Na próxima Quarta-Feira, dia 30 de Setembro, pelas 20:30 horas, vai reunir a Assembleia de Freguesia de Guisande.
Entre os pontos habituais de aprovação da acta anterior, informação sobre as actividades da Junta de Freguesia e situação financeira, o ponto 3 prevê a apreciação, discussão e votação de moção sobre as conclusões do estudo elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Assembleia, acerca dos limites da freguesia de Guisande.
A Assembleia de Freguesia indicou o meu nome para fazer parte do grupo de trabalho para elaborar o relatório e recomendações que agora vão a apreciação.
Confesso que era minha vontade não fazer parte, e a quem me convidou com antecedência, tinha manifestado a intenção de não participar. Não obstante, o meu nome lá foi apresentado e escolhido.
Apesar desta situação, que não desejava, pela consideração que tenho pela Assembleia e por todos os seus membros, entendi não desconsiderar e lá acedi a apresentar ao grupo a versão do relatório segundo o meu entendimento da situação quanto à clarificação dos limites de freguesia em alguns pontos.
Repito, é o meu entendimento e do que resulta dos meus conhecimentos. Não tem de ser a versão oficial. Outros, mesmo que fora do grupo de trabalho, poderão ter outras opiniões e dados e factos que desconheço.
A minha reserva em aceitar, decorre precisamente de saber que nestas coisas nem sempre há concensos e tantas vezes se tiram conclusões erradas, precipitadas e com base apenas em percepções e achismos. Além do mais já tenho "dado para certos peditórios", com boa vontade e amor à causa, e por vezes a paga tem sido alguma desconsideração. Daí que, tantas vezes, seja melhor ficar de fora. Adiante!
Por conseguinte, serve este apontamento para dizer que é o meu simples contributo e apenas isso. Se virá ou não a ser considerado bem como a partir dele adoptadas as recomendações, é assunto que já me escapará.
Apesar disso, acho que, de modo particular quanto à situação com a freguesia de Caldas de S. Jorge, na zona do lugar de Azevedo, alguma coisa deve ser feita para chamar "o seu a seu dono", mesmo que em versão minimalista face aos limites históricos, mesmo que por mais transtornos que possam causar a alguns. Reclamar e tomar posse do que é nosso não deve ser encarado como coisa menor. Pelo contrário, dar sinais opostos, de ambiguidade, cedência e algum laxismo, é que não ajuda.