisa o comportamento humano sob uma lente puramente biológica e evolutiva, tratando o Homo sapiens como uma espécie animal entre as outras.

Morris define o ser humano como o "macaco nu": um primata que, por razões evolutivas, perdeu a pelagem corporal. Ao longo do texto, ele ignora as explicações culturais ou religiosas habituais para o comportamento humano, focando-se em instintos herdados que partilhamos com outros animais ou que desenvolvemos para sobreviver na savana.

O autor descreve a transição do antepassado humano de um recolector de floresta para um caçador-recolector em campo aberto. Esta mudança evolutiva conduziu a uma postura erecta para avistar presas e predadores; A perda de pelo para facilitar a regulação térmica durante perseguições longas; Desenvolvimento cerebral para criar ferramentas e estratégias de grupo.

O livro divide-se em capítulos que analisam as funções vitais do "macaco nu":

Sexualidade: Morris argumenta que muitas características sexuais humanas evoluíram para fortalecer o vínculo do casal, garantindo que o macho permanecesse presente para ajudar a cuidar da prole, que nasce extremamente dependente.

Criação: A análise do instinto materno e da necessidade de um período prolongado de aprendizagem infantil.

Agressividade: O autor explora como o comportamento territorial e a hierarquia de dominância (comum em primatas) se manifestam na sociedade moderna e na guerra.

Alimentação e Higiene: Como os nossos hábitos de consumo e cuidados corporais ainda refletem rituais de grupos sociais primitivos.

Uma das teses centrais do livro é que, embora vivamos em cidades tecnológicas, o nosso "equipamento" biológico e instintivo permanece o de um caçador da Pré-História. Morris alerta que ignorar a nossa natureza animal e os nossos limites biológicos (como a sobrepopulação e o stress territorial) pode colocar em risco a sobrevivência da espécie.

Na época do seu lançamento, o livro foi controverso por desmitificar a "superioridade espiritual" humana e por dar grande ênfase à biologia sexual. Hoje, embora alguns dados da antropologia tenham sido actualizados por descobertas mais recentes, permanece um marco por ter popularizado a ideia de que a nossa biologia molda a nossa cultura de formas mais profundas do que gostamos de admitir.

20/04/2026

Livro sobre o Guizande F.C. - Errata

No contexto editorial, uma errata é uma lista de erros detectados em uma obra após a sua impressão, acompanhada das devidas correcções. Ela funciona como um anexo rectificativo para garantir a precisão das informações sem a necessidade de descartar a tiragem já produzida. A errata é, assim, utilizada para corrigir falhas que podem comprometer a interpretação do texto ou a exactidão de dados e informações.

Para cumprir os seus objectivos, a errata deve ser integrada no livro, antes deste ser distribuído, como uma página extra ou um separador.

No caso do meu recente livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história", por motivos práticos, optei por não o fazer, na certeza, porém, de que após uma leitura atenta, encontraria sempre um ou outro lapso, gralha ou erro, de dados, de gramática, de vocabulário ou de contas, etc. Infelizmente, numa publicação com edição de autor, em que por questões de economia se opta por fazer todo o trabalho, incluindo o de revisão, já que para entregar esse serviço a alguém que o faz de forma profissional custaria bastante, há que se correr alguns riscos. E assumindo-os, até de antemão, sempre alertei, mesmo no próprio livro, que isso poderia acontecer.

Neste contexto, vou anotando aqui, com actualizações caso se justifiquem, alguns lapsos, gralhas ou erros detectados: Seguem os que para já foi possível detectar:

Na página 260: No apontamento biográfico sobre o Manuel Rodrigues de Paiva, primeiro presidente do clube, a indicação de ter 89 anos quando faleceu, está incerta. Na realidade tinha 79 anos, a caminho dos 80, pois nasceu em 20 de Novembro de 1942 e faleceu em 27 de Janeiro de 2021. Ou seja, as datas de nascimento e de falecimento, indicadas no livro, estão correctas e, por conseguinte, desmentem por si o lapso da idade, mas de facto, na revisão, não consegui notar o erro entre o 7 e o 8 na indicação das dezenas.

Na página 61: No apontamento sobre o falhado campo de jogos em Casaldaça: No título do parágrafo é indicado "Sinal de 200 contos"  e depois no texto é referido que o clube sinalizou a compra do terreno à família de Abel Correia Pinto, por 500 contos, com um pagamento de 20%, por isso de 100 contos. Por conseguinte a referência a 200 contos está desadequada. Todavia, isto resultou da reprodução de conteúdo do jornal "O Mês de Guisande" que também tinha essa imprecisão e que por lapso também me passou na revisão.

Todavia, tal como na falha acima referida quanto à idade de Manuel Rodrigues de Paiva, também neste assunto é feita referência a 100 contos como 20% de 500 contos, o que também ajuda a corrigir o erro do título do parágrafo.

Na parte superior da pagina 65, a questão do valor do sinal é novamente abordada, mas aqui uma confusão que de facto aconteceu mesmo na época, já que do valor de 100 contos pago como sinal de compra, na Assembleia de Freguesia foi informado que havia sido devolvido o sinal no valor de 115 contos. Como ficou escrito no livro, essa diferença não foi devidamente percebida pelo que se deduz que terá sido uma compensação, mesmo que por regra a devolução do sinal deveria ser em dobro se numa situação de imputabilidade a quem desiste do negócio. Ora no caso, a família desistiu do negócio mas alegando incumprimento de uma das condições pela outra parte, o clube, embora este dependente da Junta de Freguesia.

Na página 67, ainda à volta das considerações sobre o assunto do falhado campo de jogos em Casaldaça, na parte de texto da terceira linha do parágrafo com o título "Prejuízo para a freguesia?", em que se lê "...poderiam aqui mencionados alguns intervenientes", deverá ler-se "poderiam aqui ser mencionados alguns intervenientes". Ou seja, escapou-se o verbo "ser".

Em resumo, conforme for detectando alguns lapsos, esperando que não muitos nem significativos, actualizarei aqui.


19/04/2026

Livro sobre a capela do Viso e sua festa - Pedido de material

 


Publicado que foi o livro de apontamentos sobre a história do Guizande Futebol Clube, estou já com outro livro em processo de escrita. Desta vez será relacionado à nossa capela do Viso e sua festa.

Naturalmente que já disponho de muito material para pesquisa e conteúdo. Apesar disso, lanço o pedido para que alguém que tendo feito parte da festa, da comissão de festas, ou familiares, e que tenham por casa algum material relacionado, como documentos, fotografias, cartazes, programas, panfletos, contas, etc, etc, será importante que o partilhem comigo até porque ainda há muita coisa em falta, nomeadamente de cartazes com os programas de anos mais recuados. Podem igualmente informar em que ano fizeram parte da Comissão de Festas e quem foram os colegas, nomeadamente quanto às mordomas, pois quanto às mulheres as informações que disponho são menos do que relativamente aos homens. Todas as informações ou memórias relacionadas são importamtes.

Agradeço que partilhem este pedido de modo a que chegue a mais guisandenses e desse modo se aumente a possibilidade de se encontrar informações que possam enriquecer o ivro o qual pretende documentar, tanto quanto possível, estes dois importantes elementos da nossa freguesia.

10/04/2026

É hoje! - Livro sobre o Guizande F.C.


Será hoje, logo à noite pelas 21:00 horas no Centro Cívico, no monte do Viso, a sessão de apresentação do livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história". 

A sessão tem organização e promoção do clube e espera-se reunir um conjunto de gente interessada bem como ligada ao clube, no passado e presente. Entre outros, foram convidados todos os ex-presidentes do clube.

A venda do livro será da responsabilidade do clube e todo o apuramento reverterá para si.

Pretende-se que o livro seja simultaneamente uma compilação de dados, datas e nomes relacionados às competições do clube, pelo que um documento de arquivo, mas também de alguns factos e uma visão das suas origens e desenvolvimento. É igualmente um tributo a todos quantos ao longo dos tempos se dedicaram, serviram e apoiaram o clube.

03/04/2026

Guizande F.C. - Apontamentos para a sua história - Apresentação do livro

 


Será já de hoje a oito dias, na Sexta-Feira, dia 10 de Abril, pelas 21:00 horas, nas instalações do Centro Cívico, no Monte do Viso, a apresentação pública do livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história".

A organização do evento é do Guizande F.C. e o resultado da venda do livro será na sua totalidade para o nosso clube. 

É um orgulho pessoal ficar associado ao livro, o qual, mesmo que na sua limitação e imperfeição, tem uma dupla função: A de reunir e organizar dados relativos à actividade do clube e competições em que participou, mas também, e sobretudo, o de ser guardião de memórias e apontamentos e de enaltecer e valorizar todos os que, de uma forma ou outra, deram de muito de si e do seu esforço, em prol do clube. A grandeza de um clube não se mede pelos títulos e conquistas, estes nem sempre resultado de mérito desportivo, mas essencialmente pela sua identidade e pelo carácter de quem o construíu e corporizou. Somos, assim, o Guizande F.C. um pequeno clube, representativo de uma também pequena terra, mas com gente de carácter que aprendeu a fazer muito do pouco.

Para além de tudo, a sessão pública será um momento de reunião de antigos dirigentes e atletas, pelo menos de forma representativa, porque impossível ter todos. De modo particular, foram convidados todos os ex-presidentes do clube, pelo que, espero eu e a actual Direcção, que estejam presentes. Será, também por isso, um momento de reconhecimento e agradecimento.

18/03/2026

Livro sobre o Guizande FC - Já em mãos

 


Na sequência do que aqui escrevi ontem, aos que têm demonstrado algum interesse pelo assunto, informo de que já tenho em mãos os livros sobre a história do nosso Guizande Futebol Clube. 

Como havia dito, havia sempre uma expectativa em que as coisas decorressem bem mas também alguma apreensão com o natural risco do contrário. Felizmente, e para meu alívio, do que já tive oportunidade de verificar, o trabalho gráfico ficou bem feito e dentro do que era expectável. Um ou outro aspecto que têm a ver com a opção de composição, mas graficamente o trabalho ficou bom. Ainda bem!

Passada esta etapa, segue-se a seguinte com a sessão pública de apresentação que está a ser promovida e organizada pelo clube, que, como já anunciado, será na sexta-feira, 10 de Abril, pelas 21:00 horas no Centro Cívico, no Monte do Viso.

O livro será vendido pelo clube que também beneficiará de todo o resultado da venda.

Entretanto, falarei no dia, mas quero agradecer aos que me ajudaram no processo e tornaram possível este projecto em benefício do clube (eles sabem quem são). 

É, pois, esperar pelo dia 10 de Abril.

17/03/2026

Livro de apontamentos para a história do Guizande Futebol Clube - Sessão de apresentação

 


A fazer fé na gráfica, o livro está pronto. Ser-me-á entregue esta semana. Já me foi remetida a factura para pagamento.

Pessoalmente preferia fazer esta divulgação só a partir do momento em que já com o livro em mãos. Todavia, tendo o clube já iniciado a divulgação, também a faço aqui. 

Nestas coisas, tratadas à distância, de forma não presencial e apenas online, há sempre situações que podem escapar ao nosso querer e controlo, sobretudo quando é a primeira vez e o factor confiança ainda não está estabelecido. Por regra, tenho sempre confiança de que do outro lado exista gente séria e profissional e que as coisas corram bem. E neste caso em particular, tenho até ao momento todos os motivos para ter essa confiança, pelo que certamente tudo irá correr bem. Mas, alguma reserva não faz mal a ninguém e isto em relação a tudo o que é negócio.

Significa que tendo já o clube agendado a sessão pública da apresentação do livro, e com a confiança de tudo correr conforme esperado, as coisas estão naturalmente a ser organizadas.

A organização é da responsabilidade do clube. O evento estará aberto a todos, particularmente a sócios e adeptos, mas de modo mais formal têm estado a ser convidadas pessoalmente, pelo presidente do clube, Víctor Henriques, e por mim, algumas figuras que importa ter em consideração, desde logo os antigos presidentes do clube, alguns dirigentes e alguns atletas da terra. Impossível será convidar todos de forma pessoal, mas isso não retira a nossa vontade e gosto em que estejam presentes. Por conseguinte, considerem-se convidados todos aqueles que ao longo dos tempos, de um modo ou outro, concorreram para o engrandecimento do clube. seja como dirigentes, atletas e associados.

Como disse, a organização é promovida pelo clube. Também a venda do livro será da sua responsabilidade e a totalidade da receita reverterá para apoio à sua actividade e melhoramentos das instalações. De minha parte, não quero um único cêntimo. O meu pagamento é apenas o orgulho de poder contribuir com um documento que, não sendo nada de extraordinário, terá a sua importância, nomeadamente no registo histórico de dados relacionados às competições do clube. Mais do que isso, mas essencialmente isso.

O evento será na Sexta-Feira seguinte à Páscoa, dia 10 de Abril, pelas 21:00 horas, nas instalações do Centro Cívico, no Monte do Viso.

16/02/2026

Livro sobre o Guizande Futebol Clube


Conforme tenho partilhado na rede social Facebook, no grupo privado "Guisande: Ontem e hoje", está em processo de impressão o livro que escrevi sobre a história do nosso clube.

Numa etapa do processo, já tenho o livro de prova em mãos. Um livro de prova serve para avaliar de forma física os aspectos do livro, desde os acabamentos aos aspectos gráficos e mesmo revisão ou correcção de erros e imprecisões detectadas numa análise e leitura atenta quanto possível.

Mesmo assim, a erradicação do erro é uma tarefa quase impossível, sobretudo num livro com 322 páginas. Mas creio, no geral, o resultado final não desmerecerá. Ademais, só não falha nem erra quem nada faz.

Posto isto, só para partilhar que o processo está em andamento e se nada de imprevisível ocorrer, teremos, eu e o clube, o livro em mãos lá para o final do mês.

Depois o processo seguirá à responsabilidade do clube que, querendo, organizará a sessão pública da sua apresentação e fará a sua venda colhendo todos os proventos.

Vamos, eu e aqueles que têm algum interesses por estes coisas (e muitos não terão), aguardar o curso do proceso que, acreditem, é trabalhoso, cansativo e de responsabilidade.

Felizmente, quer por parte do clube, quer por parte de quem vai suportar os custos da publicação, e que a seu tempo e no local próprio serão divulgados, a coisa torna-se mais incentivadora.

Para já, para não quebrar algum efeito de surpresa, fica aqui apenas um vislumbre da coisa.

A ilustrar a capa do livro, uma fotografia de uma das boas equipas de meados da década de 1980.

30/11/2025

À volta com as voltas dos livros


Como tenho partilhado por aqui e nos meus espaços nas redes sociais com alguns amigos, estou a finalizar o livro com apontamentos à volta da história do nosso Guizande Futebol Clube. Está no processo final de revisão e já pedi à editora para actualizar o orçamento. Tinha-o pedido há cerca de um ano, mas de lá para cá o projecto foi crescendo em conteúdo e, por conseguinte, no número de páginas. Se não surgir à última hora algo de significativo que justifique a sua integração, serão 315 páginas, num formato de 16 x 23 cm.

Se os planos não se alterarem, há uma pessoa que se comprometeu a financiar os custos da impressão. A edição será entregue ao clube, que assim se responsabilizará pela sua venda e todos os ganhos serão para si. De minha parte, para além de reservar meia dúzia de exemplares, nada mais quero, nem um cêntimo.

Se tudo correr bem, espero que a publicação ocorra logo pelo início do ano, pelo que em princípio a sua apresentação pública ocorrerá no primeiro trimestre de 2026.

Escusado será dizer que, para poupança nos custos editoriais, todo o processo tem sido feito por mim, incluindo a paginação, revisão e estudo da capa. Esse trabalho poderia ser entregue à editora mas teria, obviamente, um custo acrescido. Menos custo, mais trabalho.

Em resumo, o filho está quase para nascer e desejo que a sua conclusão não se arraste mais do que o previsto até porque entre o início do projecto já vão uns dois anos, porque o cansaço que exige, obrigou a pausas retemperadoras. Adiante!

Para além deste livro, que se junta aos dois que já havia publicado, ambos com um carácter mais pessoal, tenho outro praticamnte escrito, este sobre apontamentos monográficos da nossa  freguesia e paróquia de Guisande, e que também deverá andar pelas 300 páginas. Está escrito, faltam os cansativos processos de paginação e revisão e depois a contratação da impressão. 

Este livro e sua impressão, vai ter de ser suportado por mim. Depois, quanto à sua distribuição, verei se a cobrar pelo menos os custos de produção ou se apenas distribuído gratuitamente . Veremos. Será um trabalho interessante porque abordará documentos, datas, factos e figuras e será diferente e complementar à monografia escrita em 1936 pelo Dr. António Ferreira Pinto. Será uma forma de preservar apontamentos que, de outra forma, ficariam dispersos e até perdidos ou esquecidos no futuro. 

Para este projecto não prometo prazos, mesmo que já praticamente escrito. Provavelmente, se lá chegado, quando entrar na reforma.

Para além destes dois projectos, que de facto pretendo deixar, tenha tempo e oportunidade, tenho outras ideias e muito conteúdo para outros trabalhos. Por exemplo, tenho vontade de escrever um pequeno livro à volta de apontamentos sobre a nossa capela do Viso, incluindo o levantamento topográfico, desenho de plantas e fachadas,  bem como de histórias e documentos à volta  da Festa do Viso. Creio que também será um documento interessante. Todavia, neste momento ando algo desapontado com algumas situações e desconsiderações, pelo que vai ter de esperar por melhores dias.

Também gostaria de escrever ( e já tenho muita coisa escrita, incluindo a transcrição dos estatutos originais) e publicar algo sobre a nossa secular Irmandade e Confraria de Nossa Senhora do Rosário que daqui a 8 anos completará 300 anos.

Ou seja, ideias não faltam, mas vai faltando alguma vontade e além do mais, mesmo que nada espere, da experiência com o meu último livro, apesar de algumas bonitas palavras de ocasião e boas intenções, das entidades locais, nada se pode esperar e algumas promessas simplesmente caíram no esquecimento. Nada de surpreender.

É o que é! Nestas coisas ou somos nós próprios a fazê-las ou então não se fazem. Estar à espera de incentivos e apoios de quem tem prioridades em coisas vistosas, é melhor esperar sentadinho numa cadeira com uma almofada a aconchegar o traseiro, porque acoisa é para demorar e não aconteça ganhar calo.

Posto isto, siga que é para a frente que se caminha e um passo de cada vez. Partilho estes sentimentos sobretudo a pensar nos poucos amigos que, de uma forma ou outra, mais pessoal, pública ou privada, têm manifestando o seu apoio e incentivo.

04/12/2023

Livros, tempo e vontade


Estou em falha para comigo e para com os meus leitores, na publicação do livro de apontamentos monográficos sobre a freguesia de Guisande, que havia perspectivado para a primeira metade deste ano que está quase a terminar. Razões? Várias, mas sobretudo por alguma preguiça, porque no essencial tenho quase todo o conteudo que quero incluir e mesmo em quantidade que daria para um segundo volume. O principal trabalho prende-se com a paginação e correcção ortográfica já que não tenho dinheiro que me permita dispensar esse serviço e pagá-lo à editora.

Por outro lado, e sabendo que até é possível uma candidatura ao programa de apoio cultural da Câmara Municipal, o mesmo ainda está bastante burocratizado e por isso desmotivante. Creio e  parece-me, que neste tipo de situação, publicação de livros, os mesmos poderiam ser apoiados já depois de publicados, mesmo que mediante uma análise qualificada ao seu eventual interesse cultural e importância. Mas isto é apenas uma opinião e de resto a minha vontade de publicar não dependerá de qualquer apoio monetário, prévio ou à posteriori. De resto assim foi com os meus dois livros já publicados em que não recebi um cêntimo que fosse da Câmara Municipal. Além do mais, foi manifestada a vontade de apoio o meu livro infantil com a aquisição de 50 exemplares para a rede pública da Biblioteca Municipal mas tal nunca se concretizou. Nem o espero, diga-se.

Posto isto, serve este apontamento para dizer, até porque o têm perguntado, que a intenção mantém-se mas para já sem data definida. Eventualmente para o próximo ano. A ver vamos se reúno vontade e tempo de finalizar a parte editorial, paginação, correcção, estudo de capa, etc porque no que toca a investimento e gastos terá que ser, naturalmente, à minha custa. Em todo o caso, ao dar mais algum tempo à coisa até permite-me amadurecer e melhorar um ou outro assunto a incluir no livro e há sempre coisas novas e interessantes a surgirem e que será importante incluir.

Para além deste livro de apontamentos monográficos, há ainda a vontade de publicar um segundo livro de poemas, pequenos contos e outros textos, que até poderá acontecer ser publicado antes. A ver vamos!

24/11/2023

José Rentes de Carvalho - O escritor português-holandês

No jornal da manhã de hoje na RTP 1 - Bom dia Portugal,  vi em rodapé uma qualquer notícia sobre José Rentes de Carvalho, mas foi tão rápida que para além do nome não cheguei a saber do que se tratava. Como não voltou a passar fiquei a pensar que falecera, o que não seria de espantar pois já conta com 93 anos.

Felizmente, descobriu-o logo depois, não foi esse o motivo - ainda pode esperar - mas sim o facto de lhe ter sido atribuído o prémio de Personalidade do Norte 2023 pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), sucedendo ao arquiteto Álvaro Siza Vieira, em 2021, e à pintora Graça Morais, em 2022. 

O prémio é essencialmente simbólico e que lhe dá direito a uma peça escultórica da autoria de Cristina Massena, arquiteta da Escola do Porto, que foi produzida pelo Done Lab da Universidade do Minho e da BOSCH, em Guimarães, com recurso a tecnologia de manufatura aditiva avançada e será entregue ao escritor pelo presidente da CCDR-N, António Cunha, durante o Fórum Competitividade Regional e Pós 2030: o Norte na União Europeia, que decorre hoje na Fábrica de Santo Thyrso, contando com a presença da Comissária Europeia da Coesão e Reformas, Elisa Ferreira.

Apesar de tudo é mais um reconhecimento tardio deste fantástico escritor e mestre da língua portuguesa, que apesar da sua extensa e rica obra e da sua generosa idade é ainda um quase ilustre desconhecido na sua pátria. Por muitos motivos, mas também por parte da sua vida fazer dele também holandês onde se radicou, na cidade de Amestardão.

José Rentes de Carvalho é filho de pais transmontanos da aldeia de Estevais, em Mogadouro (distrito de Bragança), e neto de um avô sapateiro e de um avô guarda fiscal em Vila Nova de Gaia. Nasceu em 15 de Maio de 1930 em Vila Nova de Gaia. Frequentou o Liceu Alexandre Herculano, no Porto, e prosseguiu os estudos em Viana do Castelo e Vila Real. Foi na Faculdade de Letras e na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa que traçou o seu percurso académico, estudando Línguas Românicas e Direito. 

Abandonou o o país por motivos políticos durante a ditadura do Estado Novo, vivendo primeiramente no Brasil, onde trabalhou como jornalista nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo e posteriormente em Nova Iorque e Paris. O escritor acabou por se radicar nos Países Baixos em 1956, concretamente em Amesterdão, trabalhando na embaixada brasileira. Licenciou-se na Universidade de Amesterdão. Entre 1964 e 1988 foi professor universitário de Literatura Portuguesa e desde então tem-se dedicado exclusivamente à escrita e à colaboração em jornais e revistas literárias.

A sua extensa obra, dedicada à ficção, ensaio, crónica e diário, tem sido publicada em Portugal e nos Países Baixos, sendo recebida com reconhecimento pela crítica e pelos leitores, tendo alguns títulos alcançado o estatuto de 'best-seller'. José Rentes de Carvalho divide o seu tempo entre Amesterdão, nos Países Baixos, e Estevais, em Mogadouro -- metade do ano em cada lugar.

Atualmente, os seus livros são publicados pela editora Quetzal.

Tal como acontece em relação ao seu país, que praticamente o desconhece, pessoalmente também o descobri tardiamente mas já adquiri alguns dos seus livros, sobretudo crónicas e diários. Tem excelentes romances de que conheço extractos, que ainda contarei poder vir a ler embora não seja o meu género preferido, mas a qualidade da sua escrita merecem esse exercício de leitura. Ainda ontem encomendei mais dois títulos.

Já agora, a propósito da recente vitória eleitoral de Wilders, conotado à extrema-direita na Holanda, o escritor, profundamnete conhecedor desse pais e da sua sociedade, de forma sintomática, escreveu no seu blog:

A vitória eleitoral de Wilders explicada aos pequeninos:

Um cidadão holandês que se inscreve para poder alugar uma casa num bairro social terá, no melhor dos casos, de esperar 12 (doze) anos antes que a sua vez chegue.

Aos refugiados é quase de imediato fornecido alojamento, mobilado e equipado, e uma subvenção que a eles e à família permite viver confortavelmente.

22/09/2023

Novas leituras - J. Rentes de Carvalho

 


Chegou a tempo o "Tempo Contado", a  mais recente aquisição literária de J. Rentes de Carvalho, o transmontano mais holandês de Portugal. 

Na forma de diário, fragamentos de leitura muito profundos. Ainda há vários títulos do autor em lista de espera mas este é o terceiro cá na minha estante.

19/08/2023

Carlos Cruz - Apresentou livro com biografia de Justino Cruz

 


Decorreu na tarde de hoje a apresentação pública do livro de autoria de Carlos Cruzadas (Carlos Cruz), no qual traça a biografia de Justino Cruz, um ilustre filho da terra, de Labercos - Lomba - Gondomar, seu conterrâneo e parente. O biografado é emigrante de longa data na Alemanha, com uma forte ligação ao mundo da filatelia, ou seja, do coleccionismo de selos postais, sendo nessa área um reconhecido especialista, não só nesse país germânico mas também em Portugal,  tendo sido co-fundador do Clube Filatélico Português, em 1975, e seu presidente honorário desde 1995. Detém a medalha honorária da cidade de Estugarda - Alemanha.

Apesar de ilustre e reconhecido entre os seus pares, o autor, Carlos Cruz, considerou que era de justiça trazer esse reconhecimento exterior também para junto das suas humildes origens, ou seja na sua aldeia natal. Daí o livro e o registo biográfico.

Foi assim, num clima muito intimista e informal que decorreu a apresentação, enriquecida com leitura de poesia e momentos musicais. No final, depois das palavras de reconhecimento do biografado, que também se expressou em alemão para alguns dos presentes vindos da Alemanha, aconteceu o tradicional Porto de Honra e venda de exemplares do livro e sessão de autógrafos e dedicatórias por parte do homenageado.

Para mim foi prazeroso estar presente e, sem contar, tive o privilégio de ser convidado pelo Carlos a ler um poema. 

Mesmo que sem sermão encomendado e de forma muito espontânea, aproveitei o ensejo para deixar algumas palavras onde procurei enaltecer o momento e os intervenientes, o Carlos e o Justino, lembrando aos presentes o orgulho e importância que devem ter por esses filhos da terra. O Carlos, como disse, mesmo que já com mais anos de vivência na freguesia de Guisande do que na sua terra natal, nunca de desprendeu das origens, das raízes e cepa da árvore que o moldou naquilo que é na sua génese. Quando muito, foi um ramo transplantado para Guisande e dessa forma continua a dar frutos em dois terrões diferentes.

Por conseguinte, salientei que uma terra pode ter coisas bonitas mas vale essencialmente não por aquilo que é mas por aquilo que tem e nesta equação as pessoas e os seus valores são o mais importante. Resulta disso, mesmo que em funções e rumos de vida diferenciados, o Carlos e o Justino, ambos Cruz, representam o que de bom pode ter uma terra, os seus filhos, as suas árvores humanas. Uma comunidade deve, pois, cuidar das suas árvores para que delas resultem frutos comuns e partilhados. 

É certo que, infelizmente, estas coisas nem sempre são apreciadas pela generalidade das pessoas e tantas vezes mesmo por quem, pelas suas responsabilidades e deveres institucionais, deveriam olhar de forma positiva e valorativa e serem elas próprias os cultivadores destes momentos e guardiões desses testemunhos para a posteridade. Mas, apesar dessa insensibilidade, importa avançar, mesmo que remando contra algumas correntes e ventos adversos. Como um rio, interessa sempre chegar ao mar.

Parabéns, Carlos!|












08/08/2023

Carlos (Cruz) Cruzadas com novo livro

 

Está ainda a fumegar de quente, o novo livro de Carlos Cruzadas (Cruz). 

Depois do primeiro "filho" "Ao longo dos tempos", num registo mais intimista, com poesia e curtos textos de introspecção, desta vez o Carlos concretiza um livro dedicado à biografia de Justino da Silva Cruz, um seu familiar e conterrâneo da terra de nascença, ilustre e reconhecido filatelista entre os seus pares, que considera o autor ser de justiça trazer à luz do reconhecimento também junto das suas humildes origens.

Justino Cruz, é coleccionador de selos há mais de 50 anos, tendo sido co-fundador do Clube Filatélico Português, em 1975, e seu presidente honorário desde 1995. Detém a medalha honorária da cidade de Estugarda - Alemanha, onde é emigrante.

A apresentação está marcada para o lugar de Labercos, freguesia da Lomba - Gondomar, no próximo dia 19 de Agosto, pelas 16:00 horas.

Tem-me dito o Carlos que será porventura o seu último suspiro nestas coisas de publicar livros, mas creio que não, até porque há roseiras que ainda florescem pelo Natal. Ademais, seria uma pena e perda que tantas coisas com sentido ficassem órfãs de páginas impressas.

Quanto à filatelia, o coleccionismo de selos, é um tópico interessante, artístico, histórico e cultural. Pessoalmente é um assunto que também me agrada e de resto tenho centenas de selos de diversos temas. 

Não sou coleccionador, longe disso, muito menos especialista, como será o Justino Cruz,  mas fui juntando, comprando e guardando. É arte. É cultura.

24/12/2022

O Natal nos meus livros de religião da escola primária

 






Entre o meu montão de livros, tenho os de religião da escola primária, das quatro classes. Em todos eles está presente o tema de Natal, com ilustrações alusivas, que acima publico. 
Abaixo as páginas e as capas do conjunto.
Espero que gostem da partilha e que com ela se revigore o espírito natalício desses bonitos tempos de infância e da escola primária.



23/11/2022

Marçal Grilo 2 - Um olhar sobre a Educação

Ainda mal comecei a leitura do anterior e já chegou o novo livro. Ainda fresco, acabado de saír da tipografia. Tem prefácio do Prof- Marcelo Rebelo de Sousa. 

"Eduardo Marçal Grilo, Professor e conhecedor profundo dos programas de ensino e políticas de educação adotadas em Portugal nas últimas décadas, apresenta neste livro uma análise lúcida e reveladora sobre a educação durante o Estado Novo e o seu duradouro legado.

Trata-se de uma visão sobre a educação durante o Estado Novo com distanciamento e sem constrangimentos políticos ou ideológicos. Numa análise lúcida e reveladora, percebemos que muitos dos problemas atuais da educação têm raízes no Estado Novo". «O autor demonstra por que razão a educação foi um dos flagrantes fatores de retardamento nacional, entre os anos 30 e 60, apesar dos esforços meritórios de alguns, visionários ou arrojados.»

21/11/2022

Marçal Grilo - 1


Tenho-o como uma das boas referências de ex-político e homem vertical. Comprado e chegado pronto a ler. 

Entretanto, lançou um outro livro "Salazar e a Educação no Estado Novo". 

Ainda está em fase final de pré-lançamento, mas talvez seja o próximo a adquiri, até porque, como justifica o autor: «Decidi escrever este livro por um conjunto de razões (…) mas sobretudo porque tenho hoje a ideia de que só conhecendo bem o passado se consegue perceber o tempo que vivemos e ter uma noção do que será possível perspetivar para o futuro.»

"Trata-se de uma visão sobre a educação durante o Estado Novo com distanciamento e sem constrangimentos políticos ou ideológicos. Numa análise lúcida e reveladora, percebemos que muitos dos problemas atuais da educação têm raízes no Estado Novo".

12/04/2022

"Palavras floridas" - O meu primeiro livro

 


Recebi hoje os exemplares do meu primeiro livro que havia mandado imprimir. Tem o título de "Palavras floridas - Porque a poesia é Primavera". São quase 200 páginas com alguns simples poemas e alguns curtos contos e outros escritos.

Por ora não estará à venda, sendo essencialmente par oferecer a familiares, amigos e a alguém por quem tenha estima e que dê algum valor a estas coisas da escrita e poesia.

Sem desconsideração por tantos familiares e bons amigos, a quem entretanto pretendo ofertar, como disse, fiz questão que o primeiro exemplar do meu livro "Palavras Floridas" fosse oferecido ao Carlos Cruz (Cruzadas. 

Desde logo como retibuição da sua simpática oferta do seu também primeiro livro "Ao longo dos tempos", e porque também, sem querer, faz agora parte desta dupla de "loucos" dispostos a perder tempo e a gastar umas coroas com estas coisas de livros, tanto mais com uma "léria" chamada de poesia.

Como o refiro no livro, "...se duas andorinhas não fazem a Primavera, ajudarão certamente a que seja mais florida".

Posto isto, não espero muito, mas com a esperança de que um pardal  possa ver um dos seus como colorido.

Entretanto, estou a preparar o próximo, a sair, se não antes, daqui por um ano.