06/03/2020

Nem tudo é a cores...

Admitindo e correndo o risco de algum exagero, pelo que vou lendo, vendo e ouvindo das notícias sobre os casos confirmados e suspeitos em Portugal do Covid-19,  parece-me que em algumas das situações houve um correr de risco desnecessário com pessoas a viajar para Itália, quando já se sabia que era uma zona de risco. Ora em férias, ora em trabalho, certo é que quase todos os casos remetem para o relacionamento de estadia nesse país.

Em todo o caso, para os apologistas da plena globalização, do que ela tem de melhor e positivo, e tem, importa também ter em conta o outro lado da moeda e que esta situação da propagação do Covid-19 é apenas um dos efeitos negativos. E não é de menor importância porque é a saúde pública global que está em causa.

As situações ocorridas nos últimos anos dizem-nos que este é apenas um episódio mas virão mais no futuro e cujas repercussões em concreto não podemos determinar, apenas suspeitar, até mesmo num contexto de terrorismo. Espalhar meia dúzias de kamikazes infectados com algo desconhecido no meio de uma multidão poderá ser mais eficaz que muitas bombas e atentados. O resto, fica por conta da globalização.

Mas isto sou eu a exagerar...

05/03/2020

Estamos todos de boa saúde e "descansados"...

Logo após o primeiro ministro António Costa ter visitado o serviço Linha Saúde 24, louvando e elogiando a sua acção, eficiência e capacidade, hoje sabe-se que por esta semana mais de 25% das chamadas ficaram sem atendimento e resposta.

No programa "Prós e Contras" da RTP, a directora da Direcção Geral de saúde, Graça Freitas, resvalou, sem graça, para a informação de que tinha esgotado a capacidade dos hospitais de S. João e Santo António, numa altura em que apenas dois casos tinham dado positivo. Pelos vistos, falhas de comunicação, tão normais quando as coisas não batem certo.

Assim, sendo, a juntar às notícias de encerramento de urgências pediátricas e outras que tais, estamos todos "descansados" para enfrentar este filho da globalização, o Covid 19.

04/03/2020

Nota de falecimento


Faleceu Sónia Marisa Pinto Lopes Vendeiro, de 41 anos. Natural de Gândara - Guisande, residia em Caldas de S. Jorge.
Cerimónias fúnebres de acordo com as indicações na estampa acima.
Sentidos sentimentos a todos os familiares.

26/02/2020

Coisas do ambiente



Salvas as devidas importâncias, distâncias e impactos, de algum modo o assunto do futuro aeroporto previsto para a margem sul do Tejo, no Montijo, nomeadamente a polémica da sua localização de sensibilidade ambiental, tem algumas semelhanças com o que aconteceu no nosso Monte de Mó. Ou seja, as questões do território e do ambiente só são importantes para as coisas pequenas, porque quando há necessidade de ali implantar as coisas grandes e impactantes, estas têm via aberta. Porque tudo em nome do interesse público.

Veja-se, por comparação, mesmo que pobre, a situação do nosso (também de Louredo e Romariz) Monte de Mó: Veio o PDM e toda aquela grande mancha florestal, pontilhada de alguns elementos agrícolas, sobretudo nas encostas, foram, e bem, classificadas como Espaço Florestal e pontualmente, com elementos de Espaço Agrícola. Por conseguinte, no geral ali não se podia edificar habitações, muros ou mesmo currais para ovelhas ou galinhas. Era um prejuízo para a coisa.

Mas depois veio a necessidade de ali se implantar um reservatório para a rede pública de abastecimento de água: Faça-se! 

Depois veio a necessidade de ali fazer passar um auto-estrada de seis faixas, gerando um enorme impacto ambiental e topográfico, com movimentos de terras gigantescos, construção de viadutos, gerando desequilíbrios óbvios na topografia natural e deles os consequentes problemas na drenagem de águas, tanto mais que, nas alternativas, optando-se sempre pelas vias do mais fácil e mais barato, e invariavelmente ao arrepio dos interesses dos proprietários. Foram feitas cagadas um pouco por todo o lado. É certo que para alguns foi um totoloto, mas para outros, menos expeditos, foi o prejuízo. Mas, faça-se e fez-se.

Depois veio a necessidade de ali instalar uma sub-estação eléctrica: Faça-se e fez-se. Bem no coração do monte, novamente com enormes movimentos de terras e desequilíbrio nas drenagens de águas e toda a zona ficou sob um tecto electro-magnético de torres e cabos em várias direcções. Uma espécie de árvore de natal permanente.

Em resumo, por todas estas questões e opções, que por um lado compreendem-se face ao interesse público, nacional e ou municipal, a questão do ambiente tem sido sempre preterida. Por outro lado os estudos de impacte ambiental não servem para coisa alguma, apenas para dar cumprimento a um mero formalismo. Umas recomendações, uns pózinhos de perlim-pim-pim aqui e ali e a coisa ultrapassa-se.

É caso para se dizer que o ambiente deve ser preservado não para minudências, coisas pequenas,  mas para coisas importantes e em grande. Apesar disso, toda a gente com poder de decisão continua com os discursos, na generalidade hipócritas, de que o ambiente é coisa importante e a valorizar.

Pois, pois...

24/02/2020

Nota de falecimento


Damos nota do falecimento de Joaquim da Costa Azevedo, de 65 anos, com residência em Fiães e emigrante em França.
Cerimónias fúnebres conforme o anunciado na pagela acima.

Sentidos sentimentos a todos os familiares.

18/02/2020

Notas do dia

Indignações.

As notícias de hoje dão conta de um homem de 60 anos que morreu na sala de espera das urgências do hospital de Beja depois de três horas e meia sem ter sido atendido.
Junta-se a um caso recente e em tudo similar que ocorreu em Lamego. 

Todavia, temo que a reserva de indignação tenha sido toda desbaratada com o recente caso de racismo num contexto de um espectáculo desportivo.

Estes casos de Lamego e Beja deviam igualmente correr mundo e inundar as redes sociais e merecer autos de fé de indignação, mas cheira-me que não. Em todo o caso vou ficar atento aos Costas, Marcelos e outros profissionais da indignação, mesmo os do nosso terrão.

Seremos todos Beja e Lamego?


Caixas de Pandora.

Confesso que não tenho posição vincada sobre a questão da despenalização da Eutanásia. Em ambos os lados encontro razões e justificações válidas.

Porém, de algum modo, perturba-me que possa ser um grupo de pouco mais de uma centena de deputados, numa certa matriz ideológica, contra a posição da Ordem dos Médicos, a decidir algo que se sabe de antemão ser fracturante da sociedade portuguesa. Hoje poderá ser a esquerda a fazê-lo, amanhã a direita a desfazê-lo ou vice-versa. A toque de caixa de ideologias. Porventura não haverá outra forma de o fazer, porque, lá está, é a democracia, mas fica sempre muito por fazer, no caso quanto à insuficiente e ineficiente rede de cuidados de saúde, sobretudo os destinados a casos terminais. 

Passos Coelho terá dito, mais coisa menos coisa, para que os desempregados mudassem de país. Por agora, de algum modo, vai-se criar condições para que os doentes se possam matar.

Abertas algumas caixas de Pandora, onde é que isto irá parar?

17/02/2020

Racismo e anjinhos

Todas as formas de racismo devem ser, obviamente, condenadas. Mas devem igualmente ser condenadas todas as acções e princípios que para elas possam concorrer. E se num jogo de futebol ou num qualquer evento desportivo de competição entre duas partes, os actos provocatórios e arrogâncias susceptíveis de "incendiar" a despoletar reacções de violência, nomeadamente os dirigidos às massas adeptas, devem igualmente ser condenados, tanto mais se por parte de actores que se devem pautar pelo respeito mútuo para com os adeptos, mesmo que adversários e para quem, afinal de contas, lhes pagam os normalmente chorudos proventos.

Por outro lado, não os desculpabilizando, importa perceber e distinguir os insultos ou actos racistas num contexto de futebol, já que todos percebem que no antagonismo e rivalidade de grupos e tribos o racismo não é mais que uma das extensões da ofensa e da provocação gratuitas. Muita da massa adepta do fenómeno do futebol teve a sua escola nas competições regionais onde os insultos gratuitos aos adversários e árbitros, e às mãezinhas e filhas destes, foram sempre a tónica, quase sempre sob a indiferença e impunidade de dirigentes e autoridades. 

Os que agora, perante os episódios de Guimarães, vêm a terreiro mostrar a sua indignação não se mostraram tão indignados com as recentes e habituais manifestações de "carinho" com que os jogadores e adeptos do S.L. Benfica foram recebido para o lado do Porto, com recados intimidatórios, sicilianos e inaceitáveis de bonecos enforcados, e bancadas em uníssono com cânticos patrióticos de "SLB, filhos da pu...", e outros mais mimos dignos de pessoas civilizadas. Mas, diga-se, quase sempre de forma mútua, porque nestas coisas do irracional não há, por regra, exclusividades. Nem os do Porto são diabos nem os do Benfica anjinhos, e vice-versa. Esta podridão e carência de cultura de respeito mútuo é mais ou menos generalizada e de resto em consonância com a falta de valores cívicos na sociedade, que vai sendo regra e pasto para os populismos e demagogias da esquerda à direita.

Assim, sendo, para além do sempre muito politicamente correcto, que pelos tempos que correm, começa a tresandar tanto quanto o populismo, convém que se dê a devida importância a ambos os fenómenos e que quem exercita a indignação fácil o faça pelo menos com algum equilíbrio e menos facciosismo, que no caso clubístico ou político, é também ele perigoso e condenável.


16/02/2020

Máquina do tempo...


A Rua do Outeiro, a Rua das Barreiradas e a Rua da leira, vão ser pavimentadas, mas primeiramente a máquina tem que ser reparada. :-)
A clássica máquina de espalhar alcatrão, uma verdadeira máquina do tempo. 

14/02/2020

Fé e esperança pela caridade


Vamos já a caminho de dois anos sobre a aprovação da re-delimitação das Àreas de Reabilitação Urbana - ARU, no concelho de Santa Maria da Feira.
As ARU têm o seu enquadramento no Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de Outubro, na redação que lhe confere a Lei n.º 32/2012, de 14 de Agosto, Regime Jurídico da Reabilitação Urbana e estão publicitadas pelo Aviso n.º 15661/2018, de 30 de Outubro. Em suma, passaram já dez anos sobre as linhas orientadores, ainda do tempo do inefável José Sócrates.

Os objectivos inerentes às ARU estão definidos no art.º 3º do Decreto-Lei. A saber:

A reabilitação urbana deve contribuir, de forma articulada, para a prossecução dos seguintes objectivos:
a) Assegurar a reabilitação dos edifícios que se encontram degradados ou funcionalmente inadequados;
b) Reabilitar tecidos urbanos degradados ou em degradação;
c) Melhorar as condições de habitabilidade e de funcionalidade do parque imobiliário urbano e dos espaços não edificados;
d) Garantir a protecção e promover a valorização do património cultural;
e) Afirmar os valores patrimoniais, materiais e simbólicos como factores de identidade, diferenciação e competitividade urbana;
f) Modernizar as infra-estruturas urbanas;
g) Promover a sustentabilidade ambiental, cultural, social e económica dos espaços urbanos;
h) Fomentar a revitalização urbana, orientada por objectivos estratégicos de desenvolvimento urbano, em que as acções de natureza material são concebidas de forma integrada e activamente combinadas na sua execução com intervenções de natureza social e económica;
i) Assegurar a integração funcional e a diversidade económica e sócio-cultural nos tecidos urbanos existentes;
j) Requalificar os espaços verdes, os espaços urbanos e os equipamentos de utilização colectiva;
l) Qualificar e integrar as áreas urbanas especialmente vulneráveis, promovendo a inclusão social e a coesão territorial;
m) Assegurar a igualdade de oportunidades dos cidadãos no acesso às infra-estruturas, equipamentos, serviços e funções urbanas;
n) Desenvolver novas soluções de acesso a uma habitação condigna;
o) Recuperar espaços urbanos funcionalmente obsoletos, promovendo o seu potencial para atrair funções urbanas inovadoras e competitivas;
p) Promover a melhoria geral da mobilidade, nomeadamente através de uma melhor gestão da via pública e dos demais espaços de circulação;
q) Promover a criação e a melhoria das acessibilidades para cidadãos com mobilidade condicionada;
r) Fomentar a adopção de critérios de eficiência energética em edifícios públicos e privados.

As ARU de Santa Maria da Feira integram entre muitas outras, duas na freguesia de Guisande, uma delas designada de Área Central de Guisande abrangendo grosso modo a Rua de Fornos e os troços poente da Rua 25 de Abril e Rua do Cruzeiro, e a segunda designada de Lugar da Igreja/Guisande, englobando os lugares da Igreja, Quintães e Viso.

Todo o programa vertido no referido Decreto-Lei, para além dos bonitos objectivos, é de algum modo complexo e, salvo algumas excepções mais centrais e marcadamente urbanas, quer-nos parecer que a maioria nunca sairá do papel, não passando de um leque de boas intenções.

Desde logo, antes das intervenções nos espaços e edificados privados, e da implementação de medidas que levem os proprietários a aderir ao programa, este deverá assentar numa estruturação viária e requalificação dos espaços públicos e estes obviamente andarão ao ritmo de vontades políticas mas sobretudo das finanças do município, até porque não nos parece que as Juntas, por incapacidade ou por inacção, venham a ser as locomotivas destes processos de requalificação urbana.

Algumas das obras que se vão vendo pelo concelho e que se possam enquadrar nas ARU são quase sempre resultado de esforço e investimento da Câmara. Se não forem as Juntas e a Câmara, não se espere que sejam os proprietários a dar grandes passos até porque a dinâmica imobiliária pode até estar num ciclo positivo mas é sempre imprevista e instável.

Pela parte que toca a Guisande, será surpreendente que alguma coisa aconteça de concreto nos próximos tempos. Basta dizer que o mandato da actual Junta já passa da sua metade, quase dois anos e meio, e de uma receita que em números redondos no anterior sistema administrativo podia equivaler a 250 mil euros para os cofres da Junta, está quase todo por aplicar. Nada de substancial foi feito quanto a obras e melhoramentos para além de algumas limpezas episódicas. Espera-se pelo último fôlego do mandato.

A ser assim, estes planos como as ARU devem ser vistos com a devida distância e não será de esperar grandes obras nos tempos próximos. Mesmo os espaços centrais, como Fornos, Monte do Viso e Igreja, zonas caracterizadoras da freguesia estão ambos num estado lastimável, com pisos  das ruas degradados, passeios inexistentes ou em péssimas condições, mal iluminados, sujos, enfim, desprezados e sem perspectivas de obras dignas de nome.

Mas vamos ter fé e esperança nalgum assomo de caridade de quem realmente pode e deve impulsionar as ARU. Pode parecer um trocadilho com as três virtudes teologais, mas nestas coisas temos mesmo que esperar alguns milagres.


10/02/2020

Claridade

Olhei ao alto
na procura
de um lençol de claridade,
mas a sombra
de um sonho
mal sonhado
pairava como mortalha
acendida
no braseiro febril
do delírio.

A chuva mitigadora,
refrescante,
tardava
no desejo de um afogamento
nos teus braços
onde a paz mora abençoada.

No teu seio,
há uma lagoa,
límpida, clara,
onde velejo,
suave,
nas mornas ondas
do sopro dos teus lábios.


Ocirema  Adilema

Olhares - Marcas do tempo


Há na decrepitude um não sei quê de beleza...

Por vezes uma simples fotografia, e dela um olhar, tanto mais de algo decandente e decrépito, tem uma história agregada, que pode ser privada ou pública.

Neste exemplo que captei hoje, apesar da falta de letras no letreiro, descobri que trata-se de um pormenor das instalações da RIMARTE, uma empresa fundada em 1950, ligada ao sector da latoaria, em concreto de embalagens de folha flandres. Foi uma das primeiras e mais importantes do tecido industrial de Vale de Cambra, em concreto na freguesia de Vila Chã. Foi fundada por António Ribeiro, sobrinho de Manuel Ribeiro, este co-fundador, com seu irmão, da primeira inústria de latoaria do concelho.

Como muitas outras empresas, as alterações sociais, tecnológicas e hábitos de consumo, forçaram e ditaram o seu final, o que terá acontecido já no final do anterior século.

O concelho de Vale de Cambra tem um importante historial de importantes empresas, algumas que fecharam, outras que mudaram de mãos, como a Lacto Lusa, e outras que continuam como nomes de prestígio no âmbito nacional e mesmo internacional, como a Colep, a Vicaima, a Arsopi, a Progresso, etc.

Resta dizer que as instalações da Rimarte, bem localizadas e no centro de Vila Chã, ocupam uma importante área, de quase 3500 m2, na sua generalidade degradadas.

06/02/2020

Idade das trevas


Quando fiz parte da Junta, realizei largas dezenas de reportes de falhas de iluminação na rede pública, quer a pedidos de moradores quer por iniciativa própria. Foram voltas e voltinhas à freguesia, de noite, a contar lâmpadas como quem conta gambuzinos. Na altura ainda vigorava o poupadinho sistema de "poste sim, poste não", no que a juntar às situações de avarias e lâmpadas fundidas, a freguesia vivia num estado de semi-apagão. Caminhar de noite pelas nossas ruas era uma aventura para machos.

Depois supostamente terminou a "idade das trevas" em que em teoria todas as lâmpadas em todos os postes foram ligadas. Mesmo depois de estar fora de qualquer responsabilidade, com algum sentido de cidadania, e amor à camisola, continuei a reportar situações de lâmpadas sem luz, quer por email quer usando o sistema da EDP Distribuição. Mas, regra geral, era chover no molhado, mesmo apesar de reiteradas comunicações. Muito poucas situações foram solucionadas. Em face disso, perante essa espécie de "estamo-nos cagando"  por parte dos senhores da luz, acabei por desistir. 

Não surpreende, pois, que actualmente na freguesia sejam dezenas de postes sem luz. Mesmo nos últimos dias e mesmo semanas, como ainda hoje, parte  do lugar de Casaldaça continua ás escuras. São pelo menos 6 postes seguidos sem luz, incluindo toda a zona do largo de Casaldaça. Uma por outra, como a que está defronte do Café Progresso, lá se lembra das suas responsabilidades de vez em quando dar à luz. Uma espécie de "ilumino se me apetecer". Também a rua da urbanização de Linhares está toda desligada. Na Rua da Zona Industrial, da Utilibébé à rotunda são pelo menos três postes seguidos. E muitos outros locais onde está bem escurinho.

Por isso que fazer? Que fazer quando mesmo no uso de cidadania a preocupação e resposta, ou falta dela,  de quem tem a obrigação é de indiferença. Perante esse "estamos-nos a cagar" dos senhores da luz, a melhor resposta será, porventura, "vão-se foder !".

03/02/2020

Com S. Domingos no horizonte






Entre S. Domingos e o Arda e a Senhora da Livração, olhares profundos em vales verdejantes. Entre minas de ouro negro, fabrico de papel e pão-de-ló. Tão perto e tão desconhecido.

01/02/2020

Centro Social - Assembleia Geral 31 de Janeiro de 2020

Teve lugar, ontem, 31 de Janeiro, uma sessão ordinária da Assembleia Geral do Centro Social S. Mamede de Guisande. O acto decorreu pelas 21:30 horas nas instalações do Centro Cívico, no Monte do Viso e teve na ordem de trabalhos a apresentação e  aprovação do Plano de Actividades e Orçamento para o ano de 2020. Ambos tiveram aprovação por unanimidade dos sócios presentes.

Os documentos que estiveram disponíveis para todos os presentes  podem ser consultados junto da Direcção ou da Assembleia Geral.

Quanto ao segundo ponto da agenda de trabalhos, a Direcção presidida por Joaquim santos comunicou que com a intermediação da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, chegou-se a um acordo de pagamento com empreiteiro da obra, com o pagamento remanescente em dívida em prestações mensais durante um ano, no que em muito vem ajudar nesta responsabilidade que se mantinha.

A Direcção apresentou ainda valores como receita expectável, nomeadamente o apoio da Junta da União de Freguesias, bem como o recebimento do valor em falta ainda detido e na posse particular de dois ex-autarcas. Estas verbas, consideradas na processo de candidatura à obra de construção, são importantes e a Direcção tem a legítima expectativa de a vir a receber.

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