31/07/2020

Festa do Viso 2020 - Comunicado da Comissão de Festas


Dadas as circunstâncias especiais por que estamos a passar, este ano a Festa do Viso só terá a celebração religiosa. 
No domingo, dia 2 de Agosto, teremos missa campal no Monte do Viso, às 09:30 horas com a presença dos andores da Nossa Senhora da Boa Fortuna e de Santo António. 
A capela do Viso ficará aberta após a missa para quem desejar visitá-la e fazer as suas orações, tal como a sacristia, para as pessoas que pretenderem contribuir para as despesas (tanto das mordomas como dos festeiros) da nossa Festa.
Pedimos a todos que cumpram com as indicações presentes no local e todas as instruções de segurança estipuladas pela DGS.
A Comissão de Festas agradece todo o apoio que nos foi dado pela população.

29/07/2020

Festa do Viso 2020


Não fosse esta coisa dita pandemia da Covid-19, que, por ela própria e por muitas decisões e indecisões políticas nem todas acertadas, tem adiado e cancelado muita da normalidade que tínhamos como adquirida dentro de um estado de direito, e estaríamos já na semana que antecede a nossa Festa do Viso. Por esta altura o arraial já estaria em preparação, e estamos certos que seria uma boa festa, e com bom tempo, com a tradição e inovação que a Comissão de Festas pretendia implementar.

Foi pena, e é pena, não só, naturalmente, para Guisande, como para todas as aldeias que se viram privadas destes tão importantes eventos comunitários que são as festas e romarias.
Porventura, adivinhasse a Comissão de Festas e tivesse contratado o Bruno Nogueira, o Jerónimo de Sousa e a líder da CGTP e poderíamos ter a festa quase plena. Mas como não parecem ser artistas à altura das exigências da nossa tradição, nem sequer se pensou neles. A classe política e os artistas do status quo, têm outra classe e são-lhes permitidas excepções.

Seja como for, não tendo ainda informações, creio que será natural que pelo menos se realize a Missa com a solenidade possível para honrar Nossa Senhora da Boa Fortuna e Santo António. Talvez uma procissão não solene pelo percurso habitual mas automóvel pelas ruas da freguesias. Quem sabe?

Vamos, pois, acreditar que para o próximo ano já será possível voltar à plena normalidade. É certo que ,pelo actual contexto económico, o ano que aí vem será difícil, mas certamente que a Comissão de Festas, que aceitou prolongar até lá o seu mandato, saberá com arte e engenho promover as iniciativas adequadas à angariação de receitas. A todos nós cabe-nos apoiar.


26/07/2020

Varredura


A propósito de uma denúncia com fotografia (acima) que o Sr. presidente da Câmara de Santa Maria da Feira , Dr. Emídio Sousa, deixou na sua página do Facebook, entristecendo-se pelo abate de árvores "a varrer" num terreno marginal ao rio Uíma e junto ao trajecto da extensão do passadiço que irá ligar Lobão a Caldas de S. Jorge,  numa primeira vista, e desconhecendo as causas por parte do proprietário, de facto é de se lamentar.

Em todo o caso, convém lembrar que uma grande parte dos terrenos envolventes ao Uíma, nomeadamente em toda a zona conhecida por ribeiras, e de resto em todas as zonas de vale de qualquer rio ou ribeira, num passado não muito distante, os terrenos eram isso mesmo, ribeiras, campos de cultivo, com poucas árvores, eventualmente na bordadura dos ditos campos e na margem do rio, para sustentar videiras. Imaginemos que agora o proprietário pretende voltar ao cultivo. Pode não ser o caso, mas coloca-se a questão. Também me parece que alguma diversidade de ocupação (agrícola e florestal) ao longo do passadiço pode ser positiva.

Também não sei se foi feito e se o terreno em questão abrange o novo passadiço, mas se sim, nos protocolos de cedência ou venda das parcelas, deveria ser acautelada a preservação das árvores e manta vegetal, não só na galeria do rio como até determinado afastamento. Mas, como referi, não conheço esta situação em concreto, suas causas e motivações, pelo que é apenas uma reflexão com algumas questões.

Mas sim, numa primeira impressão, afigura-se como injustificável esta varredura, sem qualquer sensibilidade ambiental.

Colheita de Sangue 25 de Julho 2020 - Resultados


Na sessão de colheita de sangue que decorreu ontem, 25 de Julho, no Monte do Viso, nas instalações do Centro Social, compareceram 52 pessoas, tendo sido consideradas 41 dádivas efectivas, 1 eliminada e 10 adiadas.
Por comparação de algumas anteriores sessões, em Julho de 2018 passado, ocorreram 53 presenças e 38 dádivas.
Em Janeiro de 2017, 53 presenças e 38 dádivas.
Em Julho de 2017, 44 presenças e 35 dádivas.
Em Janeiro de 2016, data da primeira recolha no Centro Cívico, inscreveram-se 56 pessoas e efectivadas 37 dádivas
Em nome de todos quantos vão beneficiar, obrigado. Um agradecimento especial também ao Centro Social e a todos quantos colaboraram na organização deste evento.

24/07/2020

Quanto mais o chegam para lá, mais ele chega para cá



Já o escrevi por aqui, não será pelo meu voto que o CHEGA e o seu André Ventura terão qualquer protagonismo político neste país, mas também terei dito que a forma como tem sido combatido, igualmente com posições de intolerância política e posicionamentos extremistas, é precisamente o que lhe está a dar força. Se mesmo com vários tiros nos próprios pés e com uma imprensa a canalizar-lhe um combate cerrado, o Ventura e o Chega chegam aos 7%, igualando, imagine-se a esquerda moralista dos novos bons costumes, como será se conseguir ser mais adulto e menos radical em algumas das suas posições? É certo que as sondagens valem o que valem, dizemos sempre, mas esta elaborada pela Universidade Católica para a RTP e jornal Público, dá indicações do que de facto pode vir a acontecer em próximas eleições.

Por conseguinte, ponham-se a jeito, continuem a fazer-se valer de extremismos em vez de posições mais condizentes com a realidade do país e depois queixem-se e venham para aqui partilhar capas da Sábado e da Visão, petições públicas para sua abolição e outros flash-backs. Depois apanham estes "pontapés nos tomates". É que deve doer.

Ainda ontem, li na imprensa, que um qualquer artista de 39 anos, com cadastro, perseguiu e violou sob ameaça de facalhão uma mulher de 41 anos, sua vizinha. Imagine-se, o juiz já o libertou. Espero que enquanto esteve a aplicar as medidas de coacção, a torturante apresentação diária às autoridades, não estivesse sob o efeito de um qualquer anestesiante oral. É destas coisas que o Chega se alimenta, e se só fosse só por isto, convenhamos, com toda a razão.

Como diria o guru da pandemia, "Tenham senso".

22/07/2020

Colheita de sangue - 25 de Julho de 2020


Diocese do Porto - Vigararia da Feira - Mexida nos párocos


A Diocese do Porto acaba de publicar uma lista de nomeações, no geral mexidas de párocos que deixam umas paróquias e tomam conta de outras.
De destacar a saída do Pe. Arnaldo Farinha que deixa a paróquia do Vale e assume a de Pigeiros, mantendo Guisande.
Pe. António Manuel dos Santos Martins, pároco de Argoncilhe (S. Martinho) e Fiães (Stª Maria), mantendo o múnus de Assistente Eclesiástico da Fraternidade Cristã dos Doentes Crónicos e Deficientes Físicos, sendo dispensado dos restantes múnus.
Pe. António Teixeira Machado, dispensado, a seu pedido, do múnus de Pároco de Caldas de S. Jorge (S. Jorge), mantendo os restantes múnus.
Pe. Arnaldo dos Prazeres Farinha, Pároco de Pigeiros (Nª Srª da Assunção), sendo dispensado do múnus de Pároco do Vale (Nª Srª da Assunção), mantendo os restantes múnus.
Pe. Emanuel António Couto da Silva Bernardo, Pároco de Gião (Stº André) e Vale (Nª Srª da Assunção), sendo dispensado do múnus de Pároco de Argoncilhe (S. Martinho), mantendo os restantes múnus.
Pe. José Carlos Teixeira Ribeiro, Pároco de Caldas de S. Jorge (S. Jorge), sendo dispensado do múnus de Pároco de Gião (Stº André) e Pigeiros (Nª Srª da Assunção), mantendo os restantes múnus.
Pe. José de Almeida Campos, dispensado, a seu pedido, do múnus de Pároco de Fiães (Stª Maria), mantendo os restantes múnus.

Vai passar a procissão


Matilhas e manadas


Confesso que não conheço a realidade concreta do canil DZG de Canedo, que dizem ilegal e edificado numa zona de Reserva Ecológica, onde supostamente (salvo uma auto-estrada) não se pode construir um galinheiro). Ouço dizer que não tem condições, que não tem as ideais mas as possíveis, que não é tão feio e mau como o pintam, que seria possível fazer melhor com mais ajudas, etc. Certo é que há muita desconfiança e muitos dizem que a coisa da Berta deveria estar fechada.

Em todo o caso, para além do problema da incapacidade de recolher e tratar condignamente os animais, que é geral, e que de facto começa a ser um problema grave, porque se percebe que os animais, no caso cães e gatos, merecem ser tratados com respeito e dignidade e não como uma coisa qualquer numa qualquer China, e por outro lado não são criadas por parte do Governo condições para o seu controlo e apoios concretos às adopções responsáveis. 

Como exemplo, o Silva até tem condições e gostava de adoptar dois ou três cães, mas do último que teve, coitado, o Ticas, porque latia, como qualquer cão, o vizinho tanto reclamou que a coisa parou em Tribunal e este deu razão ao vizinho do Silva e o Ticas lá teve que ir à vida. Por isso, o Silva, por causa do animal do vizinho, lá teve que se contentar em ter como companheiro doméstico um periquito, se bem que em vez de o ouvir cantar, o Silva preferia que cagasse na cabeça do vizinho.

Mas, realmente onde queria chegar, para além de tudo, esta agora mediatizada questão a envolver o canil de Canedo, a reboque do trágico e lamentável incidente num canil ilegal em Santo Tirso, que escusado será pormenorizar porque tem sido notícia constante dos alertas CM, demonstra em muito que uma grande parte da nossa sociedade está longe de agir por causas concretas a partir de atitudes com pés e cabeça e em que cada um pense por si. O que está na moda é o efeito "maria vai com as outras", ou efeito manada, seja para partir montras, provocar distúrbios, derrubar estátuas ou dar uma coça em alguém que não consiga dar frango estufado aos cães nem os acomode num hotel canino. 

Esta gente, ditos activistas, age por impulso e desde que seja para fazer crescer uma multidão para aparecer nas notícias, estão lá, na manada, a vociferar impropérios e a espetar o dedo nos narizes dos polícias ou guardas da GNR. Tão pior que dar maus tratos a animais é tratar mal as pessoas e não me parece que seja dar uma tareia a alguém que a coisa se resolva. Infelizmente o mau trato concreto a pessoas e à falta de condições de muita gente, não geram estas manifestações gregárias e enfurecidas. Os animais merecem todo o respeito e tratamento com dignidade e estima mas quando estes passam a ser tratados como pessoas e as pessoas como animais, algo vai mal, Não porque os primeiros não devam ser bem tratados, obviamente, mas porque alguns valores começam a ser subvertidos.

Mas voltando à mediatização do assunto do canil de Canedo, do que vi na TV, parece que apesar da ilegalidade da coisa, a mesma ía sendo tolerada, mas frente aos microfones e câmaras, parece que muita gente foi enfiando o rabinho no meio das pernas. Afinal ninguém quer assumir responsabilidades. A culpa, coitados, será dos cães e gatos por existirem.

Vida de cão.

16/07/2020

Parabéns aos familiares e amigos portistas

Confesso que o futebol e o meu Benfica têm estado bem no fim da fila das minhas preocupações e tenho-me dado bem com isso. Com os anos vamos perdendo paciência para certas coisas, certos desmandos e ficamos aptos a distinguir o útil e necessário do acessório. Ora o futebol é mesmo acessório e como qualquer acessório pode dispensar-se.

Todavia, sabendo que para muitos o fanatismo ou fervor clubístico ocupam o pódium, não quero deixar de endereçar os sinceros parabéns a todos os familiares e amigos portistas. Num campeonato fraquinho, foram os menos fraquinhos e que melhor resistiram a este final de campeonato muito sui géneris. 

Nos muitos campeonatos e títulos ganhos pelo meu clube, nunca recebi votos de parabéns, nem de familiares nem de amigos, eventualmente até algum desdém. Mas cada um sabe com que linhas se coze. Por isso, aos portistas, de modo particular aos familiares e amigos e sobretudo àqueles com algum espírito desportivista, deixo os meus parabéns!


15/07/2020

Nota de falecimento



Faleceu Maria Isabel Moreira Barbosa, de 90 anos (20 de Novembro de 1929|14 de Julho de 2020),  minha madrinha, viúva de Américo José da Fonseca, meu avô materno. De Cimo de Vila - Guisande. Vivia na Rua de Santo António, nesta freguesia.

O funeral, com as limitações de participação a familiares directos impostas pela pandemia Covid-19, terá lugar amanhã, quinta-feira, dia 16 de Julho pelas 11:00 horas da manhã, com missa de corpo presente na igreja matriz de Guisande, indo no final a sepultar em jazigo de família.
A missa de sétimo dia será na segunda-feira, dia 20 de Julho pelas 19:00 horas na igreja matriz de Guisande.

Paz à sua alma! Que descanse em paz!

01/07/2020

Subserviência parôla


Subserviência parôla, esta dos portugueses aos estrangeirismos. 
Terão nos seus países, espanhóis, franceses, ingleses e alemães e outros que tais,  um símbolo "Limpo & Seguro"? 
Poder-se-á até ter algum compreensão com quem argumenta que esta coisa é "para inglês ver", mas o mal está generalizado mesmo em nomes de coisas, espaços e eventos de uso comum dos indígenas lusitanos.
De resto, no que se refere ao selo em questão, não se entende minimamente porque não tem a componente da tradução, já agora, "para português ver".

Globalização não deve ser sinónimo de desconsideração pela língua pátria, ainda tanto mais que o português, língua, não é propriamente um idioma falado por apenas escassos milhares de pessoas. Mesmo que com contradições (desde o 4º ao 7º nas tabelas por aí), parece que estamos seguramente entre as 10 línguas mais faladas globalmente. 

Em consonância, um pouco mais de orgulho e valorização não faziam nenhum mal.

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