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02/08/2017

Centro de Dia do Centro Social - Esclarecimentos

Funcionamento e encargos dos utentes no Centro de Dia do Centro Social S. Mamede de Guisande.

Algumas pessoas têm colocado questões e dúvidas sobre como será o funcionamento do Centro de Dia do Centro Social S. Mamede de Guisande uma vez iniciada a sua actividade. Importará, pois, dar alguns esclarecimentos.

1 - Para que o Centro de Dia comece a funcionar de forma regular e oficial, está ainda dependente do despacho do acordo de cooperação realizado com a Segurança Social. O despacho deste acordo, solicitado no início de 2016, tem estado suspenso em grande parte devido à mudança de director.
Na sequência da última reunião da direcção do Centro Social com o actual director, resultou uma forte expectativa e até compromisso de que o despacho será feito brevemente.  

Este acordo de cooperação é fundamental e mesmo vital para a sustentação financeira do Centro de Dia, já que para cada um dos utentes contemplado será comparticipado um valor previsto de 50 euros mensais. A capacidade do Centro está estimada em 50 utentes, mas não é certo que o apoio abranja a totalidade da capacidade. A verba que vier a ser comparticipada pela Segurança Social servirá obviamente para pagamento dos vencimentos aos funcionários previstos (uma administrativa e uma animadora sociocultural). Do que eventualmente sobrar, e nunca será muito, podendo até ser insuficiente, bem como o apuramento de outras iniciativas do Centro Social, será obviamente para cobrir as despesas correntes com manutenção das instalações, água, telecomunicações/internet, electricidade e outras. Há também a vontade e o objectivo de aquisição de uma carrinha que permita o transporte de alguns utentes mais necessitados sob ponto de vista de mobilidade.

2 – Quanto ao que os utentes pagarão ao Centro Social:

2.1 – A cota anual da condição de associado que neste momento está fixada em 7,50 euros;

2.2 – Uma taxa única de 25,00 euros de inscrição como utente regular dos serviços e actividades;

2.3 – Para beneficiar dos lanches diários, servidos a meio da manhã e a meio da tarde, uma comparticipação entre 5 a 25 euros mensais, de acordo com os rendimentos declarados em sede de IRS.

2.4 – Para quem pretender almoçar nas instalações do Centro, evitando assim uma deslocação a casa, terá refeições fornecidas diariamente pela cantina de uma instituição social da nossa zona com a qual será estabelecida uma parceria de cooperação. O valor de cada almoço será o cobrado pela instituição fornecedora mas sempre com um valor de matriz social e bem abaixo do preço de refeições diárias praticadas na maioria dos restaurantes locais.

2.5 – Para além destes encargos, fixos ou eventuais, podem ser determinadas algumas comparticipações em eventos realizados no exterior do Centro, nomeadamente em passeios e excursões em autocarros e visitas a museus ou outras instalações privadas. Em todo o caso, para estas situações procurar-se-á requisitar autocarro e/ou carrinhas aos serviços municipais de modo a minimizar ou até suprimir os custos.

3 – Quanto a benefícios, os utentes terão acesso às instalações e às diferentes actividades ocupacionais, formativas, culturais, recreativas e desportivas que diariamente serão promovidas no Centro de Dia. Beneficiarão ainda de acompanhamento pontual de médico e de enfermeira bem como de apoio a necessidades dos utentes no que se refere ao tratamento de papeladas e burocracias quotidianas que possam ser impeditivas da presença no Centro, por exemplo ajudar um utente a tratar de um atestado ou de uma declaração de qualquer entidade ou mesmo efectuar marcação de consultas, análises e exames clínicos, etc.  Também no serviço de cozinha e de bar nas instalações do Centro terão sempre acesso a bebidas e a alimentos a preços de custo.

Outros benefícios e vantagens serão sempre tidos em conta, através de protocolos negociados e estabelecidos com entidades de âmbito social, médico, de serviços e de comércio, seja em descontos seja em condições especiais de acesso aos produtos e serviços.

Em resumo, estes são os principais esclarecimentos sobre os deveres e benefícios previstos para os utentes do Centro de Dia do Centro Social S. Mamede de Guisande, que obviamente serão ajustados em função das necessidades e realidades a cada momento, mas sempre numa perspectiva de ajuda social e benefício dos utentes, sobretudo dos mais idosos e dos mais carenciados.

Esta será sempre a conduta e a matriz do Centro Social e do seu Centro de Dia e Centro Cívico.

A Direcção do Centro Social

01/08/2017

Meu querido mês de Agosto



Meu querido mês de Agosto,
Por ti levo o ano inteiro a sonhar.
Trago sorrisos no rosto, 
Meu querido mês de Agosto,
Porque sei que vou voltar.

Meu querido mês de Agosto
Por ti levo o ano inteiro a sonhar.
Trago sorrisos no rosto, 
Meu querido mês de Agosto, 
e trago Deus para me ajudar.

A canção é do saudoso Dino Meira, que nos deixou já há quase 24 anos (11 de Novembro de 1993) e de algum modo contextualiza a importância tradicional do mês de Agosto para os portugueses, já que para uma larga maioria é o mês de férias e porque também é o mês por excelência em que os emigrantes, sobretudo de França e Suiça, regressam às suas terras para uns dias de descanso, convívio e ajuste de contas com as  saudades.

Em todo o caso, tanto para os portugueses que trabalham por cá como os que trabalham por lá, cada vez o Agosto é menos marcante pois as férias tendem a ser divididas ao longo do ano, sobretudo pela altura da Páscoa e Natal e ainda porque os imperativos das entidades empregadoras e do mercado de trabalho  cada vez menos permitem férias à fartazana e "à la carte". Esse tempo em que se entrava de férias com a pontualidade de um relógio já acabou há muito. E de resto faz sentido que assim seja pois, como diz o povo, alguém tem que trabalhar para que não pare o país, para que funcionem os serviços, o comércio e a indústria, sobretudo a produtiva. Para que a malta possa ir comer um "peixinho" ao Algarve é preciso que pescadores se abalencem ao mar e nos restaurantes trabalhem cozinheiros e empregados de mesa. Para que alguém possa ir comer uma postinha de vitela solteira em Lafões é preciso trabalhar o lavrador e o talhista. E por aí fora...

Por cá, este oitavo mês do nosso calendário é marcado sobretudo pela Festa em Honra de Nossa Senhora da Boa Fortuna e Santo António, que será já neste fim-de-semana, no Monte do Viso. É sempre um ponto e momento de encontro de alguns emigrantes com as suas famílias e raízes. Um bom assado no forno na companhia da família ou uma sardinhada na barraca na segunda-feira da festa, ajudam a mitigar a dureza de meses passados longe da sombra da casa paterna. Por tudo isso,  por estes dias as coisas sabem melhor e Agosto ainda consegue trazer-nos um sorriso ao rosto, mesmo que nublado e sem calor que nos leve à praia.

31/07/2017

5ª Feirinha Social

Questões - Os ases e as bases

Quando a estrutura concelhia de um partido político decide escolher um cabeça-de-lista candidato a umas eleições autárquicas, nomeadamente para uma Junta de Freguesia, não deveria, previamente, consultar a estrutura da base, os chamados núcleos, existindo estes, e por conseguinte os respectivos militantes? E mesmo no caso de uma recandidatura, para além dos núcleos, não deveria a mesma estrutura concelhia recolher previamente a opinião da restante equipa executiva?
Não sei a resposta de cada um, mas pessoalmente mesmo não pretencendo a nenhuma estrutura de base política, acho que em ambas as questões a resposta será sim, porque a mais natural e eticamente correcta. Deveriam ser consultados, mesmo que a jusante, na hora e no momento da decisão e formalização da escolha ou recandidatura, o resultado dessas consultas fosse literalmente ignorado, desconsiderado ou até mesmo "chutado para canto". 
Mas estes seriam os bons procedimentos que, convenhamos, nem sempre são doutrinários para quem de algum modo vive e depende da política. As boas regras e princípios não casam lá muito bem com os políticos, apesar das naturais e boas excepções.
Por conseguinte, para os ases do topo das estruturas, nomeadamente as concelhias, a malta das bases e dos núcleos só assumem algum interesse e importância na hora das convocatórias para encher salas de comícios, jantares-comícios, conferências e caravanas. Para o resto do tempo, são gente com relativa importância e interesse. Em determinadas circunstâncias e contextos os núcleos até serão elementos perturbadores para o status-quo das estruturas do topo e por isso areias na engrenagem das decisões porventura já decididas. Esta constatação é geral e mesmo transversal a vários partidos. Mas sim, ficaria bem ter alguma consideração por essa malta das bases, até por uma questão de internas pazes.

30/07/2017

1ª Noite de Fados do Centro Social

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Tal como anunciado, decorreu ontem, 29 de Julho de 2017, nas instalações do Centro Social S. Mamede de Guisande, a 1ª Noite de Fados. O evento teve como objectivo a angariação de receitas mas também proporcionar o convívio entre associados e familiares e ainda a oportunidade de fruição de um momento cultural e recreativo com a interpretação do fado, um género musical do agrado geral dos portugueses.

O salão do Centro Cívico esteve cheio, num ambiente acolhedor e agradável. No final do lauto e farto jantar as antigas salas de aulas ficaram à luz das velas e em silêncio cantou-se bom fado. Excelentes músicos (Daniel Gomes, na guitarra portuguesa e Jorge Serra na viola) e muito bons fadistas (Mafalda Campos, António Baptista e David Xavier). Uma noite memorável, certamente a repetir.

De registar a presença de David Neves, presidente do Rancho Folclórico de S. Tiago de Lobão (em cuja sede na Tabuaça decorrem com regularidade noites de fados), o qual com a sua experiência colaborou com o Centro Social na organização do evento, nomeadamente a assegurar a presença do grupo dos músicos e fadistas. Também na parte final, o presidente da Junta da União de Freguesias, José Henriques, marcou presença associando-se ao evento.

Parabéns ao Centro Social e à sua Direcção, incansável em todos os momentos da organização do evento. Parabéns também a todos os que de forma voluntária e gratuita ajudaram, nomeadamente cozinheiras e serventes de mesa. A todos um bem-haja pela sua disponibilidade e boa disposição. Parabéns, naturalmente a todos os participantes no jantar, pois para além do custo inerente ao mesmo, com boa comida e com fartura, contribuíram para a angariação de alguma receita que reverterá para as necessidades do Centro Social, ainda com elevados compromissos  financeiros e à espera de apoios de entidades oficiais bem como do despacho do acordo de cooperação com a Segurança Social, de modo a iniciar a sua regular actividade para o qual foi concebido, o de estar ao serviço da comunidade e das pessoas, sobretudo dos mais idosos.

Recolha de Sangue no Centro Cívico

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O Centro Cívico do Centro Social S. Mamede de Guisande acolheu ontem, 29 de Julho, mais uma recolha de sangue. Entre as 09:00 e as 13:00 horas compareceram 44 pessoas das quais foram recolhidas 35 dádivas.

Infelizmente entre nós o número de dadores e de dádivas tem caído significativamente nos últimos anos, por vários factores, incluindo a forte emigração mas também o desinteresse que se notou a partir da altura em que o Estado cortou algumas das compensações de que gozavam os dadores, nomeadamente na isenção de taxas moderadores nas unidades de saúde e acesso a hospitais. É certo que a isenção foi reposta em Abril de 2016 mas alguma má informação e algum desabituamento têm contribuído para uma redução do número de quem dá sangue de forma gratuita e voluntária. Por outro lado, as equipas de recolha foram sendo reduzidas em função do número de participantes mas isso tem gerado algum atraso no tempo médio de recolha o que naturalmente desagrada e desincentiva os dadores. Pessoalmente, na última recolha em Janeiro, estive quase duas horas no processo entre a inscrição e dádiva.

Em Guisande, de um número que já andou próximo da centena e meia, nos primeiros tempos, nesta última recolha, como atrás se disse, apareceram 44 participantes dos quais 35 resultaram em dádivas. Em Janeiro deste ano foram 53 os participantes para 38 dádivas. Em Fevereiro de 2016, data da primeira recolha no Centro Cívico, foram 56 para 37.

28/07/2017

Colheita de Sangue - Este sábado, 29 de Julho de 2017


Amanhã, Sábado, 29 de Julho de 2017, das 09:00 às 13:00 horas, será realizada mais uma colheita de sangue nas instalações do Centro Social de Guisande, no Monte do Viso. Venha doar sangue e doar vida.