31/10/2017
Nota de falecimento
Rir e brincar com os outros
Nota de falecimento
29/10/2017
27/10/2017
Recados...
26/10/2017
Mapa de Guisande - 26102017
24/10/2017
24 de Outubro de 1954–Inundação na ribeira da Mota
Hoje, dia 24 de Outubro de 2017 tivemos um dia quase de Verão, com céu azul e temperatura bem alta. Mas se recuarmos no tempo, mais precisamente 63 anos, por isso a 24 de Outubro de 1954, abateu-se sobre a nossa freguesia de Guisande e freguesias vizinhas, sobretudo do lado sul e poente, como Pigeiros, Caldas de S. Jorge, Fiães e Lobão, uma chuva forte e persistente, designada de tromba-de-água, que em poucas horas, naquele Domingo de manhã, galgou as margens da ribeira da Mota, arrastando dos campos, com a sua impetuosidade, toda a vegetação e medas de palha ou de canas de milho.
Em resultado, com a pressão da água e dos detritos dos campos e margens arrastados, a ponte da Lavandeira, entre os lugares do Reguengo e Viso, acabou por ceder, desmoronando-se, sendo, pouco depois, edificada a ainda actual ponte. Provisoriamente, como se vê na foto acima, foi realizado um estrado em vigas e tábuas de madeira para assegurar a passagem de carros e pessoas.
Ainda hoje, as pessoas mais idosas recordam-se desse Domingo chuvoso e daquela que foi certamente a maior cheia da ribeira da Mota de que há memória, o que de resto também sucedeu no rio Uíma
. Mesmo a cheia de 2001 terá sido apenas uma humilde amostra quando comparada com a de há 63 anos.
Neste foto acima vê-se o paredão norte totalmente demolido. Curiosamente percebe-se que o caudal da ribeira era quase diminuto, pelo que se deduz que estivesse a ser desviado pelos regos das levadas a montante, de modo a permitir a intervenção provisória na ponte. Também pode sugerir que essa cheia teve de facto características muito concentradas pelo que logo que passou a tromba-de-água, o caudal voltou ao seu normal.
21/10/2017
19/10/2017
18/10/2017
17/10/2017
Terminado
Ontem, segunda-feira, 16 de Outubro, terminou para mim a responsabilidade de atendimento semanal prestada no polo de Guisande da Junta da União de Freguesias. A partir da próxima semana esse serviço será já da responsabilidade dos eleitos no último e recente acto eleitoral, cuja tomada de posse está agendada para esta sexta-feira, 20 de Outubro pelas 21:00 horas na sede em Lobão. Por conseguinte, a partir desse acto de posse, termina o meu mandato e com ele as responsabilidades ou funções inerentes.
A questão do dinheiro e do vencimento sempre me foi irrelevante, mas refiro-a apenas para informação aos desinformados e porque é um pouco aborrecido quando a este respeito ficamos injustamente com a fama mas sem o proveito.
(*) A este valor mensal somava o valor da senha de presença (21,37 euros) pela participação na Assembleia de Freguesia - quatro sessões ordinárias por ano)
15/10/2017
Outubro vermelho
Num dia de Outubro anormalmente quente, com baixa humidade e ventos com rajadas fortes e inconstantes, ficou traçado o clima ideal para um Domingo em que Portugal voltou a estar fustigado com incêndios, um pouco por todo o lado, mesmo nos concelhos vizinhos de Vale de Cambra e Arouca.
Mesmo a freguesia de Guisande não escapou a esta fúria, quase sempre com origem em mão criminosa, e os recentes focos de incêndios ocorridos na zona dos Quatro-Caminhos e a poente da Gândara foram novamente reactivados e empurrados por um vento de sul depressa se estenderam à zona norte e nascente do lugar, expandindo-se mesmo pelos lugares da Arosa e Teixugueira em Lobão, colocando habitações em risco, valendo a valentia dos bombeiros que, por aqui, centraram os seus esforços a proteger as habitações à face da Rua Nossa Senhora de Fátima e Rua de Trás-os-Lagos e mesmo na Rua da Zona Industrial, incluindo as instalações da empresa Utilbébé, que correu riscos devido à mata densa na zona frontal poente e lateral norte e a uma pilha de resíduos florestais que negligentemente ali tem estado há semanas, constituindo uma autêntica bomba conbustível.
Esperemos agora que a previsão de chuva já para esta madrugada e para os próximos dias se concretize e o clima que tem sido adverso ajude agora a apagar definitivamente muitos desses focos de incêndio.
12/10/2017
Um novo ciclo ou a sua continuação?
No meio destas vicissitudes da oposição, uma palavra de apreço para David Neves que no meu entendimento, sempre cumpriu de forma elevada as suas responsabilidades como líder da oposição, com intervenções assertivas, num contexto difícil porque contra uma maioria que, como todas as maiorias, pouco sensíveis ao aprofundamento, debate e acolhimento de propostas ou críticas da oposição. Este é um mal de que padecem todas as maiorias do nosso sistema democrático uma vez que, regra geral, vão-se alternando os partidos e as figuras mas mantêm-se os vícios e os defeitos inerentes. Não tenho dívidas em reconhecer que David Neves, caso o povo o escolhesse, seria um presidente de proximidade e interessado pelas diferentes freguesias e pelo respeito das suas características específicas. Mas em democracia e em eleições governa quem a maioria do povo escolher e por isso há que dar crédito e confiar em quem foi escolhido.
Seja como for, adivinha-se um mandato de oposição muito difícil para o PS pois se de algum modo teve um bom resultado e ganhou mais um elemento, a verdade é que aquela que se apregoava como uma insatisfação geral da população, não se traduziu na prática numa vitória, sendo que esta evitada apenas devido à especificidade própria do resultado em Gião.
Agora sendo certo que a partir do dia 20 de Outubro começará um outro ciclo, fica a dúvida se novo ou de continuação. O futuro responderá, havendo, no entanto, condições para que seja um novo ciclo porque, como tenho opinado, o difícil será não fazer melhor.
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