" Eu e a minha aldeia de Guisande" "" Eu e a minha aldeia de Guisande

24/07/2021

Colheita de Sangue de 24 de Julho de 2021 - Resultados

 


Resultado da jornada de recolha de sangue, que ocorreu hoje de manhã nas instalações do centro Social no Monte do Viso:

Presenças: 39; Colheitas: 29; Não  concretizadas: 10.

Por comparação, há um ano, em 25 de Julho de 2020:

Presenças: 52; Colheitas: 41 (1 eliminada); Não concretizadas: 10.

Nota de Falecimento

 


Nota de pesar pelo falecimento de Joaquim da Costa Alves, natural do Outeiro - Guisande, e residente em Vila maior - Santa Maria da Feira.

Sentidos sentimentos a todos os familiares. Paz à sua alma!

23/07/2021

Nota de falecimento

 


Nota de pesar pelo falecimento do José Fernando (entre a rapaziada de cá, conhecido amigavelmente como o Chichas), que tendo casado em Casaldaça, Guisande, ali viveu durante alguns anos. A vida deu algumas voltas e por cá perdemos-lhe o rasto, sabendo que teria ido para S. João da Madeira, onde residia, Sempre disponível e bem disposto, chegou a colaborar na Associação "O Despertar", tendo feito parte da equipa de futebol de salão e daí algumas boas recordações. 

Sentidos sentimentos a todos os familiares. Paz à sua alma!

21/07/2021

Mais vale tarde....

A ter em conta as movimentações (vi na Rua do Cruzeiro), parece que se iniciaram as limpezas das ruas em Guisande. É certo que estamos praticamente a dois meses das eleições e a limpeza já deveria ter tido lugar bem antes. Nalguns locais a vegetação está com uma altura que impede mesmo a circulação nos passeios (por exemplo junto à presa de Lamoso em Casaldaça.

É sabido que esta situação das limpezas não é fácil, tendo em conta a dimensão do território da União das Freguesias bem como a escassez de funcionários, mas salta à vista que pelo meio há alguma falta de critério e de sentido de gestão e o modelo adoptado já deu mostras que não resulta.  Parece-me que em várias situações resultaria melhor efectuar as limpezas com mais frequência e com a vegetação menos crescida e certamente perder-se-ía menos tempo por ronda e reduziria os volumes de resíduos a transportar e a depositar.

Por outro lado, o modelo ideal seria que cada freguesia tivesse funcionários a ela alocados; certamente que em proporção, mas de tal resultaria que em cada dia estivesse sempre alguma rua a ser limpa e com a  gestão a ser feita mediante as necessidades, ou de crescimento ou de impacto.

Não sendo assim, verifica-se que as rondas de limpeza, pelo menos em Guisande, são muito intervaladas e a vegetação nesse período cresce ao máximo, aumentando e amadurecendo as sementes e com isso uma maior disseminação e probabilidade de crescimento e propagação das plantas.

Mas, como diz o povo, manda quem pode.

Não sendo fácil, poder-se-ia pelo menos tentar adoptar novos modelos e novas formas, mas, também como diz o povo, o que nasce torto dificilmente endireita e parece que o que vai dando é tocar a mesma tecla.

20/07/2021

Recolha de Sangue - 24 de Julho de 2021

 


No próximo Sábado, 24 de Julho de 2021, das 09:00 às 13:00 horas, será realizada mais uma colheita de sangue nas instalações do Centro Social  S. Mamede de Guisande, no Monte do Viso.

Num período em que habitualmente são relatadas carências de sangue nas nossas unidades hospitalares, ganha uma acrescida importância a generosidade dos dadores.

É certo que os dadores têm sido desconsiderados pelas entidades estatais, o que em muito tem contribuído para um decréscimo das dádivas, mas importa não ficar indiferente a esta necessidade cívica e porque dessa generosidade todos podemos vir a beneficiar. Por isso, venha doar sangue e doar vida. 

Matagal social

 




Já percebemos que a envolvente nascente ao edifício de Habitação Social em Casaldaça é coisa que não merece atenção, nem dos próprios moradores, alheios a tratar de algo que usam mas não é seu, nem da Câmara Municipal, nem da Junta de Freguesia. Assim, a vegetação cresce à vontade e transforma-se em silvado, desrespeitando as tais normas quanto à limpeza e gestão de faixas de combustível para precaver incêndios e suas consequências. 

Depois, quando muito uma vez por ano, reactivamente lá vem alguém cortar a selva. Parece-me que a limpeza a ser efectuada pelo menos umas 3 ou mesmo 4 vezes por ano ocuparia menos funcionários e menos tempo porque mais fácil. Mas quem manda não pensará da mesma maneira e decidirá inteligentemente que não limpar de todo ocupa bem menos tempo e dispensa funcionários.

Como se tal situação não bastasse, há algumas semanas uma empresa de manutenção veio ali abater algumas árvores que estariam debaixo das linhas de electricidade de média tensão e as mesmas ali estão esparramadas, com a rama a secar e a transformar o local num potencial foco de incêndio para além do aspecto de puro desmazelo.

Custa a acreditar nos critérios de trabalho de quem faz estas coisas, mas parece claro que o normal e razoável seria que logo que abatidas as árvores o material resultante, troncos, ramos e folhagem, fosse recolhido.

Assim, vamos ver até quando a coisa se manterá nessa situação. Dias, semanas, meses?