02/08/2017
Centro de Dia do Centro Social - Esclarecimentos
01/08/2017
Meu querido mês de Agosto
Em todo o caso, tanto para os portugueses que trabalham por cá como os que trabalham por lá, cada vez o Agosto é menos marcante pois as férias tendem a ser divididas ao longo do ano, sobretudo pela altura da Páscoa e Natal e ainda porque os imperativos das entidades empregadoras e do mercado de trabalho cada vez menos permitem férias à fartazana e "à la carte". Esse tempo em que se entrava de férias com a pontualidade de um relógio já acabou há muito. E de resto faz sentido que assim seja pois, como diz o povo, alguém tem que trabalhar para que não pare o país, para que funcionem os serviços, o comércio e a indústria, sobretudo a produtiva. Para que a malta possa ir comer um "peixinho" ao Algarve é preciso que pescadores se abalencem ao mar e nos restaurantes trabalhem cozinheiros e empregados de mesa. Para que alguém possa ir comer uma postinha de vitela solteira em Lafões é preciso trabalhar o lavrador e o talhista. E por aí fora...
31/07/2017
Questões - Os ases e as bases
30/07/2017
1ª Noite de Fados do Centro Social
Recolha de Sangue no Centro Cívico
O Centro Cívico do Centro Social S. Mamede de Guisande acolheu ontem, 29 de Julho, mais uma recolha de sangue. Entre as 09:00 e as 13:00 horas compareceram 44 pessoas das quais foram recolhidas 35 dádivas.
Infelizmente entre nós o número de dadores e de dádivas tem caído significativamente nos últimos anos, por vários factores, incluindo a forte emigração mas também o desinteresse que se notou a partir da altura em que o Estado cortou algumas das compensações de que gozavam os dadores, nomeadamente na isenção de taxas moderadores nas unidades de saúde e acesso a hospitais. É certo que a isenção foi reposta em Abril de 2016 mas alguma má informação e algum desabituamento têm contribuído para uma redução do número de quem dá sangue de forma gratuita e voluntária. Por outro lado, as equipas de recolha foram sendo reduzidas em função do número de participantes mas isso tem gerado algum atraso no tempo médio de recolha o que naturalmente desagrada e desincentiva os dadores. Pessoalmente, na última recolha em Janeiro, estive quase duas horas no processo entre a inscrição e dádiva.
Em Guisande, de um número que já andou próximo da centena e meia, nos primeiros tempos, nesta última recolha, como atrás se disse, apareceram 44 participantes dos quais 35 resultaram em dádivas. Em Janeiro deste ano foram 53 os participantes para 38 dádivas. Em Fevereiro de 2016, data da primeira recolha no Centro Cívico, foram 56 para 37.


