Não deixa de ser uma mero reparo, mas também curioso, quiçá sintomático, que fora do contexto da sessão pública de apresentação do meu livro de apontamentos sobre a história do Guizande Futebol Clube, em 10 de Abril passado, não tenha tido alguém da freguesia que de forma pessoal me reconhecesse o valor e importância do livro mas, em contrapartida, já algumas pessoas de fora da freguesia o fizeram, algumas delas mal conhecidas por mim.
Vale o que vale, porventura não mais que um acaso, mas, ainda assim, a fazer pensar. Seja como for, é velhinha a sentença de que "santos da casa não fazem milagres" e daí que não seja de surpreender alguma indiferença. Afinal, nos dias que correm, vale mais um peidinho nas redes sociais, do que algo mais substancial como um livro a valorizar o que é nosso, o colectivo, o legado de muitos.
O incentivo e apoio são fundamentais em qualquer área, em qualquer empreendimento, mas por aqui o que quer que tenha de ser feito terá de ser sem expectativas ou, pelo menos com estas em baixo.
É o que é!