" Eu e a minha aldeia de Guisande" "" Eu e a minha aldeia de Guisande

25/11/2017

Centro Social - Assembleia Geral de 24 de Novembro de 2017



Teve lugar, ontem, dia 24 de Novembro de 2017, pelas 21:00 horas, uma sessão ordinária da Assembleia Geral da associação Centro Social S. Mamede de Guisande, que decorreu nas suas instalações no lugar do Viso.
Da ordem de trabalhos constava a apreciação e votação do Plano de Actividades e Orçamento para o exercício do ano de 2018. No capítulo de receitas a Direcção do Centro Social, presidida por Joaquim Santos, apresentou uma previsão optimista de 94.013, 09 euros e no capítulo das despesas um valor total de 58.459,18 euros.
Submetidos a aprovação o Plano de Actividades e Orçamento foram aprovados por unanimidade dos presentes.
Na discussão de outros assuntos de interesse da associação, por falecimento do associado António da Conceição Gomes Henriques, presidente do Conselho Fiscal, foi proposta a sua substituição, sendo indicado o nome de Manuel Tavares, que exercia o cargo de 2º secretário deste órgão, que assim assume o cargo de presidente. A proposta foi aprovada por unanimidade.
Ainda a propósito do falecimento de António Henriques, a Direcção propôs um voto de pesar e a celebração de uma missa por sua intenção, que mereceram aprovação por unanimidade.

22/11/2017

Junta da União de Freguesias - Executivo 2017/2021

 


Das eleições de 1 de Outubro de 2017, a lista do Partido Social Democrata encabeçada por José Henriques dos Santos, que assim se recandidatava ao cargo de presidente da Junta, venceu com maioria, elegendo 7 elementos contra os 6 do Partido Socialista. Tal vitória resultou essencialmente do retumbante resultado em Gião mercê da participação na lista do carismático e dinâmico empresário local  Manuel de Oliveira Leite e ainda pela perda de lugar do CDS, que deixou assim de servir de fiel de balança no que em muito contribuiu para a vitória dos "laranjas"..

Por sua vez, em Lobão, a vitória do PSD foi tangencial sobre o PS, com David Neves a sair reforçado na votação face às anteriores eleições mas sem conseguir lograr a vitória. Em Louredo, em perda mas sem surpresa, também venceu o Partido Social Democrata. Já em Guisande, ao contrário das eleições em 2014 com a vitória por maioria do PSD, desta feita venceu o PS onde Celestino Sacramento integrava a lista.

20/11/2017

Quem anda à chuva, molha-se

Claro que percebo, mas creio que numa altura em que a falta de chuva está a tornar-se dramática para todo o país e de modo especial em algumas regiões interiores, com elevados custos para o Estado, para os municípios e população em geral, de modo particular os agricultores, fica mal, mesmo muito mal, ouvir um responsável pela organização do evento "Perlim" em Santa Maria da Feira, mesmo dizendo compreender a importância da chuva, a desejar que nos dias do evento não chova, ou seja, que em vinte e poucos dias entre Dezembro e parte de Janeiro não chova (não vá molhar a criançada e estragar o negócio, isto digo eu).
Mais valia estar calado, porque é lamentável que o diga publicamente aos microfones de uma rádio. Que faça a apologia de gnomos e outras fantasias próprias de criancinhas de quatro anos, vá que não vá, mas que esqueça a realidade do mundo real e o drama da falta de água é que já não nos parece próprio da realidade. 
Mas isto sou eu a pensar, que prefiro mil vezes a água a um qualquer Perlim pim pim solarengo.

14/11/2017

Chover no molhado


À água, como à saúde, de resto como a muitas outras coisas, só lhe damos importância quando dela temos falta. Com um ano de 2017 quase sem chuva e com um outono armado em verão, não surpreende que os especialistas declarem Portugal em estado de seca, seja ela severa ou extrema. 
Uma grande parte do país, como os agricultores e criadores de gado nas zonas interiores e Alentejo, está já a sofrer na pele e na carteira as consequências. A outra parte, quase não a sente porque, como dizia há dias o Ministro do Ambiente, apesar de tudo a água continua a estar acessível nas torneiras dos portugueses.
Não admira, assim, que regressem as velhas campanhas a apelar à poupança da água, esse precioso e insubstituível bem para a sobrevivência de tudo quento tem vida.
Perante esta caristia de água, andamos todos quase a pedir, até mesmo aos santinhos, que a chuva faça favor de cair e se possível em abundância para reforçar nascentes, fontes, poços, furos e encher regatos, albufeiras e rios. 
Mas isto é por agora porque em circunstâncias normais ficamos todos aborrecidos quando chove, porque complica as nossas vidas, porque é chata, perigosa para a condução e para quem trabalha ao ar livre, porque estraga planos de viagens, de férias, de idas à praia, piqueniques, casamentos, etc, etc.
Vamos, pois, esperar que de facto a chuva venha quanto antes, na justa medida se possível, mas quando ela é abundante, mesmo que excessiva, convirá sempre pensar na falta que faz e por isso dar-lhe o valor que merece.