27/11/2025

Peregrinação interparoquial - 7 de Dezembro de 2025

 


Peregrinação Jubilar à igreja matriz e jubilar de Santa Maria da Feira

 


Da reunião do dia 11 de Novembro entre o nosso pároco, o Diácono António Avelino e os delegados do conselho pastoral interparoquial e ainda um representante do Agrupamento de Escuteiros das Caldas, foram acertados os pormenores relativos à nossa Peregrinaçã Jubilar Interparoquial a realizar à igreja matriz e jubilar de Santa Maria da Feira. A peregrinação terá lugar no próximo dia 7 de Dezembro, um Domingo, conforme previamente planeado na nossa Agenda Pastoral.

Assim, para os que pretenderem fazer a peregrinação em caminhada, o ponto de encontro será junto à igreja matriz de Pigeiros, com previsão de saída dali pelas 8:00 horas e seguindo-se um percurso já delineado por Pigeiros, subindo à Meia Légua, depois descendo por Escapães e Sanfins, de modo a transitar por estradas secundárias e evitar tanto quanto possível as estradas principais.

Caso o tempo esteja de chuva, poderão ir em caminhada os mais corajosos e preparados e os demais poderão deslocar-se por meios próprios e da forma que melhor entenderem.

A celebração da missa será pelas 11:00 horas, prevendo-se que a chegada seja um pouco antes de modo a permitir um ensaio rápido de alguns cânticos com os elementos corais e da assembleia

Quanto à celebração, musicalmente será animada pelos grupos das Caldas, que deverão elaborar o programa, com cânticos apropriados mas conhecidos de todos, e fazê-lo distribuir em papel pelos restantes grupos das demais paróquias que assim poderão juntar-se nos cânticos.

O serviço de acólitos será coordenado pelo pároco e a envolver acólitos das 3 paróquias.

As leituras serão feitas pelas três paróquias, cabendo a Caldas de S. Jorge a 1.ª leitura, a Guisande a 2.ª leitura e a Pigeiros a oração universal.

Quanto à distribuição da comunhão, dependendo da participação, serão o pároco, o diácono e os Ministros Extraordinários da Comunhão que deverão, tanto quanto possível estarem presentes de modo a assegurarem o serviço na justa medida do que se entender como necessário, naturalmente que distribuídos pelas 3 paróquias.

Os interessados em participar na caminhada deverão preencher previamente um formulário, online e que está a ser disponibilizado também em cada paróquia, de modo a ser realizado um seguro para os participantes, que não terá qualquer custo.

O mesmo formulário também servirá para a reserva do almoço para os que pretenderem. O almoço, uma feijoada, será confeccionada e oferecida pelo Agrupamento de Escuteiros das Caldas. O almoço decorrerá nas instalações do Orfeão da Feira, próximas da igreja matriz.

Os participantes no almoço deverão levar pratos, copos e talheres. Deverão também levar bebidas e sobremesas que depois serão partilhadas. Para os que forem em caminhada, estes apetrechos poderão ser transportados por carrinha dos Escuteiros, a partir de Pigeiros, pelo que os sacos deverão ser devidamente marcados e sinalizados.

No final da cerimónia ou do almoço, o regresso às paróquias fica por conta de cada participante, usando os meios próprios.

Quem desejar e puder contribuir com ingredientes para a confecção da feijoada, como carnes e enchidos, etc, poderá fazê-lo junto do Agrupamento de Escuteiros ou entregando nas próprias paróquias

[Link para a inscrição via formulário online]

25/11/2025

Luzes e foguetório

  


Todos nós, creio, deslumbramo-nos com o fogo de artifício e as iluminações de Natal. Nos tempos que correm, desde a mais pequena aldeia à maior cidade, gastam-se fortunas nestas manifestações visuais.

Como exemplo, o foguetório previsto para a Madeira, um dos locais de eleição para quem pretende celebrar a passagem de ano, estima-se que vai custar 182 mil euros por minuto nas duas próximas passagens de ano.

O Governo Regional garantiu de uma só assentada não um, mas dois espectáculos, sem qualquer desconto: mais de 2,9 milhões de euros (IVA incluído) por apenas 16 minutos (oito em cada ano).

Literalmente é dinheiro dos contribuintes queimado, estourado. É assim na Madeira e em todo o Portugal. Assiste-se, de facto, a uma febre de estourar milhares e milhares em poucos minutos. E se Madeira ou noutras cidades até há algum retorno económico, seja lá o que isso queira dizer, mas no geral, terminado, o espectáculo, fica o fumo e o escuro e nada nos bolsos dos contribuintes.

Também gosto de ver, mas, sinceramente,considero, no geral, um exagero de dinheiro mal gasto, porque esvai-se em minutos. Mesmo as iluminações natalícias não ficam baratas.

É certo que, no caso das pobres juntas de freguesias, estas podiam ser mais comedidas, com uma iluminação mais simbólica que aparatosa, mas ninguém vai por aí e de ano para ano assiste-se a um crescimento de despesas, tanto mais que os autarcas parecem perceber que na percepção dos seus eleitores conta mais o vistoso do que o proveitoso. 

Não espanta, pois, que se comece a dar prioridade a eventos de entretenimento, que dão nas vistas e nas redes sociais colhem gostos a potes. Quanto ao essencial, as ruas em bom estado e limpas, o ambiente preservado, as obras e melhoramentos,  podem ir esperando.

É o que temos e parece que de facto falta coragem para a simplicidade e a discrição. Se os outros fazem, também nós temos de fazer e não ficar atrás  e cada vez maior. Hoje um pinheiro de 20 metros para o ano de 50 e por aí fora. Ainda agora em Águeda, um Pai Natal em pose de estar sentado numa sanita, a crescer, a crescer. Com jeitinho e ambição há-de ficar com a altura da Torre Eifel. 

É esta a mentalidade que vai vigorando e não estou a ver que possa mudar. Um absurdo e um despesismo em grande e de resto contra todo o espírito do verdadeiro Natal que defende valores de simplicidade e humildade. Não aprendemos nada!

Hoje em dia, o autarca que for reservado ou contido nos gastos supérfluos mas vistosos, tem os dias contados e nunca será popular. Pão e circo é cada vez mais o lema do nosso poder local.

24/11/2025

Sem circo, agora trabalha-se

 



A tenda está montada mas não há circo. Esse durou mais de meio ano com uma estrada interrompida ao trânsito, a penalizar os moradores da Rua do Sebastião, em Cimo de Vila, e com pavimentação por concluir. 

Agora a tenda é para trabalho e o assunto está a ser resolvido e espera-se que entretanto seja reaberta a estrada e de seguida a conclusão da pavimentação.

Bem sei que estas coisas não se decidem em dois dias nem se resolvem numa semana, quiçá num mês, mas o tempo que decorreu foi notoriamente exagerado.

Em todo o caso, está a ser feito o trabalho, ainda bem, e mais semana menos semana espera-se que fique a coisa resolvida, como tem de ser.

22/11/2025

Ouvidos de mercador






Em Agosto passado, falei deste assunto aqui. 

Mas antes, em Abril, tinha-o partilhado no meu Facebook. Depois em Maio, reportei devidamente o assunto e o local à Junta da União de Freguesias de Lobão Gião, Louredo e Guisande. Não obtive qualquer resposta nem o assunto mereceu atenção a ponto de ficar resolvido.

Hoje voltei a passar ao local, e, sem surpresa, a situação não só se mantém como foi agravada.

É certo que neste momento, ainda bem, a realidade administrativa é outra, mas de facto lamenta-se que este assunto, até pela importância que tem, não tenha merecido qualquer desenvolvimento. É o que é!

É certo que uma qualquer Junta de Freguesia nem terá responsabilidades, nem competências nem meios suficientes para acudir a todas estas situações de pura falta de civismo, de lamentáveis atentados contra a natureza e meio ambiente, e em Guisande são várias, mas tem pelo menos a obrigação de se preocupar com o assunto e por meios próprios ou contactando as entidades que se considerem mais capazes e responsáveis, procurar resolver a limpeza e tomar medidas que dificultem o acesso aos prevaricadores.

Posto isto, ficam aqui estes postais na expectativa de que não passe mais meio ano sem que alguém se incomode.

Bem sei que estas coisas não são vistosas, não colhem likes e passam ao lado de quem apenas dá hossanas, aleluias e vivas a eventos recreativos  e de entretenimento, mas, caramba, há mínimos.

Bem sei, ainda, que o nosso monte de Mó passou de uma vasta zona florestal para uma triste floresta de torres e cabos, mas, pelo menos, se não for pedir muito, que se cuide do pouco que sobrou. Ou só há olhos e barriga para os passadiços do Uíma?