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2 de outubro de 2022

Num mar colorido




Na apresentação do livro de género infantil, “O meu vizinho camelo”, pouco sentido faria se elas próprias, as crianças, não marcassem presença e, mais do que isso, de forma activa.

Assim, logo de princípio, e com o total anuimento da Junta da União de Freguesias, na pessoa do seu presidente, David Neves, defini que seriam criados alguns momentos intercalares com leitura de contos, e no caso, porque não concebo contos infantis sem serem ilustrados, acompanhados com as ilustrações.

Um dos momentos consistiu na leitura de quatro pequenos contos, de autoria de Maria Isabel César Anjo, com magníficas ilustrações da saudosa Maria Keil, cada um referente às quatro diferentes estações do ano. Perfeitos exemplos de conciliação e complementaridade do texto e da ilustração.

Creio que funcionou muito bem. Bem sabemos que as crianças, tanto mais quando juntas, navegam num barco colorido sobre ondas de imaginação e envoltas nesse constante balouçar, alheiam-se dos olhares dos adultos. Ora na sala, esse mar colorido era quase literal. 

Percebo que às tantas, com os discursos chatos dos adultos, e com o avançar das horas, as crianças já começavam a querer continuar a sonhar, mas já não nesse mar agitado e colorido que se instalou na sala mas nos seus vales de lençóis.

Mas no geral, valeu a pena, por nós, adultos, e certamente que por elas. Claro que gostaria de ter mais crianças a ler, mas naquele contexto parece-me que foi na medida certa quanto possível.

Pegando neste parâmetro do possível, preocupei-me em ter ali mais crianças para além das que foram solicitadas e procurei chamar pais com crianças e vários disseram presente. Estiveram, por isso bastantes, mesmo, sabendo que, infelizmente, elas vão sendo raras nas nossas comunidades como consequência do nosso modelo de sociedade. 

Mas as coisas são como são e não valem a pena lamentos e comparações com as três ou quatro crianças que agora nascerão em Guisande anualmente, com as 30 que nasciam há 50 anos atrás.

Bem haja às crianças presentes, às que leram de forma empenhada e naturalmente aos pais.

Teremos que pensar mais à frente num qualquer evento em que o tema seja só os livros e contos infantis em que o protagonismo seja só delas, das crianças.

Bem hajam a todos.

Nota: Peço desculpa aos pais e a elas próprias por as expor aqui, mas é por uma boa causa.

Utopia

Num Outono vestido de Primavera,

Reuniu-se um conclave de sonhos e utopias

Em que tomaram a palavra as palavras

Para dizerem, simplesmente: - Estamos aqui!


Nada mudou porque ainda és quimera,

Trilhas os caminhos que já seguias,

Duros, por onde só passam as cabras,

Mas, mais à frente, algo espera por ti.


O sonho, a realidade? Seja lá o que te for dado,

Importa sonhar, sempre, nem que seja acordado.

29 de setembro de 2022

Redundância

Olhar com olhos de ver,

Falar com a boca plena,

Escutar com as orelhas todas,

Apalpar com os dedos tácteis.


Mas diferente poderia lá ser?

É de rezas, repetidas, a novena

As mulheres são dadas a modas,

Umas difícies, outras fáceis.


Que mania esta e nossa, a de redundar.

Mais do que mania, chega a ser ânsia,

A de repetir, teimosamente a teimar,

Em que tudo seja assim, redundância.

27 de setembro de 2022

Falar bem, maldizer, o fácil, o difícil

Não tenho muitos amigos no Facebook.  Em número ainda não reuni 500. Talvez porque desses terei pedido amizade apenas a meia dúzia. De todos os demais tive o privilégio de me terem solicitado amizade. Também terei recusado outros tantos, desconhecidos, ou de raparigas bonitas com nomes abrasileirados que nos aparecem por cá com uns convites para partilhar coisas boas. Mas como sou de um tempo em que aprendi a desconfiar de grandes esmolas a troca de palha, prefiro recusar tais generosas "amizades".

Desses quatrocentos e muitos amigos que tenho nesta rede social, naturalmente que serão bem menos os que me têm mesmo como amigo e  menos os que tenho como tal. Alguns até parecem inimigos, mas, vá lá, toleram-se.

Mas ainda bem que assim é. Fossem esses quatrocentos e muitos, bons e verdadeiros amigos, daria uma trabalheira a tratar deles. Sim, porque a amizade, é dos livros, deve ser cultivada. Ora cultivar amigos e amizades não é como plantar batatas, cebolas ou alhos. É bem mais trabalhoso e requer o uso de bom estrume, rega frequente e cuidado na protecção contra as inconstâncias do tempo e parasitas.

De certo modo, um cultivador de amigos e amizades é como um lavrador, que comprometido com as suas culturas, não tem horas para se deitar, para comer, enfim, não tem tempo para tratar de si próprio porque por vezes preocupado com os outros.

Nos tempos que vão fazendo os dias presentes, convenhamos, a malta de um modo geral não gosta de empregos de lavrador. Prefere o certo ao incerto, pegar e despegar a horas normais; Andar de espinha direita, com mãos sem calos e unhas sem terra ou estrume. Talvez por isso o negócio de quem pinta e decora unhas está em alta.

Não perdendo o fio à meada, dizia que de todos classificados pelo Facebook como meus amigos, naturalmente que sempre que tenho oportunidade e pretexto, sobre um ou outro mais próximos, gosto de os enaltecer, nas suas virtudes, mesmo que com alguns humanos defeitos, com sentimento mas sem paninhos quentes. No fundo, exercer e aplicar a tal analogia de usar bom estrume nas plantas para que estas sejam produtivas.

Mas, por isso, dou comigo a pensar e mesmo a confirmar, que nestes coisas de falar e escrever bem sobre os outros, os nossos amigos, mesmo que não entrando em intimidades, mas apenas raspando no lado público, é bem mais difícil do que falar mal, de maldizer, criticar. 

Não supreende, pois, que a norma, porque mais fácil, seja o dizer mal, desprestigiar, desconsiderar. E estas acções nem precisam ser executadas na forma de escrita. Há muitas outras formas, por vezes mais penosas e acutilantes  porque subliminares, ocultas. E deste mal padecemos todos. Não me excluo. 

A vida, é pois, uma aprendizagem permanente. É como um mar amplo em que, desde que se aviste um farol a rasgar o breu da noite, há sempre tempo de virar o leme, de fugir aos penhascos traiçoeiros, em última análise, evitar o naufrágio.

Em conclusão ou remate, devemos sempre teimar em realçar o lado mais positivo das coisas e de modo especial, das pessoas. Terão, naturalmente, facetas escondidas, mas talvez nelas a luz supere a escuridão e bastará isso para prevalecer um centelha de humanidade. Afinal, até as plantas mais espinhosas dão doces e saborosos frutos.

26 de setembro de 2022

Ao longe, o mar

Aqui e agora, no tempo pleno e no espaço,

Doce e macio, qual fruto a cair de maduro,

Não sei o que pense, não sei o que diga

Que de substancial possa pensar ou dizer.


Sinto-me de cima abaixo envolto em cansaço,

Como peregrino amassado num caminho duro,

Como trovador com a boca seca, sem cantiga,

Como criatura vivida já pronta a morrer.


Mas será essa a natureza dos seres,

Uma contemplação de coisa perdida,

Quando, afinal, enquanto puderes,

Há ainda caminho, há ainda mais vida?


Pois bem! É levantar, então a fronte,

Na serenidade plana de um rio avançar,

Porque a vida começa, ténue, na fonte

E só se cumprirá no encontro do mar.

25 de setembro de 2022

Sublimação

Sou uma rocha de musgo vestida,

Incrustada em seio de montanha

Sob a asa sombria de um carvalho,

Num longo, perene, dia de Verão.


Sou solidez inerte, mas com vida,

Impossibilidade da física, façanha.

Sou pequeno, ínfimo, pouco valho,

Num desvanecimento em sublimação.


Não mais que gás, molécula em deriva,

Poeira cósmica presa à gravidade,

Sou só pedra amorfa, orgânica, viva,

Cidadão da terra, pó, humanidade.

30 de maio de 2022

Paz interior



Tanta canseira afadiga o homem

Além de tudo quanto diz e faz;

Coisas fúteis que o consomem

Quando, afinal, lhe basta a paz.


Esse afago de mansidão interior,

É, afinal, o bem mais precioso:

Desperta sereno o negro turpor

De um viver triste, só, doloroso.


A paz calma como bem supremo,

É como lago na placidez da água,

Em que apenas o doce bater do remo

O desperta à vida, o viver sem mágua,


Homem, pára! Afrouxa esse fragor

Medonho de todos os teus rios

Feitos de água de lágrimas e suor

E dá-lhes a calma dos vales macios


A.Almeida

19 de maio de 2022

Desespero

Desci já ao poço mais fundo,

Negro, frio, de uma tristeza sem fim;

Corri no alvoroço do mundo,

Cego, vazio, numa palidez de marfim.


Assim triste, indolente, sem vida,

Um mar de dúvidas logo se agiganta;

O caminho torna-se beco sem saída

E dele tentar fugir, que adianta?


Mas nessa lassidão de má sorte

Que nos tolhe, mutila, emudece,

Talvez ainda, por última prece

Venha o prémio, a paz, a morte.


A. Almeida

2 de maio de 2022

O valor do agradecimento


Tenho, em diversas ocasiões, contribuido com donativos para causas que me sensibilizam, pessoal, animal ou pela natureza, mas com pena por não o poder fazer mais vezes e de forma mais substancial. Todavia, mesmo que de forma simbólica, procuro fazê-lo sempre que a causa me parece honesta, justa e fundamentada. Mais recentemente, na campanha do Movimento Gaio para aquisição de um terreno na serra da Freita, para reflorestação com arborização autóctone (objectivo já conseguido). Também ali deixei o meu simbólico donativo.

Isto sem bandeiras, mas apenas para salientar que em várias dessas ocasiões em que contribuimos era expectável um agradecimento, mesmo que simples e breve, ou mesmo, vá lá, automático. Mas nem sempre há esse retorno. 

Ora o agradecimento fica sempre bem a quem pede e recebe.Não é necessário que seja público, acompanhado de fanfarra e foguetes, mas bastará que discreto e pessoal.

Por conseguinte, em alguns dos serviços de partilhas de ilustrações em que participo, recebo muitas vezes alguns donativos, a que no meio se designam por "café"; ou seja, alguém gosta do nosso trabalho, aproveita-o e de forma reconhecida pode doar um qualquer valor para "se tomar um café". Ora sempre que isso acontece, e felizmente muitas vezes, procuro sempre agradecer, mesmo que seja 50 cêntimos ou 1 euro. 

Ainda agora, a troco da imagem aqui publicada, uma ilustração muito simples como fundo (background), base decorativa para mensagens, recebi 50 euros de uma italiana. Dá para cafés para o mês todo e ainda sobra, mas naturalmente que, para mais de forma expressiva, dá gosto ser reconhecido e por isso o agradecimento é tão saboroso como a recompensa.

Infelizmente o valor do agradecimento anda pelas ruas da amargura porque enfunados com a nossa importância e com os nossos reis na barriga, somos pouco dados ao agradecimento, ao reconhecimento ao "obrigado!",ao "obrigada!, ao "parbéns!". Em contraposição, o normal é a inveja. 

Somos, no geral, uns mãos largas no que toca a distribuir inveja e ressentimentos.

Se chegou até ao fim de texto, obrigado!

24 de abril de 2022

Pe. André Almeida Pereira - Missa Nova













Neste dia 24 de Abril de 2022 celebrou Missa Nova na sua terra Natal, S. Vicente de Louredo, o Pe. André Almeida Pereira, dos Missionários Passionistas.

Um orgulho ter um sacerdote na família. Que Deus o proteja e lhe dê uma vida repleta de bênçãos ao serviço da Igreja.

21 de abril de 2022

Um livro ao professor Rodrigo


Ontem tive o ensejo e o prazer de oferecer o meu simples livro ao professor Rodrigo Sá Correia.

Sendo um "risco" oferecer um nosso livro a alguém que foi professor, e sobretudo de português (creio não estar enganado), certamente que a sua leitura terá sempre esse sentido analítico e admito que não faltarão por ali, no livro, algumas coisas a merecer reparos no olhar de um professor, mas como nesse aspecto tanto a publicação como seu autor não se apresentam como pretenciosos, creio que me há-de relevar.

Em todo o caso é mesmo um prazer a simples oferta, porque tenho de há muito uma natural consideração por esta figura guisandense, pela sua relevância enquanto cidadão e pela sua longa intervenção cívica na sua, minha e nossa freguesia. Desde atleta do Guisande F.C. dos primeiros tempos, bem como pela sua participação como dirigente e sobretudo como autarca, naturalmente que me merece uma natural estima e consideração. Guisande bem que precisaria e ganharia com mais pessoas com a sua bagagem cívica e intelectual.

Para além de tudo, sempre que com ele contactei, não só em contexto pessoal como inclusive em representação da Junta da União das Freguesias (nomeadamente no processo de compra/venda de um seu terreno contíguo ao cemitério), mostrou sempre ser afável, receptivo, compreensivo, dialogante e pragmático. Ora nem sempre estas virtudes abundam em muitos de nós na nossa freguesia, já que tendemos a complicar o fácil, a dificultar o óbvio e a esgrimir a importância do nosso rei na barriga.

Naturalmente que todos aqueles por quem tenho como amigos ou pessoas de estima, me merecem igualmente a mesma deferência mas penso que é de justiça realçar aqui de forma muito simples e pública a figura e pessoa do Prof. Rodrigo Sá Correia, mesmo com as naturais diferenças e posicionamentos que possamos ter.

Fica, pois, aqui esta referência.

14 de abril de 2022

Bora lá, borra cá

Por tudo e por nada,

Por esta palha dá cá,

Já é frase cansada,

O "malta, bora lá!"


Apetece dizer; -Basta!

De tão foleiro que soa.

Já cansa de tão gasta

Porque se diz tão à toa.


Não que não se possa,

Dizer a interjeição,

Mas, assim, faz mossa

Na fala da perfeição.


Pois, bora lá, isto!

Pois, bora lá aquilo!

O borá lá, está visto,

Vende-se, e bem, ao quilo.


De tanto falar, bora lá,

Calão usado e abusado,

Por borá lá, por borra cá,

Ainda se acaba borrado.


Vá lá, só mais um bora, lá!:

Pronto! bora lá! Acabou!

Já, pois, não está cá

Quem tal coisa assim falou.

Paradoxo existencial

E quem não sonha, acordado,

De olhos fixos, luzentes,

Ou quem não viaja, parado,

De pés cansados, dormentes?


Somos o que não somos, até,

Que sejamos o que quisermos:

Deitados, morrendo em pé,

Alevantados, no chão enfermos.

Ao Senhor do Bonfim


Ali, na capelinha sobranceira

Ao regato que embaixo passa,

Está Jesus, o Senhor do Bonfim;

Porque numa prece derradeira,

Em alcançando tamanha graça

Alguém lá a fez, simples assim.


Quando a fé ao divino se abraça

O Homem toma-se de tal coragem,

Mas poucos  sabem porque  o foi;

Dizem que por atendida a graça

De um bom fim em penosa viagem,

Ou por resgatado à morte um boi.


A. Almeida

13 de abril de 2022

Peregrinar



No bucolismo verde de antigos caminhos

Percorro com sede  memórias passadas;

Eu e minha alma, avançando sozinhos

Sem que nos acossem as almas penadas.


O caminho, diz-se, faz-se caminhando,

Com o passado atrás e futuro adiante;

Mas, que estranho, se recuo avançando,

Com o tão perto, lá atrás, bem distante.


Importará ao homem, a cada momento,

Por os pés ao caminho, enfim, caminhar,

Indo ao encontro como santo peregrino;


Nesse caminhar solitário, benfazejo,

Há rosto e lábios à espera de um beijo

Há uma vida e depois morte por destino.


A. Almeida

12 de abril de 2022

"Palavras floridas" - O meu primeiro livro

 


Recebi hoje os exemplares do meu primeiro livro que havia mandado imprimir. Tem o título de "Palavras floridas - Porque a poesia é Primavera". São quase 200 páginas com alguns simples poemas e alguns curtos contos e outros escritos.

Por ora não estará à venda, sendo essencialmente par oferecer a familiares, amigos e a alguém por quem tenha estima e que dê algum valor a estas coisas da escrita e poesia.

Sem desconsideração por tantos familiares e bons amigos, a quem entretanto pretendo ofertar, como disse, fiz questão que o primeiro exemplar do meu livro "Palavras Floridas" fosse oferecido ao Carlos Cruz (Cruzadas. 

Desde logo como retibuição da sua simpática oferta do seu também primeiro livro "Ao longo dos tempos", e porque também, sem querer, faz agora parte desta dupla de "loucos" dispostos a perder tempo e a gastar umas coroas com estas coisas de livros, tanto mais com uma "léria" chamada de poesia.

Como o refiro no livro, "...se duas andorinhas não fazem a Primavera, ajudarão certamente a que seja mais florida".

Posto isto, não espero muito, mas com a esperança de que um pardal  possa ver um dos seus como colorido.

Entretanto, estou a preparar o próximo, a sair, se não antes, daqui por um ano.

11 de abril de 2022

Genealogia - Famílias Almeida e Fonseca - As minhas raízes


Os meus avós paternos - Maria da Luz e Joaquim Gomes de Almeida
 

A genealogia é uma disciplina auxiliar da História que estuda a origem, a evolução e a dispersão das famílias, assim como dos seus respectivos nomes, sobrenomes ou apelidos. 

Uma árvore genealógica pode ser reconstituída com recurso à consulta de documentos escritos, como nos diversos actos legais. Entre nós, para além dos dados existentes nas Conservatória do Registo Civil, os mais comuns são os antigos assentos paroquiais que registavam os baptizados/nascimentos, casamentos e óbitos. Os livros mais antigos, quando não perdidos ou destruídos, foram para o Arquivo Distrital de Aveiro e mesmo para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo. 

Mas muitos outros documentos podem ser usados e consultados, como inventários, testamentos, escrituras, actos religiosos, actos militares, judiciais, etc. Não é de todo fácil quando se pretende começar do zero, mas há quem se preste a isso de forma diligente e metódica. Dá trabalho, comporta tempo e gastos.

Por conseguinte, determinar a origem e sequência geracional de uma família não é para todos, porque é tarefa que esbarra em muitas dificuldades e são frequentes os becos sem saída em alguns ramos.

Seja como for, será sempre interessante que de um modo ou outro saibamos dar importância a esta questão e saber quais são as nossas raízes, e inventariá-las de modo tão profundo quanto possível e tomar notas e apontamentos de modo a que possam subsistir para as gerações futuras.

Em tempo passado estive tentado em começar a montar a árvore genealógica da minha família, começando pela ramo paterno, mas depois acabei por deixar o assunto de lado.  Mesmo agora não tenho, por enquanto, pretensões a retomar de forma exaustiva o empreendimento, porque continua a requerer tempo disponível, que ainda não tenho, e diligências que requerem também tempo. Seja como for, deixo por ora alguns apontamentos que hão-de servir para futuro trabalho.


O princípio:

Eu, Américo da Fonseca Gomes de Almeida, sou um (o segundo) de oito filhos de António Gomes de Almeida e de Eugénia Alves da Fonseca, nascido e criado no lugar de Cimo de Vila, na freguesia de Guisande, ali encostadinho à traseira da capela do monte do Viso. Já depois de casado, em 1988, habitei no lugar da Igreja e depois desde 1994 no lugar de Casaldaça onde construi casa e nela vivo. 

Quanto ás minhas raízes do lado paterno:

Pegando na ponta do novelo do ramo paterno, o pai do meu pai, o meu avô, era Joaquim Gomes de Almeida, nascido no lugar de Cimo de Vila, freguesia de Guisande, em 27 de Abril de 1885, filho de Raimundo Gomes de Almeida (meu bisavô), também do lugar de Cimo de Vila, Guisande, e de Delfina Gomes de Oliveira (minha bisavó), do lugar de Casal do Monte, freguesia de Romariz.

O pai do meu avô, meu bisavô paterno, foi Raimundo Gomes de Almeida, abastado lavrador do lugar de Cimo de Vila, Guisande, que nasceu em 19 de Janeiro de 1849 e faleceu com 56 anos de idade no dia 10 de Dezembro de 1905. Era filho de Domingos José Gomes de Almeida (meu trisavô paterno) e de Joaquina Rosa de Oliveira, do lugar da Barrosa (minha trisavó paterna).

O meu bisavô paterno, Raimundo Gomes de Almeida, era neto paterno de  Domingos José Francisco de Almeida e de Maria Felizarda de S. José (meus tetravós), estes do lugar da Barrosa, Guisande, e neto materno de Manuel José de Matos e de Maria Rosa de Jesus (meus tetravós), do lugar da Lama, Guisande

O meu bisavô paterno foi baptizado em 24 de Janeiro de 1849 e teve como padrinho Raimundo José de Almeida e como madrinha Joanna Rosa de Almeida, do lugar da Lama, Guisande.

Por sua vez, o meu avô paterno era o mais novo de três irmãos, sendo o mais velho, Raimundo Gomes de Almeida, nascido a 1 de Setembro de 1880, tendo falecido no estado de solteiro, com 28 anos, em 5 de Abril de 1908. Terá sido acometido por um ataque quando passava a cavalo junto à presa das Corgas, na zona de Centes - Cimo de Vila, tendo ali caído e perecido, desconhecendo-se se fulminado pelo ataque, se por afogamento. 

Este meu tio-avô, Raimundo, também conhecido por Raimundinho, teve como padrinhos de baptismo o seu primo Raimundo José de Almeida, do lugar da Lama, Guisande, e Maria de Oliveira, de Romariz, familiar por parte da sua mãe Delfina.

Pelo meio da prole, o meu avô tinha como irmã uma Joaquina Gomes de Oliveira, nascida a 6 de Março de 1882 e baptizada a 9 desse mês e ano, tendo tido por padrinhos António José de Oliveira e a sua avó materna. Faleceu em 4 de Agosto de 1969 com 87 anos.



Joaquina Gomes de Oliveira - irmã de meu avô-paterno.


Esta Joaquina veio a casarm com 22 anosm em 13/09/1904 com Sebastião José Correia, da freguesia do Vale, em 13 de Setembro de 1904, tendo este falecido ainda novo, com 40 anos, em 23 de Abril de 1922. Ambos estão sepultados no Cemitério Paroquial do Vale. Tiveram um grande número de filhos (meus segundos primos), nomeadamente a Josefina Gomes de Oliveira, nascida a 31/01/1906 e falecida a 05/11/1981, a Aurora Gomes de Oliveira, nascida a 20/02/1915 e falecida a 26/06/2005, e a Adelina Gomes de Oliveira (irmã religiosa), nascida a 19/01/1921 e falecida a 27/08/2002, e outros mais cujos nomes espero vir a apurar.

Este Sebastião era natural da freguesia do Vale, sendo filho de António José Correia (de Louredo) e de Henriqueta Gomes Correia (de Escariz).

Por sua vez, o meu avô paterno, Joaquim Gomes de Almeida, nasceu em 27 de Abril de 1885 e foi baptizado em  3 de Maio desse mesmo ano. Faleceu em 23 de Dezembro de 1965. Tinha eu 3 anos mas ainda tenho memória do facto. De resto é das minhas primeiras lembranças.

O meu avô paterno casou com 30 anos de idade, em 2 de Julho de 1916  com Maria da Luz, de 24 anos, filha de José Joaquim Gomes de Almeida e de Maria da Conceição de Jesus, então moradores no lugar do Viso, freguesia de Guisande, sendo por isso meus bisavôs. Era neta materna de António de Pinho e de Maria Joaquina de Jesus, do lugar da Barrosa, freguesia de Guisande e neta paterna de António Joaquim Gomes de Almeida e Joaquina Antónia de Jesus, do lugar de Casaldaça, freguesia de Guisande

A minha avô paterna nasceu em 18 de Novembro de 1890 e foi baptizada no dia 19 desse mesmo mês, tendo como padrinho Raimundo de Almeida Leite de Resende e como madrinha Maria da Luz de S. José, ambos do lugar da Barrosa, Guisande. Faleceu em 15 de Novembro de 1967 com 77 anos de idade. Os meus avôs paternos estão sepultados no Cemitério Paroquial de Guisande, num bonito jazigo de família mandado edificar por  meu avô em 1921.

Os meus avôs paternos tiveram os seguintes filhos:

Maria Delfina Gomes de Oliveira, que casou com Manuel dos Santos, da freguesia de Lobão, de quem teve vários filhos, incluindo o António que vive no lugar do Reguengo, junto à Capelinha do Senhor do Bonfim, casado com Conceição Alves Lopes.

José Gomes de Almeida, que casou em Louredo com Celeste Aurora Correia e tiveram quatro filhos, a Maria Goreti, a Maria de Fátima, o Paulo e a Natália.

António Gomes de Almeida (meu pai) que casou com  Eugénia Alves da Fonseca, tendo tido oito filhos, o Joaquim António, o Américo (eu próprio), o Manuel António, a Isabel Maria, o Adérito Aires, o Alcino, a Lina Eugénia e a Georgina Susana. Todos casados e com filhos e alguns com netos. Tem a minha mãe 16 netos (média de 2 por filho).

Maria Celeste Gomes de Almeida, que não tendo casado teve dois filhos, o Joaquim e o António Alcino, ambos casados, com filhos e netos.

Joaquim José Gomes de Almeida, que casou com Maria Glória Henriques Pereira, com que teve vários filhos, a  Maria Amália, casada com o Alcino Alves, o Joaquim (21 de Janeiro de 1949-31 de Outubro de 2017), o José, casado com a Adelaide, a Maria Dulcília, casada com o Mário Sá e o Fernando Jorge, casado com a Maria Rosa Valente, todos casados, com filhos e netos.

Manuel Joaquim Gomes de Almeida, solteiro, que à data é ainda vivo e com 98 anos, quase 99 (a completar em Outubro), sendo o homem mais velho da nossa freguesia.

Laurinda, que faleceu pouco tempo depois do nascimento.

Laurinda Gomes da Luz, que casou com Avelino de Sousa, do lugar da Teixugueira da freguesia de Lobão, com quem teve três filhos, a Maria do Céu, solteira, o Carlos Alberto, casado em Gião com a Manuela Marques, de cuja união têm os filhos Tiago e Diogo,  e a mais nova, a  Elsa Maria, solteira.

Quanto ás minhas raízes do lado materno:

O meu avô materno era Américo José da Fonseca, nascido em 20 de Março de 1919 e falecido em 17 de Julho de 2001, sendo um dos vários filhos de Raimundo José da Fonseca (meu bisavô), do lugar do Carvalhal, freguesia de Romariz, e de Margarida da Conceição (minha bisavó), do lugar das Quintães da freguesia de Guisande. 

Não deixa de ser curioso que os meus bisavôs, paterno e materno, tenham ambos o nome de Raimundo.

Este meu bisavô materno, Raimundo, era um mestre pedreiro e canteiro afamado, tendo por aí diversas obras de cantaria e escultura. Terá sido ele a realizar a fonte existente na sacristia da nossa igreja matriz bem como a capela mortuária da Casa do Moreira, existente no nosso cemitério e ainda o jazigo de meus avôs paternos.

O meu bisavô materno era filho de António José da Fonseca (por isso este meu trisavô) e de Maria de Oliveira (minha trisavó), ambos da freguesia de Romariz, existindo por ali vários meus parentes. Tinha 22 anos quando casou.

A minha bisavó materna era filha de António Caetano de Azevedo e de Maria da Conceição, do lugar das Quintães - Guisande. Tinha 21 anos quando casou.

Dos irmãos do meu avô materno tenho lembrança, sem ordem de idade, do Alexandrino Fonseca (que viveu no lugar de Azevedo da freguesia das Caldas de S. Jorge, tendo falecido num acidente de estrada, em Pigeiros), do Joaquim José da Fonseca, do Manuel José da Fonseca (padrinho do meu irmão Manuel) e da Laurinda Fonseca. Ainda irmão de meu avô, o Justino Fonseca, que nunca conheci porque faleceu muito novo. 

O meu tio-avô Alexandrino, teve dois filhos, um rapaz, que não tenho memória do nome e uma rapariga, a Celeste. A sua casa no lugar de Azevedo, Caldas de S. Jorge, onde por lá fui várias vezes em criança na companhia de minha bisavó, está desabitada e quase em ruína.

O meu tio-avô Manuel José da Fonseca casou com Ermelinda Pedrosa das Neves, de quem teve vários filhos dos quais tenho lembranças do Gil, da Margarida, que ainda vive no lugar de Fornos e da Aurora, esta casada com o Sr. Óscar Melo, e residente no lugar da Mota, Canedo.

Do meu tio-avô Joaquim José da Fonseca, que casou com Albertina de Oliveira, tenho lembrança do Alexandrino, do Hilário, do Abel, da Alzira, da Ilda, da Conceição, da Celeste, da Madalena e da Idília.

Da minha tia-avô Laurinda, que casou com Alexandre Ferreira de Almeida, teve como filhos o Joaquim, casado e residente em Lourosa, a Maria da Conceição e a Adelaide, ambas casadas e residentes no lugar das Quintães, freguesia de Guisande. 

A minha avó materna era Lúcia Alves, do lugar do Outeiro, falecida quando minha mãe era de tenra idade. Era irmã de Joaquim Alves, marido de Águeda da Costa, casal que teve os filhos (primos de minha mãe) António da Costa Alves, Fernando da Costa Alves, Domingos da Costa Alves, Joaquim da Costa Alves, Ermelinda da Costa Alves, Maria da Conceição Costa Alves, Maria Gorete da Costa Alves e Rosa Maria da Costa Alves.

O meu avô materno, enviuvou cedo e casou em segundas núpcias com Maria Isabel Moreira Barbosa (minha madrinha), natural de Alfena - Ermesinde, Valongo, nascida em 20 de Novembro de 1929  e falecida em 14 de Julho de  2020, com 90 anos. Estão sepultados no Cemitério Paroquial de Guisande.

Deste segundo casamento não houve filhos. Do primeiro casamento minha mãe teve mais três irmãos, Manuel Alves da Fonseca, nascido a 10 de Setembro de 1940, tendo falecido em 16 de Outubro de 2018, com 78 anos, casado com Maria Amélia da Conceição, nascida no lugar do Viso, Guisande,  a 16 de Junho de 1943 e falecida em 16 de Dezembro de 2018 de quem teve numerosos filhos,  meus primos a saber: Maria da Conceição Fonseca da Mota, Victor Manuel da Conceição Fonseca, Isabel Maria da Conceição Fonseca, António da Conceição Fonseca, Jorge Rufino da Conceição Fonseca, Domingos da Conceição Fonseca, Paulo Joaquim da Conceição Fonseca, Agostinho Fernando da Conceição Fonseca (falecido ), José Carlos da Conceição Fonseca, Jacinta Maria da Conceição Fonseca, Felisberto da Conceição Fonseca e Jacinto da Conceição Fonseca

Ainda filho de meu avô, o meu tio, José Índes Alves da Fonseca, nascido em 10 de Fevereiro de 1945, que teve vários filhos em uniões distintas, tendo da  última, com Maria de Fátima Lopes da Silva, o filho José Aires Lopes da Fonseca, nascido em 8 de Dezembro de 1975 e a filha Rosália Maria Lopes da Fonseca, nascida em 27 de Maio de 1975. 

Do primeiro casamento deste meu tio José Índes, com uma Palmira, de Fiães, tenho lembrança de um filho (meu primo) de nome Jaime, e pelo menos uma outra filha, da qual não tenho lembrança do nome.

O meu avô materno teve ainda uma outra  filha, a  Lúcia Alves da Fonseca, da qual pouco sabemos já que terá saído de casa em criança acolhida por familiares em Lourosa após a prematura morte da mãe, e que mais tarde casou e emigrou para França. 

Todos estes elementos, nomes, parentesco, datas e lugares, terão oportunamente uma árvore genealógica.


Observação: Este artigo será actualizado e corrigido conforme for sabendo de mais dados sobre os respectivos ramos familiares. Alguns dados são baseados na memória pelo que, já não estando fresca, podem padecer de incorrecções ou lapsos. A quem, sobretudo familiares, puderem acrescentar, complementar ou corrigir informações, agradeço o contacto pessoal ou por email: afgalmeida@gmail.com

10 de abril de 2022

Pe. André Almeida Pereira


Será já no Domingo, 24 deste mês de Abril que o sacerdote André Michael Almeida Pereira, da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (Passionistas) terá a sua Missa Nova na paróquia de S. Vicente de Louredo, de onde é natural. Antes, no Sábado, dia 23, pelas 11:00 horas, na igreja dos Passionistas em Santa Maria da Feira, terá a sua missa de ordenação.

Nascido em 11 de Novembro de 1986, é filho de Delfim Henriques Pereira e Maria Goreti Correia de Almeida Pereira.

Sendo a sua mãe minha prima em primeiro grau, é pois meu 2º primo.

É um orgulho por ter um sacerdote na família e rejubilo-me pelo momento.

O Pe. André Pereira deu o seu “sim” perpétuo à vida religiosa passionista em celebração realizada no dia 9 de Janeiro de 2021, presidida pelo Padre Paulo Correia (Consultor Provincial), delegado pelo Superior Provincial, Padre Luigi Vaninetti que acolheram os votos emitidos pelo jovem.

Em 24 de Abril de 2021, na Paróquia Passionista de Santa Rufina e Santa Seconda em Casalotti (Roma), André Michael Almeida Pereira foi ordenado diácono através da imposição de mãos e da oração consecratória de S.E.R. Monsenhor Gino Reali, Bispo de Porto-Santa Rufina.

Terá agora no dia 24 de Abril de 2022 a sua Missa Nova na sua paróquia em que será naturalmente um dia de festa e júbilo para a família e comunidade.

Que Deus o guarde e que a sua missão seja frutífera.

8 de abril de 2022

Livros escolares antigos - Colecção



Por variadíssimas razões, tenho um especial apreço e carinho por livros escolares, sobretudo pelos do ensino primário. Desde logo, num sentido geral, o gosto pelos livros, depois pelo facto de alguns deles terem sido para mim importantes no ensino das primeiras letras. Também um entusiasmo e afecto pelo lado artístico dos livros, tanto das ilustrações como do grafismo associado aos estilos dos diferentes tempos em que foram produzidos.

Desses livros escolares tenho especial atenção pelos referentes às décadas de 1960 e 1970, naturalmente por serem do período em que andei na escola primária e no ciclo preparatório, fui criança e adolescente. E ainda dentro desses muitos livros escolares, também comummente designados de manuais escolares, tenho preferência pelos livros de leitura, sendo que também me merecem atenção os de história, ciências geográfico-naturais e até mesmo de gramática, aritmética, etc.

Posto esta declaração de interesses, mesmo que a poucos interesse, sei que há quem tenha desses velhos manuais bons exemplares e mesmo excelentes colecções, tanto em número como em qualidade e estado dos exemplares, mas longe dessa importância, também tenho já uma vasta colecção e que abrage tanto as referidas décadas de 1960 e 1970 como outras, sobretudo anteriores.

De um modo geral, dos muitos títulos que foram sendo publicados e que se tornaram mais ou menos generalistas no país, alguns mesmo com carácter de livro único nacional, tenho seguramente uma grande parte e já não serão muitas as publicações a faltar. E se faltam, porque raras e por isso arredadas de alfarrabistas e de outros locais de vendas e leilões onde seja possível tentar a sua aquisição. Vou andando de olho mas pouco ou raramente nada aparece que já não tenha. Ainda por estes dias consegui juntar mais alguns exemplares à colecção.

Nestas coisas não temos certezas, até porque há sempre boas surpresas mesmo ao nosso lado, mas duvido que cá pela zona ou concelho alguém tenha uam colecção tão vasta como a minha quanto a antigos livros escolares do ensino primário. Creio que nem mesmo a Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, pois tendo lá alguns exemplares, a maior parte dos quais também tenho, todavia, pelo que é possível observar pela consulta online, tenho muita coisa que por ali não consta.

À falta de melhor destino, porventura no futuro terei que equacionar a doação à Biblioteca Municipal, naturalmente havendo interesse da instituição. É uma coisa a considerar, mas por ora ainda não.

4 de abril de 2022

Sobre o meu livro (a caminho)

O meu livro de poesia e contos ("Palavras Floridas"), já em fase final de produção, o qual conto que me seja entregue ainda antes da Páscoa, ou não acontecendo, logo de seguida, não se destina à venda

Será sobretudo para oferecer a familiares e amigos e a outros guisandenses próximos que demonstrem esse interesse pelas coisas da poesia e cultura e, claro, dentro da disponibilidade e da quantidade que mandei imprimir.

Já quanto ao meu futuro livro, também já em preparação adiantada, e que tenho projectado que seja publicado lá mais para o final do presente ano ou, sendo mais certo, no primeiro trimestre do próximo, porque relacionado a assuntos da freguesia e com uma publicação mais onerosa, já que estou a prever que tenha entre 250 a 350 páginas, nessa altura terei que equacionar pelo menos a venda de parte da tiragem, o que a acontecer será sempre a preço de custo. Mas claro que na altura as coisas serão melhor definidas.

Até lá ainda há trabalho pela frente, nomeadamente de composição, grafismo e revisão. Os conteúdos está praticamente definidos faltando seleccionar e complementar.