31/10/2026
Guizande Futebol Clube - Ano 47
30/10/2026
Junta de Freguesia de Guisande - Um ano de trabalho muito positivo
No próximo dia 4 de Novembro, completa-se um ano sobre a histórica tomada de posse da Junta de Freguesia de Guisande e respectiva Assembleia.
Depois do interregno decorrente da vigência da imposta União de Freguesias, Gião, Louredo e Guisande conseguiram, por via da reposição legal, libertar-se do domínio da freguesia de Lobão, que, durante todo o período de 12 anos (três mandatos), nunca foi capaz de olhar para as demais de forma igualitária. Felizmente, isso é, por agora, passado.
Assim, a freguesia de Guisande pode voltar, com a sua própria gente, a ser dona dos seus destinos e da sua gestão, mesmo com as limitações inerentes a uma pequena freguesia e muito dependente, como quase todas, dos apoios e das boas vontades da Câmara Municipal.
Posto isto, e em jeito de apreciação pessoal da actividade desenvolvida neste primeiro ano pela jovem Junta de Freguesia, eleita por maioria nas eleições de 12 de Outubro de 2025, deixo aqui algumas ideias:
Sendo certo que não há registo de grandes obras, estruturais e significativas, e que estas dependem, em larga medida, dos apoios municipais, também importa ter em conta que está cumprido apenas um quarto do mandato. É, por isso, de acreditar que, com o acumular de experiência do executivo, os três anos restantes, até pela expectativa de cumprimento de promessas de apoios por parte do município, possam ser bem mais produtivos, ao ponto de o balanço que se fizer no final do mandato poder ser deveras positivo.
Algumas das acções já concretizadas podem considerar-se superficiais ou de imagem, sendo que algumas delas terão até um interesse e um efeito prático discutíveis, como é o caso do programa de incentivo à natalidade «Nascer em Guisande». Na realidade, nenhum casal toma a decisão de ter um filho com base neste apoio. Mas é bonito para as redes sociais e, nestas coisas, as Juntas, quase todas elas, seguem as modas e tendências das demais. Apesar disso, não deixa de ser um sinal de proximidade.
Dentro desta filosofia de seguir modas e aquilo que outros executivos também fazem, o evento denominado «Passeio Sénior» é outro despesismo que poderia ser evitado, sobretudo quando o orçamento não estica. Ainda assim, é compreensível e todos sabemos que é popular entre aqueles que dele beneficiam. Não obstante, fosse eu presidente da Junta e admito que teria de concordar em realizar o evento.
A iluminação de Natal é ainda outra moda e tendência. No País, é quase obsceno o valor do dinheiro que se aplica numa coisa tão vistosa quanto efémera. Mas, novamente, o povo habitua-se a elas e depois não querem ficar atrás das freguesias vizinhas.
Nestas particularidades, como ficou dito, a Junta de Freguesia de Guisande limitou-se a abordar esses eventos ou programas como algo que faz parte de marcar o ponto. Apesar disso, mesmo dentro desta filosofia de ter de ser, creio que o que fez, fê-lo de forma positiva. Ainda que sejam iniciativas que as demais Juntas de Freguesia também promovem, e por isso uma moda ou tendência, importa haver capacidade e originalidade na forma de as fazer mas sem descurar a contenção nos custos.
Quanto ao essencial, as limpezas das ruas e dos espaços públicos têm sido, no geral, positivas e notoriamente diferenciadoras, quando comparadas com o que acontecia durante a União de Freguesias. Diria mesmo que, nos primeiros dois meses, se limpou mais e melhor do que a União de Freguesias fazia num ano.
Apesar disso, importa assegurar uma boa gestão, nomeadamente no que respeita ao histórico das intervenções, pois há locais que chegam ao ponto de apresentar uma imagem muito má. É o caso, por exemplo, da zona entre Estôze e Pereirada, onde se verifica um crescimento desmesurado da vegetação, enquanto alguns arruamentos secundários, com pouco trânsito e sem habitações, foram entretanto limpos, ficando por tratar um dos principais arruamentos da freguesia.
Tal como tive a oportunidade de dizer na última Assembleia de Freguesia, creio que, com alguma atenção e até experimentalismo, é possível adoptar outro tipo de abordagem e fazer mais com os poucos recursos disponíveis. Por exemplo, dando atenção constante aos pontos que sabemos serem críticos no crescimento da vegetação.
Tenho para mim que, em certas situações, será mais vantajoso limpar determinada rua ou local mais vezes ao longo do ano. Limpar uma determinada rua apenas uma vez por ano pode significar perder um dia completo de trabalho, gastar mais combustível, porque a vegetação está mais densa, e gerar um volume maior de resíduos para recolher. Ora, fazendo-se três intervenções ao longo do ano, estas serão mais rápidas e menos demoradas, certamente com menor consumo de combustível e com muito menos material para recolher, tornando também essa tarefa mais célere.
Quanto a obras e melhoramentos, houve várias acções positivas, mesmo que realizadas com o apoio dos serviços municipais, nomeadamente a renovação dos espaços ajardinados na envolvente da igreja matriz. Também se verificou um melhoramento na calçada e no canteiro do monte do Viso. Não passou de um remendo, mas uma intervenção de fundo estará para além dos recursos do executivo sem o necessário apoio municipal.
Quanto a obras que carecem de apoio e de programas municipais, já ultrapassa o absurdo a situação da Rua da Zona Industrial que, a pretexto da prévia realização das redes públicas de água e saneamento, se tem arrastado no tempo, com todos os inconvenientes para os moradores abrangidos e demais transeuntes. Mesmo a Rua do Sebastião, interrompida a pavimentação há longos meses por causa de um abatimento do piso, mesmo depois deste estar resolvido, continua por concluir o que faltava do novo pavimento. A Junta de Freguesia deve continuar a pressionar o executivo camarário para que estas situações sejam resolvidas com urgência.
A pavimentação da rua envolvente ao Campo de Jogos, no Reguengo, é igualmente uma necessidade mas a Junta não terá capacidade de a fazer sem o apoio dos programas de pavimentações da Câmara Municipal. Mas outras há que se encontram a pedir requalificação.
Também se melhorou muito no atendimento, bem como numa indiscutível maior proximidade à população em geral e aos grupos, incluindo na vertente da paróquia, com apoio às suas actividades e eventos e uma colaboração estreita e interessada.
A mudança do atendimento para as instalações do Centro Cívico, não sendo o ideal, por acontecer em detrimento do edifício-sede, é, ainda assim, aceitável enquanto este não for dotado de condições modernas e adequadas, incluindo no que respeita às acessibilidades para utentes com mobilidade reduzida ou condicionada. Em contrapartida, certamente ajudará a dinamizar o dia-a-dia do Centro Cívico.
Na parte da comunicação e da imagem, nem sempre se tem primado pela melhor forma e objectividade, resvalando-se, muitas vezes, para as banalidades costumeiras nas redes sociais, tão ao gosto de algumas outras Juntas de Freguesia. Mas é compreensível, num tempo em que muito do eleitorado valoriza mais o parecer do que o ser. A Junta deve saber destinguir o essencial do irrelevante.
A página online da Junta só desde há dias, quase um ano depois, é que está online, e chapa 4, igual a muitas outras, e ainda assim sem conteúdo. Pareceu inicialmente haver alguma pressa na questão da apresentação da imagem e identidade da nova Junta, mas este aspecto da página oficial foi totalmente descurado, e até poderia ter sido feito de forma fácil e gratuita. Uma Junta deve ter um canal institucional, incluindo a partilha de todos os documentos e actas de reuniões de Junta e Assembleia, bem como digitalização e partilha de arquivo histórico. A presença nas redes sociais é importante e no geral tem sido usada razoavelmente, mas não serve os propósitos institucionais.
Mesmo não sendo, por opção, frequentador das sessões da Assembleia de Freguesia, do que vi e dos testemunhos que vou ouvindo, parece-me que tem havido um bom ambiente entre os diversos elementos e que a oposição tem assumido uma postura positiva e cordial, muito longe de outros tempos de crispação, confronto e até desrespeito. Tudo isso ajuda, em muito, a que as coisas se façam bem e a favor de todos, afinal, o mais importante.
Em resumo, e para finalizar, certamente haverá ainda outros aspectos e acções do executivo que merecerão ser realçados e avaliados positivamente, como o melhoramento na capacidade do poço que abastece de água o cemitério, a numeração das sepulturas, os esforços realizados na reorganização dos registos, etc. Também a vontade de resolver de forma definitiva a questão dos limites da freguesia, sobretudo na zona que abrange o lugar de Azevdo e ilegitimamente considerada como sua pela freguesia das Caldas de S. Jorge, a instalação das placas de limites, etc. Por conseguinte, no geral, na minha apreciação, considero que a actividade da Junta de Freguesia tem sido muito positiva e promete mais e melhor.
Assim, no início deste segundo ano, almejo que o trabalho prossiga e se adense nos aspetos mais significativos, mantendo a evolução contínua em todas as outras áreas. É essencial que nunca se descure a proximidade à comunidade e aos seus representantes e que, em cada ação, se valorizem e exaltem as particularidades da nossa freguesia, respeitando o legado de quem nos antecedeu. Somos pequenos em território e em população, mas únicos na nossa identidade — e é precisamente essa diferença, e o saber honrá-la, que deve guiar o nosso caminho.
Parabéns, pois, a todos: à Junta e à Assembleia de Freguesia!
28/10/2026
25/10/2026
24/10/2026
20/10/2026
19/10/2026
Azedume
Casou-se, quem diria?
Porque não convidado,
É o que por aí se diz;
O que é que lhe diria,
Mesmo que ignorado?
Pois...que seja feliz!
Mas começa mal, acho,
Que uma nova vida
Se pinte neste negrume
Num sentimento baixo
De alma ressentida
A exalar azedume.
Mas a vida é mestra,
O tempo professor,
Há muito a aprender.
Tudo o que não presta
É de baixo valor,
Incapaz de crescer.
18/10/2026
16/10/2026
15/10/2026
14/10/2026
Apontamentos - 002
A ignorância com montra
Com a generalização da Inteligência Artificial, enquanto modelo de linguagem e gerador de ilustrações, a sua utilização vulgarizou-se a um ritmo vertiginoso. Do cartaz para a festa da Catequese ou festa da aldeia ao esquema gráfico de uma apresentação corporativa, todos, todos, de particulares a associações e empresas, parecem ter rendido a sua criatividade a esta ferramenta.
Em si mesmo, este fenómeno de massificação talvez não incomodasse, não fosse o facto de parecer já ninguém se preocupar com a diferenciação, a personalização ou o talento individual de quem cria com nome e rosto. A tendência é a da adesão acrítica: «a Maria a deixar-se ir com as outras».
É verdade que a tecnologia não é intrinsecamente má; eu próprio a uso: facilita processos e potencia a execução de muitos trabalhos. Contudo, o resultado visível é uma homogeneização estética sufocante: os cartazes e gráficos parecem todos cortados pelo mesmo molde. São bonitos, apelativos e coloridos, mas profundamente vulgares e padronizados. Vivemos, sem dúvida, na era do fast-food gráfico, onde qualquer pessoa produz material visual sem precisar de dominar, ou sequer conhecer, as mais elementares regras de design, composição ou lógica.
A ilustração acima, recolhida numa partilha qualquer do Facebook, é o exemplo perfeito desta utilização cega. Sob o nobre pretexto de divulgar conhecimento, neste caso, o princípio do «Parafuso de Arquimedes», propaga-se uma enorme e flagrante asneira técnica, ensinando-se, na prática, a ignorância. Dadas as dinâmicas de visualização rápida, arrisco dizer que tanto quem partilhou como a maioria dos que gostaram nem sequer se aperceberam do absurdo: a extremidade superior do mecanismo surge a descarregar a água contra a corrente (e não numa caleira ou conduta adequada) e a própria manivela de accionamento encontra-se na base, junto à água, em vez de estar no topo.
Tudo isto demonstra que, por mais potentes e sofisticadas que sejam as ferramentas, a IA não substitui o conhecimento. Alguém que não saiba fazer contas não aprenderá a calcular simplesmente por ter à frente um gráfico gerado por computador. Da mesma forma, quem desconhece os princípios básicos da mecânica ou da física aceitará sem hesitação aberrações, descontextualizações e erros grosseiros, só porque a imagem é "bonita".
Nestas como noutras matérias, ter a noção dos mínimos e manter o espírito crítico é essencial. Infelizmente, a julgar pela velocidade da maré, a tendência será para continuar a trocar a literacia visual e o rigor pelo facilitismo da ilusão gerada por algoritmo.
É o que é! O talento e o conhecimento tendem a perder lugar e importância. Mas quem se incomoda? Talvez, daqui a uns tempos, como na agricultura biológica, alguém esteja disposto a pagar pela arte de um artista e não de uma máquina, como comprar, ainda que mais caro, maçâs e morangos sem pesticidas. Mas desconfio que já não chegaremos lá. A caixa de Pandora foi aberta e tende a alargar-se.
13/10/2026
Jardim de Infância de Fornos - Feirinha de Outono 2026
Será já neste Sábado, dia 17 de Outubro, que a Associação de Pais do Jardim de Infância de Guisande, com a colaboração da Junta de Freguesia e Agrupamento de Escolas de Corga de Lobão, vai promover o evento "Feirinha de Outono".
Terá lugar no aprazível Monte do Viso, a partir das 14;30 horas. Haverá divertimentos, karaoke e "comes e bebes".
12/10/2026
Charrua da Casa do Ferreiro - Leira
A Casa do Ferreiro, da Leira, é assunto que há-de dar um documento interessante e à volta do qual tenho andado a escrever.
Para já, sabendo-se que entre vários outros artefactos, as charruas eram um equipamento fabricado pela ferraria e serralharia de Manuel Augusto Guedes, com venda não só para Guisande como para as freguesias vizinhas e mesmo de concelhos limítrofes, passei para desenho à escala o principal modelo fabricado.
No caso foi feito com base numa charrua que tenho, proveniente do avô materno de minha esposa e antes dele de seus sogros, e que tem o número de série 197, bem como o anagrama MAG (Manuel Augusto Guedes).
Um dos documentos existentes na Casa, é um livro onde eram anotadas as encomendas das charruas, comprador, localidade, preço e seu número de série.
Voltarei ao assunto.
11/10/2026
Gémeos em Guisande
De gémeos nascidos, residentes ou relacionados a Guisande, partilho aqui a lista completa do que até ao momento consegui pesquisar. É possível que ainda haja registos a que não cheguei, por desconhecimento ou por ainda faltar a consulta de documentos. Em todo o caso, dada a dimensão da freguesia, não deixa de ser significativa uma lista com mais de duas dezenas de casos e apenas reportados desde meados do séc. XVIII.
Caso alguém conheça outros casos ou encontre falhas nos dados apresentados, agradeço os contributos para corrigir ou acrescentar.
Benedita e Vitória Magalhães Valente, nascidas em 2022. Filhas de Miguel Valente e Bruna Magalhães. Netas paternas de António dos Santos Mota, este natural do Reguengo, Guisande, e de Maria Isabel Valente, natural de Louredo, estes residentes em Louredo.
Não tendo nascido em Guisande nem cá vivendo, as gémeas têm ascendência pelo lado do avô paterno no lugar do Reguengo – Guisande. Refira-se ainda, que por parte do avô paterno, este é primo de gémeos, também aqui, abaixo, referidos, o Inácio e a Isaura.
Maria Francisca e Maria Rosário, filhas do Domingos da Conceição, netos paternos do Domingos Azevedo da Conceição e de Maria do Céu Lopes dos Santos(curiosidade ou influência genética o facto do avô ser gémeo).
Francisca e Leonor, filhas do António Jorge de Almeida Paiva e de Isabel Cardoso. Netas maternas de Abel Rodrigues de Paiva e de Emília Isabel Ferreira de Almeida, do lugar de Fornos. Residem actualmente em França.
Simão e André Bastos, nascidos em Guisande, residentes em Vila Nova de Gaia, filhos de Mário António Moreira Bastos e Cidália Gonçalves, netos paternos de António de Oliveira Bastos (já falecido )e Idalina Moreira, estes residentes no lugar da Leira.
Athéna e Balthazar, nascidos em 25 de Junho de 2020. Filhos de Christiane Dos Santos Paiva e José Augusto Da Silva. Netos maternos de Maria Elisa dos Santos (do Menina), do Viso Guisande e de Manuel Fernando Martins de Paiva, de Fermedo - Arouca.
João e Miguel, nascidos em 2007, filhos da Madalena de Almeida Paiva e de Arlindo Pais Correia. Netos maternos de Abel Rodrigues de Paiva e de Emília Isabel Ferreira de Almeida, do lugar de Fornos. Residem actualmente em Fajões, Oliveira de Azeméis.
Com certeza que é influência genética, mas mesmo assim não deixa de ser surpreendente que dois irmãos tenham eles próprios filhos gémeos, como os dois casos acima mencionados.
Nuno e Joana Neves, filhos do Valter Neves e da Fátima, do lugar de Fornos. Netos paternos de Leandro Ferreira das Neves e de Maria da Anunciação Ferreira da Conceição.
Alícia e Rodrigo, filhos de Carlos Alberto da Costa e Liliana. Este Carlos Alberto é filho da Maria Rosa Gomes da Conceição e de António Ferreira da Costa, este já falecido, do lugar das Quintães.
Mónica e Paula, filhas de António da Conceição Gomes da Silva e Glória, ele natural da Gândara, mas a viver em Amorim - Lobão. Netas paternas de Ramiro Gomes da Silva e Palmira da Conceição.
Domingos e Eugénio Azevedo da Conceição, nascidos em 28 de Agosto de 1959, filhos de David Azevedo da Conceição e de Maria da Conceição Francisca da Costa, do lugar do Viso. Netos paternos de Justino da Conceição Azevedo e Rosa Gomes de Almeida. Netos maternos de Crispim Ferreira Brandão e Maria Francisca da Costa.
Adelaide e António, filhos da Guilhermina Gomes de Paiva e Joaquim dos Santos, da Gândara.
Inácio e Isaura, filhos de Inácio Ferreira da Mota e de Maria Fernanda dos Santos, da Lama. O Inácio é falecido.
Luís Miguel e Paulo Sérgio, nascidos em 31 de Dezembro de 1974. O Paulo Sérgio faleceu há 13 anos e o Miguel vive na Suiça. Filhos de Diamantino Alberto Alves da Silva e de Eva da Silva, do lugar do Reguengo. Netos paternos de Manuel Alves da Silva e Maria Amélia de Oliveira. Netos maternos de José Pereira da Silva, de Vila Maior, e Albertina da Silva Ribeiro, de Canedo.
Eduardo e Ramiro, filhos de Ramiro Gomes da Silva e Palmira da Conceição, do lugar da Gândara, nascidos em 11 de Novembro de 1962.
Netos maternos de António Augusto Guedes e Maria da Conceição, do lugar da Leira.
O Ramiro veio a falecer com apenas sete meses de idade. Mais tarde, em 1964, o casal teve um outro filho rapaz a quem deram o nome de Ramiro.
José António e Jorge, nascidos nas Caldas de S. Jorge mas filhos de guisandenses, do António Gomes da Silva e da Maria Alcina de Almeida (Ti Cinda), que viveram depois em Cimo de Vila – Guisande. Netos paternos de Manuel Gomes da Silva e de Custódia Alves Cardoso.
Alexandrina e Maria de Fátima Alves da Mota, nascidas em 12 de Março de 1954. Faleceu a Fátima com apenas dois dias de vida e a irmã Alexandrina com 3 dias.
Filhas de David Alves da Mota e Custódia Gomes Alves, de Estôze.
Netas paternas de Domingos Alves da Mota e Evangelina Correia de Jesus.
Netas maternas de Albino Gomes Alves e Maria da Conceição.
Lafaiete e Alberto, nascidos a 15 de Fevereiro de 1953, já falecidos. Filhos de Manuel Alves da Silva e Maria Amélia da Conceição Oliveira (Ti Amélia da Peixota), e cunhados da Eva da Silva, viúva de Diamantino Alberto Alves da Silva, do lugar do Reguengo.
Albano e Glória da Conceição Gomes, nascidos em 25 de Maio de 1951, filhos de José Gomes e Maria da Conceição, do lugar do Viso que chegaram a viver na casa que agora é do Sr. Augusto Gomes. Netos paternos de Manuel José Gomes e Josefina Rosa de Jesus. Netos maternos de Manuel Francisco da Silva e Rosa da Conceição de Jesus. Tiveram ainda uma irmã, a Albina, residente em Fornos. A este trio de irmãos os vizinhos chamavam Lora, Bina e Bano.
Alberto e Joaquim Henriques da Silva, nascidos em 3 de Janeiro de 1949. Filhos de Manuel Alves da Silva e Maria Amélia Henriques, do lugar do Reguengo.
Maria Margarida e Maria Anunciação, nascidas em 12 de Abril de 1946, em Estôze. Filhas de David Alves e Maria Celeste dos Santos. Netas paternas de Rufino Alves e Margarida Rosa Alves. São conhecidas como “do Vitorino” por este ser seu bisavô paterno.
José e Joaquim dos Santos Mota, nascidos em 19 de Abril de 1949.
Filhos de Domingos José da Mota e Maria da Conceição dos Santos. Netos paternos de Jerónimo José da Mota e Maria Gomes.
Netos maternos de José dos Santos Júnior e Carolina Joaquina dos Santos.
O José faleceu bébé em 13 de Maio de 1942.
Maria Isaura dos Santos e José da Silva Santos, que nasceram a 13 de Setembro de 1940. Era filhos de Benjamim da Silva Santos (Ti Benjamim do Pomar) e de Joaquina da Conceição, de Casaldaça (entre outros, pais do Ti Albertino do Pomar). Netos paternos de Joaquim da Silva e Maria da Conceição. Netos maternos de Joaquim Ferreira Linhares e Rosa da Conceição.
A Ti Isaura casou com António Ferreira ( o Matos). Ainda é viva e mora em Casaldaça. Por sua vez o José faleceu logo após ter nascido, mas ainda a tempo de ser baptizado.
Alcino Gomes de Almeida e o António Basílio Gomes de Almeida, nascidos em 4 de Março de 1936, filhos de Maria Rosa Ferreira Coelho e António Gomes de Almeida, do lugar de Fornos.
Manuel e Domingos Ferreira Linhares, nasceram a 8 de Agosto de 1920, filhos de Guilhermina Ferreira Linhares e de pai incógnito, do lugar de Casaldaça, netos maternos de Manuel Joaquim de Fontes e Maria Ferreira Gomes.
Faleceram ambos os bebés no mesmo dia, a 13 de Agosto do mesmo ano de 1920.
Joaquina Celeste e Manuel, nascidos a 8 de Setembro de 1916, filhos de Domingos José da Silva (Ti Domingos do Sebastião) e de Joaquina Francisca Baptista, do lugar de Cimo de Vila. O Manuel faleceu no mesmo ano, com apenas dois meses, e a Joaquina Celeste casou em 22 de Junho de 1940 com Amadeu Bernardo da Silva, sendo estes os pais da Sr.ª Maria do Bento, da Fernanda Eva e dos demais irmãos.
Rodrigo e António Correia Pinto, nascidos a 19 de Março de 1912, no lugar de Fornos. Eram filhos de Manuel Henrique Correia e Guilhermina Rosa Duarte, netos paternos de José Henriques Correia e Margarida de Fontes, netos maternos de Joaquim Caetano Pinto e Ana Rosa Duarte.
O Rodrigo faleceu solteiro. O António casou em 13 de Outubro de 1953 com Adelina da Ascenção Pereira e tiveram dois filhos, a Manuela (casada com o Carlos Cruz) e o Jorge Pinto.
Domingos e José de Pinho, nascidos em 27 de Janeiro de 1910, filhos de Manuel de Pinho e Ana Margarida de Jesus, do lugar de Casaldaça, netos paternos de António de Pinho e Maria Joaquina de Jesus e netos maternos de Manuel Henriques e Quitéria de Jesus.
O José faleceu menor em 16 de Março de 1911. O Domingos também faleceu menor, pouco depois do irmão, em 14 de Julho de 1911.
Justina e Manuel, nascidos em 1 de Janeiro de 1902, filhos de José Custódio Gonçalves e Rosa Maria de Jesus, de Estôze, netos paternos de Custódio Gonçalves e Maria Rosa de Jesus e netos maternos de Manuel Alves da Mota e Michaela Maria, estes do lugar do Outeiro.
Maria da Luz e Rufino Almeida, nascidos a 18 de Novembro de 1890, filhos de José Joaquim Gomes de Almeida e Maria Conceição de Jesus, do lugar do Viso.
Netos paternos de António Joaquim Gomes de Almeida e Joaquina Antónia de Jesus e netos maternos de António de Pinho e Maria Joaquina de Jesus, de Casaldaça. Esta Maria da Luz era minha avô paterna, mãe do meu pai. Ela faleceu em 15 de Novembro de 1967. Quanto ao Rufino, por enquanto não pesquisei a data de falecimento, sendo que presumo que tenha falecido menor.
Margarida e Rosa, nascidas a 11 de Abril de 1882. Filhas de Manuel Alves da Mota e de Custódia Ferreira dos Santos, moradores em Fornos - Guisande. Netas paternas de José Alves da Mota e Maria Rosa Gomes. Netas maternas de José Pereira e Joaquina Barbosa (de Canedinho – Gião).
José e Manuel, nascidos em 5 de Novembro de 1888.
Filhos de Jerónimo José da Mota e Maria Gomes, de Casaldaça.
Netos paternos de Manuel da Mota e Maria de Jesus e netos maternos de incógnito e Ana Gomes.
Jerónimo José Pinto e Delfim José Pinto, nascidos em 27 de Dezembro de 1888. Eram filhos de António José Pinto, este de Canedo, e Custódia Maria de Jesus, do lugar da Pereirada – Guisande. Eram netos paternos de Domingos José Pinto e Margarida de Jesus. Eram netos maternos de Manuel Alves da Mota e Micaela Maria.
Joaquina e Miquelina, nascidas 30 de Dezembro de 1879. Filhas naturais de Joaquina Antónia, natural de Lobão e então residente na Barrosa em Guisande. Filhas de pai incógnito. Netas maternas de Manuel Pereira do Monte e Ana de Fontes.
António e Domingos Alves da Mota, nascidos a 2 de Julho de 1876. Filhos de Manuel Alves da Mota e Michaela Maria, de Louredo e residentes no Outeiro. Netos paternos de António Alves da Mota e Maria Rosa. Netos maternos de José Alves Ferreira e Ana Maria de Jesus.
Joaquim e Emília, nascidos em 23 de Fevereiro de 1865, filhos de Manuel dos Santos (de Guisande) e de Augusta de Jesus (de Gião), moradores no lugar de Trás-da-Igreja. Netos paternos de José dos Santos e Ana Maria e netos maternos de José Alves da Silva e Maria Rosa de Almeida.
António e Tomáz Alves da Silva, nascidos em 25 de Junho de 1862. Eram filhos de Manuel Alves da Silva e de Maria de Jesus Soares, casados em Fiães mas moradores no lugar da Barrosa – Guisande. Netos paternos de José Francisco da Silva e Rosa Maria de Jesus e netos maternos de António Ferreira da Silva e Maria Soares. Deste Tomáz veio a sair muita descendência pelo lugar do Reguengo e dali para mais além, nomeadamente emigrando para o Brasil.
Maria e Inês, nascidas a 22 de Março de 1859,filhas de Manuel António da Mota e Margarida Rosa, de Casaldaça. Netas paternas de José António da Mota e Florinda Rosa, da Chã – Lobão. Netas maternas de António Alves e Custódia Maria, do Ribeiro, Lobão.
José e Rita, nascidos em 14 de Abril de 1851. Filhos de Manuel de Oliveira e Maria de Sousa, de Fornos. Netos paternos de Bernardo José de Oliveira e Maria Rosa. Netos maternos de (incógnito) e Felícia (solteira), de S. Miguel – Lobão.
Maria e Joaquim, nascidos em 22 de Abril de 1850. Filhos de Manuel José de Almeida e de Maria de Jesus, do lugar do Reguengo. Netos paternos de António José de Almeida e de Ana Maria, do Reguengo. Netos maternos de José Leite e Margarida Rosa, do lugar da Portela, freguesia de Lobão.
Brízida e Maria, gémeas, nasceram em 2 de Fevereiro de 1847
Filhas de Manuel Gomes da Silva e Delfina Leite (lugar das Quintães).
Netas paternas de Domingos Gomes e Ana Maria e netas maternas de António Ferreira da Costa e Maria tereza Moreira ( de Romariz)
Ana e Margarida, nascidas a 28 de Abril de 1848. Filhas de João Francisco da Mota e Ana Joaquina, de Cimo de Vila – Guisande. Netas paternas de Franciso e Eufrázia de Cimo de vila – Lobão. Netas maternas de Manuel Ferreira Valente e Ana Rosa, de Cimo de Vila - Guisande.
Rosa e Ana, nascidas em 12 de Agosto de 1836. Filhas de Manuel da Mota Dias e Maria Luiza dos Santos, das Quintães. Netas paternas de Francisco da Mota Dias e Maria Gomes. Netas maternas de Caetano José dos Santos e Ana Bernardina. No assento pesquisado está omisso o nome da mãe mas obtive-o por cruzamento de outros assentos.
Maria e Margarida, nascidas em 24 de Outubro de 1822, filhas de Manuel Joaquim de Azevedo e Maria Joaquina dos santos, do lugar das Quintães. Netas paternas de Francisco António de Azevedo e Maria Joana da Silva, de Cortinhas-Cesar, e netas maternas de Domingos dos Santos e Caetana Maria dos Santos, de Vila Nova - Romariz.
Da Maria foi padrinho um seu tio, o Padre José António de Azevedo e Silva, de Cesar. Da Margarida foi padrinho o Padre Manuel dos Santos de Oliveira, da freguesia de Romariz, também tio da baptizada.
António e irmã, nascidos em 15 de Agosto de 1818. Filhos de José dos Santos e Ana Maria, do lugar de Trás-da-Igreja. Netos paternos de Manuel dos Santos e Mariana de Jesus e netos maternos de Verísssimo Fernandes dos Santos e Maria Ferreira, de Monte Calvo - Romariz. A menina falevceu logo após o nascimento mas ainda a tempo de ser baptizada, sendo que não lhe foi dado nome.
Mariana e Ana, filhas de António Pereira e Maria Joana, do lugar do Outeiro, nascidas em 25 de Fevereiro de 1797. Netas paternas de António Pereira e Francisca de Almeida e netas maternas de Bernardo José de Bastos e Joana Ferreira, estes do lugar de Estôze.
Manuel e António, nascido em 7 de Janeiro de 1793. Filhos de Domingos dos Santos e de Ana Maria, de Estôze. Netos paternos de João dos Santos e de Maria Francisca. Netos maternos de Domingos Ferreira e de Bárbara de Jesus.
Manuel e José, nascidos em 23 de Setembro de 1789. Filhos de Florência, solteira, do lugar do Reguengo. Netos maternos de Manuel Francisco da Silva e Maria Francisca da Mota.
Bernardo e José, nascidos a 27 de Outubro de 1761. Filhos de Domingos Ferreira e sua mulher Bárbara do Espírito Santo, do lugar do Outeiro, netos paternos de Manuel Ferreira e Mariana Francisca (de Fundo de Vila - Duas Igrejas) e netos maternos de Pedro de Oliveira e de Mariana do Espírito Santo (de Trás-da-Igreja).
Manuel e Custódia, filhos de Dionísio de Oliveira e Maria Fernnades de Jesus, do lugar de Casaldaça, nasceram em 4 de Março de 1749.
Manuel teve como padrinhos Joaquim Pinho, do lugar da Lama e Maria, do lugar do Lamoso.
A Custódia teve como padrinhos um Francisco, filho de Manuel Ferreira e Maria dos Santos, mulher de Manuel Pinho de Oliveira, de Casaldaça.
José e Maria, nascidos em 9 de Janeiro de 1745.
Filhos de Domingos Guedes e Ana Maria, do lugar do Reguengo. O José teve como padrinho o Pe. José Francisco, do lugar das Quintães. A Maria faleceu ainda bebé, no mesmo mês e ano.
Ana e Mariana, que nasceram em 7 de Março de 1740.
Filhas de Manuel Francisco e Joana da Costa, do lugar das Quintães.
Maria e Ana, nascidas a 30 de Outubro de 1735.
Eram filhas de Bartolomeu João e Josefa Maria de Resende, do lugar de Trás-da-Igreja. Registe-se a curiosidade de que este casal, Bartolomeu João e Josefa Maria, foi um dos ramos de que deriva a descendência do que é hoje a família da Casa do Dr. Joaquim Inácio da Costa e Silva.
Manuel e Ana, nascidos em 16 de Novembro de 1703.
Filhos de Manuel António e Maria Francisca, do lugar das Quintães.
08/10/2026
Nota de falecimento - Serafim da Conceição Alves
Faleceu Serafim da Conceição Alves, de 78 anos de idade.
Natural de Fornos - Guisande, vivia em Gião.
Nasceu em 22 de Abril de 1948.
Filho de António Ferreira Alves e de Laurinda da Conceição Azevedo.
Neto paterno de Manuel Ferreira Correia e de Maria da Anunciação de Jesus.
Neto materno de David Azevedo da Conceição e de Francelina da Conceição
O funeral terá lugar no próximo Sábado, dia 10 de Outubro, pelas 10:30 horas na igreja nova de Gião, indo no final a sepultar no cemitério local.
Missa de 7.º Dia também em Gião na Sexta-Feira, 16 de Outubro, pelas 19:15 horas.
Sentidos sentimentos a todos os familares, de modo particular à esposa, filhos, netos e irmãos.
Que Deus o tenha enternamente em Sua Glória! Que descanse em paz!
Esperar deitado
Em Guisande - Colaflex ou Pinkolin?
Quando algo não se resolve, costuma-se dizer, "espera sentado" . Neste caso, pode-se aproveitar o colchão e "esperar deitado".
De resto, há ali tudo para uma habitação: Louças sanitárias, frigorífico, sofá, aspirador, etc, etc.
07/10/2026
Davides em Guisande
Haverá mais, eventualmente, mas partilho uma lista de homens relacionados à freguesia de Guisande chamados David.
Na actualidade, residentes na freguesia conheço apenas o David Alves da Silva, de Cimo de Vila. Ainda vivo mas a residir na cidade do Porto, o David Ferreira da Conceição, a que se refere a foto acima numa fase em que andaria pelos 20 anos de idade.
1. David Ferreira Coelho - Casaldaça
Nasceu em 20 de Julho de 1902.
Filho de Manuel Ferreira Coelho e de Maria dos Santos.
Neto paterno de José Ferreira Coelho e de Maria Henriques de Jesus.
Neto materno de Joaquim da Silva e de Margarida dos Santos.
O seu padrinho de baptismo foi Jerónimo dos Santos, de Fornos, então regedor da freguesia.
Curiosamente, o seu pai, Manuel Ferreira Coelho, também foi regedor da freguesia de Guisande.
Entre outros, era irmão da Elvira que casou com o Mamede, pais do Américo Ferreira da Conceição, do Armando, do Miguel e do David.
Emigrou para o Brasil, constituiu família e lá faleceu. Entre outras ocupações terá tido uma interessante carreia de pugilista.
2. David Azevedo da Conceição - Quintães
Nasceu em 25 de Maio de 1904. Faleceu em 22 de Janeiro de 1940.
Casou em 11 de Julho de 1925 com Francelina da Conceição Oliveira, filha de Joaquim Gomes de Almeida e de Maria Rosa de Oliveira. Viveram no lugar de Fornos.
Filho de António Caetano de Azevedo e de Maria da Conceição.
Neto paterno de Francisco Caetano dos Santos e de Ana Joaquina dos Santos, do lugar da Lama
Neto materno de João Francisco e de Arminda Gomes da Conceição, do lugar de Cimo de Vila.
De filhos, entre outros, a Laurinda, a Natália e o David Aníbel.
3. David Alves - Estôze
Nasceu em 16 de Setembro de 1906. Faleceu em 27 de Janeiro de 1982.
Filho de Rufino Alves e de Margarida Rosa Alves.
Neto paterno de Vitorino Alves e de Margarida Rosa.
Neto materno de Manuel dos Santos e de Margarida Rosa.
Casou em 24 de Junho de 1945 com Maria Celeste dos Santos.
4. David Pereira dos Santos - Cimo de Vila
Ñasceu em 17 de Abril de 1905 - Faleceu em 13 de Abril de 1931 com 25 anos de idade.
Filho de António Pereira dos Santos e de Maria Marques Guedes.
Neto paterno de António José Pereira e de Joaquina dos Santos.
Neto materno de Domingos Marques e de Albina Guedes.
5. David Alves da Mota - Estôze
Nasceu em 7 de Junho de 1915 - Faleceu com um ano de idade em 16 de Agosto de 1916.
Filho de Jerónimo Alves da Mota e de Rita Henriques da Silva.
Neto paterno de António Alves da Mota e de Custódia Pereira dos Santos.
Neto materno de António Henriques e de Margarida Henriques.
6. David Pinto da Silva - Estôze
Nasceu em 9 de Junho de 1916.
Casou em 22 de Junho de 1940 com Erminda da Conceição filha de Joaquim António Almeida e de Filomena da Conceição.
De filhos: Manuel, António, Maria Adelaide, Maria Idília, Zulmira e Mário.
Foi cantoneiro de profissão.
7. David Pereira de Oliveira - Casaldaça
Nasceu em 11 de maio de 1924.
Filho de Manuel Pereira de Oliveira e de Miquelina Augusta da Conceição.
Neto paterno de Firmino Pereira de Oliveira e de Barnardina Rosa Ferreira.
Neto materno de Francisco Dias de Paiva e de Margarida Augusta da Conceição.
Casou em Lobão em 4 de Novembro de 1945 com Laurinda da Conceição.
8. David Alves dos Santos - Cimo de Vila
Nasceu em 21 de Agosto de 1927.
Filho de Serafim Francisco Alves e de Maria Amélia dos Santos.
Neto paterno de Manuel Francisco Alves e de Olinda de Fontes.
Neto materno de António Pereira dos Santos e de Maria Marques Guedes.
Casou em 9 de Outubro de 1948 com Adelina Rosa dos Santos. De filhos encontrei uma Maria Beatriz nascida em 17 de Setembro de 1949..
9. David Aníbal da Conceição - Fornos
Nasceu em 10 de Fevereiro de 1934.
Filho de David Azevedo da Conceição e de Francelina da Conceição.
Neto paterno de António Caetano de Azevedo e de Maria da Conceição, do lugar das Quintães.
Neto materno de Joaquim Gomes de Almeida e de Maria Rosa de Oliveira.
Casou em 23 de Fevereiro de 1963 com Maria Dolores da Conceição, filha de Delfim Gomes da Conceição e Isaura.
10. David Alves da Mota - Estôze
Filho de Domingos Alves da Mota e de Evangelina Pereira de Jesus.
Nasceu em 23 de Dezembro de 1917. Faleceu em 2 de Maio de 1993.
Casou em 24 de Dezembro de 1938, com 21 anos, com Custódia Joaquina Gomes Alves, nascida em 2 de Janeiro de 1920, filha de Albino Gomes e de Maria Joaquina.
De filhos:
Maria Alzira Alves da Mota, nascida em 29 de Dezembro de 1939
Francelina Alves da Mota, nascida em 31 de Maio de 1942. Casou em Lobão em 19 de Dezembro de 1961 com Apolinário Gonçalves Pereira
Dorinda Alves da Mota, nascida em 28 de Fevereiro de 1946
Maria Terezinha Alves da Mota, nasceu em 12 de Julho de 1948. Casou em França em 3 de Março de 1973 com Manuel Vieira Neiva
Manuel Alves da Mota, nascido em 24 de Outubro de 1949. Casou em Fermedo em 16 de Dezembro de 1973 com Norvinda Gomes de Oliveira
Maria Odete Alves da Mota, nasceu em 6 de Maio de 1951. Casou em 8 de Julho de 1972 com João Fernando Henriques
Maria da Anunciação Alves da Mota, nasceu em 15 de Abril de 1951
Elísio Gomes da Mota, nascido em 28 de Maio de 1952
Herculano da Conceição da Mota, nasceu em 3 de Julho de 1953. Casou em 8 de Junho de 1974 com Patrícia Ynesta
Alexandrina da Conceição Alves da Mota, nascida em 12 de Março de 1954
Maria de Fátima Alves da Mota, nascida em 12 de Março de 1954
Fernando Alberto Gomes da Mota, nasceu em 6 de Agosto de 1954. Casou em 7 de Maio de 1972 com Maria Alexandrina da Conceição Correia
Maria Josefina Alves da Mota, nasceu em 25 de Janeiro de 1955
Ilídio Alves da Mota, nascido em 15 de Novembro de 1958
11. David Gonçalves Baptista - Estôze
Nasceu em 27 de Fevereiro de 1939.
Filho de Anselmo Custódio Gonçalves e de Conceição Rosa de Jesus.
Neto paterno de Tomás Custódio Gonçalves e de Laurinda Baptista.
casou em 19 de Setembro de 1959 com Rosa da Silva Mota.
Entre outros, era imão do Sr. Maximino Custódio Gonçalves.
12. David Azevedo da Conceição - Viso
Nasceu em 27 de Março de 1921 e faleceu em 25 de Outubro de 2016.
Nasceu na freguesia de Gião onde na altura moravam os pais.
Filho de Justino Azevedo da Conceição e de Rosa Gomes de Almeida.
Neto paterno de António Caetano de Azevedo e Maria da Conceição.
Casou em 18 de Outubro de 1941 com Conceição Francisca da Costa.
De filhos, a Maria Amélia (falecida), Maria Adelaide, Joaquim, António, Maria Alzira (falecida), Domingos, Eugénio e Maria Isaura (falecida).
De irmãos, Maria, Laurinda (1.ª de nome), António, Laurinda (2.ª de nome), Maria Rosa.
13. David Pereira da Mota - Fornos
Nasceu em 25 de Maio de 1945.
Filho de Armando Alves da Mota e de Alexandrina Pereira de Jesus.
Neto paterno de Jerónimo Alves da Mota e de Rita Rodrigues da Silva.
Neto materno de incógnito e de Bernardina Pereira de Jesus.
14. David Ferreira da Conceição - Casaldaça
Nasceu em 12 de Junho de 1952.
Tal como os seus irmãos, nasceu no lugar de Gualtar - Fiães, tendo ali sido baptizados, pois seus pais depois de casados para ali foram viver em casa de renda. Regressaram a Casaldaça - Guisande depois da morte do avô paterno, Manuel Ferreira Coelho.
Filho de Mamede da Conceição e de Elvira Ferreira dos reis.
Neto materno de Manuel Ferreira Coelho e de Maria dos Santos.
Neto paterno de Manuel Pereira de Oliveira e de Rita Joaquina de Jesus.
Casou com Fátima Rosa. Têm 3 filhos rapazes. Vivem na cidade do Porto.
15. David Alves da Silva - Cimo de Vila
Nasceu em 25 de Abril de 1968.
Filho de Joaquim Gomes da Silva e de Madalena dos Santos Alves
Neto paterno de Manuel Gomes da Silva e de Custódia
Neto materno de Serafim Francisco Alves e Maria Amélia dos Santos.
De irmãos, o Joaquim, Maria Albertina, Paula Maria, Jorge João, Maria Madalena, Ana Maria, Maria do Carmo e Hernâni Augusto.
Quanto ao nome e significado:
O nome David (grafado também como Davi e Davide em algumas variantes e traduções) tem origem hebraica. Deriva do termo David (דָּוִד), que na sua raiz mais remota remete para dod ou dodi, significando "amado", "predileto" ou "o que é querido".
Significado e Simbolismo
O Amado / Querido: Do ponto de vista etimológico estrito, este é o significado central e original do nome.
Liderança e Coragem: Na tradição bíblica e histórica, o nome está indissociavelmente ligado à figura do Rei David, o segundo e mais famoso rei de Israel. Pastor na juventude, poeta, músico e guerreiro (famoso pela vitória sobre o gigante Golias), David é retratado como um líder corajoso, de profunda devoção espiritual e autor de muitos dos Salmos bíblicos.
Realeza e Linhagem: Na tradição cristã, o nome tem um peso messiânico especial, uma vez que Jesus Cristo é frequentemente apontado nos Evangelhos como descendente direto da linhagem de David.
Difusão e Popularidade
Cultura Judaico-Cristã: Devido à imensa importância do Rei David na Bíblia (Antigo Testamento), o nome espalhou-se rapidamente por todo o mundo judaico e, posteriormente, por todo o mundo cristão.
Realeza Europeia: O nome foi adotado por vários reis e monarcas ao longo dos séculos (incluindo reis da Escócia e da Geórgia), o que ajudou a consolidá-lo na Europa.
Portugal e Galiza: Na Península Ibérica, David é um nome tradicional e atemporal, mantendo-se consistentemente popular ao longo de gerações devido à sua sonoridade clássica e ao forte simbolismo histórico.
Variantes em Outras Línguas
Espanhol / Italiano: David
Inglês / Francês / Alemão: David (com pronúncias específicas em cada idioma)
Hebraico: David (דָּוִד)
Árabe: Dawud (داود)
06/10/2026
Paradoxos de um tempo parado
A atitude aconselhável, seria encolher os ombros, olhar de lado, indiferente, passar adiante, dizer, sorridente, que é assim mesmo, que as coisas levam o seu tempo, que todos estão a fazer os possíveis, que há papéis, despachos, reuniões, competências, pareceres e outras coisas do género. Mas, lá está: ou já nasci com este feitio ou será da idade, mas custa-me ver dinheiro transformado em coisas que apesar de bonitas e com ares de necessárias, na realidade ficam sem a utilização esperada, paradas no tempo.
Na nossa terra há um Centro Cívico que já tem mais de uma década. Aproveitou-se a saudosa velha escola primária do Viso, então abandonada na sequência de perda de população e de uma centralidade que procurava optimizar recursos mas a a contribuir para a desertificação, deu-se-lhe nova vida, fez-se obra, falou-se dela.
Por lá já entraram políticos a prometer apoios e melhores dias. E, no entanto, continua à espera de uma coisa tão simples como cumprir a função para que foi sonhada e concretizada, a de funcionar como um centro de dia para os mais velhos da aldeia.
A obra está feita. As paredes não precisam de mais discursos e de tanta espera já pedem nova pintura. As salas não precisam de novas fitas para cortar. O que falta é a aprovação da Segurança Social e dela da decisão do poder político, que ora à esquerda, ora à direita, vai navegando ao sabor da corrente, como que a advinhar naufrágio. Sócrates esbanjou, Passos Coelho estancou, Centeno cativou e quem veio depois achou por bem não mexer até porque nestas coisas as pessoas de uma pequena freguesia são diferentes das de uma grande. Como diria Jorge Jesus, têm diferentes estatutos. Somos, em boa verdade, por mais areia que nos atirem para os olhos, um concelho a diferentes velocidades. O peso eleitoral é um prato da balença. Para onde mais pende, mais atenção dispensa.
O presidente da Direcção, apesar de esforçado, diligente e mesmo insistente, vai ouvindo desculpas, promessas, desmarcações e adiamentos. Faz o telefone tocar do outro lado mas, sabendo ao que vem, já nem atendem. Comentarão, até, o “é o chato do costume”.
Entretanto, os anos passam. Os mais velhos morrem e os novos envelhecem. Tem funcionado como Centro Cívico, a entreter pouco mais que meia-dúzia a jogar à sueca, às copas ou à bisca, a colher eventos dos grupos e comissões de festas, umas formações disto e daquilo, e pouco mais. A Junta de Freguesia há-de mudar para lá, provisoriamente, mas no essencial o problema manter-se-á.
Mesmo que numa justificada e positiva ocupação, a verdade é que enquanto não for Centro de Dia, devidamente apoiado pelo poder central, que assegure o mínimo de sustentabilidade financeira, o seu modo de funcionamento não passa de um triste remedeio, sem recursos para pagar a quem receba, anime e tome conta da casa a dias e horas certas.
Mesmo com o apoio do IEFP, quem vem não quer ficar e não raras vezes nem chega a aquecer o lugar e as recusas são mais que muitas. O trabalho nunca faltou mas há desempregados neste país. Um paradoxo. Há muito que se normalizou este modo de vida, o estar desempregado e quem o pretender denunciar cai-lhes em cima o Carmo e a Trindade.
Mais abaixo, em Casaldaça, temos o rinque polidesportivo. Quase duzentos mil euros de investimento investidos na sua requalificação. É uma soma que não passa despercebida, sobretudo numa terra quase sempre esquecida pelo poder municipal.
Ficou bonito, certamente. Mesmo que com os balneários em mau estado, por fora ficou novo, renovado, digno de fotografia e de notícia. Só falta uma coisa: Gente.
Avança o tempo para quase dois anos sobre as obras, mas o rinque teima em estar deserto. Uma actividade aqui, outra ali, uma ou outra vez ao ano, um pai com o filho a chutar a bola contra as paredes e pouco mais. Não conseguiu ainda chamar os miúdos, prender os jovens, juntar os menos jovens.
Não houve grupo ou associação a chamar a si a sua gestão e dinamização. Não se tornou lugar de encontro, de movimento, de convívio. É um equipamento desportivo sem desporto, um investimento sem utilização, uma praça cheia de ninguém.
E é aqui neste dois exemplos, e haverá mais, onde ressalta o paradoxo.
Não se trata de dizer que não se deve investir. Deve-se. Guisande precisa. Ainda tem ruas sem redes de água e saneamento e pavimentos dignos de cabras montesas. Nem será de lamentar que se recuperem edifícios ou equipamentos. Muito pelo contrário. A igreja matriz precisa, está com ares de decadência. A sede da Junta, também.
O que causa algum desconforto é esta facilidade com que confundimos investimento com resultado.
Faz-se a obra, anuncia-se o valor, inauguram-se as instalações, registam-se umas fotografias, distribuem-se umas palavras sobre o futuro. E depois?
Depois, se ninguém usar, se ninguém frequentar, se os velhos continuarem sem centro de dia e os novos sem actividades, parece que já não é problema de quem investiu.
Talvez não seja.
Uma obra pública não termina quando se corta a fita. Talvez comece aí a parte mais difícil: fazer com que sirva as pessoas. Ajudar e incentivar que as possa envolver.
Porque umas paredes novas não animam uma aldeia. Um rinque vazio não aproxima os jovens. Um centro cívico fechado à função que se pretendia não envelhece menos os velhos.
E há investimentos que, vistos de longe, parecem grandes feitos. Quando nos aproximamos, percebemos que são apenas coisas feitas.
Entre fazer uma obra e dar-lhe vida vai uma distância que não se mede em euros.
Mede-se em pessoas. Mas o poder político raramente percebe isso. É mais fácil colocar algum dinheiro no chapéu do pobre do que ajudá-lo no essencial. É mais fácil metê-los num autocarro e levá-los, por tuta e meia, a comer, a beber e a dançar numa quinta como se isso fosse desenvolvimento.
E fico-me por aqui, não aconteça que me chamem velho do Restelo. Bem que desejava ter razões para o optimismo, no tempo, na capacidade das pessoas que nos vão governando, na determinação dos nossos mais novos, mas o que vou vendo, ainda que com uns arremedos de esperança, não deixa que me anime.
Podemos esperar que as coisas se invertam, mas não será com mais uma dúzia de habitações e mais alguns moradores que as coisas mudarão. O mal já vem de trás por políticas erradas, centrais e locais. Nunca tivemos tantos meios e recursos e, paradoxalmente, nunca tivemos tanto desligamento da comunidade.
A Festa do Viso terminou há mais de 2 meses e ainda não foram divulgadas as contas nem há notícia de nova equipa. Um mau sinal, mas não surpreendente. As coisas não estão para melhorar. Nunca tivemos tantos jovens formados e licenciados mas com menos interessem e dedicação às causas comuns da nossa comunidade, seus legados e tradições.
Oxalá que esteja enganado! Oxalá!
05/10/2026
Visita ao David
Nova visita ao velho amigo guisandense David Ferreira da Conceição. Hoje, na cidade do Porto, onde mora há mais de 30 anos. Na companhia dos irmãos Armando e Miguel, ainda do Jorge Ferreira, o António Ribeiro e o Beto Jorge.
Depois de ter passado por alguns problemas de saúde, com a dedicação do seu anjo da guarda, a esposa Fátima Rosa, e apoio de seus três fihos, o David está melhor e novamente com o seu sorriso contagiante.
Com 74 anos, o David continua assim igual a si próprio, um resistente e agraciado pela companhia de uma esposa dedicada.
Um dia destes voltaremos.
02/10/2026
Raimundos em Guisande
O nome Raimundo, não sendo muito vulgar, já teve em Guisande bastantes exemplos. Na actualidade, conheço ou estou a lembrar-me de apenas três: O Raimundo da Barrosa (na foto), o Raimundo da Lama e ainda, também da Lama, o Raimundo Cesário Almeida, que herdou o nome de seu avô paterno.
Na actualidade o nome Raimundo é muito pouco usado. Entre jovens e crianças serão mesmo raros.
Fica, de seguida, uma lista dos que até ao momento consegui alguns dados.
Raimundo José Gomes de Almeida - Barrosa
Da Casa do Loureiro.
Nasceu em 23 de Novembro de 1809 e faleceu em 23 de Janeiro de 1897.
Filho de Domingos José Francisco de Almeida e de Maria Felizarda de São José Loureiro da Silva.
Neto paterno de Domingos Francisco de Almeida Vasconcelos e de Clara Angélica Rosa.
Neto materno de Manuel Gomes Loureiro e Tomázia Rosa da Silva Jesus
Casou em 7 de Setembro de 1844 com Joana Rosa de Almeida, filha de Manuel António dos Santos e Maria Pinta (de Almeida), neta paterna de Manuel António dos Santos e de Josefa Maria e neta materna de Agostinho José Pinto e de Bernarda Maria.
Faleceu a esposa em 17 de Outubro de 1870. Não deixaram filhos.
Teve muitos irmãos, incluindo o meu trisavô paterno Domingos José Gomes de Almeida. Outros: Margarida, Inês, António, Joaquim Maria Felizarda, Ana Felizarda, José Gomes de Almeida (Padre do Loureiro), Maria Felizarda, Rita Felizarda e António Joaquim Gomes de Almeida.
Raimundo de Pinho – Casaldaça.
Nasceu em 20 de Setembro de 1816.
Filho de Raimundo Franciso de Pinho e Maria Rosa de Jesus.
Neto paterno de Manuel Francisco de Pinho e de Maria Francisca.
Neto materno de José Pinto Leite e de Ana Maria, da Igreja – Lobão.
Casou com Maria de Jesus.
Teve muitos filhos e filhas.
Raimundo Caetano Henriques - Reguengo.
Nasceu em 14 de Julho de 1833.
Filho de Manuel Caetano Henriques e de Maria Joaquina.
Neto paterno de Caetano José Hneriques e de Custódia Maria.
Neto materno de Pinho e Ana Ferreira, do casal - Gião.
Raimundo Gomes de Almeida - Barrosa
Da Casa do Loureiro. Meu bisavô paterno.
Nasceu em 19 de Janeiro de 1849 – Faleceu em 10 de Dezembro de 1905
Filho de Domingos José Gomes de Almeida e de Joaquina Rosa de Oliveira.
Neto paterno de Domingos José Francisco de Almeida e de Maria Felizarda de São José Loureiro da Silva.
Neto materno de Manuel José de Matos e Maria Rosa de Jesus.
Foi seu padrinho o seu tio paterno Raimundo José de Almeida e sua mulher Joana Rosa de Almeida.
Casou com Delfina Gomes de Oliveira.
Raimundo Pereira Magalhães - Gândara
Nasceu em 11 de Março de 1869
Filho de Francisco Pereira Magalhães e de Bernardina Marques.
Neto paterno de Manuel Pereira de Magalhães e de Maria Clara, Neto materno de João Alves de Pinho e de Maria Marques.
Raimundo Soares - Casaldaça
Nasceu em 22 de Setembro de 1869.
Filho de Tomás Soares e de Margarida de Pinho.
Neto paterno de Francisco Soares de Pinho e de Maria Rita.
Neto materno de Raimundo de Pinho e de Maria Rosa.
Raimundo de Almeida de Leite Resende - Barrosa
Nasceu em 24 de Fevereiro de 1872.
Filho de António Leite Resende e de Maria Felizarda de São José Gomes de Almeida.
Neto paterno de José leite Resende e de Teresa Maria de Jesus.
Neto materno de Domningos José Francisco de Almeida e de Maria Felizarda de São José Loureiro da Silva.
De filhos: Maria da Anunciaçãao de Leite Resende, António (1.º de nome), António (2.º de nome), Maria e Maria da Conceição Leite Resende, esta que casou com Arnaldo Borges da Silva Neto, pais da Maria Isaura da Conceição Resende Borges, da Casa do Loureiro, que casou com o Dr. António Ferreira de Sá.
No seu tempo foi uma figura importante na freguesia, tendo feito parte da vereação da Câmara Municipal.
Era conhecido como Sr. Raimundinho.
Raimundo de Pinho - Casaldaça.
Nasceu em 27 de Julho de 1872.
Era filho de José de Pinho e de Maria de Jesus.
Era neto paterno de Raimundo de Pinho e Maria Rosa.
Era neto materno de João da Silva e de Bernarda Maria.
Raimundo - Casaldaça.
Nasceu em 12 de Fevereiro de 1873. Faleceu em Leça da Palmeira em em 21 de Maio de 1966.
Filho de Manuel de Almeida e de Maria Rosa.
Neto paterno de Tomázia de Almeida.
Neto materno de Raimundo de Pinho e de Maria Rosa.
Casou em Santa Cruz do Bispo - Matosinhos, em 19 de Outubro de 1895, com Maria Francisca de jesus de 20 anos, da Maia, filha de Julião Francisco da Rocha e de Ana Maria de Jesus.
Raimundo Gomes de Almeida - Cimo de Vila.
Irmão do meu avô paterno, Joaquim Gomes de Almeida.
Nasceu em 1 de Setembro de 1880.
Filho de Raimundo Gomes de Almeida e de Delfina Gomes de Oliveira.
Neto paterno de Domingos José Gomes de Almeida e de Joaquina Rosa de Oliveira.
Neto materno de António José de Oliveira e de Joana Gomes, de Casal do Monte - Romariz.
Faleceu solteiro, de um acidente de afogamento quando passava a cavalo pela presa das Crogas em Cimo de Vila e caíu.
Raimudo Gomes de Almeida - Barrosa.
Nasceu em 30 de Julho de 1881.
Irmão de meu trisavô paterno.
Filho de José Gomes de Almeia e de Joaquina Ferreira Linhares.
Neto paterno de Domingos José Gomes de Almeida e de Joaquina Rosa de Oliveira.
Neto materno de Domingos José Francisco de Almeida e de Maria Felizarda de São José Loureiro da Silva.
Raimundo Leite de Oliveira - Reguengo
Nasceu em 31 de Agosto de 1881 e faleceu em 18 de Junho de 1905.
Filho de António Joaquim Reis Oliveira e de Maria Felizarda Gomes de Almeida.
neto patreno de Manuel de Oliveira e de Ana Joaquina.
Neto materno de António Leite Resende e de Maria Felizarda de São José Gomes de Almeida.
Raimundo Gonçalves - Casaldaça.
Nasceu em 31 de Maio de 1883.
Filho de António Gonaçalves (natural de Fermedo - Arouca) e de Teresa Rosa de Jesus.
Neto paterno de Manuel Gonçalves e de Joaquina Vieira (de Carvalhal Redondo - Fermedo - Arouca).
Neto materno de Manuel António da Mota e de Margarida Rosa dos Santos
Raimundo José da Fonseca - Cimo de Vila.
Era meu bisavô materno. Nasceu em 17 de Outubro de 1884 e faleceu em 17 de Novembro de 1929, muito jovem, apenas com 45 anos.
Era filho de António José da Fonseca e de Maria de Oliveira, do lugar do Carvalhal, freguesia de Romariz.
Por sua vez, era neto paterno de Manuel José da Fonseca e de Margarida Rosa de Jesus e neto materno de Manuel Ferreira da Silva e Ana Maria d´Oliveira (todos estes meus tetra-avôs maternos)
Tinha 22 anos quando casou em 9 de Maio de 1907, com Margarida da Conceição (minha bisavó), de 21 anos de idade, filha de António Caetano de Azevedo e de Maria da Conceição, do lugar das Quintães - Guisande.
Raimundo Ferreira Coelho.
Nasceu em 22 de November de 1888. Faleceu em 6 de Maio de 1959 com 70 anos.
Filho de José Ferreira Coelho e de Maria Henriques de Jesus.
Casou em 10 de Fevereiro de 1916 com Maria Rosa da Conceição, filha de Francisco Moreira dos Anjos e de Rosa Maria da Conceição.
De irmãos: Eusébia Henriques de Jesus, Maria Henriques de Jesus, Albina,
Raimundo da Silva - Lama
Nasceu em 25 de Novembro de 1892.
Filho de Maria Joaquina da Silva, viúva de José Pereira da Silva.
Neto maetrno de Manuel Ferreira Coelho de Joaquina da Silva.
Raimundo Lopes - Fornos.
Nasceu em 10 de Junho de 1896.
Filho de António Lopes (pedreiro, natural de Fafião - Romariz) e Maria Rosa de Jesus, rendilheira, de Fornos.
Neto paterno de Bernardino José Lopes e de Ana Maria da Silva.
Neto materno de Manuel José da Mota e de Maria Rosa.
Raimundo José Pinto.
Nasceu em 26 de Fevereiro de 1910.
Filho de Manuel José Pinto, de Canedo, e de Ana Maria dos Santos.
Neto paterno de Manuel José PInto e de Bárbara de Jesus.
Neto materno de José Custódio dos Santos e de Maria de Jesus, da Lama.
Raimundo Franscico da Silva – Casaldaça.
Nasceu em 2 de Janeiro de 1909 e faleceu em 1 de Julho de 1998.
Filho de Manuel Francisco da Silva e Rosa da Conceição de Jesus.
Neto paterno de Manuel Francisco da Silva (de Rossas – Arouca) e de Maria Alves de Almeida.
Neto materno de José Custódio dos Santos e Maria de Jesus (do lugar da Lama).
Irmãos: Américo, Ana, Adelina, Maria da Conceição, Abel, Cristina e Josefina.
Raimundo Francisco da Silva - Casaldaça
Nasceu em 29 de Julho de 1910.Filho de Joaquim Francisco da Silva e de Maria Rosa da Conceição
Neto paterno de João Francisco da Silva e de Maria Joaquina dos Santos
Neto materno de incógnito e de Rosa Margarida dos Santos
Casou em 28 de Novembro de 1942 com Maria Ferreira Baptista, de Lobão.
Era o pai de, entre outros do Valdemar e Américo Baptista da Silva (do Reimão).
Foi ferreiro de profissão e teve oficina em Casaldaça, na casa onde mora o seu filho Valdemar. Tantas vezes o vi ali de volta da forja.
Raimundo Ferreira de Almeida - Barrosa
Nasceu em 17 de Novembro de 1911.
Filho de Domingos Ferreira de Almeida e de Joaquina Ferreira Linhares.
Neto paterno de António Joaquim Gomes de Almeida e de Joaquina Antónia de Jesus.
Neto materno de José Gomes der Almeida e de Margarida Ferreira Linhares.
Raimundo Gomes da Conceição - Lama
Nasceu em 15 de Dezembro de 1932
Filho de Bernardino Gomes Henriques e de Maria da Conceição.
Neto paterno de Joaquim Gomes da Conceição e de Ana Rosa.
Neto materno de incógnito e Maria de Jesus.
A sua avó Maria da Conceição era irmã de Maria Rosa da Conceição, mãe de Raimundo Francisco da Silva.
Raimundo Ferreira de Almeida - Barrosa
Nasceu no lugar do Reguengo em 10 de Dezembro de 1952.
Filho de Justino Ferreira de Almeida e de Adelina Rosa de Oliveira.
Neto paterno de Domingos Ferreira de Almeida e Joaquina Ferreira Linhares.
Neto materno de José Barbosa da Silva (do Grilo) e de Ana Rosa de Oliveira.
Casou em Lobão em 13 de Agosto de 1977 com Idalina Fernandes da Conceição (falecida)
De irmãos, entre outros, a Maria Zélia Ferreira de Almeida, que foi sua madrinha de Baptismo, a Eugénia Ferreira de Almeida, o Albino António Ferreira de Almeida e o Fernando Ferreira de Almeida.
Ferreiro de profissão.
Raimundo Cesário de Almeida - Lama
Nasceu em 24 de Novembro de 1956.
Filho de António Ferreira de Almeida e de Maria Adelina de Almeida.
Neto paterno de Raimundo Gomes de Almeida e de Brasilina Ferreira Coelho.
Neto materno de Domingos Ferreira Gomes de Almeida e de Emília Rosa de Jesus.
Casou nas Caldas de S. Jorge em 12 de Dezembro de 1987 com Zélia Maria Correia Pinto.
De irmãos, o Domingos Alcino, António, Maria Adélia, José, Armindo Jorge e Victor Fernando.
Raimundo Gomes de Almeida - Fornos
Filho de Joaquim Gomes de Almeida e de Maria Rosa de Oliveira
Casou com Brasilina Ferreira Coelho, filha de Custódia da Rocha.
Esta Brasilina faleceu em 13 de Abril de 1937 com 33 anos de idade. Quando faleceu, o marido estava ausente em parte incerta no Brasil.
De filhos, uma Maria Adelaide e o António Ferreira de Almeida (Almeida da Lama), este que casou com Maria Adelina de Almeida.
Raimundo Ferreira de Pinho - Fornos
Filho de José de Pinho e de Maria Rosa de Jesus.
Casou com Jerónima de Jesus, de Pigeiros, filha de Bernardo Henriques da Mota e de Luíza Maria de Jesus.
Raimundo Franscico da Silva – Casaldaça.
Nasceu em 2 de Janeiro de 1909 e faleceu em 1 de Julho de 1998.
Filho de Manuel Francisco da Silva e Rosa da Conceição de Jesus.
Neto paterno de Manuel Francisco da Silva (de Mansores – Arouca) e de Maria Alves de Almeida.
Neto materno de José Custódio dos Santos e Maria de Jesus (do lugar da Lama).
Irmãos: Américo, Josefina, Ana, Idalina, maria da Conceição, Abel e Cristina.
Quanto à origem e significado:
As origens e o significado do nome Raimundo remetem à Antiguidade germânica, tendo evoluído através da Idade Média e consolidado a sua presença na Península Ibérica.
Etimologia e Significado
O nome Raimundo deriva do germânico antigo Raginmund (ou Regenmund), composto pela união de dois elementos fundamentais:
Ragin (ou regin): Significa "conselho", "decisão divina" ou "sabedoria".
Mund: Significa "proteção", "defesa" ou "protetor".
Deste modo, o significado etimológico original é "protetor sábio", "aquele que protege através do conselho" ou "conselheiro protetor".
Evolução Histórica e Difusão
Raízes Germânicas: O nome era utilizado por vários povos germânicos, refletindo virtudes militares e de liderança associadas à sabedoria na tomada de decisões e à proteção do clã.
Forma Latina: Com a expansão na Europa medieval, o nome foi adaptado para o latim como Raimundus.
Fixação Ibérica: A introdução e popularização do nome em Portugal e em Espanha ocorreram durante a Idade Média, impulsionadas por trocas dinásticas, ligações nobiliárquicas e pela veneração de figuras religiosas — com destaque para São Raimundo Nonato e São Raimundo de Peñafort.
Variantes e Formas Afins
Espanhol e Italiano: Raimundo (espanhol), Raimondo (italiano).
Francês e Inglês: Raymond.
Alemão: Raimund.
Formas Curtas ou Derivadas: Na península, deu origem a patronímicos e apelidos históricos conhecidos, como Ramires.
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