14/11/2021

Velho cemitério nos anos 60

 



Já havíamos publicado fotos antigas do cemitério paroquial de Guisande, dos anos 1960, mas a preto/branco. Agora numa versão a cores. Em ambas é possível visualizar a lápide da sepultura do Padre Manuel Carvalho, fundador da secular Confraria da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, que por desleixo ou incúria, foi destruída ou desencaminhada, num verdadeiro atentado à história, ao património e  sobretudo à memória de quem tanto se dedicou à paróquia.

Um café e duas de 5


Decididamente, os tempos presentes são diferentes de outros tempos,  os passados. Nessa altura, na tasca, o pessoal à semana pedia, um café e um bagaço. Ao Domingo, um café, um bagaço e o "O Primeiro de Janeiro". Agora, pede-se, um café, o "Correio da Manhã", duas de 5 e cinco de 1. Raspadinhas, pois claro. 

Já não basta o sabor confortante de um café quente, e a frescura das notícias do futebol ou da política, mesmo que estas sejam sempre ressessas. Há que raspar pela adrenalina da expectativa inerente ao jogo, numa renovada esperança de que "...agora é que vai ser!".

Há até quem se acomode num cantinho, qual tertúlia política e literária de outros velhos tempos, e tenha num qualquer Bernardininho, um moço fiel que assegura o fastidioso frete de ir ao balcão comprar. Os jogadores, esses já só se contentam em apenas no raspar.

Raspa, raspa! Não tem nada! Foda-se! Vai comprar mais duas de 5. E o Bernardininho lá vai num constante vai-e-vem até que chegue à hora do almoço.

Bom Domingo!

12/11/2021

Futeboladas

Portugal não se deu bem com o verde do S. Patrício e ontem na visita à Irlanda não foi além de um empate a zero na penúltima jornada do seu grupo de apuramento para o mundial de futebol que se há-de-realizar na terra dos camelos lá para o próximo ano.

Em todo o caso, mesmo que vencesse, o que nunca esteve perto de o fazer, tal foi a pobreza do seu futebol, ficaria sempre na condição de lhe bastar apenas o empate no próximo jogo caseiro frente à selecção da Sérvia.

O jogo na Irlanda foi um daqueles que não merecem que se perca mais de dez minutos a olhar para a televisão. Uma boa alternativa a este fraco espectáculo é mudar de canal e assistir a 90 minutos de Big Brother. É perigoso para a sanidade mental mas é um justo castigo.

Ainda do jogo, o sarrafeirito do Pepe lá coleccionou mais uma expulsão. Deste feita deu de caras com um árbitro menos complacente dos que por cá no nosso futebol vão apitando e por isso no próximo e decisivo jogo vai estar à sombra. Fez pela vida.

11/11/2021

Uma miríade de bananas


Agora que a malta com camuflados estava a dar um ar de competência e seriedade, mesmo que na guerra da logística e coordenação de vacinação, lá aparecem estes rambos associados a tráfico de ouro, diamantes, droga, etc. aproveitando-se da cobertura decorrente da missão da ONU na República Centro-Africana. 

Sendo certo que uma dúzia de andorinhões não fazem a Primavera, naturalmente que é uma vergonha e uma nódoa para as Forças Armadas. E pelos vistos, com a coisa já reportada em 2019, a malta que manda nestas coisas não sabia de nada sobre as investigações que estavam a decorrer. O ministro da Defesa não sabia, o seu morotista não sabia, a mulher a dias não sabia, o primeiro ministro não sabia, porque não foi informado e pelo que não informou o chefe das ditas Forças Armadas, o presidente Marcelo, que, é claro, também não sabia o que a sua malta andava por lá a fazer. 

Um pouco à laia do que sucedeu com o assalto aos galinheiros de Tancos, os principais responsáveis políticos nunca sabem de nada, pelo menos a tempos e horas e ficam sempre a saber pela comunicação social. Um pouco como os maridos traídos, vulgo cornos, sendo os últimos a saber.

No final de tudo, sai toda a gente desresponsabilizada porque as coisas são assim mesmo neste teatro de operações. Uma miríade de bananas num país delas.

Tá-se bem, mano!

09/11/2021

O senhor do pilar e a Senhora do Pilar

Por estes dias foi divulgado um estudo na "Menopause", a revista da The North American Menopause Society (NAMS), que sugere que comer sozinho pode contribuir para um maior risco de doenças cardíacas, sobretudo em mulheres mais velhas. 

Com o objetivo de reduzir a incidência de DCV - doenças cardiovasculares, tem havido uma crescente consciencialização sobre hábitos alimentares saudáveis. Contudo, a importância de ter um companheiro de alimentação tem sido amplamente negligenciada em pesquisas anteriores. Ou seja, é importante que sobretudo nos mais velhos as refeições sejam em companhia.

De resto, sendo que em casa é normal o comer sozinho, sobretudo quando se vive sozinho, pois claro, é de facto estranha a sensação de se comer sozinho em restaurante, o que já experienciei. Não tanto em dias de semana, porque inerente ao ritmo ou circunstãncias do trabalho, mas sobretudo ao Domingo.

E vem esta conversa a propósito de uma situação que assisti ainda há poucos dias, num qualquer restaurante em Arouca, onde almoçava na companhia de alguém. De facto, bem no centro da sala, havia uma mesinha que só dava para uma pessoa e a mesma foi precisamente ocupada por um homem de meia idade, sozinho, sem companhia. Mas em rigor ele comeu, um bom cozido, acompanhado, não pela esposa, por um familiar ou amigo mas, imagine-se, por um pilar. De facto a mesinha ficava mesmo encostada a um pilar localizado no centro da sala.

Por isso, a propósito ou a despropósito, com aquela imagem, por momentos considerei que o homem estava a fazer uma refeição na companhia do senhor do pilar. E reparem que até há a Nossa Senhora do Pilar, a mais antiga invocação de Maria, Mãe de Jesus, a qual é venerada como padroeira da hispanidade na basílica com o seu nome, em Saragoça - Espanha. Segundo a visão da freira alemã Anna Catarina Emmerich (1774-1824), Maria, a mãe de Jesus, teria aparecido diante do apóstolo Tiago, quando este se encontrava em Saragoça, na Espanha, no século I. Nessa visão, Maria estaria envolta e sobre uma coluna de luz (daí o pilar) e lhe teria ordenado (ao apóstolo) a construção de um templo naquela localidade.

Como se vê, a imaginação dá muitas voltas e certas cenas ou imagens reportam-nos para outros factos, lendas ou memórias. Assim, aquele homem, aparentemente ali sozinho, deliciava-se com um bom cozido à portuguesa mas na companhia do senhor pilar, quiçá, interiormente, na companhia mística de Nossa Senhora que ali, como bom anjo da guarda, lhe fazia boa companhia, não podendo partilhar a refeição, é certo, mas certamente zelando para que a refeição lhe corresse bem, protegendo-o do azar de se engasgar com os ossos do chispe.  

Há coisas misteriosas. Quem sabe...

Desinteresses


As Juntas passam e sucedem-se, mas na realidade parece haver um ponto em comum: o desinteresse e o desleixo pela limpeza e asseio de alguns locais tidos como salas de visita. O Monte do Viso é disso um bom (mau) exemplo.

Quando acedi a fazer parte de uma lista que concorreu e venceu as eleições e delas fiz parte do executivo como vogal, fiz constar do programa a requalificação da zona de merendas do Monte do Viso. Na realidade desde cedo percebi que por parte de quem realmente mandava e detinha o poder, tanto do presidente da Junta como da própria Câmara Municipal, não havia o mínimo interesse em honrar o compromisso assumido perante os eleitores e realizar a obra. De resto, foi precisamente durante uma visita do executivo camarário ao local, que perante o seu desinteresse demonstrado, inclusive o de considerar que o local estava bem como estava, que selei ali a minha intenção de abandonar o executivo logo que cumprisse o mandato, porque dali, daquela postura e falta de ambição e desinteresse não esperava mais nada.

Cheguei a pagar do meu bolso limpezas no próprio parque e ruas envolventes  e fazer com as minhas mãos limpezas das instalações sanitárias e recolha de lixo, mas de facto foi uma decepção total quanto ao desinteresse superior. Assim não é possível.

Passou o curto mandato, passou um segundo e nada vezes nada ali se fez, nem sequer foi dada continuidade ao processo de alargamento da Rua de Santo António, na parte nascente, que havia sido iniciado no anterior mandato, já que havia a concordância de todos os proprietários dos terrenos e colhidos documentos para o tratamento do protocolo. Pelo contrário, pese a pavimentação por parte da Câmara, a largura da rua, já por si muito estreita, ao formar-se uma ligeira valeta para escorrimento das águas, ficou ainda mais reduzida, impedindo praticamente a passagem simultânea de dois carros. Claro que em dia de eventos no Monte do Viso, na capela ou no Centro Social, o constrangimento na circulação é mais notório.

Uma miséria e desinteresse geral. Felizmente, por vontade do povo, já foi arrumada essa gente desinteressada. Ovelhas não são para mato.

Já se iniciou um terceiro mandato. Esperemos que no actual algo se faça, porque ali há muito a fazer, desde logo uma intervenção profunda nas calçadas da alameda e passeio, mas, por ora, pede-se o mais simples: A limpeza periódica.

Por ora, é lixo que não se recolhe, são candeeiros danificados, é o lago desmazelado e repleto de jacintos e matéria orgânica. Dá pena ver assim a nossa sala tão abandonada.

Importa, pois, um olhar mais cuidado e que, alguém que represente a freguesia por ali passe com mais frequência, não para fazer limpezas pelas próprias mãos ou pagar do seu bolso a jornaleiros, mas pelo menos para dar conta do seu estado. Na eventualidade de não saber onde fica, pode ligar o GPS ou perguntar a quem saiba.

07/11/2021

Veteranos Guisande F.C. - Impõe copiosa derrota aos de Lobão

A equipa do Veteranos Guisande F.C. impôs ontem, 6 de Novembro, no Campo de Jogos "Oliveira e Santos", no Reguengo, uma copiosa derrota à equipa congénere da A.D.C. Lobão, por 4-0, em jogo a contar para a 2ª jornada do Campeonato da Associação de Atletas Veteranos de Terras de Santa Maria. Com esta vitória a equipa auri-negra segue na 3ª posição na tabela classificativa.

Na próxima jornada os valentes guisandenses deslocam-se até Vale de Cambra onde defrontarão o Valecambrense.

Nota de falecimento

 


Faleceu Fernando dos Santos Alves (Fernando do Teixeira), de 67 anos de idade, natural da Pereirada, freguesia de Guisande. Vivia no lugar de  Sobreda, emCanedo.

O funeral terá lugar na freguesia de Canedo, amanhã, 8 de Novembro, pelas 16:30 horas. Missa de 7º dia no Sábado, 13 de Novembro, pelas 16:30 horas, na igreja matriz de S. Pedro de Canedo.

Sentidos sentimentos a todos os familiares. Paz à sua alma!

05/11/2021

Paradoxos


Por força do meu trabalho, um pouco por todo o concelho tenho visitado inúmeras instalações de pavilhões industriais, modernamente ditos de actividades económicas, na maior parte das vezes, com uma raíz clandestina ou com ampliações e alterações substanciais relativamente ao título de edificação original, sem alvarás de utilização e com actividades quase sempre sem as necessárias autorizações. E algumas dessas empresas literalmente com largas dezenas de trabalhadores. 

A enfeitar o ramalhete, muitas dessas instalações, onde trabalham pessoas, não têm condições de higiene e segurança nem cumprem alguns dos requisitos regulamentares, nomeadamente quanto a pés-direitos, instalações sanitárias, acessibilidades, etc. Já para não falar nas questões de gestão e tratamento de resíduos e efluentes. Quanto à integração urbana e qualidade arquitectónica, é melhor passar.

Mas apesar de tudo, porque a economia não pode parar, as coisas vão rolando nesta ilegalidade e parece que ninguém fiscaliza nem penaliza. De resto o problema não é de agora e a incidência é naturalmente maior em construções concretizadas nas décadas de 1970, 80 e 90 e englobam muitas das chamadas empresas de vão de escada. As zonas industriais vieram estabelecer alguma ordem e construções e actividades relativamente licenciadas, mas para trás é um Deus nos acuda.

Ainda por estes dias, estive numa empresa com a instalação implantada literalmente à face de uma linha de água com alguma importãncia na nossa rede hidrográfica, com instalações ainda sem acabamentos interiores, com tijolo e blocos à vista, com um sanitário para homens e mulheres, com as diferentes peças sanitárias num único espaço, etc. Pensei que isto não era possível nestes tempos, em que para se fazer um galinheiro ou levantar um muro aos 2,20 metros é obrigatório um projecto e uma licença. Mas sim, são mais que muitas estas situações precárias. No nosso concelho, claro.

Mas paradoxalmente, e nestas coisas há sempre paradoxos, fico chocado quando, como ainda há algum tempo em Canedo, o proprietário de uma humilde habitação, só porque estava a habitar sem o respectivo alvará de utilização, foi penalizado com a aplicação de uma coima que naturalmente teve que pagar, mesmo que com o especial favor de ser em prestações. O choque e esta disparidade de critérios, é maior quando se sabe que a família tem poucos recursos, a esposa tem um simples emprego de ordenado mínimo e o marido sem emprego porque com problemas de doença e de mobilidade.

Como cereja no topo do bolo, importa dizer que habitações habitadas no nosso concelho sem os respectivos alvarás de utilização são mais que muitas. Mesmo muitas. Já quanto a construções com alterações e ampliações não licenciadas, serão seguramente aos milhares.

Deixemos, pois, a economia rolar porque importa o índice de empregabilidade, dê-se tempo e lugar a que as empresas regularizem as suas situações, mas, por favor, não penalizem quem menos pode, quantas vezes por uma mera lana caprina, porque  só acentua o sentido de injustiça para os mais fracos e impunidade de quem mais pode e prevarica com coisas de significado. No fundo, evitar a máxima "ser fortes com os fracos e fracos com os fortes".

04/11/2021

Narrativas...


Todos sabemos que o combate à pandemia da Covid-19 foi duro nos seus piores momentos e envolveu o empenho e dedicação de todo o sistema do Serviço Nacional de Saúde - SNS. 

Mas também sabemos, mais ou menos, quais as consequências e custos dessa dedicação quase exclusiva. Desde logo o aumento significativo da taxa de mortalidade quando comparada com anos anteriores, mesmo descontando os casos relacionados aos efeitos da Covid-19. Por outro lado, a ter em conta outros dados, nomeadamente os que por estes dias foram divulgados pela imprensa, conclui-se que quase 14 milhões de consultas ficaram por realizar no SNS devido à pandemia e mais de quatro mil cancros terão ficado por diagnosticar.

Estes dados com origem no Movimento Saúde em Dia, que inclui a Ordem dos Médicos e a Associação de Administradores Hospitalares, revelam que terão ficado por realizar 13,9 milhões de consultas nos centros de saúde. Desses elementos, o indicador mais preocupante é o das urgências, estimando-se que tenham ficado por fazer mais de 1,6 milhões diagnósticos de doentes considerados urgentes.

Ou seja, não restam dúvidas que para combater um mal, o SNS por ordens e directivas da tutela governamental, descurou todo o resto. Apesar disso, desde os primóridos da pandemia, em que se jurava que o SNS estava preparado, a narrativa do Governo e da sua Ministra da Saúde gira sempre em torno de exaltar a capacidade do Serviço Nacional de Saúde e da sua resiliência.

Mas pergunta-se: Que resiliência e capacidade, quando todo o resto foi descurado com um agravamento brutal das condições de saúde dos portugueses. Os números do que não foi feito, deixado de fazer ou adiado, são impressionantes e conduzem necessariamente a uma ilacção lógica de que evitaram-se muitas mortes pelo combate à pandemia, é certo, mas imensamente mais aconteceram pela tal opção de exclusividade.pelo que deixou de ser feito. Quando se conclui que mais de 1,6 milhões de diagnósticos de doentes considerados urgentes tenham ficado por fazer, parece claro quanto ao desfecho, como agravamento das morbilidades e, infelizmente, as mortes por não ser possível essa despistagem e o tratamento. Mas, cá está, essas mortes não são divulgadas diariamente e para o Governo parecem não contar para o totobola e são apenas números e estatísticas, atribuindo-se às mesmas causas naturais, ondas de calor, ondas de frio, etc. Tudo menos pelo descalabro do SNS.

Assim, andamos todos para aqui a papar narrativas de que o SNS está em perfeita saúde e funciona exemplarmente, quando está mais que claro que a realidade é bem mais negra. De resto os recentes casos de demissão de directores clínicos em vários hospitais, agastados com as recorrentes faltas de meios humanos e técnicos é sintomático da falta de saúde do sistema de Saúde. Por outro lado, esta aversão da esquerda extremista às parcerias com os serviços privados na área da saúde, de resto como à de todos os sectores, também não ajuda, sobretudo em rempos em que todos os recursos, públicos ou privados são poucos.

Em tudo isto, e é apenas a minha opinião, há que conseguir equilíbrios entre o execesso de uma visão ultra liberal e um extremismo fundamentalista que defende o controlo total do Estado sobre as diferentes áreas, nomeadamente sobre as Saúde, Educação e Transportes.

03/11/2021

Coisas do futebol

Como adepto benfiquista, mesmo que nos últimos tempos pouco seguidor, não sei se me custa mais encaixar uma nova pesada derrota, mesmo que no pressuposto de ter sido contra, porventura, a melhor equipa do mundo e arredores (o Bayern de Munique), se as (in)justificações do seu treinador, Jorge Jesus, que, parece-me, cada vez está mais um mestre das basófias do que outra coisa qualquer incluindo a de treinador.

Bem sei que, como lugar comum, isto são coisas do futebol e que se ganha a um Barcelona e que a seguir se perde com um Portimonense, etc, e portanto coisas  a relativizar, mas pelo menos alguma coerência e objectividade ficam sempre bem a quem se desculpa. É que a dado momento já não há pachorra para ouvir alguns dos nossos treinadores. Ouvir Jorge Jesus ou Sérgio Conceição é já quase como tomar remédio das bichas ou óleo de fígado de bacalhau. 

Em resumo, são mesmo coisas do futebol e só uma carga muito grande de irracionalidade e doentismo é que nos leva a perder algum tempo a ou dar alguma importância a estas coisas. 

Entretanto, outro mestre das táticas e dos seus esquemas em papel, que tanto sucesso fizeram enquanto treinador do F.C. do Porto, o NES, Nuno Espírito Santos, lá foi despedido do Tottenham, mas parece que, tal como o Mourinho, o Special One,se prepara para vir com uma mão à frente e outras atrás com, fala-se, 17 milhões. São uma imoralidade estes valores pagos pelo insucesso ou, quiçá, incompetência, mas, cá está, são as tais coisas do futebol. Com 17 milhões pode reformar-se e ir treinar algures um clube de veteranos lá para a Polinésia, que tem boas praias e melhor marisco.

Quanto ao Mourinho, o relógio estará em "countdown". Tic-tac, tic-tac. Os romanos que preparem mais uma malada para a despedida.

02/11/2021

Festa do Viso 2022

 

Devido à pandemia da Covid-19 e às restrições dela decorrentes, a nossa Festa do Viso, em honra de Nª Sª da Boa Fortuna e de Santo António, não se realizou em 2020 nem em 2021. 

Sem certezas de como evoluirá a situação da pandemia e se haverá ou não retrocesso nas restrições, por ora vamos tendo esperança de que com a normalidade possível vamos ter a edição da festa em Agosto de 2022.

Tendo em conta o que consegui saber da Comissão de Festa de 2020, nomeadamente por parte do elemento Johnny Almeida, há uma vontade e um compromisso de renovar a vontade de realizar a festa, mesmo volvidos dois anos, embora com dificuldades acrescidas, que mais não seja porque os compromissos pessoais de cada um dos festeiros obviamente que foram alterados. Os pressupostos de aceitação e disponibilidade para a edição de 2020 já não são os mesmos, como se compreenderá. Em face disso há pelo menos um dos festeiros solteiros que optou por não reassumir, estando assim a equipa desfalcada e por isso com uma sobrecarga de tarefas.

Em todo o caso, mesmo necessitando do apoio de toda a comunidade, e eventualmente com o orçamento a ter que ser reformulado, e não sendo o Santo António o S. Tiago, é de enaltecer este espírito demonstrado pelos festeiros restantes ao decidirem aceitar e assumir o desafio de organização da festa na sua edição de 2022.

Vamos, pois, redobrar o apoio à Comissão de Festas!

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