07/10/2000
05/05/2000
21/03/2000
08/03/2000
03/03/2000
Junta de Freguesia - Executivo 2001/2005
Presidente: Celestino da Silva Sacramento - PS
Tesoureiro: Rodrigo de Sá Correia - PS
Secretário: Jorge da Silva Ferreira - PS
Das eleições de 16 de Dezembro de 2001, o PS - Partido Socialista, renovou a vitória de quatro anos antes, sendo que no executivo Jorge da Silva Ferreira substitui Valter Ferreira das Neves.
A Assembleia de Freguesia continuou a ser comandada maioritariamente pelo PS com 5 elementos e o PPD/PSD com 4 elementos.
02/02/2000
Junta de Freguesia - Executivo 1982/1985
Presidente: Manuel Alves - AD
Tesoureiro: Germano da Conceição Gonçalves - AD
Secretário: Elísio Alcino Ferreira dos Santos - AD
Nas eleições de 12 de Dezembro de 1982, a AD - Aliança Democrática, uma coligação do PPD/PSD com o CDS e o PPM, venceu com larga maioria, elegendo 7 elementos contra 2 do PS. A APU - Aliança Povo Unido, conotada ao PCP, não foi além de 4,86% dos votos, não elegendo qualquer elemento.
01/02/2000
Catecismo - "Quem sóis Vós, Senhor?" - Catecismo do 1º ano - Iniciação
Este catecismo foi posto em circulação em 1971, patrocinado pela Comissão Episcopal da Educação Cristã e pelo Secretariado Nacional da Catequese, numa fase experimental, com o propósito de colher sugestões de párocos, pais e catequistas. Depois disso consolidou-se e continuou a ser utilizado durante vários anos incluindo os anos 80. A edição que possuo e da qual extraí as ilustrações deste artigo é de 1987.
Trata-se de um catecismo que graficamente rompia com as características mais realistas da anterior série do Catecismo Nacional, em uso nos anos 50 e 60, do qual falaremos em próxima oportunidade. Por conseguinte as ilustrações ocupam um maior espaço, bastante coloridas e de traço mais estilizado. Os textos também são mais resumidos, confinando-se a frases curtas e objectivas, quase sempre extraídas da Bíblia e do Evangelho. Como quase todos os catecismos do 1º ano dá forte ênfase às principais etapas da vida de Cristo, tal como a Anunciação, Natividade, Paixão e Ressureição.
É composto por 24 lições e comporta ainda as principais orações como o Benzer, o Pai-Nosso, Avé-Maria, Oração da manhã, Oração da Noite e o Acto de Contrição.
Formato: 117 x 168 mm - 64 páginas. Não tem indicação do ilustrador.
É um catecismo muito bonito e que certamente faz parte da memória de tantos portugueses que na época frequentaram a catequese católica.
Junta de Freguesia - Executivo 1985/1989
Presidente: Manuel Alves - PSD
Tesoureiro: Germano da Conceição Gonçalves - PSD
Secretário: Inácio Resende da Silva - CDS
Das eleições de 15 de Dezembro de 1985, e relativamente ao acto anterior em 12 de Dezembro de 1982, o PPD/PSD perdeu a maioria, elegendo apenas 3 elementos contra 2 do CDS, 1 do PS e 1 da FJI - Força Jovem Independente.
Nesse cenário, a Junta saíu do acordo com o CDS, que surpreendentemente obteve um bom resultado com Inácio Resende da Silva, que esteve quase a vencer as eleições, o que não conseguiu apenas por uma diferença de 14 votos.
De notar a participação de uma lista de independentes designada de FJI - Força Jovem Independente que igualou o resultado do Partido Socialista, elegendo assim um 1 elemento, no caso, Rui Giro. Nas eleições de 17 de Dezembro de 1989 a FJI voltou a concorrer elegendo novamente um elemento, no caso, Manuel Rodrigues de Paiva.
06/01/2000
A Festa do Viso
Por tradição está sempre presente uma Banda de Música, que ajuda no acompanhamento da Missa e actua durante a tarde de Domingo, até ao sol-pôr, incluindo o acompanhamento da procissão solene.
Noutros tempos participavam regularmente duas bandas e eram a principal atracção da festa. Essa tradição foi reactivada no ano de 2004 e 2005 mas actualmente, por dificuldades financeiras, conta-se apenas com uma banda.
O Domingo à noite regra geral é reservado ao folclore, com ranchos da região e de outras terras, nomeadamente da região do Alto Minho que aqui são muito apreciados pela vivacidade dos trajes e das danças.
A noite de Segunda-Feira é reservada à atracção principal e a uma sessão sempre esperada de fogo de artifício. A festa orgulha-se de ter quase sempre um artista de renome nacional no seu cartaz.
Pela sua beleza e religiosidade, a procissão atrai muitos forasteiros, quer para ver os belos andores quer para ver a passadeira de flores que com arte e dedicação é preparada no início da tarde, envolvendo muitas pessoas da freguesia, devidamente orientadas pelas mordomas, que de véspera tratam de angariar flores, pétalas, ramos, relvas, serraduras, etç, para depois prepararam a composição do tapete.
A procissão durante muitos anos fazia o percurso de ida e volta até ao lugar das Quintães, contornado uma bela cruz enfeitada com flores, mas nos últimos dois anos, devido ao alargamento da Rua das Barreiradas, o percurso foi ligeiramente alterado, saíndo da Capela e percorrendo pelo nascente o lugar de Cimo de Vila e descendo a Rua das Barreiradas, retomando depois o antigo percurso da volta, pela Rua das Quintães e subida do Monte pela Rua Nossa Senhora da Boa Fortuna.
A festa em si é um momento de expressão religiosa e também de alegria e convívio entre os guisandenses e familiares, sobretudo os que emigrados ou deslocados regressam à terra.
Para os emigrantes é um momento único de ligação à aldeia. As famílias juntam-se à mesa e ao forno vai o cabrito, carneiro ou borrego. Nas mesas abundantes, a par do tradicional assado, há doces e fruta, de modo especial o melão, outrora um símbolo da festa.
A Festa do Viso representa para a Comissão de Festas uma responsabilidade e canseira que dura todo um ano, bem como também exige um esforço de colaboração de toda a freguesia mas no final, feita a festa e suada a testa, é um motivo que a todos orgulha, com um sentimento partilhado de dever cumprido e tradição respeitada em nome da terra e de todos os antigos que sempre tiveram uma dedicação pela Festa do Viso e de modo especial pela Mãe carinhosa na invocação de Senhora da Boa Fortuna, bem como de Santo António, protector das causas e coisas perdidas.
- Américo Almeida
05/01/2000
Fotografias antigas e documentais - 3
Fotografias antigas e documentais - 2
Vê-se a procissão a descer o Monte do Viso a caminho da Igreja. Observa-se o Monte do Viso na sua forma antiga, ainda com a rua central, em terra batida.
Vê-se também a capela ainda sem o arco da sineta e sem os altifalantes.
No lado esquerdo vê-se um cruzeiro do percurso do Calvário sem a parte superior horizontal, que havia sido derrubada durante a festa do Viso no ano anterior.
As obras de restauro da capela ocorreram nesse ano, à passagem do centenário do edifício. As obras incluíram o revestimento da fachada com azulejaria, oferta de António Alves Santiago e ainda no interior, restauro de paredes, tectos e altares.
Pelo aspecto da capela, tudo indica que as obras tenham ocorrido depois da Comunhão Solene, mas é um caso a confirmar.
Joaquim C. Santos (Leira), David Pinto da Silva (Estôse), Manuel Adegas (Pereirada), João Lopes (Cimo de Vila), António Paiva (Quintães), António Silva (Barrosa), Manuel Tavares (Viso), Manuel Ferreira (Viso), P.e Francisco Oliveira, Américo Pinto dos Santos (Fornos), Joaquim F. Coelho (Fornos), António F. Almeida (Lama), António G. Henriques (Igreja), Germano C. Gonçalves (Igreja), Manuel Pereira (Cimo de Vila) e Alcides Giro (Casaldaça),
Em baixo, agachados:
António P. Ribeiro (Casaldaça), Elísio Monteiro (Barrosa), José P. Baptista (Fornos), Domingos A. Conceição (Reguengo), Delfim Henriques (Estôse), Eva Fernanda Silva (Cimo de Vila), Maria Madalena Silva (Cimo de Vila), Bento Mota (Cimo de Vila), José Almeida Peixoto (Outeiro) e Alberto Gomes de Almeida (Fornos).
Guisande - Dados sobre Eleições Autárquicas
Manuel Rodrigues de Paiva - PPD/PSD
((*)eleito em Assembleia de Freguesias
após a demissão de Manuel Rodrigues de Paiva).
(Nomeada por Despacho 9150/2014 de 16 de Julho)
União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande
Eleições Autárquicas de 1 de Outubro de 2017
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