Na Segunda-Feira, dia 17 de Agosto, com Eucaristia solene às 19.00 horas. No final da misa sairá a procissão conforme o costume, pelo adro e alameda.
"
Na Segunda-Feira, dia 17 de Agosto, com Eucaristia solene às 19.00 horas. No final da misa sairá a procissão conforme o costume, pelo adro e alameda.
O Pe. Cláudio Manuel Pereira Vieira da Silva, irá substituir o Pe. António Jorge na paroquialidade das nossas comunidades.
Nesse contexto de preparação, ontem, 29 de Julho, pelas 21:00 horas teve lugar no Salão Paroquial de Caldas de S. Jorge uma reunião com o pároco cessante, os conselhos económicos e delegados dos conselhos pastorais, tendo sido definidas as bases para os eventos de acolhimento nas diferentes paróquias.
• Guisande :
No sábado, dia 12 de setembro, pelas 18:00 horas, haverá a missa solene com tomada de posse, que será dada pelo Vigário Pe. José Carlos.
Antes da celebração, no Salão Paroquial, serão dadas as boas-vindas pelo Conselho Económico e autoridades a convidar, como o Presidente da Câmara Municipal, a Junta de Freguesia, associações e movimentos da freguesia e, naturalmente, os representantes dos diversos grupos da paróquia.
No final da missa, o Conselho Económico, com o apoio da Junta de Freguesia, organizará um lanche-convívio aberto a toda a comunidade, local e interparoquial, que terá lugar na Alameda da Igreja.
• Pigeiros e Caldas de S. Jorge :
Quanto a Pigeiros, no domingo, dia 13 de setembro, considerando o tempo reduzido devido à missa seguinte nas Caldas, ficou decidido haver a mesma prévia apresentação das autoridades e grupos locais, acompanhada da oferta de um pequeno-almoço com Porto de Honra.
Seguidamente, nas Caldas, aplicar-se-á o mesmo esquema de apresentação das autoridades e grupos locais antes do início da missa. No final da celebração, deverá ser organizado um almoço cujas condições serão definidas em reunião a ocorrer entretanto naquela paróquia, com o Conselho Económico local, grupos da paróquia e associações. Em princípio, esse almoço estará sujeito a reservas e estará aberto à comunidade local e interparoquial.
Logo que definidos os pormenores serão divulgados às comunidades.
Sem comida ou bebida, a festa não presta.
Mas na nossa, de Guisande, do Viso, está garantida a presença do Café Fornos, do Armando e da Bela Paiva, que tal como nos últimos anos, no Centro Cívico, terá uma oferta de boa comida, com petiscos vários, a tradicional sardinha assada, grelhados mistos, rojões, bifanas, sobremesas e bebida com fartura.
É uma presença que enriquece a nossa festa e que proporciona o convívio à mesa.
Cartaz - Programa da edição de 2026 da popular romaria de Nossa Senhora da Saúde, nos Carvalhos - Pedroso - Vila Nova de Gaia.
Graficamente não deslumbra, mas equilibrado e de bom contraste cromático e, acima de tudo, sem a mão da IA, que agora, numa vulgarização, é pau para toda a colher, tantas vezes sem critério e originalidade. Adiante!
Gosto e valorizo o foco dado à imagem da Senhora da Saúde bem como ao destaque do nome. E numa festa de matriz religiosa deveria ser sempre assim. Quando o artista musical tem mais destaque gráfico que a santa ou santo, vamos mal. Quanto ao programa, o habitual, sem grandes nomes mas a popularidade e matriz da festa não necessita que seja mais um festival de verão. Quando a malta vai à festa apenas para ver os artistas e nem sequer entra na capela ou igreja, diz muito do valor que damos às coisas. Nesses casos, tenho sérias dúvidas que os santos gostem que usem o seu nome apenas para um festival.
Uma curiosidade: O grupo Alfa 2 já actuou em Guisande na nossa festa do Viso, em 2017. Destaque ainda para duas boas bandas de música, a de Arrifana e a Ovarense.
Como resultado da sessão de recolha de sangue no passado Sábado, 18 de Julho de 2026, que decorreu como habitualmente nas instalações do Centro Cívico, no monte do Viso, participaram 45 pessoas e delas validadas 32 colheitas.
Um agradecimento a todo os que participaram bem como aos que organizaram.
Hoje, pelas 21:00 horas, no Salão Paroquial das Caldas de S. Jorge, reunião inter-paroquial com os elementos delegados dos diferentes grupos e movimentos no Conselho Pastoral. ´
Na ordem de trabalhos, a preparação da agenda do próximo ano pastoral e uma importante comunicação do pároco Pe. António Jorge.
É certo que nem sempre de forma regular — por vezes com números mais modestos —, mas este espaço regista, com frequência, entre 1.000 e 2.000 visualizações diárias. Pode parecer um valor modesto, mas é, na verdade, bastante significativo para uma página dedicada a assuntos de âmbito local e que publica conteúdos que nem sempre encontram divulgação noutras plataformas. É igualmente um espaço que não encontra paralelo na quase totalidade das freguesias do nosso concelho.
Com base nestes indicadores, a que se juntam os muitos sinais de reconhecimento que vou recebendo por outras vias, creio que este se tornou, de facto, um espaço de referência para a nossa comunidade, tanto para quem vive na freguesia como para os nossos emigrantes porque uma forma de acompanhar grande parte do que vai acontecendo na nossa terra nas suas diferentes vertentes.
Naturalmente, nem tudo é aqui publicado. Importa reconhecer que este espaço não tem a responsabilidade nem a obrigação de funcionar como um jornal diário, dando conta de tudo o que acontece. Em alguns casos, porque determinados assuntos são considerados pouco relevantes ou de reduzido interesse geral; noutros, simplesmente por falta de tempo.
Seja como for, os números demonstram que este espaço mantém um nível de visitas bastante expressivo, revelando que há muitas pessoas interessadas em acompanhar a actualidade da freguesia e em manter viva a ligação à nossa comunidade. É quase um serviço público, diria, e alguns dizem-mo pessoalmente. Mesmo quem o não diz, talvez por inveja, reconhece-o.
No contexto da escrita de um livro sobre a capela do Viso e sua festa, a que estou dedicado, e já em fase avançada, para além do muito material que disponho, procuro documentos ou apontamentos que contenham informações sobre relatórios de contas da festa. Também cartazes e fotografias, sobretudo antigas.
Também informações sobre composição de comissões de festas, nomeadamente por parte de mulheres, já que estas raramente eram mencionadas. Ou seja, se alguém fez parte de uma comissão de festas, que me informe em que ano e com quem.
Assim, agradeço a quem fez parte de comissões de festas que disponibilizem, caso tenham algum material, como apontamentos de contas e outros relacionados à organização da festa.
Agradeço que partilhem este pedido de modo a que chegue a mais guisandenses e assim se aumente a possibilidade de se encontrar informações que possam enriquecer o livro, o qual pretende documentar, tanto quanto possível, estes dois importantes elementos da nossa freguesia.
A procissão de velas na paróquia de Guisande realiza-se amanhã, Sexta-Feira, 15 de Maio de 2026. Será celebrada Missa pelas 20:00 horas e no final sairá a procissão pelo percurso assinalado no mapa, numa extensão de 5,0 Km.
A procissão sai da igreja, segue para as Quintães e Viso, desce até à capelinha do Senhor do Bonfim, sobe para a Barrosa, entra na Rua 25 de Abril e segue até Fornos, corta e segue pela Lama até Casaldaça, corta para a Rua de Trás-os-Lagos e segue até à Gandarinha e ali vira a sul seguindo pela Rua Nossa Senhora de Fátima até ao cruzamento da Leira onde cortta para a Igreja, terminando na alameda frontal.
Pede-se que as pessoas sigam ordenadas em duas filas, evitem ir amontoadas, e que ocupem apenas meia faixa da estrada, principalmente na Rua 25 de Abril e Rua Nossa Senhora de Fátima, as mais movimentadas.
Será hoje, logo à noite pelas 21:00 horas no Centro Cívico, no monte do Viso, a sessão de apresentação do livro "Guizande Futebol Clube - Apontamentos para a sua história".
A sessão tem organização e promoção do clube e espera-se reunir um conjunto de gente interessada bem como ligada ao clube, no passado e presente. Entre outros, foram convidados todos os ex-presidentes do clube.
A venda do livro será da responsabilidade do clube e todo o apuramento reverterá para si.
Pretende-se que o livro seja simultaneamente uma compilação de dados, datas e nomes relacionados às competições do clube, pelo que um documento de arquivo, mas também de alguns factos e uma visão das suas origens e desenvolvimento. É igualmente um tributo a todos quantos ao longo dos tempos se dedicaram, serviram e apoiaram o clube.
Na Assembleia Geral do Centro Social S. Mamede de Guisande, agendada para o próximo dia 2 de Abril de 2026, pelas 21:00 horas (Quinta-Feira Santa), devo participar na cerimónia religiosa, a que darei prioridade, pelo que não sei se a tempo de participar na sessão que, entre outros pontos, decidirá pela aprovação do protocolo tripartido para cedência e uso das instalações do Centro Cívico para funcionamento da Junta de Freguesia.
Enquanto sócio (pagante e com cotas em dia) e elemento da mesa da assembleia da Associação, confesso que estou dividido quanto a este protocolo. Desde logo porque no momento desconheço as suas condições e porque, por outro lado, não vejo vantagens significativas para as partes. Talvez os termos do protocolo esclareçam. A ver vamos.
Para além de tudo, parece-me que a utilização das instalações tem andado um pouco ao sabor dos ventos, nem sempre com critérios claros. Tem sido aproveitado mesmo por quem, num passado recente desconsiderou o Centro Social, as suas instalações, e por pessoas que nem sequer são sócias. É certo que as instalações devem estar ao serviço da freguesia, sem dúvida, mas também importa saber qual o papel dos associados. Enquanto sócio pagante, interrogo-me quanto às vantagens dessa condição, uma vez que os demais, que não pagam, na prática e no essencial do dia-a-dia, usufruiem como os que pagam.
Infelizmente, os actuais corpos gerentes, onde estou incluido, estão numa condição muito especial e apenas porque em tempo próprio não apareceram pessoas e listas interessadas em tomar conta do Centro e dinamizá-lo de uma forma mais consistente ou, pelo menos, renovada.
Por conseguinte, andamos todos mais ou menos a fazer fretes, porque nesta freguesia foi quase sempre assim: Uns a fazer, outros a maldizer, uns a pagar e outros a beneficiar. Não há volta a dar.
Em todo o caso, o Centro Cívico, mesmo que ainda sem atender ao seu propósito basilar, o de ser um Centro de Dia, tornou-se num equipamento indispensável às diferentes dinâmicas da freguesia e paróquia. Parece-me é que, para além dessa importância e utilização, essa situação não produz efeitos práticos, quer ao nível de gente interessada em fazer parte dos corpos gerentes, quer ao nível do aumento de sócios pagantes, antes pelo contrário. Daí esta minha apreciação cheia de dúvidas e até algum desapontamento, sendo que esperançado que, aos poucos, as coisas se acertem entre a freguesia e a associação.