19/12/2017
18/12/2017
Limpeza de ruas
A Junta da União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande começou hoje a limpeza da Rua Cónego Ferreira Pinto, de norte para sul.
Esta é uma das principais rua da freguesia e havia sido limpa pela última vez no princípio de Agosto de 2016, por isso há quase um ano e meio.
Num novo mandato já sem impedimentos anormais de ordem financeira e com uma herança positiva do anterior mandato superior a 100 mil euros, importa que a limpeza das ruas, sobretudo das principais e junto às habitações, seja feita de forma mais regular e nunca ao ponto de atingir a situação actual, acima fotografada.
17/12/2017
3ª Ceia Solidária de Natal
Teve lugar ontem, 16 de Dezembro, a partir das 20:00 horas, nas instalações do Centro Cívico, cedidas pelo Centro Social, no Monte do Viso, a 3ª Ceia Solidária de Natal, organizada pelo Grupo Solidário de Guisande. Os dois salões encheram-se com mais de 150 pessoas para um convívio e partilha inter-geracionais. Muitos idosos e muitas crianças que com a sua alegria voltaram a ecoar dentro das paredes daquela que foi uma escola que marcou gerações de guisandenses.
Todo o jantar esteve com uma qualidade irrepreensível, com comida tradicional, a boa caldeirada de bacalhau, saborosa, bem confeccionada e em quantidade, e bem servida pelo vasto grupo de pessoas que prescindiram do conforto da mesa para se disponibilizarem a ajudar, tanto na cozinha como na serventia.
Para além dos responsáveis pelo grupo Solidário e Centro Social, de registar a presença do Sr. Padre Farinha e ainda do Sr. David Neves, membro da Assembleia de Freguesia e da Patrícia Pinho, representante de Guisande na Junta da União de Freguesias a qual esteve envolvida no grupo de serviço. Faltaram outras pessoas que eventualmente poderiam e deveriam estar, mesmo que a marcar ponto, mas como diz a cantiga, só faz falta quem cá está e é sempre bem preferível um bom jantar e um convívio com gente boa e bem disposta do que com gente aziada e a fazer frete, digo eu.
Parabéns a todos, de modo especial ao Grupo Solidário de Guisande e pessoas que tornaram possível este evento que começa a ser tradição. Todos foram inexcedíveis na dedicação e simpatia.
15/12/2017
Uniões e desuniões de facto
Por estes dias, à passagem do meio ano (seis meses) sobre os trágicos incêndios de Pedrógão Grande e concelhos vizinhos, como Castanheira de Pêra, um dos habitantes de uma das aldeias atingidas, que entre outros familiares perdeu os pais, dizia algumas coisas muito acertadas, daquelas que em momentos de dor nos saem da alma, como, por exemplo, sobre o pagamento das indemnizações pelo Estado a cada vítima, estabelecida no mínimo de 70 mil euros. Dizia que não tinha conhecimento directo, apenas pelo que se ouvia dizer nas televisões, ignorando os procedimentos para receber essa verba e que sabendo o Estado quem morreu bastaria fazer as contas e pagar de forma directa. De resto como faz o próprio Estado quando é para receber dos contribuintes, sem requerimentos ou outras papeladas, cobra pesadas coimas, aplica elevados juros de mora, penhora e executa sem dó nem piedade e em prazos acelerados.
Ainda nessa reportagem, uma das pessoas da associação das vítimas, falava da importância de se dotar as aldeias com abordagens de resiliência comum, dotando-as com meios mínimos de combate e sobrevivência e orientadas por alguém com sentido de líder de modo a que numa situação de ameaça ou tragédia seja possível articular decisões e meios de protecção antes da chegada de socorros exteriores. No fundo, cada aldeia ter meios próprios de protecção e de proximidade, com alguém conhecedor de cada canto e de cada pessoa e das suas necessidades e limitações de modo a poder agir e fazer agir coordenadamente.
Esta última questão pode muito bem, e a propósito, ser trazida ao de cima no contexto da realidade das actuais uniões de freguesias em que após um primeiro mandato desta nova forma de gerir e administrar, nenhuma das freguesias, sobretudos as mais pequenas de cada união, estão satisfeitas, e pelo contrário sentem-se abandonas e até mesmo desprezadas. Para além do mais, escolhem-se pessoas que muitas vezes pouco ou nada conhecem da realidade de cada freguesia, sendo nas mesmas estranhos ou pouco conhecidos pelas comunidades porque quase não integrados nestas. E basta tomar como a exemplo a nossa freguesia de Guisande agora inserida numa união a quatro, em que à custa de dificuldades várias e de vontades adversas, perdeu nitidamente em todos os aspectos face à anterior realidade administrativa, desde logo pela perda de proximidade e identidade. Se na anterior realidade administrativa havia no mínimo três elementos da Junta, agora há apenas um e em rigor com poucas ou nenhumas competências atribuídas para poder agir e decidir e muito menos compensado para isso. Foi assim no mandato anterior e certamente não mudará no actual ou nos futuros.
Mesmo sem a dimensão do drama de tragédias como estas dos incêndios, é de lamentar que não exista um funcionário que num momento de mau tempo e tempestades como a de Domingo passado, possa limpar sarjetas e ou desobstruir árvores de caminhos. A jeito de quem não tem cão caça com gato, pessoalmente sem ter essa responsabilidade fiz isso inúmeras vezes, mas é lamentável que uma Junta de União não tenha ela própria um ou mais funcionários permanentes em cada uma das freguesias e a ela dedicados nas pequenas ou grandes aflições e necessidades. Face a este vazio de liderança e de meios, as mesmas freguesias ficam entregues as elas próprias e à espera que um acaso ou uma alma caridosa faça o trabalho e que alguém ligue para a protecção civil, para a EDP, para os bombeiros ou para a GNR.
Mesmo sem a dimensão do drama de tragédias como estas dos incêndios, é de lamentar que não exista um funcionário que num momento de mau tempo e tempestades como a de Domingo passado, possa limpar sarjetas e ou desobstruir árvores de caminhos. A jeito de quem não tem cão caça com gato, pessoalmente sem ter essa responsabilidade fiz isso inúmeras vezes, mas é lamentável que uma Junta de União não tenha ela própria um ou mais funcionários permanentes em cada uma das freguesias e a ela dedicados nas pequenas ou grandes aflições e necessidades. Face a este vazio de liderança e de meios, as mesmas freguesias ficam entregues as elas próprias e à espera que um acaso ou uma alma caridosa faça o trabalho e que alguém ligue para a protecção civil, para a EDP, para os bombeiros ou para a GNR.
Assim sendo, bastaria tomar como exemplo estas necessidades constatadas agora nas aldeias atingidas pelo drama dos incêndios criminosos para se perceber a importância da proximidade e do auto-conhecimento como mais valias a favor das pessoas e das comunidades. Infelizmente num passado recente, maus políticos e más políticas pensaram ao contrário e contra as pessoas promoveram asneira da grossa.
Numa altura em que parece que o Governo vai entretanto abordar o assunto das uniões de freguesia, faz todo o sentido que no nosso concelho algumas pessoas, incluindo ex-autarcas comecem a dar passos associativos unindo-se de modo a que quando chegar o momento tomarem posição favorável à reversão do processo ou pelo menos à sua correcção. Neste contexto, ouvi por estes dias na Rádio Clube da Feira, será já neste Sábado, 16 de Dezembro, que terá lugar uma reunião pública no Salão Paroquial do Vale, aberta a essa importante discussão.
Terão, pois, que ser as próprias freguesias mais afectadas a fazer esse trabalho pois já se sabe que por parte da Câmara Municipal não se pode esperar grande coisa, de resto em consonância quando o processo teve início e depois na sua concretização, nunca tomando uma posição de força em contrário, mesmo que certos papagaios lambe-botas vão palrando que no concelho se faz bem. Ora faz-se muita coisa bem, certamente, mas também algumas valentes cagadas e esta das actuais uniões e dos respectivos desenhos territoriais foi uma delas.
Numa altura em que parece que o Governo vai entretanto abordar o assunto das uniões de freguesia, faz todo o sentido que no nosso concelho algumas pessoas, incluindo ex-autarcas comecem a dar passos associativos unindo-se de modo a que quando chegar o momento tomarem posição favorável à reversão do processo ou pelo menos à sua correcção. Neste contexto, ouvi por estes dias na Rádio Clube da Feira, será já neste Sábado, 16 de Dezembro, que terá lugar uma reunião pública no Salão Paroquial do Vale, aberta a essa importante discussão.
Terão, pois, que ser as próprias freguesias mais afectadas a fazer esse trabalho pois já se sabe que por parte da Câmara Municipal não se pode esperar grande coisa, de resto em consonância quando o processo teve início e depois na sua concretização, nunca tomando uma posição de força em contrário, mesmo que certos papagaios lambe-botas vão palrando que no concelho se faz bem. Ora faz-se muita coisa bem, certamente, mas também algumas valentes cagadas e esta das actuais uniões e dos respectivos desenhos territoriais foi uma delas.
12/12/2017
Mau pressentimento
Sinceramente, ainda em período de nojo por um mandato de desilusões, do qual eu próprio assumi as minhas responsabilidades, dando lugar e oportunidade a outros, não queria, para já, estar a tecer comentários pela actividade da actual Junta. Todavia, tendo em conta que estão decorridos quase dois meses sobre a tomada de posse (20 de Outubro) e sabendo que transitou um saldo positivo superior a 100 mil euros, portanto afastado o fantasma das dívidas e da falta de dinheiro que tolheu e justificou todo o mandato anterior, começa o povo e começo eu a perceber que, no que a Guisande diz respeito, para além de ainda não se ter retomado a limpeza de ruas principais que não se limpam há mais de um ano e que não foi tapado um único de muitos buracos nas ruas que se degradam, nem limpa uma sarjeta antes das chuvas, continuando as inundações de zonas críticas, como na baixa do lugar da Igreja, e ainda ouvir queixas pelo encerramento de casas de banho (Igreja) por falta de limpeza, são sinais preocupantes e que podem indiciar algum tipo de revanchismo por um mau perder (na freguesia) nas últimas eleições.
Quero pensar que a nova máquina ainda está a aquecer e a afinar e que este esquecimento ou desmazelo são pontuais e não propositados. Mas que são sinais pouco positivos, são. E tão ou mais preocupante que isto, é perceber que "lá de cima", conseguidos os objectivos e instalados os poderes, as preocupações agora centram-se em Perlins e Imaginários e a raia miúda está por definição entregue a si própria, a expiar os seus pecados.
Vamos a ver se depois do Natal o espírito deste começa a fazer efeito positivo e as coisas corram como devem correr, com normalidade e equidade, sem tentações de qualquer tipo de revanchismo ou maus fígados, em suma, no básico respeito pela democracia.
30/11/2017
Solidariedade e partilha
Conforme foi previamente publicitado (veja-se cartaz acima), a paróquia de S. Mamede de Guisande envolveu-se e deu corpo a uma iniciativa de angariação e recolha de diversos bens materiais destinados a mitigar as enormes carências e dificuldades de muitas famílias afectadas pelos incêndios, sobretudo os ocorridos em 15 de Outubro, com enfoque nos concelhos de Oliveira do Hospital e Mortágua.
Postas mãos-à-obra, o que parecia ser de difícil concretização ou de resultado insignificante, certo é que com a dedicação e perseverança de todas as pessoas envolvidas, a campanha acabou por exceder as melhores expectativas e entre os mais diversos artigos angariados, desde têxteis a mobiliário, bens alimentares, louças, ferramentas, alfaias e pasto (palha) para gado, etc, etc, para tudo transportar foi necessário um camião com dois reboques (galeras) e ainda uma carrinha para o pasto, que seguiram completamente abarrotados.
Certamente que face às imensas necessidades das pessoas e famílias atingidas pelo drama de um incêndio que matou e destruiu, terá sido uma gota, mas a verdade é que para os beneficiados fará toda a diferença e não deixa de ser um contributo significativo tendo em conta a realidade e dimensão da nossa freguesia, com pouco comércio e pouca indústria, superando, todavia, muitas e muitas freguesias com maior capacidade.
Está, pois, de parabéns toda a comunidade de Guisande envolvida, a paróquia, as pessoas e empresas que doaram e o grupo de pessoas que se dedicou na recolha, limpeza, embalagem, carregamento e transporte. Mais importante do que elencar nomes, importa dar mérito ao grupo e ao seu espírito de partilha e bem-fazer na concretização de uma acção de solidariedade a favor de quem tudo perdeu.
A todos um bem haja!
A todos um bem haja!
27/11/2017
Nota de falecimento
Faleceu Eduardo Gonçalves Pinto (Lalo), de 68 anos, natural de Guisande mas desde há alguns anos ausente da freguesia.
Velório na Capela Mortuária de Guisande, amanhã, Terça-Feira, 28 de Novembro, a partir das 13:00 horas e funeral pelas 16:30 horas na igreja matriz de Guisande, indo no final a sepultar em jazigo de família.
Missa de sétimo dia na segunda-feira, 4 de Dezembro, pelas 18:00 horas na igreja matriz de Guisande.
Sentidos sentimentos aos familiares. Paz à sua alma!
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