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18/01/2026

Festividade a Nossa Senhora das Dores e ao Mártir S. Sebastião

 


Cumpriu-se hoje o voto expresso pela paróquia de S. Mamede de Guisande em 1918. Assim, teve lugar a festividade a Nossa Senhora das Dores e ao Mártir S. Sebastião, com inicío pelas 9:00 horas, com concentração na capela do Viso, seguindo-se a procissão até à igreja matriz onde de seguida decorreu a Eucaristia solene.



 Uma palavra de apreço a todos quantos colaboraram para a dignificação do cumprimento deste secular voto à intercessão de Nossa Senhora das Dores e do Mártir S. Sebastião.

Foi em 13 de Outubro de 1918 que a nossa comunidade, alarmada com o flagelo da peste que assolava a região e a freguesia, bem como a guerra que decorria na Europa, decidiram, o pároco Pe. Abel Alves de Pinho e o povo, fazer um voto ao mártir e a Nossa Senhora das Dores, para nos livrarem de tais males.

Assim foi lavrado o voto que consistia em guardar o dia 20 de Janeiro e fazer nesse dia uma festa religiosa só dentro da Igreja, com missa cantada. À tarde far-se-ia a exposição do Santíssimo. Se por qualquer circunstância a festa não pudesse realizar-se no próprio dia 20 de Janeiro seria no Domingo seguinte.

O povo devia confessar-se na véspera e comungar nesse dia. Antes da missa devia-se fazer a procissão da capela do Viso à Igreja e rezando no percurso a coroa das dores e a ladainha. Tal procissão nunca poderia ter música a acompanhar.

O voto deveria ser recomendado cumprir aos vindouros.

Assinaram o voto um conjunto de várias pessoas devotas, concretamente 38, sendo delas 5 mulheres. No grupo de pessoas que assinaram o voto, está lá o meu avô paterno, Joaquim Gomes de Almeida.

É certo quer alguns aspectos do voto, como o caso do dia, foram sendo alterados ou adaptados, mas no essencial a paróquia continua fiel no cumprimento do voto assinado pelos nossos antepassados.


Juíz da Cruz 2026

 


No final da celebração de hoje, dedicada a Nossa Senhora das Dores e ao Mártir S. Sebastião, no cumprimento de um voto da freguesia de Guisande, que data de 1918, foi feita a passagem de testemunho do Juíz da Cruz, de Carlos dos Santos Almeida para Pedro Baptista Alves.

O Carlos desempenhou a função com interesse, dignidade e responsabilidade e certamente que se espera a mesma dedicação do Pedro. Assim, sendo, votos de que seja um mandato bem conseguido e que no final do mesmo o possa resumir a orgulho e sentido de dever cumprido.


15/01/2026

Voto a S. Sebastião

 




Ao contrário do que se possa pensar, o cumprimento da devoção ao Mártir S. Sebastião na nossa freguesia de Guisande, não tem a ver com a promessa feita a nível do concelho. Tem voto próprio, do qual aqui se partilha parte do documento.

Foi em 13 de Outubro de 1918 que a nossa comunidade alarmada com o flagelo da peste que assolava a região e a freguesia, decidiram, o pároco Pe. Abel Alves de Pinho e o povo, fazer um voto ao mártir e a Nossa Senhora das Dores, para nos livrarem de tal mal.

Assim foi lavrado o voto que consistia em guardar o dia 20 de Janeiro e fazer nesse dia uma festa religiosa só dentro da Igreja, como missa cantada. À tarde far-se-ia a exposição do Santíssimo. Se por qualquer circunstância a festa não pudesse realizar-se no próprio dia 20 seria no Domingo seguinte.

O povo devia confessar-se na véspera e comungar nesse dia. Antes da missa devia-se fazer a procissão da capela do Viso à Igreja e rezando no percurso a coroa das dores e a ladainha. Tal procissão nunca poderia ter música a acompanhar.

O voto deveria ser recomendado cumprir aos vindouros.

Assinaram o voto um conjunto de várias pessoas devotas, concretamente 38 pessoas sendo delas 5 mulheres.

A terminar, importa considerar que na nossa igreja de Guisande a imagem do mártir S. Sebastião é anterior à de Nossa Senhora das Dores. Não se sabe ao certo quando é que a imagem de Nossa Senhora das Dores foi adquirida mas por 1758 sabe-se que ali não existia, ao contrário da imagem do mártir, que já então existia.

14/12/2025

Ceia de Natal 2025 - Grupo Solidário

 


Fantástica Ceia de Natal a que ontem teve lugar no nosso Centro Cívico, cada vez mais o lugar de eleição para os eventos comunitários. É já uma tradição com uma dezena de anos, organizada pelo Grupo Solidário de S. Mamede de Guisande.

Casa cheia, maioritariamente com os nossos mais velhos, mas igualmente com jovens  e crianças.

Parabéns ao Grupo, nomeadamente à sua principal responsável, a Conceição Resende. Parabéns a todos quantos fizeram parte da equipa, na cozinha, na serventia, na animação, etc. A caldeirada tradicional estava deliciosa e em quantidade.

O Pe. António, mesmo que aterefado com as coisas da comunidade inter-paróquial. nomeadamente a preparação do Crisma que acontecerá na nossa freguesia no próximo dia 20 de Dezembro, pelas 17:30 horas, mesmo que já tarde, ainda conseguiu marcar presença e jantar.

Uma palavra de carinho para todos aqueles mais velhos que, por doença ou outras dificuldades, não puderam participar, querendo. Certamente que para a próxima.

Ficamos já a contar com a edição de 2026. Falta muito, é certo, mas das coisas boas ficamos com vontade que cheguem depressa.










Na foto acima, simbólicamente e representando todos os demais que marcaram presença, dois dos mais velhos, a Ti Irene Gonçalves dos Santos e o Ti Abel Fonseca. Oxalá que daqui a um ano ainda possam participar.

27/11/2025

Peregrinação interparoquial - 7 de Dezembro de 2025

 


Peregrinação Jubilar à igreja matriz e jubilar de Santa Maria da Feira

 


Da reunião do dia 11 de Novembro entre o nosso pároco, o Diácono António Avelino e os delegados do conselho pastoral interparoquial e ainda um representante do Agrupamento de Escuteiros das Caldas, foram acertados os pormenores relativos à nossa Peregrinaçã Jubilar Interparoquial a realizar à igreja matriz e jubilar de Santa Maria da Feira. A peregrinação terá lugar no próximo dia 7 de Dezembro, um Domingo, conforme previamente planeado na nossa Agenda Pastoral.

Assim, para os que pretenderem fazer a peregrinação em caminhada, o ponto de encontro será junto à igreja matriz de Pigeiros, com previsão de saída dali pelas 8:00 horas e seguindo-se um percurso já delineado por Pigeiros, subindo à Meia Légua, depois descendo por Escapães e Sanfins, de modo a transitar por estradas secundárias e evitar tanto quanto possível as estradas principais.

Caso o tempo esteja de chuva, poderão ir em caminhada os mais corajosos e preparados e os demais poderão deslocar-se por meios próprios e da forma que melhor entenderem.

A celebração da missa será pelas 11:00 horas, prevendo-se que a chegada seja um pouco antes de modo a permitir um ensaio rápido de alguns cânticos com os elementos corais e da assembleia

Quanto à celebração, musicalmente será animada pelos grupos das Caldas, que deverão elaborar o programa, com cânticos apropriados mas conhecidos de todos, e fazê-lo distribuir em papel pelos restantes grupos das demais paróquias que assim poderão juntar-se nos cânticos.

O serviço de acólitos será coordenado pelo pároco e a envolver acólitos das 3 paróquias.

As leituras serão feitas pelas três paróquias, cabendo a Caldas de S. Jorge a 1.ª leitura, a Guisande a 2.ª leitura e a Pigeiros a oração universal.

Quanto à distribuição da comunhão, dependendo da participação, serão o pároco, o diácono e os Ministros Extraordinários da Comunhão que deverão, tanto quanto possível estarem presentes de modo a assegurarem o serviço na justa medida do que se entender como necessário, naturalmente que distribuídos pelas 3 paróquias.

Os interessados em participar na caminhada deverão preencher previamente um formulário, online e que está a ser disponibilizado também em cada paróquia, de modo a ser realizado um seguro para os participantes, que não terá qualquer custo.

O mesmo formulário também servirá para a reserva do almoço para os que pretenderem. O almoço, uma feijoada, será confeccionada e oferecida pelo Agrupamento de Escuteiros das Caldas. O almoço decorrerá nas instalações do Orfeão da Feira, próximas da igreja matriz.

Os participantes no almoço deverão levar pratos, copos e talheres. Deverão também levar bebidas e sobremesas que depois serão partilhadas. Para os que forem em caminhada, estes apetrechos poderão ser transportados por carrinha dos Escuteiros, a partir de Pigeiros, pelo que os sacos deverão ser devidamente marcados e sinalizados.

No final da cerimónia ou do almoço, o regresso às paróquias fica por conta de cada participante, usando os meios próprios.

Quem desejar e puder contribuir com ingredientes para a confecção da feijoada, como carnes e enchidos, etc, poderá fazê-lo junto do Agrupamento de Escuteiros ou entregando nas próprias paróquias

[Link para a inscrição via formulário online]

26/08/2025

O adeus a Manuel Alves

 


Como se esperava, ontem, Segunda-Feira, a cerimónia exequial  do Sr. Manuel Alves, o nosso Sr. Neca, foi bastante participada, no que também ajudou o período de férias, mesmo que, também por ele, algumas pessoas ausentes. 

Com o nosso pároco em merecidas férias, o serviço contou com a participação do jovem Pe. André Almeida Pereira, de Louredo, meu primo, e do Pe. Augusto Pereira Baptista.

Após a celebração, usou da palavra o presidente da União de Freguesias, Sr. David Neves, que enalteceu sobretudo o lado do autarca e do seu serviço à comunidade que foi o Sr. Manuel Alves em mais de uma década enquanto presidente da Junta.

Já no rescaldo da cerimónia, deambulando pelo cemitério, apanhei alguém, que não conheci a meio de uma conversa em que de algum modo parecia criticar a intervenção do presidente da Junta, classificando-a como de campanha eleitoral e que por isso “não havia necessidade”. 

Cada um tem a sua opinião, mas pessoalmente não vi a intervenção como tal, e creio que foi justa, comedida e objectiva porque, tal como eu já fiz de forma escrita através dos meus espaços na internet, realçou o papel e importância do serviço de autarca, coisa que julgo que em rigor e de um modo geral e na nossa comunidade, nunca ninguém reconheceu publicamente ao Sr. Neca esse papel e importância. 

Infelizmente, no geral somos assim, um bocadinho virados para a ingratidão e algo invejosos” em vez de enaltecer e valorizar, mesmo que, certamente, com o benefício de algumas dúvidas e defeitos que todos temos.

Creio, que como já escrevi, será justo que a futura Junta de Freguesia de Guisande tenha um sinal de deferência, mesmo que a título póstumo. 

Em resumo, acho que esteve bem o presidente da União de Freguesias e pela parte que me toca, fico reconhecido por esse reconhecimento. Pessoalmente apenas dispensaria as palmas, porque não se justificavam no contexto e local, porque mais de contemplação, mas há sempre alguém com as mãos ligeiras esquecendo o local onde estão. Mas, também creio que dispensava os aplausos o próprio David Neves. Quanto ao defunto, o reconhecimento da freguesia deve ser bem mais amplo e em contexto institucional.

Certamente, que o enaltecimento da figura da pessoa mas sobretudo do autarca, poderia ser feito com igual ou mais propriedade por qualquer pessoa de Guisande, mas nestas coisas nunca sabemos se agradamos aos familiares, ou não. Eu próprio não me custaria fazê-lo, e estou certo que outros que conheceram bem a faceta de autarca do Sr. Neca,  mas nestas coisas há hierarquias e princípios que devem ser seguidos e por isso, como foi feito, a meu ver foi o adequado.

Registei também a presença do ex-presidente da Câmara da Feira, Alfredo Henriques, que se associou nos pêsames à esposa e familiares próximos. Foi um gesto bonito pois afinal ambos tiveram relações institucionais durante vários e anos e até mesmo alguma relação pessoal. Terão faltado outras figuras gradas a quem também ficaria bem estar presente, mas nestas como noutras coisas, só faz falta quem cá está.

Que descanse em paz o Sr. Neca e que, de afcto venha a merecer num futuro próximo algum reconhecimento institucional e da comunidade, mesmo por parte de quem nesse contexto de serviço público e luta partidária foi adversário.

20/06/2025

O mocho veio à missa


No final da Missa de Corpo de Deus, em Guisande, nesta Quinta-Feira, alguém se apercebeu de que um pássaro terá voado até à lateral sul do altar-mor. Até foi dito que seria "uma pomba".

Recolhida, afinal era uma cria de mocho galego, mesmo com alguns palpites de que seria uma coruja, no que não surpreende pois as igrejas, sempre foram um local preferido de nidificação. Não sabemos de que zona terá vindo, se do vão da cobertura ou algum local por detrás do altar, mas certo é que, a esvoaçar ali veio parar.

Foi recolhido e entregue à GNR e depois por esta direccionado para  um serviço de recolha e protecção de aves, no caso o Zoo de Santo Inácio, em Avintes - Vila Nova de Gaia,, que garantirá a sua protecção e cuidado.

16/06/2025

Jubileu Diocesano da Família - 15 de Junho de 2025 - Gondomar

 


O Multiusos de Gondomar foi palco, neste fim de semana, de duas grandes celebrações promovidas pela Diocese do Porto, que convidaram à comunhão, à solidariedade e à valorização da vida familiar e comunitária. A Peregrinação Jubilar dos Frágeis e do Mundo da Saúde teve lugar no sábado, 14 de Junho, enquanto o Jubileu Diocesano da Família se realizou no domingo, 15 de Junho.

A primeira celebração, dedicada às pessoas em situação de fragilidade e aos profissionais de saúde, teve início com o acolhimento dos participantes, seguindo-se a celebração penitencial e um período de confissões individuais. O ponto alto foi a Eucaristia, momento de conforto espiritual e forte vivência comunitária.

No domingo, as atenções centraram-se nas famílias. O Jubileu Diocesano da Família começou pelas 10h00, com um piquenique partilhado e momentos de animação de rua dinamizados pelas diversas vigararias da diocese. A Eucaristia final, celebrada às 15h30, incluiu uma homenagem simbólica aos casais a assinalar 10, 25, 50 e 60 anos de matrimónio, num gesto que reuniu, como habitualmente, cerca de 4000 pessoas. Cada casal jubilado recebeu um diploma alusivo à data, assinado pelo bispo do Porto, D. Manuel Linda, como sinal de reconhecimento e gratidão pelo testemunho de vida conjugal.

Em nota enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese do Porto destacou que estes encontros tiveram como objectivo reforçar os valores da fé, da família e da união, constituindo um contributo relevante para a edificação de uma comunidade mais solidária e espiritual.

Da paróquia de Guisande, apesar da pouca aderência dos casais elegíveis e convidados, estiveram representados 3 casais, um com 60 anos, Arménio Costa e Conceição Santos, e dois com 25 anos, Alcino Pinto e Marisa Pinho e Filipe Santos e Paula Cristina Gomes de Freitas.

Para o próximo ano o evento diocesano está marcada para Penafiel.










08/06/2025

Tão bem que leem....

 


Quando ouço as nossas crianças a ler em diferentes situações de celebrações religiosas, ligadas à Catequese, e presumo que o mal é geral, pergunto a mim próprio o que é andam a fazer nas escolas ou se têm professores a sério quanto ao grau de exigência, ou se apenas no regime de quanto baste. É que, tirando da equação as mais novas e ainda nas primeiras classes e até algum nervosismo, em regra leem mal, muito mal, sem os pressupostos a uma boa leitura, coisa que os professores de outros tempos ensinavam e obrigavam. Mas eram outros tempos e hoje em dia a disciplina e rigor estão substituídos pelo “deixa andar” e ao “sabor do vento”. Deste modo são desleixados os princípios fundamentais como, ler com clareza, compreensão do que se lê, respeitar a pontuação, entoação, ritmo e expressividade, e outros mais, desde logo a prática regular de leitura em voz alta e não apenas interiormente.

Seja como for, com as actuais tecnologias em que bastará apenas saber accionar botões e dar ordens para se apresentar contas e textos, convenhamos que a tarefa é difícil para os professores e o grau de pouca exigência tantas vezes já reside nos pais e educadores, também eles com falta desses atributos de leitura e escrita.

Mas se no geral leem mal, não é difícil supor que escreverão pior. Mas isso é outra história. Além do mais, muitos adultos também têm tanto que aprender no que se refere à leitura pública, sobretudo no contexto litúrgico. Eu próprio não me sinto o melhor dos exemplos, embora me esforçe.

Retomando ao ponto das crianças lerem as leituras em missas  mais ou menos solenes, onde a importância do ministério exige que se observem certas condições: idade, preparação, capacidade de ler bem, entendo eu e vários especialistas, que preferível seja que a iniciação das crianças, ao acto da leitura, seja feita em celebrações da Palavra que lhes sejam especialmente destinadas. 

Em resumo e em contrapartida,  há quem considere que as criancinhas a ler nas missas ficam sempre bem na fotografia, os papás gostam e os responsáveis acham que com isso poderá a árvore dar frutos. A experiência diz-nos que quase nunca, até porque terminada a catequese, ou antes, a larga maioria deixa de frequentar, mas, continuamos todos a ter essa esperança. Pode ser que na cidade de Nínive desta reallidade de alheamento, residam um ou dois leitores futuros. Se assim for, poderá ter valido a pena alguns sacrifícios de os ouvir ler tão mal a ponto de muitas vezes pouco ou nada se perceber quanto mais entender.

Haverá opiniões contrárias, legítimas, considerando que não é tanto assim, ou que devemos relevar, mas é precisamente esta desculpabilização, esta condescendência que faz com que o nosso grau de exigência ande nivelado por baixo. Para estas e para outras coisas. De resto, o bom sempre foi inimigo do óptimo, dirão!


[imagem: aleteia.org]

27/05/2025

LIAM celebra o seu 40.º aniversário


Neste próximo sábado, dia 31 de Maio, o Grupo da LIAM da paróquia de S. Mamede de Guisande celebrará o seu 40.º aniversário.

A celebração eucarística terá lugar pelas 17h30, sendo presidida pelo sacerdote espiritano Pe. Edward Apambila, natural do Gana (África), que já nos acompanhou na celebração do ano passado.

Antes e depois da missa, decorrerá a tradicional Feirinha Missionária, cuja receita, resultante da venda de diversos produtos, reverterá a favor dos Missionários do Espírito Santo, apoiando as suas obras e ações sociais em prol das Missões.

No final, como já é habitual, haverá certamente um momento de merecido convívio fraterno entre os elementos do grupo.

Ao longo destes 40 anos, o Grupo da LIAM tem sido um verdadeiro exemplo de dedicação e serviço missionário. Naturalmente com fases de maior ou menor intensidade, mas sempre com espírito de perseverança e entrega, contribuindo de forma constante para causas missionárias de valor incalculável.

Na vida da paróquia, o grupo é também um elemento agregador, que dinamiza iniciativas, fomenta o espírito comunitário e enriquece a vivência eclesial e missionária como um todo.

Parabéns ao nosso Grupo da LIAM!

Bem-haja por estes 40 anos de missão, testemunho e entrega!

30/04/2025

Participação na XXIX Peregrinação Nacional dos Acólitos - Desmarcada

Informa-se que a ida a Fátima para participação na XXIX Peregrinação Nacional dos Acólitos, que teria lugar, amanhã, Quinta-Feira, 1 de Maio de 2025, está desmarcada.

Apesar de reservado com tempo, tendo sido feitos vários avisos e divulgação diversa junto da Comunidade Interparoquial, bem como do empenho dos acólitos responsáveis, não foram reunidas as condições de número de participantes para tornar viável o transporte por autocarro.

A organização agradece aos que mostraram interesse.

Esta situação, deve, contudo, ser motivo de auto-reflexão, quanto ao que leva a que numa ampla comunidade interparoquial, com três paróquias, mesmo com muitos acólitos, não reuniu o interesse a ponto de ser possível ir em peregrinação num autocarro.

20/04/2025

Grupo Coral de Guisande e os meus cânticos

 


Durante pelo menos 15 anos (período de 1990 a2005) escrevi e compús dezenas, quiçá centenas, de cânticos para o Grupo Coral de Guisande. Para todas as partes das celebrações, como cânticos de entrada, kyries, glórias, salmos responsoriais, aleluias, santos, ofertório, comunhão, acção de graças e louvor. Davam, digo eu, para várias missas.

Passados todos esses anos, tenho ainda o privilégico de, com regularidade, ouvir o Grupo Coral a integrá-los nos seus serviços.

Ainda nesta Semana Santa, pelo menos o salmo responsorial cantado na Sexta-Feira, de forma muito expressivo pela Joana Bastos, "Pai, nas Vossas mãos, entrego o Meu Espírito". Também na missa de vigília no Sábado Santo, o cântico  que acompanhou a água nova benzida à pia baptismal, "Ó fontes da salvação".

Este cãntico, próprio de baptismo ou benção das águas, tem a particularidade de ter sido composto para o serviço da missa de baptismo da Bruna, neta da Lurdes Lopes, filha do Domingos e da Liliana, num coral composto por elementos da família e que tive o privilégio de ensaiar e tocar. Foi em 9 de Outubro de 2004. O tempo voa!

Felizmente, a selecção de cânticos no Grupo é vasta e de qualidade, e é impossível tocar tudo, mas, como disse, muitos desses meus cânticos têm merecido a consideração do Grupo Coral, quer em missas de fim-de-semana, quer em muitas celebrações mais festivas, nomeadamente na Páscoa ou no Natal.

Não é um elogio gratuito ou interesseiro, mas genuíno, o que faço em relação ao nosso Grupo Coral, pois mesmo com as limitações de elementos, quase sempre cumpre o que dele se espera e na maioria das vezes com muita qualidade. De muitos grupos de outras paróquias que tenho ouvido, alguns com qualidade e dirigidos e compostos por gente também de qualidade e com formação coral e musical, todavia, se entre eles, não desmerece o nosso Grupo.

Parabéns, pois, ao nosso Grupo Coral de Guisande, e faço votos que se mantenha unido por muito tempo e que não se percam as boas vozes que ainda tem, mesmo com o natural sacrifício pessoal, porque os seus elementos têm naturalmente as suas vidas pessoais e familiares e nem sempre é fácil participar em todos os ensaios e nas celebrações.

10/02/2025

Cerimónia de encerramento das Visitas Pastorais à Vigararia da Feira

Conforme programado, decorreu hoje na igreja matriz de Santa Maria da Feira, pelas 15:30 horas, a cerimónia celebrativa do encerramento das Visitas Pastorais realizadas na Vigararia de Santa Maria da Feira. Foi presidida pelo senhor Bispo do Porto, D. Manuel Linda, e contou também com a participação do seu bispo auxiliar, D. Roberto Mariz que, recorde-se, esteve entre a nossa comunidade interparoquial em Junho de 2024, bem como na maior pate das paróquias da região Douro Sul.

Estiveram ainda presentes os padres, onde se incluiu o nosso pároco, Pe. António Jorge de Oliveira, e diáconos da Vigaria e o respectivo Vigário, Pe. José Carlos.

A cerimónia, decorreu com vários momentos musicais, testemunhos de grupos e organismos das paróquias, como crismandos, conselhos pastorais e económicos, que estiveram envolvidos nas Visitas Pastorais.

Falou ainda Amadeu Albergaria, presidente da Câmara Municipal da Feira, seguindo-se a intervenção de D. Roberto Mariz, resumindo a sua experiência das Visitas que efectuou às diferentes paróquias e às realidades e dinâmicas das mesmas, testemunhando que viu em cada uma delas comunidades bem vivas. O conjunto de intervenções foi rematado com as palavras de D. Manuel Linda.

Terminou-se a cerimónia com o cântico do Hino do Jubileu e a benção final. De seguida houve lugar à oferta de um Porto de Honra, no claustro do Convento dos Lóios.

Foi uma interessante cerimónia em que para além de tudo o que se disse que se esperava que se dissesse, D. Manuel Linda, entre vários reptos, apelou a uma maior interacção em todos os níveis das paróquias e à unidade dos grupos, para que deixem de lado as questões menores em favor do bem maior, da unidade e serviço a favor da comunidade e sobretudo dos mais frágeis e carenciados. 

Também pediu aos párocos para priveligiarem a interacção e acolhimento aos jovens, chamando-os a participar nos momentos da comunidade, bem como no assumir de responsabilidades, de modo a que esse sangue novo possa ser esperança de renovação. Reconhecidamente não é tarefa fácil, e de resto tendo sido convidados a estarem presentes os jovens crismandos, foi pouco notória a sua presença neste momento, mas é um trabalho que tem de ser feito com vontade e persistência.