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13 de junho de 2024

Postal do Dia - Os Ministros Extraordinários da Comunhão


Creio que quem vai frequentando os serviços litúrgicos e pastorais da nossa paróquia sabe o que são os Ministros Extraordinários da Comunhão, abreviados por MEC´s. Não serão necessárias grandes explicações.

Na nossa paróquia temos cinco ministros: o António Conceição, o José Almeida, a Fernanda Eva Silva, a Lurdes Lopes e a Cisaltina Coelho, embora esta, por dificuldades de saúde, não tem estado a exercer. Foi também, de forma dedicada, o Alberto Gomes de Almeida, mas já partiu há uns anos (Outubro de 2012).

Muitos, de forma ligeira e pouco dados a ver para além do óbvio, pensarão que é serviço ou função de pouca importância, mas na realidade é mais do que isso. Desde logo porque como qualquer serviço à igreja, implica comprometimento e dedicação e com isso, tantas vezes, incómodos para o dia-a-dia das nossas coisas. Por isso é que são poucos os que se aventuram a assumir serviços na comunidade. Nada se ganha de visível, passa-se por se ganhar, e à perda de tempo soma-se, não raras vezes, fama indesejada sem proveito.

Os nossos Ministros da Comunhão, para além do que é mais visível e notório, o ajudar o pároco a distribuir a sagrada comunhão durante as missas ou a orientar a reza do Terço, têm sobretudo um papel e missão importantes que é a da visita domiciliária aos doentes, pessoas em idade avançada e em situação de fragilidade e de mobilidade e que assim aos Domingos têm a oportunidade de manter essa ligação de fé e comunhão eucarística. E resulta deste acto, também uma função social, afectiva e caritativa já que há sempre tempo e lugar para uma pequena conversa de ânimo e que tão bem faz a quem durante a semana está preso na sua própria casa ou remetido à cama. Só quem passa por elas é que valoriza estas situações.

Por conseguinte, no que diz respeito à apreciação e entendimento que possamos ter em relação às pessoas que noutras ou na nossa comunidade asseguram este serviço, devemos ter em conta a sua importância e dentro do possível saber prestar esse reconhecimento ou pelo menos não o menosprezar.

[foto: voz portucalense]

8 de junho de 2024

Visita Pastoral Interparoquial - Programa - Cartaz

 


Página online da comunidade interparoquial

 


Está activa a página online da comunidade interparoquial de Caldas de S. Jorge, Guisande e Pigeiros. 
É um projecto simples, despretensioso, numa plataforma gratuita, por isso sem quaisquer custos, mas pretende-se que, de forma eficaz, dentro do espírito sinodal que vivemos na Igreja,  seja um elemento de divulgação e partilha dos diferentes eventos e momentos que vão acontecendo nas dinâmicas litúrgica e pastoral das respectivas comunidades.
Agradece-se a partilha e naturalmente o acompanhamento regular até porque dela farão parte os habituais avisos dominicais. 
Está também publicado o cartaz do programa da Visita Pastoral Interparoquial que acontecerá na última semana deste mês de Junho.

6 de junho de 2024

Residência Paroquial - Plantas

 



Em 2018, por isso há 6 anos, a pedido do Pe. Farinha, então nosso pároco, procedi ao levantamento e desenho das plantas dos pisos da residência paroquial.

Para além deste trabalho, a título gratuito, fiz também o levantamento fotográfico dos elementos construtivos sendo naturalmente visíveis situações que mereciam na altura como agora, obras de requalificação.

É certo que a residência exteriormente tem bom aspecto, está relativamente bem conservada, até porque foram sendo realizadas obras, nomeadamente pinturas e colocação de caixilharias em alumínio, substituindo as antigas em madeira, mas interiormente padece de muitos problemas, até porque deve-se ter em conta que este tipo de construção antiga (e ela foi edificada originalmente por 1907), tem uma estrutura interior muito baseada em madeira, tanto nas paredes como nos soalhos, tecto e armação da cobertura.

Em todo o caso, costuma-se dizer que o dinheiro não chega para tudo e vai-se acorredendo às situações que em cada momento se consideram como mais necessárias e prementes, como agora com as obras no Salão Paroquial. Mas importa, a todos nós, comunidade, não desmazelar a conservação de um património que, mesmo sendo da esfera da Igreja, é de todos nós.

A residência paroquial de Guisande está recheada de apontamentos históricos interessantes, desde os relacionados à sua construção (por 1907), à sua alienação pela década de 1920 e posterior aquisição, com contornos ainda muito misteriores e que a seu tempo procurarei partilharei por aqui.

Para já, as plantas dos dois pisos da residência conforme existente e que não difere muito do que terá sido a planta original, salvo as obras que o Pe. Francisco foi fazendo, nomeadamente com a introdução de uma casa de banho e a sua ligação pela parte interior, com adaptação na zona da cozinha.

22 de maio de 2024

Postal do dia - Partiu a Rosarinho


Não, não pretendo copiar a rubrica do jornalista Luís Osório, que bem melhor do que eu escreve, mas de quem nem sempre estou de acordo, porque também muito cingido a uma agenda politicamente correcta, mas porque postais do dia se deparam a qualquer um que tenha olhos e cabeça entre as orelhas. Olhar para o lado de pouco serve.

Ontem houve funeral em Guisande, com uma grande participação de que não tenho memória em tão grande número, senão o mais participado, seguramente  um deles, quer por uma boa parte da comunidade local, quer de gente vinda de fora.

E compreende-se o motivo: Dava-se sepultura a uma pessoa filha da terra, filha de boa gente e família, e que Deus permitiu que fosse praticamente a  meio de uma vida que se espera a um ser humano. Mas também sabemos que as contas de Deus, ou do destino para quem menos dado a esta amplitude da fé e crenças espirituais, não se fazem assim de forma académica, matemática, estatística. Todos sabemos que o mais comum é morrerem os mais velhos, mas pelo meio são muitos, e infelizmente cada vez com maior predominância, os que vão em idades jovens, na flor da vida, seja por acidente, porque cada vez mais nos expomos aos perigos, seja por doenças fatais, por  incidência genética mas em muito pelo modo de vida que levamos, pelo que comemos e bebemos, pelos medicamentos que ingerimos por tudo e por nada. 

Se é certo que já não se morre por causas que no passado eram comuns e frequentes, desde logo a falta de vacinas, cuidados médicos e hospitalares , ainda por má nutrição e condições deficientes de  higiene, a verdade é que tem vindo a aumentar a prevalência de mortes em idades consideradas jovens.

Seja como for, são contas e desfechos sempre imponderáveis e até que a ciência médica, já tão desenvolvida, chegue a um ponto de nos imortalizar ou prolongar a vida para além dos limites que consideramos actualmente como expectáveis, seremos sempre confrontados com mortes relativamente prematuras, como agora com a Maria do Rosário Giro, a Rosarinho para os mais chegados. Acontece a cada momento e em cada lugar, mas só damos conta do drama e profunda tristeza quando a fatalidade nos bate à porta, nos chega a casa, aos nossos, aos próximos, à comunidade.

Mas dizia, partiu a Rosarinho e às suas cerimónias fúnebres acorreram familiares, amigos e de um modo geral todos quanto tinham relações familiares, de amizade pessoal,  de mera relação comunitária ou até mesmo profissional ou de outras ligações. Concerteza que a maioria só conhecia a Rosarinho de forma circunstancial  e por conhecimento da sua relação com os demais familiares, desde logo o falecido pai, a mãe, os dois irmãos, o marido e a filha, e por isso ali estavam não tanto, a maior parte, pela homenagem pessoal a quem partiu mas em solidariedade para com quem cá ficou com a dor e a tristeza pela partida de um dos seus de sangue e de relação. É assim em todos os funerais e percebe-se.

De facto a Rosarinho, que naturalmente bem conhecia desde criança, e de um modo geral a freguesia, pelo rumo próprio que deu à sua vida pessoal, familiar e profissional, com certeza que  já não era uma pessoa de muita ligação à nossa paróquia nem foi dela participativa nos diferentes contextos. Todavia, era uma das nossas, e nestas coisas uma comunidade expressa-se sempre de forma sentida e comovida e a tristeza e pesar da família é também partilhada por cada um de nós. E quem passou por elas compreende o quanto é importante um abraço sentido, uma palavra de conforto e incentivo à coragem. 

É nisto que uma comunidade local e pequena como a de Guisande tem de positivo. Terá já sido mais solidária, é certo, mas mesmo com os desligamento dos novos tempos, felizmente, ainda tem muito de seu e por isso na hora de partida de um dos seus, sobretudo quando nestas idades e circunstâncias, une-se e partilha a mesma dor e tristeza. 

Assim, partilhei eu, e muitos dos presentes, um abraço sentido com o Rui Giro, de quem prezo ser amigo desde sempre, desde os 8 anos em que na escola primária partilhava comigo a sua caixa de 12 lápis de cor e depois no percurso e ligação que tivemos na Associação Cultural da Juventude de Guisande, no jornal, na rádio, no teatro, etc. E ainda depois na Associação “O Despertar”. 

Igualmente um abraço de conforto à D. Célia, a mãe, a professora, que não chegou a ser a minha, mas que também pela relação que tinha com o Rui, era naturalmente muito chegado e frequentava a casa com regularidade. Da D. Célia, todos reconhecemos as suas qualidades humana e pessoal e Guisande, freguesia e paróquia, é toda uma comunidade que lhe reconhece valor e prestígio ou não passassem por ela gerações a quem ensinou a ler, a escrever e a fazer contas, certamente que escolares mas também de vida. É doloroso a qualquer mãe ver partir um filho, uma filha, mas certamente que mesmo que com uma imensa dor e tristeza saberá ainda dar esta úlitma lição, a da coragem que sempre se reconhece a uma mãe.

Também um abraço ao Alexandre, sempre bem disposto e positivo, apaixonado pelas pombas e que numa certa analogia vê agora uma pomba próxima partir para mais não regressar ao pombal da casa, à família. Ambos, mãe e irmãos, com certeza que terão a Rosarinho bem viva nos seus corações e nas suas memórias.

Do marido Paulo e da filha Leonor, naturalmente que só conhecidos de vista, mas neste momento de perda e dor, certamente que a esposa e mãe permanecerá viva e contarão com a família para de algum modo mitigar a perda e a dor. O tempo tudo cura, mas leva tempo, mas será sempre um desafio encontrar na tristeza e vazio algo que ajude a superar. É aqui que entra a fé e a esperança. Creio que ambos, a família, serão capazes de encontrar esse lenitivo.

Na missa de corpo-presente, celebrada pelo Pe. Benjamim e acompanhado pelo nosso pároco Pe. António, as palavras e a homilia do Pe. Benjamim foram sempre motivo de reflexão e emoção, porque com o seu peculiar estilo, fala de coração e recorrendo a testemunhos de muita gente que em circunstâncias parecidas, também viu partir e que acompanhou nos últimos tempos de vida. Emociona, faz soltar as lágrimas de comoção mas conforta e reconforta.

Bem sabemos que mesmo nestes casos, há sempre uma tendência do elogio fúnebre, fácil, por vezes aqui e ali com uma pontinha de exagero ou sobrevalorização das virtudes de quem se sepulta, mas é perfeitamente compreensível e de algum modo positivo se for num sentido de chamar aos presentes a importância que devemos dar às nossas vidas e da relatividade das mesmas, por isso a ter em conta o desfecho que a todos está por natureza destinado e como tal importará valorizar cada vez mais as coisas boas, as pessoas, as nossas relações humanas com vista à preparação do destino que a todos espera. 

Com mais ou menos fé no que será o nosso destino depois da morte, é sempre bom e enriquecedor que enquanto por cá andarmos o façamos como se cada dia fosse o último e que no fim de contas, a nossa imortalidade permanecerá para quem quem cá fica, apenas pela memória e mérito do bem que formos capazes de fazer, quer a cada um de nós quer ao próximo ou à comunidade. 

Dos fracos não reza a história e quem por cá passa de forma fútil e negativa, poderá ser lembrado por algum tempo, por poucos,  mesmo que com despeito, mas dificilmente será lembrado e evocado para sempre e por todos. Facilmente cairá no esquecimento e permanecerá por todo o sempre sob a poeira do tempo.

Está em paz a Rosarinho e permanecerá viva entre a comunidade e seguramente entre os seus.

13 de maio de 2024

Pormenor do terço de Nossa Senhora do Rosário

 


Pormenor do rosário que faz parte da imagem de Nossa Senhora do Rosário, da nossa igreja matriz, invocação do uma secular confraria e irmandade que existe desde 1733, perto de completar 300 anos.

9 de maio de 2024

10 anos sobre a benção da imagem de Nossa Senhora do Rosário



Passam neste dia 9 de Maio, 10 anos sobre a benção da réplica da imagem de Nossa Senhora do Rosário. Foi, pois, em 9 de Maio de 2014, numa sexta-feira, na missa que antecedeu a Procissão das velas. 

A imagem foi mandada fazer a um mestre santeiro, por iniciativa do Grupo de Leitores da Paróquia, com angariação de fundos em que participou a generalidade da comunidade.

Esta escultura foi colocada  provisoriamente junto ao altar do Mártir S. Sebastião,  e com a intenção de ser usada em procissões de modo a preservar a imagem antiga e centenária. Seria de fazer um nicho próprio.

Como réplica que é, a nova imagem tem as principais características e semelhanças da imagem original, tendo aproximadamente o mesmo tamanho, mas mais pequena. A principal diferença é o facto do vestido do Menino Jesus ser esculpido enquanto que na imagem original o vestido é feito de tecido. Mesmo o rosário que pende da mão de Nossa Senhora tem muitas semelhanças com o original, nomeadamente no adorno em tecido de fio de ouro e no crucifixo. O rosto de Maria é mais jovem e mais sorridente comparativamente à imagem original, menos expressiva.

Contas da campanha:

Receitas:

- Venda de rifas para sorteio: 1.000,00 euros

- Tasquinha de comes-e-bebes, em Junho de 2013: 326,63 euros

- Cantar das Janeiras: 575,62 euros

- Donativos particulares: 240,37 euros

Total de receitas: 2.142,62 euros

Despesas:

- Aquisição da imagem de Nossa Senhora  e respectivo rosário: 1.800,00 euros

- Saldo (Positivo): 342,62 euros

29 de abril de 2024

Salão Paroquial em obras






O Salão Paroquial de Guisande, tal como o conhecemos, foi edificado na primeira metade dos anos 1960, tendo a maior parte das suas obras sido realizadas no ano de 1964 e foi concluído em 1965.

Foi edificado no mesmo lugar onde até então existia a chamada "Casa dos Mordomos" ou "Casa das Sessões", uma construção com um único piso e que se destinava a apoiar as comissões de festas, bem como era ali que ocorriam as reuniões da paróquia e da Junta de Freguesia.

Está neste momento em obras, no que era uma necessidade. Depois de colocadas portas exteriores em alumínio, está agora a ser aplicado o revestimento térmico (capoto) nas fachadas bem como revestimento dos pisos nas salas no Andar e ainda pinturas. Para já desconhece-se o custo previsto para tais obras.


Nesta fotografia acima, de 8 de Julho de 1964, o salão quando andava em obras de construção.

19 de abril de 2024

Primeira Comunhão - Domingo 21 de Abril de 2024

 



Será já neste próximo Domingo, 21 de Abril de 2024, pelas 11:00 horas na igreja matriz, que terá lugar na nossa paróquia a celebração da Primeira Comunhão. Seriam 10 as crianças participantes, mas em virtude de uma delas estar hospitalizada, serão 9, sendo 6 meninas e 3 rapazes.

8 de abril de 2024

Pároco em visita aos doentes

Com a minha idade e o correspondente caminho andado, já não me prendem preocupações de fazer, dizer ou escrever coisas com o propósito premeditado de agradar a gregos e a troianos, a este ou àquele. Por isso, sem fretes ou paninhos quentes, mas apenas o exprimir de uma percepção muito pessoal, considero que para lá das opiniões sustentadas ou meramente decorrentes de um certo "achismo" andadeiro e superficial, que cada um poderá ter, é de enaltecer a atenção e o interesse dispensados pelo nosso pároco, Pe. António, aos mais velhos, sobretudo aos que na condição de doentes e limitados e por isso normalmente ausentes dos serviços litúrgicos. Parece-me esse interesse genuíno.

Ora este enaltecimento é acrescido pelo facto de tal atenção se alargar às suas três paróquias no que resulta inevitavelmente em mais de duas centenas de pessoas nessa situação, que não é fácil até porque por diversos e alheios motivos, vê gorada a visita. Ora ainda ontem, em Guisande, passou quase todo o dia de Domingo nessa correria, e mesmo já pelo final da tarde, de modo a poder visitar todos antes de uma merecida semana de pausa depois da azáfama que foi a Semana Santa e Páscoa.

Bem haja, por isso!

Concerto da Banda Musical de S. Tiago de Lobão na igreja matriz

 



No contexto do programa "Quatro Estações", a Banda Musical de S. Tiago de Lobão realizou neste Sábado, 6 de Abril, pelas 21:00 horas, na nossa igreja matriz, um concerto designado de "Primavera".

 Foi um momento bonito e acolhedor com a nossa igreja matriz cheia de gente a assistir. Pessoalmente fiquei com pena de ver pouca gente de Guisande. Não há como deixar de o dizer e lamentar,  mas de facto não somos gente de ir à missa da cultura.

Parabéns à Banda e a todos quantos tornaram possível este momento.

31 de março de 2024

Visita Pascal - Guisande - 2024

 








Equipas (compassos) da visita pascal na nossa paróquia neste ano de 2024, encabeçadas pelo Juiz da Cruz, Armindo Monteiro Gomes.


[clicar nas imagens para ampliar]

30 de março de 2024

Via Sacra 2024 - Grupo de Jovens



















Ontem, Sexta-Feira Santa, depois da celebração da Adoração da Cruz, pelo Pe. Benjamim, decorreu no Salão Paroquial a encenação da Via Sacra. Tendo em conta o estado do tempo, com chuva e muito frio, foi tomada esta opção e em meu entendimento funcionou bem, resultando num momento de intimidade e oração. 

A interpretação de cada uma dos quadros ou estações da Via Sacra foi adequada e muito simbólica. Sob um ponto de vista de encenação, teatralidade, gestão dos movimentos em palco e expressão dramática dos intervenientes , e mesmo enriquecimento do cenário, há coisas a melhorar, mas estamos certos que acontecerá em futuras edições. Para uma primeira vez foi muito positivo.

De enaltecer o esforço e participação entusiasta do Pe. Benjamim, sempre muito cativador, e que dirigiu a parte da oração. Uma palavra de apreço para a parte coral que acompanhou cada um dos momentos. O salão esteve bem composto de participantes o que ajudou à vivência. 

Em resumo, um momento muito interessante a marcar positivamente este Tríduo Pascal na nossa comunidade. Parabéns ao Grupo de Jovens da paróquia pelo seu entusiasmo e participação. Certamente que esperamos mais momentos destes, nomeadamente na vertente teatral que é sempre convidativa e traz-nos à memória outros tempos em que aquele espaço do salão se enchia. Nunca é tarde!

Bem hajam!






























22 de março de 2024

Visita pastoral interparoquial - Encontro em Pigeiros

Resumo do encontro de ontem, 21 de Março de 2024, pelas 21:00 horas no Centro Cívico de Pigeiros, com os representantes e elementos dos grupos paroquiais das Caldas de S. Jorge, Guisande e Pigeiros.

Foi apresentado o esquema do programa que havia sido elaborado na anterior reunião com o nosso pároco Pe. António Jorge, o diácono António Avelino e os delegados ao Conselho Pastoral Vicarial.

De um modo geral o programa conforme delineado foi aceite pelos presentes, merecendo apenas algumas observações para alguns dos aspectos de logística e organização de alguns dos eventos, nomeadamente quanto ao momento de oração de Taizé, a envolver os grupos de jovens, no parque da Várzea, em Pigeiros, por eventualmente não reunir condições de ambiente propícias à oração e reflexão. Sobre este assunto ficou de se abordar o concessionário do café que funciona no local, de modo a perceber-se se é possível uma parceria e reserva do espaço permitindo as condições adequadas. Também o Sr. Pe. António ficou de expor a situação ao sr. Bispo para avaliar da sua opinião e da realização ou não nessas condições em ambiente aberto.

Outras considerações suscitadas: Também, face ao expectável elevado número de pessoas que poderão ocorrer à igreja matriz das Caldas de S. Jorge na celebração do Crisma, ficou no ar a eventualidade de se poder celebrar de forma campal, no parque do Calvário. Não será a melhor solução, porque pode estar calor ou chuva e obrigar a uma logística mais trabalhosa. Assim por princípio, embora ainda sob consulta ao sr. Bispo, mantém-se o propósito de se realizar na matriz. Claro está que previamente a comunidade terá que ser sensibilizada a nessa dia ou na véspera, participar nas celebrações alternativas em qualquer uma das três paróquias, reservando-se a matriz das Caldas apenas para os crismandos, pais e padrinhos e pessoal participante da liturgia como coral, acólitos, leitores, ministros da comunhão.

Também o almoço final de despedida, será em princípio do tipo partilhado e a decorrer nas Caldas. Em todo o caso nesse dia o Sr. Bispo não poderá demorar para além das 15:15 horas pois terá que ir para Grijó onde às 16:00 horas celebrará o Crisma na comunidade local.

Finalmente, um ou outro aspectos, como alguns dos almoços à semana ainda não definidos, ainda a adaptação de um ou outro horário, que não ficaram fechados mas serão resolvidos a seu tempo.

No geral o programa foi aceite pelos presentes e está definido, pelo que será apresentado ao Sr. Bispo e como tal ainda sujeito a ajustamentos em face da sua vontade e agenda. Depois em função do que ficar decidido, havendo ou não necessidade de ajustamentos, será sempre necessário operacionar todos os eventos, distribuir tarefas e responsabilidades, sobretudo nos momentos em que haverá uma participação interparoquial, como aquando da recepção e boas vindas, que será no Monte do Viso e Centro Cívico em Guisande, o encontro de jovens em Pigeiros  e o almoço partilhado na despedida nas Caldas de S. Jorge.

O pároco Sr. Pe. António Jorge irá comunicando com a comunidade e grupos conforme as coisas se forem desenvolvendo.

13 de março de 2024

Reunião interparoquial para definição do programa da Visita Pastoral.


Conforme havia sido previamente agendada e anunciada, decorreu ontem, Terça-Feira, 12 de Março, pelas 20:00 horas, na residência paroquial de Pigeiros, uma reunião interparoquial (Caldas de S. Jorge, Guisande e Pigeiros) que contou com a presença do pároco Pe. António Jorge, o diácono António Avelino Valinho e os delegados das três paróquias ao Conselho Pastoral Vicarial, Eng.º António Cardoso, A. Almeida e Paulo Valinho.

A reunião teve como objectivo a elaboração da proposta do programa da Visita Pastoral, pelo bispo auxiliar do Porto, D. Roberto Mariz, que ocorrerá na semana de 24 a 30 de Junho próximo e que culminará com a administração do sacramento do Crisma.

Dentro do possível foram considerados os momentos antes propostos em reuniões com os representantes dos diversos grupos paroquiais. Alguns dos temas considerados abrangem o acolhimento no primeiro dia (de S. João), Segunda-feira, 24, que em princípio será em Guisande, no Monte do Viso e Centro Cívico, com missa campal e convívio partilhado e sardinhada, encontros com os grupos paroquiais e demais colectividades das freguesias e poder local. 

Seguir-se-ão nos demais dias, visita a bairros sociais e encontro com idosos e doentes e grupos de cariz sócio-caritativo, visitas a algumas empresas e comunidades escolares, encontro e convívio de jovens e crismandos, na Várzea - Pigeiros, na Sexta-Feira, 28, encontro com a catequese e encontro com crismandos no Sábado, 29. 

Também as celebrações religiosas  nas diferentes paróquias e mantendo os mesmos horários das missas e finalmente a celebração e administração do Crisma, no último dia da visita, Domingo, 30 de Junho, que deverá ocorrrer na igreja matriz das Caldas de S. Jorge, sendo que antes e nos horários habituais serão realizadas as missas dominicais, tanto em Guisande como em Pigeiros. Será ainda realizada missa campal na festa que ocorrerá no lugar de Azevedo, em honra de N.ª S.ª de Fátima e S. Pedro.

O programa agora esquematizado será ainda apresentado em novo encontro interparoquial a acontecer no próximo dia 21 de Março, pelas 21:00 horas no Centro Cívico em Pigeiros, onde certamente, sob consulta dos presentes, serão ajustados e definidos alguns pontos. Depois, o programa será proposto ao Sr. Bispo, pelo que ficará ainda sujeito a ajustamentos em função da sua agenda. Só depois é que será dado como fechado e divulgado na íntegra.

A reunião de ontem foi demorada mas proveitosa, tendo durado quase quatro horas, já que eram muitas as questões e momentos a definir e enquadrar com ponderação e algum fio-condutor nos diferentes dias da visita.

7 de março de 2024

Celebrações da Semana Santa 2024 - Interparoquial

 


Reunião interparoquial - 06 de Março de 2024


Realizou-se no dia de ontem, Quarta-Feira, 06 de Março de 2024, pelas 21:00 horas, no Salão Paroquial de Guisande, um encontro reunião com vista à discussão dos pontos a integrar no programa oficial da Visita Pastoral que o Bispo auxiliar do Porto, D. Roberto Mariz, fará às paróquias de Caldas de S. Jorge, Guisande e Pigeiros, na semana de 24 a 30 de Junho próximo.

Presidiu à reunião o pároco Pe. António Jorge, fazendo ainda parte da mesa o diácono António Avelino e os delegados paroquiais ao Conselho Pastoral Vicarial. Na assembleia, cerca de quatro dezenas de representantes e elementos dos diferentes grupos paroquiais.

Os delegados expuseram aos presentes os resultados colhidos ao nível das reuniões paroquiais realizadas na semana anterior, vários deles comuns nos mesmos pressupostos e objectivos. Por todos e pelo pároco foi ressalvado que a dificuldade estará agora em integrar o máximo de eventos e em função da agenda do bispo, que eventualmente estará sujeita  a acertos.

Foram propostos alguns esquemas de distribuição dos dias da semana e de modo a respeitar-se a ordem da celebração das missas semanais, isto é, Terça e Quarta-Feira nas Caldas de S. Jorge, Quinta-Feira em Pigeiros e Sexta-Feira em Guisande. Na Segunda-Feira será dedicada ao acolhimento, o Sábado para um evento comunitário comum e no Domingo a celebração interparoquial do Crisma que em princípio será na igreja matriz de S. Jorge.

Em todo o caso, elencados os vários momentos ou acções, ficou decidido realizar-se uma nova reunião, apenas com o pároco e os delegados de modo a verterem e conciliarem as diferentes propostas num programa único e que procure respeitar os objectivos e pressupostos comuns. A reunião restrita onde se procurará elaborar e fechar o programa será essa reunião no próximo dia 12 de Março, Terça-Feira, pelas 20:15 horas na Casa Paroquial em Pigeiros.

Ficou ainda agendado um encontro para o dia 21 de Março, Quinta-Feira, pelas 21:00 horas, também em Pigeiros, no Centro Cívico, já com a presença de todos e com o objectivo de divulgar o programa definido na reunião de 12 de Março, sendo que depois ficará ainda sujeito à anuência e confirmação posterior pelo senhor Bispo. 

1 de março de 2024

Paróquia - Encontros - Ministério do Leitor


Nesta semana realizaram-se na nossa paróquia dois encontros: Na Terça-Feira, 27 de Fevereiro, pelas 21:30 horas, no Salão Paroquial, reuniram-se os representantes de grupos com a finalidade de definir as acções e momentos a incluir no programa geral da Visita Pastoral que o bispo auxiliar do Porto, D. Roberto Mariz realizará às três paraóquias do Pe. António Jorge de Oliveira, de 24 a 30 de Junho próximo, culminando com a administração do Crisma, numa celebração interparoquial conjunta.

Já ontem, Quinta-Feira, 29 de Fevereiro, pelas 21:00 horas, também no Salão Paroquial, sob a orientação do Diácono António Avelino, da paróquia de Caldas de S. Jorge, realizou-se um encontro com elementos dos três grupos de leitores de ambas as paróquias, num contexto de partilha e formação do papel do leitor na liturgia e da forma mais adequada da relação com a Palavra. 

Foram abordadas algumas questões, nomeadamente quanto à liturgia no período da Semana Santa, que se aproxima e ainda alguns tópicos sobre o Ministério do Leitor, que em princípio será tema a desenvolver no próximo encontro agendado para Setembro, depois das férias. O encontro terminou por volta das 22:30 horas.


Sobre este Ministério do Leitor, seguem-se as ideias base da sua razão de ser, da sua função e fundamentos:

1. A função própria do Leitor instituído é proclamar a Palavra de Deus nas assembleias litúrgicas. Com efeito, a leitura dos textos bíblicos na assembleia não é ofício presidencial, mas sim ministerial: com exceção do Evangelho, cuja proclamação é reservada ao diácono ou, na sua falta, a um presbítero, todas as restantes leituras são da competência dos leitores, que as devem efetivamente proclamar, mesmo que estejam presentes ministros de ordem superior (IGMR 99; OLM 51).

2. Para além dessa sua função própria, os leitores podem ser chamados a desempenhar durante as celebrações litúrgicas, a título de suplência, funções de outros ministérios: na falta de Salmista, recitará os Salmos interleccionais; na falta de diácono ou cantor, poderá ser ele a apresentar as intenções da Oração universal; na falta de diretor do canto e de comentador, poderá ser ele a dirigir o canto e a orientar a participação dos fiéis nas celebrações. Por fim, o Diretório para a celebração do Domingo na ausência de Presbítero coloca-os, a par dos acólitos, entre os leigos a dar precedência para a condução desse tipo de assembleias litúrgicas

3. Mas seria minorar a missão do Leitor instituído confiná-lo a um desempenho ritual. De facto, a Liturgia é «cume e fonte» (SC 10). Coerentemente, a epifania litúrgica do ministério confiado aos Leitores obriga a alargar os horizontes do serviço eclesial que lhes é confiado para além do momento da celebração. Assim, o Motu Proprio Ministeria Quaedam propõe-lhes tarefas de mais lato alcance pastoral, como preparar os fiéis para a receção frutuosa dos sacramentos (catequese…), ajudar na organização da liturgia da Palavra, e assegurar a formação do grupo dos leitores aos quais, por encargo temporário, se pode confiar o exercício de facto deste ministério.

4. Em suma, o leitorado é um ministério a conferir não apenas a quem leia bem nas celebrações litúrgicas, mas sobretudo a quem se disponibiliza para colaborar na organização das atividades de evangelização e catequese, dando coerência e consistência ao seu serviço litúrgico.

Formação:

5. Não é fácil ser leitor, nem se improvisa e, acima de tudo, tendo em conta o amplo leque das funções que lhe são atribuídas. Com efeito, os leitores devem ser aptos e diligentemente preparados. Em primeiro lugar eles devem deixar-se imbuir, impregnar inteiramente pela Palavra de Deus que hão de amar, de que farão o seu tesouro mais precioso e o seu alimento quotidiano. Hão de aprofundar o seu conhecimento da Sagrada Escritura mediante uma leitura assídua, um estudo diligente, uma oração fervorosa e um testemunho credível. Sintetizando, diremos que a sua preparação há de ser geral e particular; remota, prévia, permanente e concomitante ao exercício da função. Quanto à preparação específica, ela deve abarcar, pelo menos, as seguintes alíneas:

Formação bíblica que capacite para a compreensão dos textos nos respetivos contextos e géneros literários, e na perspetiva unitária e englobante da história da salvação;

Formação litúrgica que lhes dê um conhecimento efetivo do sentido e estruturas da Liturgia da Palavra e da sua conexão com a Liturgia Eucarística e com os outros Sacramentos e Sacramentais. Em particular, deve conhecer por dentro a estrutura e organização dos lecionários, dominando os critérios que presidiram à seleção, ordenamento e harmonização das leituras;

Formação catequética, nomeadamente na área da pedagogia da fé e do acompanhamento da iniciação cristã nas várias faixas etárias;

Formação técnica e prática no capítulo da dicção e da leitura proclamada em voz alta, bem como das artes e técnicas da comunicação oral, designadamente da leitura proclamada em público, com ou sem amplificação artificial. Ler bem em forma de proclamação em público não é fácil, mesmo para quem já se habituou a dominar o nervosismo e a emoção de falar perante uma assembleia. Não basta uma boa alfabetização. A arte de proclamar bem em público assenta certamente em dotes naturais, mas estes devem ser sublimados pelo estudo e pela técnica, e partir de uma experiência pessoal de encontro com o texto a proclamar.

 6. Se toda a vida cristã deve ser bíblica, muito mais assumidamente o deve ser a espiritualidade do Leitor: uma vida de oração inspirada e nutrida continuamente no contacto familiar com a Palavra de Deus, que vive e floresce na Liturgia e é a alma de todo o apostolado. A atitude do Leitor em relação à Palavra de Deus deve corresponder à de João Baptista em relação a Cristo, a da «Voz» em relação ao «Verbo»: «convém que Ele cresça e eu diminua» (Jo 3, 30).