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8 de setembro de 2019

Concertando...








Concerto de Órgão de Tubos, por Rui Soares - Igreja Matriz de Santo André de Mosteirô - Santa Maria da Feira.

13 de agosto de 2019

Rádio Clube de Guisande - Chama intensa


Era uma vez um grupo de jovens, que algures pelos anos 80 criaram uma associação cultural e nela um jornal mensal entre outras múltiplas actividades. Bem, em rigor foi ao contrário; primeiro o jornal e depois a associação. Não foi em Lobão, Gião ou Louredo, mas em Guisande.

Poucos anos mais tarde, em meados dos anos 80, a febre das rádios locais ou piratas andava a atacar um pouco por todo o lado e os mesmos jovens, não de Lobão, Gião ou Louredo, mas de Guisande, decidiram criar uma rádio local. 

Vai daí, com o nome dado, Rádio Clube de Guisande, escolhido num dia de praia em Espinho, por Américo Almeida e Rui Giro, e com o indispensável apoio técnico do entusiasta da electrónica  António Pinheiro, e com a aderência de muitos outros jovens, em pouco tempo a jovem rádio chegava a muitas casas, não só na freguesia como nas freguesias vizinhas e até mais além, (depois de instalada uma antena - ela própria com uma estória) que ainda hoje resiste).

Certo é que, de acordo com o jornal "O Mês de Guisande", em Dezembro de 1986 a emissão estava estruturada e com um vasto grupo de pessoas a dar corpo ao manifesto.
Assim: 

Domingo: Das 07:00 às 09:00 horas: "Bom Dia, Domingo", com Mário Costa e Marco Paulo Alves;
Das 09:00 às 12:30 horas: "Domini", com Américo Almeida;
Segunda-Feira a Sábado: Das 14:30 às 17:00 horas "Guisande à Tarde", com David Conceição (uma das figuras emblemáticas da RCG, na foto acima);
Segunda-Feira: Das 20:00 às 23:00 horas: Desporto e Música", com Américo Almeida, Rui Giro e Elísio Monteiro;
Terça-Feira: Das 20:00 às 23:00 horas: A Vez e a Voz", com David Conceição;
Quarta-Feira: Das 20:00 às 23:00 horas: "Rota Nocturna", com Alberto Jorge;
Quinta-Feira: Das 20:00 às 23:00 horas: A Vez e a Voz", com David Conceição;
Sexta-Feira: Das 20:00 às 24:00 horas: Espaço Jovem", com José Higino Almeida;
Sábado: Das 13:00 às 14:30 horas: Quiosque do Som", com Elísio Mota;
Das 17:00 às 18:00 horas: "Sábado Especial", com Mário Costa e Marco Paulo Alves;
Das 18:00 às 20:00 horas: "Tema Livre", com Mário Silva.

Um ano antes, em Novembro de 1985, a programação (com carácter experimental) da rádio publicada no jornal "O Mês de Guisande", com a curiosidade do primeiro logotipo:



Um pouco mais tarde, era imperioso meter ordem na casa e o Governo lá arranjou um processo de candidaturas e atribuição de frequências. Mesmo que candidatando-se com um grupo de outras boas rádios do concelho (Rádio Clbe de Guisande, Rádio de Lourosa, Rádio Santa Maria e Rádio Independente da Feira), num projecto comum designado de "RTF - Rádio Terras da Feira", as duas licenças previstas para o concelho da Feira foram atribuídas à Rádio Clube da Feira (frequência 104.90) e (com enorme surpresa) à Rádio Águia Azul (frequência 87.60 ), em 21 de Abril de 1989.

Poucos dias antes, à margem da apresentação do Programa  de Apoio às Associações Juvenis, que decorreu em Viseu, em 15 de Abril de 1989, o director do jornal "O Mês de Guisande" e da Rádio Clube de Guisande", Rui Giro, ainda teve a oportunidade de falar pessoalmente com o então Ministro da Juventude, Couto dos Santos, mas apesar das palavras de estímulo e esperança deste, tal acabou por ser inconsequente e de nada valeu o esforço.

Depois ainda subsistiu a esperança de atribuição de uma terceira frequência ao concelho numa segunda-fase, mas tal não veio a suceder.  De resto alguém no concelho, se esforçou para que não fosse atribuída uma terceira frequência.

Este foi um processo polémico em que logo se percebeu que quem melhor mexeu os cordelinhos das influências políticas recebeu a prenda.  Deu-se primazia à rádio de uma única pessoa em detrimento de uma rádio que englobava um grupo alargado de pessoas e freguesias.

É claro que depois alguém andou durante anos a fazer as devidas vénias a quem fez por isso. Coisas da política. Mas, já passaram 30 anos e alguns dos então intervenientes já por cá não andam. Coisas passadas que já não movem moinhos, nem de água nem de vento. Apenas as memórias baloiçam na brisa do tempo.

De lá para cá as referidas rádios deram muitas voltas, piruetas e cambalhotas, mas mesmo que longe dos pressupostos iniciais, lá continuam, umas vezes na onda de cima, outras na de baixo.

Pela nossa parte e de quem ficou de fora nessa época, foi pena, mas temos que admitir que era necessária ordem numa anarquia que se instalou, embora salutar. 

Certo é que enquanto durou, a "Rádio Clube de Guisande" tornou-se numa referência de cultura e convívio para muitos jovens na nossa freguesia. As memórias e saudades são, naturalmente, muitas.
De facto aqueles jovens na década de 80 não tinham internet, nem facebook, nem smartphones, e poucos tinham carro, ou, se sim, apenas chaços, mas tinham uma chama intensa e um forte espírito de grupo e partilha.

Hoje em dia, apesar dos meios tecnológicos e fácil acesso a plataformas de comunicação, incluindo de rádio e tv, não se vêem grandes projectos, sobretudo os ligados à cultura e identidade das aldeias, mas fundamentalmente boçalidades e egocentrismos. Mas há que respeitar. Afinal são novos os tempos e os sinais deles. Nem tudo mal, mas nem tudo bem.


2 de novembro de 2018

Biblioteca Abade de Pigeiros


Como a casamentos e a baptizados vão os convidados..., apenas hoje tive a oportunidade de visitar a Biblioteca Pe. Domingos A. Moreira - Abade de Pigeiros. Foi uma visita guiada pela simpática responsável, Maria de Fátima, precisamente a sobrinha do Pe. Domingos, que demonstrou conhecimento e sobretudo amor e paixão pelo rico legado deixado por seu tio. Desde os simples mas emblemáticos objectos de uso pessoal e que demonstram o sentido arquivista do sacerdote e professor, até às obras mais significativas, passando pelos manuscritos, há de facto um imenso e importante espólio, naturalmente na sua maior parte a precisar de catalogação. 
Por conseguinte, não me surpreendeu que não tivesse resposta a algumas questões ou eventuais referências documentais deixadas pelo Pe. Domingos relativamente a Guisande onde foi administrador paroquial durante uma dezena de anos para além da frequente colaboração com o Pe. Francisco. Talvez noutra altura. Mas, registei, com emoção, o facto de também ter guardado um exemplar do jornal "O Mês de Guisande", precisamente o número especial sobre a celebração das Bodas de Ouro Sacerdotais do Pe. Francisco G. Oliveira, de Agosto de 1989.

Quanto ao espaço, tem a suficiente dignidade,  mas obviamente muito longe do que seria expectável e condizente. O pé-direito é baixo e o espaço livre nas diferentes salas é exíguo e nada compatível com o que se espera de uma moderna biblioteca com amplos e iluminados espaços para além dos requisitos técnicos de controlo de temperatura e ambiente. A este respeito colhi o sentir da responsável  mas obviamente que não interessa ao caso aqui o reproduzir.

Em todo o caso, é uma biblioteca rica e diversificada, obviamente que predominando as temáticas de interesse do Pe. Domingos A. Moreira, mas também com conteúdos mais generalistas e que podem colher a atenção de visitantes ou utilizadores menos estudiosos. No entanto, a interesse de todos e do próprio espaço convém que tenha a devida dinamização de modo a que, passada a novidade, não se torne num mero arquivo morto. Um espaço na internet, individualizado ou ligado à Biblioteca Municipal, será importante pelo menos, para já, como apresentação ainda que sumária, do espaço, dos seus objectivos bem como alguns apontamentos biográficos do Pe. Domingos. O trabalho até já está feito, bastando procurar reproduzir o que sobre ele publicou a revista "Villa da Feira" edição Nº 28 de Junho de 2011, da Liga dos Amigos da Feira. Certamente que com tempo farão isso, mas não deixo de me espantar que ainda não esteja online esse espaço próprio mesmo que numa versão simplificada.

28 de outubro de 2018

2ª Noite de Fados no Centro Cívico


Ontem ao final do dia o Centro Cívico no Monte do Viso acolheu a 2ª Noite de Fados. Jantar com música ao vivo, uma boa combinação, aliada ainda à ajuda na angariação de fundos para esta importante obra do Centro Social.
Em nome da Direcção, um agradecimento a todos quantos colaboraram, tanto na cozinha e serventia como quem acedeu ao convite participando no jantar. Bem hajam!
Lamenta-se, e isto sou eu a dizer, que,  apesar de convidados, nenhum representante da Junta ou da Câmara tenha marcado presença, nem que fosse apenas para dizer olá, vou ali e já venho. 

21 de julho de 2018

Teatro no Monte do Viso
















Pelo Grupo Cénico de Lourosa, o Centro Social S. Mamede de Guisande trouxe o teatro até ao Monte do Viso. Foi ontem, pelas 21:30 horas. A peça "Flor da Aldeia", uma história divertida e bem disposta, que nos transportou ao tempo dos nossos avós, onde se mostra que a riqueza e a pobreza têm lugar para o amor, principalmente quando a riqueza é de sentimentos e a pobreza é de humildade, pureza e despreendimento. Os interesses de um casamento de conveniência nem sempre resistem às patetices de um filho e da "cegueira" de qualquer pai importante da terra, lavrador, regedor ou sr. doutor. Mas no final, os tolos são quem mais se riem e fazem rir. Assim foi.

A plateia estava bem composta mas a peça e o momento de cultura mereciam mais gente. Infelizmente muitos não são de teatros de comédia e preferem os dramas do dia-a-dia.  A vida é mesmo assim, máscaras que choram rindo e máscaras que riem chorando. É o teatro da vida onde todos, sem excepção, vivemos representando.

Já podemos tirar as botas...

16 de abril de 2018

A ilha de Black Mór



Eu sei que são opções, quase uma heresia à luz de algum fanatismo clubístico quase generalizado, mas como há vida para além do futebol (e que tal cultura?) em detrimento de assistir ao Benfica-Porto, ontem preferi ver o excelente filme de animação "A Ilha de Black Mor",  que passou na RTP 2, precisamente no mesmo horário em que decorria o jogo de futebol. 

Este filme de longa duração (85 minutos), de origem francesa, foi produzido em 2004, com um orçamento de 3,21 milhões de euros, dirigido pelo cineasta Jean-François Laguionie, um importante nome no mundo da animação gaulesa, sendo lançado em 2005. Desde então foi merecendo críticas muito positivas de vários quadrantes do mundo da animação, cultura e entretenimento. Claro que tem passado despercebido porque se situa à margem do circuito comercial do cinema de animação hollyoodesco.

O filme num registo de duas dimensões com cores planas com predominância de tons pastel e traços fortes, narra a aventura de Kid, um rapaz de 15 anos que em 1803 escapa de um orfanato situado na costa da Cornualha, onde está trancado e sujeito a um regime de quase escravidão e vai em busca do tesouro de um lendário pirata, Black Mór, do qual tomou conhecimento através de um velho professor do orfanato que nas poucas horas livres lhe lia um livro com a história do lendário capitão pirata.
No dia em que fazia 15 anos, Kid é chamado pelo director do orfanato que, seguindo as instrução do seu pai, deveria libertar o rapaz e entregar-lhe uma carta com instruções. Mas o director nega-lhe ambas e situações e tem a intenção de manter o cativeiro. Kid aproveita uma desatenção do director e escapa por uma janela, a única do orfanato sem grades, e cai directamente no mar envolvente ao estabelecimento, sendo, depois de buscas, dado como afogado.  Kid, porém, sobrevive e vai dar à costa sendo recolhido por dois estranhos que vão ficar seus comparsas na aventura da descoberta do tesouro. Com a ajuda desses companheiros e de uma rapariga, que leva de um mosteiro que assaltam na viagem (pensando ser um rapaz) consegue partir e descobrir o imenso tesouro, mas o maior de todos, para além da descoberta das suas raízes e identidade, descobriu a liberdade e o amor. O ouro e a prata ficam para trás porque para a frente é a liberdade do sonho e da aventura simbolizados no mar alto.

O enredo desta longa metragem absorveu inspiração no romance de aventuras "A Ilha do Tesouro" de Robert Louis Stevenson, e ainda em elementos fantasiosos ligados ao mundo de Júlio Verne,entre outras referências. Apesar de dirigido a crianças, o filme tem uma forte componente poética e mesmo uma abordagem técnica e narrativa mais adequadas a um público mais maduro. Em resumo, um filme para todas as idades.

Quem gostar do género, recomendo.




24 de agosto de 2017

Concerto - Banda Musical de S. Tiago de Lobão e Jorge Almeida


No dia 27 de Agosto de 2017, pelas 21:30 horas no Auditório do Centro Cultural de Lobão. Participação do conceituado trompetista Jorge Almeida.

30 de julho de 2017

1ª Noite de Fados do Centro Social

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Tal como anunciado, decorreu ontem, 29 de Julho de 2017, nas instalações do Centro Social S. Mamede de Guisande, a 1ª Noite de Fados. O evento teve como objectivo a angariação de receitas mas também proporcionar o convívio entre associados e familiares e ainda a oportunidade de fruição de um momento cultural e recreativo com a interpretação do fado, um género musical do agrado geral dos portugueses.

O salão do Centro Cívico esteve cheio, num ambiente acolhedor e agradável. No final do lauto e farto jantar as antigas salas de aulas ficaram à luz das velas e em silêncio cantou-se bom fado. Excelentes músicos (Daniel Gomes, na guitarra portuguesa e Jorge Serra na viola) e muito bons fadistas (Mafalda Campos, António Baptista e David Xavier). Uma noite memorável, certamente a repetir.

De registar a presença de David Neves, presidente do Rancho Folclórico de S. Tiago de Lobão (em cuja sede na Tabuaça decorrem com regularidade noites de fados), o qual com a sua experiência colaborou com o Centro Social na organização do evento, nomeadamente a assegurar a presença do grupo dos músicos e fadistas. Também na parte final, o presidente da Junta da União de Freguesias, José Henriques, marcou presença associando-se ao evento.

Parabéns ao Centro Social e à sua Direcção, incansável em todos os momentos da organização do evento. Parabéns também a todos os que de forma voluntária e gratuita ajudaram, nomeadamente cozinheiras e serventes de mesa. A todos um bem-haja pela sua disponibilidade e boa disposição. Parabéns, naturalmente a todos os participantes no jantar, pois para além do custo inerente ao mesmo, com boa comida e com fartura, contribuíram para a angariação de alguma receita que reverterá para as necessidades do Centro Social, ainda com elevados compromissos  financeiros e à espera de apoios de entidades oficiais bem como do despacho do acordo de cooperação com a Segurança Social, de modo a iniciar a sua regular actividade para o qual foi concebido, o de estar ao serviço da comunidade e das pessoas, sobretudo dos mais idosos.

25 de julho de 2017

Bandeira em exposição





Bandeira processional de Nossa Senhora da Boa Fortuna - Guisande. Está patente no Museu Municipal do Convento dos Lóios, em Santa Maria da Feira, numa exposição de arte sacra dedicada a Maria, uma homenagem do município de Santa Maria da Feira à devoção secular do povo português, em particular das gentes do território, à padroeira de Portugal, Santa Maria, neste ano em que se comemora o centenário das aparições em Fátima. A exposição  reúne um importante espólio artístico proveniente das 32 paróquias do concelho, composto por  46 peças – esculturas, pinturas e têxteis – de grande valor artístico, que podem ser apreciadas até 15 de outubro. A visita é gratuita.

Esta exposição, realizada no ano em que Portugal celebra o Centenário das Aparições de Fátima e a canonização dos beatos Francisco e Jacinta Marto, é uma homenagem do Município de Santa Maria da Feira à devoção secular do povo português, em particular das gentes do território, à padroeira de Portugal, Santa Maria.

Organizada pela Câmara Municipal, em parceria com Vigararia de Santa Maria da Feira, Missionários Passionistas da Feira e Santa Casa da Misericórdia da Feira, esta exposição é mais um exemplo da estreita parceria do Município com as 32 paróquias do concelho.

Local: Museu de Convento dos Lóios – Santa Maria da Feira
Horário: 9h30» 18h00 [3ª a 6ª] e 15h00» 17h30 [sáb. e dom.]
Entrada: gratuita
Contactos: tel. 256 331 070 ou e-mail museuconventodosloios@cm-feira.pt

5 de julho de 2017

XV Mostra de Artesanato - Lobão

Terá lugar neste fim-de-semana, 7, 8 e 9 de Julho, a XV Mostra de Artesanato, organizada pelo Rancho Folclórico de S. Tiago de Lobão. Depois de na edição do ano passado ter sido realizado junto à sede da colectividade, no lugar da Tabuaça, o evento de 2017 regressa ao Largo do Eleito Local.
Este é um dos importantes eventos que ocorrem na freguesia de Lobão e na União de Freguesias, por isso com já com tradição cimentada em 15 anos. O programa integra várias vertentes, como o artesanato, folclore, gastronomia e desporto. Três dias que prometem.

29 de maio de 2017

Há doces nas Caldas de S. Jorge - no próximo fim-de-semana

No próximo fim-de-semana, 2, 3 e 4 de Junho de 2017, na freguesia vizinha das Caldas de S. Jorge, na Rua Dr. Domingos da Silva Coelho, lateral ao Parque das Termas, decorrerá o Festival Doce -  X Mostra de Doçaria Conventual.
Trata-se de um interessante evento que neste ano de 2017 completa a sua décima edição. O festival é organizado pela associação local "Juventude Inquieta".












Uma curiosidade: Porque também os faço, quando alguém o solicita, num sentido geral tenho algum interesse nos cartazes enquanto elementos de divulgação de eventos mas sobretudo enquanto peças de arte gráfica. Neste contexto, pesquisando por anteriores cartazes alusivos ao "Festival Doce", para fazer a compilação, verifico que todos eles (excepto o de 2009) têm uma falha, no meu entendimento, penosa, que é a da não referência ao ano da edição, o que de algum modo complica a sua identificação e relação com o respectivo ano. Mas, como dirá alguém, são apenas pormenores...