" Eu e a minha aldeia de Guisande" "" Eu e a minha aldeia de Guisande

18/03/2026

Livro sobre o Guizande FC - Já em mãos

 


Na sequência do que aqui escrevi ontem, aos que têm demonstrado algum interesse pelo assunto, informo de que já tenho em mãos os livros sobre a história do nosso Guizande Futebol Clube. 

Como havia dito, havia sempre uma expectativa em que as coisas decorressem bem mas também alguma apreensão com o natural risco do contrário. Felizmente, e para meu alívio, do que já tive oportunidade de verificar, o trabalho gráfico ficou bem feito e dentro do que era expectável. Um ou outro aspecto que têm a ver com a opção de composição, mas graficamente o trabalho ficou bom. Ainda bem!

Passada esta etapa, segue-se a seguinte com a sessão pública de apresentação que está a ser promovida e organizada pelo clube, que, como já anunciado, será na sexta-feira, 10 de Abril, pelas 21:00 horas no Centro Cívico, no Monte do Viso.

O livro será vendido pelo clube que também beneficiará de todo o resultado da venda.

Entretanto, falarei no dia, mas quero agradecer aos que me ajudaram no processo e tornaram possível este projecto em benefício do clube (eles sabem quem são). 

É, pois, esperar pelo dia 10 de Abril.

17/03/2026

Livro de apontamentos para a história do Guizande Futebol Clube - Sessão de apresentação

 


A fazer fé na gráfica, o livro está pronto. Ser-me-á entregue esta semana. Já me foi remetida a factura para pagamento.

Pessoalmente preferia fazer esta divulgação só a partir do momento em que já com o livro em mãos. Todavia, tendo o clube já iniciado a divulgação, também a faço aqui. 

Nestas coisas, tratadas à distância, de forma não presencial e apenas online, há sempre situações que podem escapar ao nosso querer e controlo, sobretudo quando é a primeira vez e o factor confiança ainda não está estabelecido. Por regra, tenho sempre confiança de que do outro lado exista gente séria e profissional e que as coisas corram bem. E neste caso em particular, tenho até ao momento todos os motivos para ter essa confiança, pelo que certamente tudo irá correr bem. Mas, alguma reserva não faz mal a ninguém e isto em relação a tudo o que é negócio.

Significa que tendo já o clube agendado a sessão pública da apresentação do livro, e com a confiança de tudo correr conforme esperado, as coisas estão naturalmente a ser organizadas.

A organização é da responsabilidade do clube. O evento estará aberto a todos, particularmente a sócios e adeptos, mas de modo mais formal têm estado a ser convidadas pessoalmente, pelo presidente do clube, Víctor Henriques, e por mim, algumas figuras que importa ter em consideração, desde logo os antigos presidentes do clube, alguns dirigentes e alguns atletas da terra. Impossível será convidar todos de forma pessoal, mas isso não retira a nossa vontade e gosto em que estejam presentes. Por conseguinte, considerem-se convidados todos aqueles que ao longo dos tempos, de um modo ou outro, concorreram para o engrandecimento do clube. seja como dirigentes, atletas e associados.

Como disse, a organização é promovida pelo clube. Também a venda do livro será da sua responsabilidade e a totalidade da receita reverterá para apoio à sua actividade e melhoramentos das instalações. De minha parte, não quero um único cêntimo. O meu pagamento é apenas o orgulho de poder contribuir com um documento que, não sendo nada de extraordinário, terá a sua importância, nomeadamente no registo histórico de dados relacionados às competições do clube. Mais do que isso, mas essencialmente isso.

O evento será na Sexta-Feira seguinte à Páscoa, dia 10 de Abril, pelas 21:00 horas, nas instalações do Centro Cívico, no Monte do Viso.

13/03/2026

Os sonhos, alegres ou medonhos


Já muito foi escrito e estudado sobre os sonhos e o sonhar. Filósofos, psicólogos e cientistas dedicaram anos e vidas a tentar compreender esse território misterioso que se abre todas as noites quando fechamos os olhos. Ainda assim, os sonhos continuam a escapar a explicações completas, como se fossem uma linguagem íntima da mente que apenas sentimos, mas raramente dominamos.

Os sonhos têm uma capacidade extraordinária: permitem-nos viajar ao passado. De repente, voltamos à infância, à juventude, a lugares que já não existem, reencontramos pessoas que desapareceram da nossa vida e revivemos emoções que julgávamos esquecidas. O tempo, nos sonhos, deixa de obedecer às regras do relógio. Tudo pode acontecer outra vez.

Mas os sonhos não são apenas memórias. Neles somos muitas vezes aquilo que nunca conseguimos ser na realidade. Sentimos emoções, alegrias, medos, dores e prazeres, tantas vezes reflectindo o nosso estado real. Tornamo-nos heróis improváveis, mágicos capazes de transformar o mundo com um gesto, ou pessoas que dominam talentos que nunca aprendemos. Nadamos não sabendo nadar, voamos mesmo que uma impossibilidade, enfrentamos perigos, resolvemos problemas impossíveis. A mente cria cenários onde as limitações desaparecem e a imaginação governa. 

No entanto, essa liberdade fundamenta-se na realidade presente. Os sonhos usam aquilo que somos. Utilizam os nossos sentimentos mais profundos, as nossas inseguranças, as fraquezas que escondemos e até os vícios ou pequenas obsessões que carregamos. Como um espelho imperfeito, eles reorganizam tudo isso em histórias estranhas, por vezes desconfortáveis, mas sempre reveladoras.

Também é nos sonhos que a vida emocional se expande sem regras sociais. Podemos namorar, apaixonar-nos ou amar alguém, mesmo quando na vida real já temos um compromisso, casados, com filhos ou netos. Não se trata de traição, mas de uma liberdade simbólica da mente, onde desejos, curiosidades e afectos se misturam sem julgamento.

E, no entanto, por mais livres que pareçam, os sonhos nunca conseguem fugir completamente à realidade. Podem distorcê-la, exagerá-la ou reinventá-la, mas a sua matéria é sempre feita daquilo que vivemos, sentimos e tememos. No fundo, os sonhos são apenas outra forma de a realidade falar connosco, porventura mais silenciosa, mais estranha, mas profundamente humana.

Os nossos sonhos são alegres ou medonhos. Mas são sempre aquilo que somos, mesmo o que não fomos ou o que aspiramos a ser.

12/03/2026

Ti Irene de parabéns!


Está hoje de parabéns a Ti Irene de Estôze. 98 anos, do lugar de Estôze.

Irene Gonçalves dos Santos, nasceu em 12 de Março de 1928. Viúva de Manuel Neves, com quatro filhos, o Joaquim e o Manuel (falecidos), a Ester e o Ângelo.

Filha de Rosária Rosa Gonçalves (nascida em 12 de Novembro de 1894) e Joaquim Caetano dos Santos (nascido em 28 de Fevereiro de 1895).

É neta paterna de avô incógnito e de Ana Gomes ( filha de António José Caetano e Tomázia Rosa).

É neta materna de José Custódio Gonçalves (nascido em 10 de Março de 1864) e de Rosa Maria de Jesus (nascida em 1862). 

Esta Rosa Maria de Jesus era filha de Manuel Alves da Mota e de Micaela Maria de Jesus.

Este José Custódio Gonçalves era filho de Custódio Gonçalves (filho de Manuel Gonçalves do Espírito Santo e de Maria Teresa de Jesus) e de Maria Rosa de Jesus (filha de António Francisco Palheiro e Tomázia Rosa de Jesus).

Parabéns à Sr.ª Irene e com calma e um dia de cada vez, esperamos pelo centenário.