31/05/2017

Vamos aos livros a Casaldaça

Pois claro, muitos já não se lembrarão, nem os mais novos nem os mais velhos, mas tempos houve em que a  rapaziada de Guisande recebia a visita da  Biblioteca Itinerante, da Fundação Calouste Gulbenkian. Era uma vez por mês, em hora e dia certos (que já não recordo quais, mas creio que numa quarta-feira por volta das 15:00 horas) que aquela carrinha de modelo esquisito, estacionava no largo de Casaldaça, ainda em terra, e abria as portas para que a rapaziada pudesse escolher uma nova remessa de livros que daria leitura para todo o mês. Os leitores tinham, obviamente, que estar registados, o que se podia fazer sem qualquer custo junto do funcionário e mês a mês tinham que devolver os livros para poderem levantar outros tantos.




 A Biblioteca Itinerante, da Fundação Calouste Gulbenkian durante muitos anos percorreu o país de lés-a-lés, especialmente em aldeias onde o acesso aos livros e à leitura era inexistente, como era o caso da nossa freguesia de Guisande.
Não pretendo aqui fazer a história deste fantástico serviço, até porque há locais onde isso já é feito e pela Internet não faltam referências ao mesmo, mas apenas referir que o serviço foi criado pelo administrador da Fundação, Branquinho da Fonseca, em 1958.  Na nossa freguesia de Guisande a Biblioteca começou a aparecer no início dos anos 70 e creio que terá deixado de aparecer por meados dos anos 80. Sei também que oficialmente o serviço durou de 1958 (com 15 carrinhas) a 2002. Durante esse período adquiriu cerca de cinco milhões de livros (de todos os géneros) e fez 97 milhões de empréstimos. Os serviços foram então entregues às autarquias que serviam.


Quanto à carrinha de modelo esquisito, sei agora  que correspondia ao modelo Citroen HY (fabricado entre os anos de 1947 a 1981), que só por si irradiava uma magia fascinante. A que vinha ao largo de Casaldaça era de cor verde-velho. Tinha duas portas na parte traseira que se abriam de par-em-par e uma parte superior que abria para cima, para dar acesso ao fantástico mundo dos livros, da leitura e do fascínio das histórias e das imagens. Essa aura de reino maravilhoso era reforçado pelo tipo de leitura dos primeiros anos, onde preferencialmente eu escolhia livros de contos de fadas, repletos de reinos, reis, rainhas, princesas, gigantes, anões, fadas, feiticeiras e todo o resto da família de seres que povoam o imaginário infantil.
Aos poucos fui deixando as histórias infantis e mergulhei em livros sobre a fauna e flora, repletos de ilustrações maravilhosas e muitos outros livros sobre a terra, a história, as artes e as ciências. Recordo ainda que aguardava-mos pelo dia da visita da Biblioteca Itinerante com justificada impaciência. Todos queriam ser os primeiros a ser atendidos para melhor escolher.
Lembro-me que eram dois os senhores que acompanhavam a Biblioteca, sendo um o motorista e o outro o encarregado ou revisor, o que anotava as devoluções e as requisições. Já não tenho a certeza quanto ao número de livros que se podia requisitar, mas creio que eram cinco ou seis.

Também recordo os momentos angustiantes quando tinha que devolver os livros danificados pela ira maternal, arreliada por, perdido na leitura, eu não cumprir os deveres da escola e da casa. Nessas alturas não havia outro remédio senão tratar dos ferimentos às páginas rasgadas colando-as com cola e com fita adesiva, daquela clássica, e dissimular o melhor possível os livros feridos entre os resistentes. Claro que o revisor dava por ela mas fazia vista grossa pois a devolução de livros danificados devia ser norma nas aldeias, resultado da luta dos pais, alguns analfabetos e pouco dados à leitura, preocupados apenas com a mão-de-obra da pequenada e o cumprimento das suas responsabilidades. A leitura e o tempo com ela despendido  era considerada  pura malandrice pelo que os culpados, os livros, eram mal vistos e pior tratados. Castigava-se assim, de uma assentada, o leitor e os livros.

Hoje, felizmente, há livros por todo o lado e qualquer concelho ou freguesia já dispõem de boas bibliotecas, como o caso da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira onde é possível requisitar livros para leitura domiciliária.
O livro, apesar de relativamente caro, está bastante disseminado e tornou-se vulgar na casa dos portugueses e a pequenada desde cedo habitua-se a receber bons livros como prendas de aniversário, Natal, Páscoa e noutras ocasiões ordinárias.
 
Por tudo isto, toda a malta da minha geração tem uma profunda memória e admiração pelo serviço da Biblioteca Itinerante, já que graças a ele viajámos no tempo  por reinos maravilhosos, com histórias fascinantes e aprendemos coisas do mundo que nos rodeia. Enfim, crescemos ajudados por tudo quanto aprendemos através dos livros que num momento mágico chegavam ao largo da aldeia naquelas carrinhas maravilhosas.

30/05/2017

3ª Feirinha Social


Como não há duas sem três, no próximo sábado, 3 de Junho de 2017, o Centro Social leva a efeito a sua 3ª Feirinha Social, a ter lugar na Alameda Dr. Joaquim Inácio da Costa e Silva, vulgo Alameda da Igreja, entre as 12:30 e 20:00 horas.
Comparece, compra e ajuda!

Vem aí chuva...



"...Mas o que quer dizer este poema? - perguntou-me alarmada a boa senhora.
E o que quer dizer uma nuvem? - respondi triunfante.
Uma nuvem - disse ela - umas vezes quer dizer chuva, outras vezes bom tempo..."

- Mario Quintana

29/05/2017

Há doces nas Caldas de S. Jorge - no próximo fim-de-semana

No próximo fim-de-semana, 2, 3 e 4 de Junho de 2017, na freguesia vizinha das Caldas de S. Jorge, na Rua Dr. Domingos da Silva Coelho, lateral ao Parque das Termas, decorrerá o Festival Doce -  X Mostra de Doçaria Conventual.
Trata-se de um interessante evento que neste ano de 2017 completa a sua décima edição. O festival é organizado pela associação local "Juventude Inquieta".












Uma curiosidade: Porque também os faço, quando alguém o solicita, num sentido geral tenho algum interesse nos cartazes enquanto elementos de divulgação de eventos mas sobretudo enquanto peças de arte gráfica. Neste contexto, pesquisando por anteriores cartazes alusivos ao "Festival Doce", para fazer a compilação, verifico que todos eles (excepto o de 2009) têm uma falha, no meu entendimento, penosa, que é a da não referência ao ano da edição, o que de algum modo complica a sua identificação e relação com o respectivo ano. Mas, como dirá alguém, são apenas pormenores...

26/05/2017

Grupo da LIAM festeja o seu 32º aniversário

 

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Será já amanhã, sábado, 27 de Maio, que o Grupo da LIAM de S. Mamede de Guisande festejará o seu 32º aniversário. Como habitualmente, realizará a sua Feirinha Missionária, na Alameda da Igreja, antes e depois da missa, seguindo-se no final um convívio entre liamistas, familiares e amigos.

É uma bonita idade para um grupo que se tem mantido unido e activo. Oração e acções missionárias são as suas palavras de ordem.

Parabéns ao grupo e uma especial saudade e lembrança nesta data para todos os liamistas já falecidos.

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Ilustração em Inkscape - Tempo de desenho: 10 minutos.

24/05/2017

Sepulturas - Compre uma e leve uma - O seu a seu dono



Na edição desta segunda-feira, 22 de Maio, do semanário regional "Terras Notícias",  foi publicado um texto de autoria do Sr. Mário Baptista, em que a propósito da construção de um cantão com vinte sepulturas no cemitério de Guisande, pela Junta da União das Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande, dá a sugerir que os interessados na compra de uma sepultura terão que ser obrigados a comprar duas. Isto porque na construção, as mesmas foram feitas numa disposição aos pares. Mais diz que várias pessoas lhe manifestaram essa dúvida e que não sabem ou não entendem o motivo, dizendo que assim "estas sepulturas foram feitas para vender aos menos pobres".

Ora, independentemente de todos termos direito à opinião e à crítica, e haverá sempre que prefira o vinho branco ao tinto, e vice-versa, tal insinuação não tem de todo qualquer fundamento. Desde logo, das vinte sepulturas construídas, quatro já estão vendidas e duas delas de forma individual, uma a cada proprietário. Seria totalmente descabido que alguém fosse obrigado a adquirir duas sepulturas precisando só de uma. Que estão caras comparando com o anterior preço, até podemos concordar, mas mesmo assim com preço inferior (1400 euros) ao praticado nos cemitérios de Lobão, Gião e Louredo (1700 euros).

Por outro lado estranha-se que seja dito que várias pessoas mostraram essa dúvida e preocupação quando, na realidade, com a Junta nunca ninguém colocou a questão ou a dúvida.
Assim, para reposição da verdade, esclarece-se que ninguém é obrigado a comprar duas sepulturas, podendo obviamente comprar apenas uma. A opção de construir aos pares, mas divididas entre si, tem a ver apenas com o objectivo de criar entre sepulturas um maior espaço permitindo melhor acesso e mais facilidade na limpeza e manutenção. Assim, cada proprietário, para além da frente da sepultura voltada ao passeio, tem um espaço lateral relativamente amplo quando comparado com o da maioria das sepulturas existentes tanto no cemitério velho como no novo. Apesar de estarem aos pares, o revestimento do jazigo (mármore ou granito)  pode ser feito obviamente de forma independente já que a separação entre ambas o permite. Por outro lado pretendeu-se criar uma métrica mais uniforme, ao contrário do que tem acontecido nas outras sepulturas. Não se pretendeu poupar nem desperdiçar espaço, mas apenas construir o número de sepulturas que estava previsto para o respectivo cantão.

Em resumo, é sempre bom haver uma consciência crítica, e felizmente o Sr. Mário Baptista, por quem tenho especial simpatia e consideração, tem sabido exercê-la ao longo dos tempos, apontando às diferentes Juntas situações que merecem ser apontadas, mas no que se refere a este assunto das sepulturas, o que escreveu ou procurou transmitir, mesmo que decorrente de algum desconhecimento manifestado por terceiros,  não corresponde de todo à verdade.

23/05/2017

Postais com tema floral - 23052017



Dois postais com temas floridos, com mensagem em inglês.
Desenhados com Inkscape. Clicar para ampliar.
Mais variantes aqui.

21/05/2017

Canídeos–Vacinação anti-rábica e identificação electrónica - 2017

 

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LOUREDO:
14 de Junho - Largo do Areal - Rua do Emigrante
LOBÃO:
16 de Junho - 14:30 horas - Largo da Igreja - Rua de S. Tiago
GIÃO:
23 de Junho - 15:30 horas - Largo da Igreja - Avenida da Igreja
GUISANDE:
23 de Junho - 16:30 horas - Largo da Igreja - Adro Padre Francisco de Oliveira

19/05/2017

Numeração e identificação de sepulturas

A Junta da União das Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande solicita para fazer o seguinte aviso:

No cemitério de Guisande, a cada sepultura está a ser atribuído um número de identificação, estando o mesmo a ser pintado provisoriamente junto a cada uma.

Os proprietários das sepulturas, devem tomar nota do respectivo número ou números atribuídos e dirigirem-se à Junta no sentido de confirmarem se as mesmas estão devidamente identificadas no que diz respeito à sua propriedade.

A Junta mais informa que todas as obras realizadas nas sepulturas, alterações de jazigo ou melhoramentos, carecem previamente de uma licença de obras, conforme a tabela de taxas em vigor, a qual deve ser requerida e paga na Junta.

Licença de obras nos cemitérios:
1 sepultura: 70,00 euros
2 sepulturas: 100,00 euros
3 sepulturas: 150,00 euros
Licença de obras em capelas: 150,00 euros

16/05/2017

Tempo delas...


Gosto de as desenhar, mas mais de as comer. Estamos de facto no tempo delas, das cerejas, e um pouco por todo o lado há vendedores vindos dos lados de Lamego e Resende. Como sempre, caras, porque a viagem é longa e dizem que, apesar de haver muita, as chuvas deste mês de Maio estão a prejudicar a colheita. 
Por cá, pela nossa zona, é verdade que as cerejeiras floriram muito bem, mas este tempo incaracterístico com muito calor e com abruptas baixas de temperatura e chuva com vento e algum granizo, deram o golpe fatal e cerejas nem vê-las, eventualmente uma outra mais resistente, para amostra.

15/05/2017

Adaptação, conhecimento e respeito

 
Na edição desta segunda-feira, 15 de Maio, o semanário feirense “Terras Notícias”  num especial dedicado a Caldas de S. Jorge, dá voz ao presidente da Junta da União de Freguesias de Caldas de S. Jorge e Pigeiros.
José Martins, entre outras considerações relacionadas ao território que gere, refere que “…nunca fazemos aquilo que gostaríamos de ter feito, mas também temos a noção de que em três anos tivemos uma nova realidade com a agregação de freguesias e isso obrigou-nos a alterar os nossos pressupostos.”.
 
Esta constatação é óbvia e reflecte uma realidade que por enquanto o grosso da população certamente ainda não assimilou e por conseguinte ainda não a compreende. Ora se isto é verdade para uma união de duas freguesias, como Caldas de S. Jorge e Pigeiros, ainda é mais notória  quanto às dificuldades inerentes para uma união com três freguesias, como Canedo, Vale e Vila Maior ou, ainda mais, para quatro freguesias, como a nossa, com Lobão, Gião, Louredo e Guisande.
 
Num sentido geral às diversas uniões de freguesia do nosso concelho,  nestes primeiros tempos de uma nova realidade decorrente de uma atabalhoada reforma administrativa, em que ainda há muito caminho a arrepiar e mentalidades a mudar,  não surpreende que exista a tentação de predominância por parte da freguesia que encabeça qualquer união sobre as demais e que em face disso, de um modo geral, se perceba nas populações das freguesias integradas um sentimento de  desconsideração e descontentamento, sendo que este muitas vezes alheado das reais dificuldades financeiras das respectivas Juntas e das consequentes dificuldades em ampliar os quadros de pessoal ou contratar serviços para poderem dar resposta a necessidades tão básicas como a limpeza regular das ruas e jardins, para além de reparações e pequenas obras do dia-a-dia.
 
José Martins, mais refere que “…Tivemos de conhecer bem a outra freguesia e criam-se dinâmicas diferentes numa e noutra freguesia. Estas coisas levam o seu tempo. Para muita gente, três anos é muito tempo, mas para quem está numa nova realidade, é pouco tempo. Foi uma fase de adaptação.”.
O presidente da União de Freguesias das Caldas de S. Jorge e Pigeiros, diz aqui uma verdade indesmentível, mas na forma como a diz sub-entende-se que Caldas de S. Jorge teve que “conhecer bem” a freguesia de Pigeiros. Ora não teria que ser assim, porque este conhecimento deve ser mútuo porque uma não tem que ser predominante nem adaptar-se em relação a outra. Enquanto este sentimento de predominância se mantiver, seja em que união de freguesias for, a coisa não funcionará e as populações, porque não são tolas nem cegas, perceberão, e quem não adoptar uma postura e mentalidade de verdadeira união, mais cedo ou mais tarde não terá lugar nos órgãos de poder local.
 
José Martins, no entanto está certo na essência da questão, porque de facto uma verdadeira união de freguesias exige por parte de quem a comanda, um conhecimento de todas as freguesias mas também um respeito pelas particularidades sociais, culturais e históricas de cada uma e que isso naturalmente se traduza no relacionamento institucional e pessoal com a população, grupos e associações. Creio pessoalmente que a mais valia e riqueza de uma qualquer união de freguesias, a duas, a três ou a quatro unidades, como a nossa, é precisamente a diversidade das características de cada uma, geográficas ou humanas. Uma qualquer Junta ou um qualquer presidente que não percebam esta realidade nem tenham uma actuação condizente, nunca terão sucesso nem nunca serão bem acolhidos.
 
No caso da união de freguesias presidida por José Martins, sendo uma opinião de quem apenas está e olha de fora, até penso que tem havido um respeito mútuo e têm-se feito coisas interessantes no que diz respeito à dinâmica social e cultural entre ambas as freguesias. É claro que dificuldades e críticas existirão sempre e nem tudo tem sido positivo ou fácil, mas creio que esta União de Freguesias unidas pelo rio Uíma, passada a fase de adaptação, tem todas as condições para funcionar de forma muito positiva e inclusiva.
 
Em resumo e não dizendo nenhuma novidade, é fácil perceber que um qualquer presidente de Junta para uma qualquer união de freguesias, para além das qualidades inerentes à sua competência e da sua equipa , ainda de um estilo dinâmico, objectivo, determinado e não hesitante, inclusivo e agregador, tem que compreender e respeitar as características de cada uma das freguesias e não fazer contas em cada obra ou iniciativa em função do grau de importância eleitoral de cada uma delas ou, sendo natural de uma, não tratar as demais como enteadas ou filhas ilegítimas. Um qualquer presidente de Junta de uma qualquer união de freguesias tem que ser mais que um presidente da sua própria freguesia. Tem que saber ser e estar em consonância com as exigências e contribuir em todas as acções e momentos para o sucesso de cada uma das uniões, contribuindo para uma união plena e mesmo encurtar distâncias e assimetrias de desenvolvimento quando existam.
 
Se não for assim, não valerá a pena o esforço e a malfadada reforma administrativa, para além de muito mal ataviada, não terá, nem no presente nem no futuro, qualquer crédito a seu favor, para além de trazer à memória um mau político como o Sr. Relvas, e de fazer  poupar uns cobres ao Estado.

14/05/2017

Veteranos Guisande F.C. - 27ª Jornada

 
Resultado da 27ª Jornada:

Veteranos Guisande F.C., 1 - Cucujães, 0


Na próxima jornada, 28ª,  folga a equipa do Veteranos Guisande F.C.

Há dias assim


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Há momentos e circunstâncias assim e pode-se viver mais sete vidas, como os gatos, que jamais os esqueceremos. No caso, a conquista do 36º campeonato de futebol pelo S.L. Benfica, a que corresponde o seu primeiro tetra, precisamente num emblemático dia 13 de Maio, em que em Fátima, pejada de peregrinos, se comemorou o centenário das aparições, com a presença do peregrino Papa Francisco, que a todos marcou e comoveu, crentes e não crentes. 
Como se não bastasse, à noite, Salvador Sobral venceu a Europa das canções, desfolhando uma canção tão simples e banal mas com a enorme diferença de ser isso mesmo: simples, mas, mais do que isso, genuina, e em tão grande contraste com o espalhatafoso leque das demais canções, o que fez com que a Europa, juri e povo, notasse a diferença e a elegesse de forma tão sintomática como a vencedora.
Mais do que a música, porém, apreciei a mensagem do Salvador Sobral já no final, a apelar para que a música deixe de ser “fogo de artifício” e seja tão somente sentimento. Não creio que a Europa, apesar deste lampejo, perceba e mude a essência deste espectáculo há muito transformado num show do antes parecer do que ser, mas valeu. Pode ser que seja uma semente que aos poucos vá crescendo. Pode ser…

Há dias assim.

12/05/2017

Procissão das Velas 2017 - Alteração do percurso


O percurso inicialmente programado e divulgado, por questões de segurança, e de modo a evitar a utilização da Rua de Fornos (Estrada Nacional 223), foi agora reformulado. Depois da missa campal junto ao Jardim de Infância de Fornos, descerá pela Barrosa e passando pelo Reguengo e subindo pelo Viso até Cimo de Vila e voltando a descer até à Igreja, conforme a descrição das ruas no cartaz acima e mapa abaixo.
Será um percurso relativamente curto, cerca de 2,8 Km, mas com bastante subida e íngreme, sobretudo na Travessa do Vale Grande e subida do Monte do Viso, o que dificultará sobretudo quem transportar o andor, mas que com calma certamente se fará e passará por locais onde nunca passou, nomeadamente pelos lugares do Reguengo e Cimo de Vila.


Historiando – Lista de párocos em S. Mamede de Guisande

Joyon Pais, era abade de Guisande na era de 1322, ano de 1284. Consta do livro de algumas cartas sobre foros e decretos da Feira e outros julgados, existentes na Torre do Tombo, gaveta 12, maço 11, n.º 24.

Domingos Esteves, foi apresentado pela Abadessa de Rio Tinto e confirmado pelo bispo D. Vicente em 1295.

Martim Annes, falecido em 13 de Fevereiro de 1503.

Artur Gonçalo Annes, bacharel formado, foi confirmado pároco, em 12 de Janeiro de 1504.

João de Araújo permutou com o antecedente, em 28 de Junho de 1505. Estes três párocos são do tempo do bispo D. Diogo de Sousa.

Rodrigo Afonso, cónego da Sé do Porto, permutou com o anterior, em 1 de Fevereiro de 1510.

João Alves Pais, cónego arcediago da Sé do Porto, foi confirmado pároco, em 27 de Junho de 1530.

João Martins foi confirmado, em 12 de Junho de 1533, depois da renúncia do antecessor.

João Alves Pais voltou novamente a ser pároco de Guisande, em 31 de Agosto de 1534 e viveu, pelo menos, até 1541. Aparece também como cónego da Colegiada de Cedofeita.

Afonso Correia.

Manuel de Sá, arcediago da Sé do Porto, foi nomeado pároco, em 3 de Junho de 1555 e faleceu em 1561.

João Campelo, entre 1562 e 1570, foi apresentado pela Abadessa do mosteiro de S. Bento da Avé Maria, mas o bispo D. Rodrigo Pinheiro não o aceitou como pároco de Guisande, nem lhe conferiu a instituição canónica. A Abadessa apelou para a Relação de Braga, que lhe foi favorável. O tribunal bracarense julgou in solidum a favor do mosteiro, isto é, que a este pertencia sempre a apresentação, sem alternativa episcopal ou romana. No Arquivo do Cabido há referências a uma casa deixada pelo cónego João Campelo, em 1569, como consta do livro das Sentenças com o n.º 766. Deve ser o pároco de Guisande.

Manuel de Seabra, que renunciou a favor do seguinte.

Gaspar de Figueiroa, foi confirmado em Setembro de 1572, e recebeu a instituição canónica na mesma data. Estava vaga a diocese pelo falecimento de D. Rodrigo e ainda era viva D. Maria de Melo, que foi a primeira Abadessa de S. Bento da Avé Maria.

Dr. João Diogo Carrilho de Mendonça, foi colado em 1 de Setembro de 1595. Renunciou a favor do seguinte.

António de Castro, foi colado em 6 de Junho de 1600.

Manuel Caldeira de Miranda, recebeu o benefício de Guisande em 1630, pela renúncia de António de Castro.

Vicente Carneiro Diniz, foi pároco de Guisande pela renúncia do seu antecessor, em 1635.

Marcos de Meireles Freire, era natural de Gandra, no concelho de Paredes, e pertencia à ilustre e antiga família dos Moreiras, da casa de Sousa. Formado pela Universidade de Coimbra, foi também comissário do Santo Ofício e visitador das comarcas do bispado, segundo informações transmitidas pelo rev. Francisco Moreira das Neves, de Gandra, recolhidas num manuscrito de 1730, de que é autor António Henriques Moreira da Cunha. Do arquivo de S. Bento consta que, em 1672, apareceu na residência de Guisande o Juiz das Sentenças do Cabido e o procurador do mosteiro da Avé Maria, exigindo a Marcos de Meireles Freire o título ou documento da sua apresentação. Respondeu que tinha sido nomeado e apresentado pelo Cabido, “sede vacante”, em virtude das Bulas Apostólicas de Inocêncio X, em 1650. Defendeu a apresentação, mas reconheceu sempre o censo devido a S. Bento. O procurador mandou tomar termo de protesto, alegando que Guisande era de apresentação in solidum do mosteiro de S. Bento e o Juiz mandou tomar conhecimento e seguir, como consta do livro 268 do arquivo de Rio Tinto. De Guisande foi transferido para S. Mamede de Coronado, havendo divergências entre as religiosas de S. Bento e o bispo D. Fernando Correia de Lacerda. Marcos de Meireles deixou o legado de uma missa quotidiana à misericórdia de Arrifana do Sousa (Penafiel), em cuja igreja foi sepultado.

Dos livros de assentos paroquiais existentes da nossa freguesia, o primeiro a partir de 1676 é iniciado por este pároco. Com caligrafia pouco clara, poupado nos dados e ainda dado a abreviações. Abaixo um exemplo.




Manuel de Oliveira, era pároco em 1682.

Exemplo de assento deste pároco:



Joaquim José de Sousa, em 1685 paroquiava Guisande.

João Sequeira (ou Cerqueira) de Sousa, faleceu como pároco, em 28 de Setembro de 1693. Nos assentos paroquiais é poupado nos dados e com uma caligrafia de difícil leitura. Exemplo na imagem abaixo.




Gonçalo da Silva, substituiu o anterior e o seguinte.



Valério Alves Pereira, natural da freguesia da Sé do Porto e residente em Campanhã, estudante, requereu habilitação de genere, em 23 de Dezembro de 1693, alegando que todos os seus ascendentes eram limpos de sangue, cristãos-velhos, sem raça de raça infecta, habilitação que foi executada, em 26 de Janeiro de 1694. Tomou menores e, logo a 11 de Fevereiro, foi nomeado pároco de Guisande. Em 6 de Março, foi examinado em latim e casos de consciência perante um júri de dois jesuítas e dois carmelitas, sendo aprovado. Recebeu ordens sacras, em datas não apuradas. O pároco Valério era da família Pantaleão Perestrelo, de Campanhã. Por este motivo e outro é que foi nomeado pároco da freguesia de Guisande, sempre muito apetecida e cobiçada até à lei da separação, embora fosse pequeno o número de almas para salvar!! Tinha bons campos, tapadas, juros de inscrições e ainda côngrua.

Durante o tempo deste Valério Alves Pereira, nalguns assentos paroquiais aparecem como coadjutores um Pe. Manuel Gomes Leite, em 1703 e um Pe. Manuel Alvares da Silva, entre 1704 e 1710.



Manuel de Carvalho, foi nomeado em 1710. No livro de assentos paroquiais existe uma nota por ele lavrada em que declara que tomou posse num Domingo, 2 de Março de 1710.
Alma verdadeiramente apostólica, fundou a Confraria de N. S. do Rosário, em 1733, com todas as licenças dos Dominicanos e autorizações necessárias, cujos Estatutos foram aprovados em 2 de Setembro de 1734 e modificados em Janeiro de 1794. O segundo livro do registo paroquial foi rubricado por este zeloso pároco, em virtude da comissão que lhe deu o Provisor, em 24 de Novembro de 1733. Por motivo de grave doença, resignou, em 1752, em favor do seu sucessor e faleceu, a 4 de Fevereiro de 1758, deixando muitas esmolas e legados. 
Esteve sepultado na capela-mor da igreja de Guisande e as ossadas foram removidas para o cemitério, por ocasião do bicentenário da erecção da confraria, acompanhada de 8 dias de sermões, que pregou um sacerdote dominicano, em Dezembro de 1933.



Dr. Manuel Rodrigues da Silva: Pelo Arquivo de S. Bento, a resignação a favor deste foi em 1746, mas no registo o seu nome aparece só em 1750. Natural da freguesia de S. Ildefonso, no Porto, formado em cânones pela Universidade de Coimbra, dele escreveu o visitador de 1769. “É bom pároco, letrado, com limpeza e asseio na sua igreja. Advogou no Porto e o faz ainda hoje”. A torre da igreja que é sólida, foi construída em 1764, por iniciativa deste reverendo pároco. A freguesia foi visitada, em 15 de Maio de 1754, por D. João da Silva Ferreira, bispo de Tânger. Por morte deste pároco, em 12 de Abril de 1790, surgiu a terceira e a maior das questões entre a Abadessa de S. Bento da Avé Maria e o bispo D. João Rafael de Mendonça.
Este pároco deixou testamento deixando bens ás confrarias da paróquia, a seus criados, à sua afilhada e ao seu testamenteiro, um seu primo de nome Pantaleão da Silva Coimbra e ainda a irmãos.

Nota: Durante o seu cargo em Guisande, aparecem vários assentos lavrados pelo Padre Manuel Alves Moreira, de S. Silvestre de Duas Igrejas. Ainda pelo Padre Caetano José da Costa, da freguesia de Gião.




Bernardo António Pereira de Andrade e José António de Azevedo, foram encarregados da paroquialidade até ao fim da questão referida.

José dos Santos Figueiredo, foi colado e tomou posse em Janeiro de 1793. Faleceu a 24 de Março de 1828. Foi sepultado no dia 26 do mesmo mês dentro da igreja da nossa freguesia tendo sido realizado ofício acompanhado de trinta padres.

Teve como coadjutores os sacerdote guisandenses o Pe. José Ferreira Coelho e o Pe. José Manuel Reimão, tendo sido este a lavrar o respectivo assento de óbito mas que também faleceu pouco depois, a 20 de Junho de 1828.

Teve como sua assistente uma sua tia de nome Ana Maria de S. José que havia ficado viúva de João Francisco da Silva Guimarães. Esta faleceu na residência paroquial de Guisande em 25 de Fevereiro de 1821, tendo sido sepultada no dia 27 do mesmo mês dentro da igreja matriz. Teve ofício de corpo presente com 26 padres. Esta Ana Maria havia ficado viúva de João Francisco da Silva Guimarães o qual faleceu em 30 de Outubro de 1814 e tendo sido sepultado no Dia de Todos-os-Santos, 1 de Novembro de 1814. Este tio do pároco, também vivia em Guisande e tal como a esposa e sobrinho padre foi sepultado dentro da nossa igreja.
Deixou testamento em favor dos seus sobrinhos Clemente José dos Santos, António José dos Santos, Padre Manuel José dos Santos, este seu afilhado, e Bárbara, esta casada com Francisco Pereira Barbosa. Ao seu sobrinho e afilhado padre incumbiu de lhe fazer os bens de alma com três trintários de missas e a seu favor e dos seus pais com dois trintários cada e ainda com outros dois trintários a favor da alma da Abadessa do Mosteiro de S. Bento da Avé Maria - Porto, que o havia apresentado como Abade de Guisande. Delegou ainda missas por alma de seu irmão Miguel e de sua cunhada, esposa do dito Miguel, ainda pela alma do tio Francisco Guimarães e mulher Ana Maria (que foi sua assistente) e pelo Padre João Botelho. Ao sobrinho Clemente, testamenteiro, deixou a casa que tinha na Rua de Santo António cidade do Porto, donde seria natural bem como ainda a este as rendas devidas de outras casas.


Manuel Jose Reimão - Não foi pároco em Guisande mas coadjutor e encomendado. Era natural de Guisande, mas não consegui ainda dados quanto à sua filiação. Sabe-se que faleceu em 20 de Junho de 1828, tendo sido sepultado dentro da igreja matriz de Guisande. O seu assento de óbito é muito curto e sem mais dados, omitindo a sua idade e filiação. Ao seu falecimento ficou como encomendado o Pe. António Leite Ribeiro Moreira que lavrou o seu assento de falecimento.
Foi padrinho de muitos guisandenses e lavrou muitos assentos paroquiais.

Manuel Agostinho da Cruz Rodrigues, natural da Vitória, presbítero secularizado dos Eremitas Calçados de S. Agostinho, era pároco de Escariz, também do padroado de S. Bento. Logo no dia 28 de Março de 1828, foi apresentado pela Abadessa D. Juliana Isabel Garcia, sendo escrivã do mosteiro D. Antónia Augusta Pinto da Cunha. Nos autos para a colação, D. João de Magalhães e Avelar, um dos homens mais ilustrados do seu tempo, escreveu, em 2 de Maio, um parecer importante sobre o direito da apresentação das freiras, mas para que os fiéis não sofram detrimento espiritual anuiu ao proposto, aceitou a carta de apresentação, admitiu-o a exame sinodal e deu-lhe a colação. Este pároco faleceu em 5 de Dezembro de 1851 e ficou como encomendado o Pe. José Ferreira Coelho o qual lavrou o seu assento de óbito, mas muito resumido e sem informação adicional.

José Ferreira Coelho, foi encomendado em 1852. Era natural de Guisande. Chegou a ser coadjutor do pároco José dos Santos Figueiredo. Era filho de Custódia Maria Gomes, do lugar da Lama, falecida em 4 de Novembro de 1856. Tinha este padre  uma irmã de nome Maria Joana.

António Gomes Soares Teixeira da Silva: Egresso da extinta ordem de S. João Evangelista de Vilar de Frades, foi apresentado por decreto de D. Maria II, em 31 de Agosto de 1852 e colado, em 13 de Outubro do mesmo ano. Era natural de Fajões e foi ordenado, em Braga, em 1 de Maio de 1825. Faleceu a 12 de Agosto de 1858, sendo nomeado encomendado o Pe. José Ferreira Coelho, de Guisande.

Manuel Ferreira Pinto, natural de Santiago de Lobão. Terá nascido por 1825. Era filho de Manuel Ferreira Borralho, de Lobão, e  de Maria de Jesus Pinto, esta de Canedo.
Recebeu a ordem de presbítero, em 20 de Dezembro de 1845. Frequentou a Universidade de Coimbra e fez os seguintes exames:
1852-53—1.° ano de Direito e Grego.
1853-54—2.° ano de Direito
1854-55—3.° ano de Direito e Grego, como consta dos anuários da Universidade. Foi condiscípulo de D. António Aires de Gouveia, mas não concluiu a formatura. Por decreto de D. Pedro V, em 25 de Janeiro de 1859, foi apresentado pároco e colado em 9 de Abril do mesmo ano. Paroquiou até à data da sua morte, em 1875.
Faleceu a 19 de Agosto de 1875 com 50 anos de idade e foi sepultado no adro da igreja de Guisande. Foi pregador de nome. Os assentos paroquiais por si lavrados têm caligrafia bem elaborada e legível.
Sobre a data do seu falecimento, há um assento em que refere que nasceu a 19 de Julho de 1875, sendo posteriormente anulado e lavrado um segundo, rectificado por despacho do Vigário Geral para a data 19 de Agosto de 1875.
Pelo mesmo assento de óbito é referido que deixou um filho.
Os referidos assentos de óbito foram lavrados pelo pároco seguinte.


Domingos Alves de Oliveira, natural do Vale, foi encomendado por morte do anterior.

António Domingues da Conceição, natural de Caldas de S. Jorge, ordenou-se em 21 de Setembro de 1850 e foi colado, em Guisande, a 21 de Dezembro de 1877. Gravemente enfermo, retirou para S. Jorge, em 1904, e faleceu em 19 de Novembro de 1906.

José Leite de Resende, foi nomeado encomendado em 15 de Abril de 1904, por motivo da retirada do anterior.

António José Henriques Coutinho, nasceu nu lugar de Aldeia, freguesia de Pigeiros, a 17 de Setembro de 1878, filho de Rufino José Henriques Coutinho e de Maria Rosa Alves de Jesus. Estudou no Colégio de S. Dâmaso (Guimarães) e no Seminário dos Carvalhos. Ordenou-se em Julho de 1905. Rezou missa a 10 de Setembro de1905. Foi encomendado na paróquia de Guisande, nomeado em 9 de Fevereiro de 1906. Foi ainda pároco de Canedo e de Ramalde, e também encomendado de Labruge - Vila do Conde. Faleceu com 73 anos, a 1 de Abril de 1952.

Abel Alves de Pinho, nasceu no lugar de Vilar (o mesmo lugar de nascimento do Pe. Francisco Gomes de Oliveira), na freguesia de Fiães, do concelho de Vila da Feira, filho de António Alves de Pinho e Ana Leopoldina. Era tio daquele que viria a ser uma ilustre figura da freguesia de Fiães, do concelho da Feira e da Igreja, D. Moisés Alves de Pinho (17/07/1883-26/06/1980), que foi Provincial da Congregação dos Missionários do Espírito Santo e Arcebispo de Luanda. Recebeu a instituição canónica em 22 de Junho de 1907. Retirou de Guisande em 1923, num processo algo confuso e com algum mistério, e resignou o benefício, em 19 de Novembro de 1927. Faleceu na cidade de Espinho, no dia 28 de Outubro de 1937. Foi sepultado no cemitério da sua terra natal, Santa Maria de Fiães.

Rodrigo José Milheiro, nasceu na Quintã, freguesia de Pigeiros, a 12 de Setembro de 1884, sendo filho de Quintino José Milheiro e de Margarida Emília Augusta da Conceição. Foi ordenado em Cabo Verde. Rezou missa nova na paróquia de Pigeiros a 25 de Julho de 1908. Foi pároco de Santiago de Cabo Verde e Vigário da 1.ª Vara na cidade da Praia, Cabo Verde. Na Metrópole foi pároco de Guisande, depois de 21 de Outubro de 1923, indo para Escariz, de que toma posse a 11 de Setembro de 1936, e depois, em 1941, seguiu para Gulpilhares. Veio a falecer em Pigeiros a 4 de Julho de 1949, onde está sepultado.

Custódio Augusto de Silva Marques, natural de Castelões de Cambra e ordenado presbítero em 2 de Agosto de 1936, foi nomeado pároco e tomou posse em 11 de Setembro de 1936. 

Fonte: “Defendei vossas terras... S. Mamede de Guisande, no concelho da Feira, bispado do Porto”, António Ferreira Pinto - Porto: Soc. de Papelaria, 1936.

ACTUALIZAÇÃO

Benjamim Soares, pároco de Louredo, que assume a paróquia em 1937 após o falecimento do anterior pároco, P.e Custódio Augusto de Siva Marques, o qual, pelas datas de ordenação e de falecimento, deduz-se que faleceu novo e de forma inesperada.

Guilherme Ferreira, nomeado pároco de Guisande em 1938. Tendo em conta o curto período entre a nomeação do pároco seguinte, assume-se que tenha sido nomeado com carácter de transição.
Nasceu em 27 de Dezembro de 1905 na Casa de Além-do-Córrego, de Vila Nova, freguesia de Romariz.  Filho de António Ferreira e de Balbina Rosa de Jesus (Balbina Alves dos Anjos, no assento de casamento). Neto paterno de António Ferreira e Margarida Rosa de Jesus. Neto materno de Manuel Alves dos Anjos e Margarida Rosa. Foi Pároco de Teixeira e Teixeiró e de Guizande e Pigeiros. Vigário cooperador em Santo Ildefonso, Porto. Faleceu em Romariz, no dia 4 de Junho de 1961. 
Era um seu irmão o Manuel Ferreira que em Guisande casou com Celeste Gomes da Silva e que entre outros tiveram como filhos o Jorge da Silva Ferreira e a Maria Marilda da Silva Ferreira, do lugar da leira.

Francisco Gomes de Oliveira, nomeado pároco de S. Mamede de Guisande em 30/08/1938, acumulando o cargo na paróquia de Pigeiros. A tomada de posse aconteceu em 23/09/1939, ficando a residir em Guisande. Faleceu em 15/05/1998 sendo sepultado em jazigo de família  no Cemitério Paroquial de Fiães, sua terra natal. Durante a sua doença foi ajudado pelo incansável sobrinho P.e Benjamim Sousa. Este jovem sacerdote, com especial apreço pela paróquia do seu tio, continuou a ajudar a paróquia de Guisande, com especial relevo já durante a administração do P.e Domingos de Azevedo Moreira, que adiante mencionaremos. Ainda na actualidade não se escusa a ajudar num qualquer serviço religioso sempre que lho pedem e o seu pouco tempo livre de outras funções, o permite.

Acácio Ribeiro de Freitas. Após a morte do pároco anterior é nomeado em 16 de Maio de 1998 como Administrador Paroquial de Guisande. O P.e Acácio Freitas, nasceu no concelho de Marco de Canavezes em 13 de Fevereiro de 1928, sendo ordenado em 31 de Julho de 1955. Faleceu em 17 de Setembro de 2014, com 86 anos de idade, sendo sepultado no cemitério de Louredo.

Domingos de Azevedo Moreira. Nasceu no lugar da Reguenga, freguesia de Romariz em 8 de Abril de 1933, sendo que foi registado na freguesia de Escariz. Foi pároco de Pigeiros, cargo que manteve desde 3 de Junho de 1961 até à sua morte, em 10 de Janeiro de 2011.
Após uma breve passagem do P.e Acácio Ribeiro de Freitas, substituiu este no cargo de administrador paroquial de Guisande, nunca chegando a ser nomeado pároco, talvez por vontade própria e devido à sua longa idade e por não ter meios próprios de deslocação. Serviu Guisande quase até à sua morte, tendo nos últimos tempos, já afectado pela doença, sido substituído pelo vigário P.e José Carlos Ribeiro Teixeira, por sua vez ajudado por dois sacerdotes provenientes de Angola, o P.e Agostinho Wattela e P.e Arnaldo farinha, os quais também ajudaram nas paróquias de S. Miguel do Mato e Fermedo, do concelho de Arouca.

Agostinho Wattela. Foi nomeado pároco de Guisande, sendo auxiliado pelo P.e Arnaldo Farinha, este como vigário paroquial. A cerimónia de acolhimento destes dois sacerdotes na paróquia de Guisande teve lugar em 5 de Setembro de 2010. Ambos os sacerdotes residem na freguesia de S. Miguel do Mato, acumulando a paroquialidade desta freguesia e ainda de Fermado, ambas do concelho de Arouca.

Arnaldo Farinha. Foi nomeado pároco de Guisande, com a cerimónia de posse em 12 de Outubro de 2014. Em simultâneo foi nomeado pároco do Vale por falecimento do seu pároco P.e Santos Silva. Por sua vez, o P.e Agostinho Wattela é nomeado pároco de Escariz, concelho de Arouca, acumulando com as paróquias arouquenses de S. Miguel do Mato e Fermedo. O Padre Arnaldo Farinha nasceu em Angola, em 14 de Dezembro de 1980, sendo ordenado em 09 de Julho de 2007.

António Jorge Correia de Oliveira - Nasceu em Cepêlos - Vale de Cambra, em 24 de Outubro de 1968. Frequenteou a Telescola do Casal (Cepelos – Vale de Cambra).

Ensino Secundário
Seminário dos Missionários Combonianos (Maia)
Seminário dos Missionários Combonianos (Viseu)
Seminário Menor de São José (Fornos de Algodres – Viseu)
Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição (Viseu)
Seminário Maior
Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição (Viseu)
Seminário Maior da Sé (Porto)

Ensino Superior
Universidade Católica Portuguesa – Porto
Frequentou e concluiu o Curso de Licenciatura em Teologia nos Anos 1991/93
No ano de 1993/94 frequentou e concluiu a Pós-Graduação em Teologia Pastoral
No ano de 1994/95 realizou o Estágio Pastoral na Paróquia do Santíssimo Sacramento – Porto

É ordenado sacerdote em 09 de Julho de 1995.

A 25 de Julho de 1995 é nomeado Pároco da Paróquia do Divino Salvador de Real, Divino Salvador de Castelões e São Romão de Carvalhosa. Tomou posse a 8 de Outubro de 1995.
A 24 de Julho de 2003 é nomeado Pároco da Paróquia de Santa Eulália de Banho. Tomou posse a 24 de Agosto de 2003.
A 25 de Julho de 2014 é nomeado Pároco da Paróquia de São Pedro de Ataíde e São Paio de Oliveira. Tomou posse a 12 Outubro de 2014.
A 20 de Julho de 2011 (Triénio 2011-2014) é nomeado Adjunto do Vigário da Vara da Vigararia de Amarante – Região Pastoral Nascente.
A 28 de Outubro de 2014 (Triénio 2014-2017) é nomeado Vigário da Vara da Vigaria de Amarante – Região Pastoral Nascente.
A 21 de Junho de 2018 (Triénio 2018-2021) é nomeado Vigário da Vara da Vigaria de Amarante – Região Pastoral Nascente.
Em Março de 2001 é nomeado Capelão da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Meã, Amarante.
Em Abril de 2002 – Presidente do Centro Social e Cultural da Paroquia Divino Salvador de Real, Instituição Particular de Solidariedade Social.
A 30 de Julho de 2007 é nomeado Assistente do Núcleo Este do CNE que engloba os Concelhos de Baião, Amarante, Felgueiras, Penafiel, Marco de Canaveses, Paredes e Paços de Ferreira.

Em 22 de Julho de 2021 é nomeado pelo Bispo do Porto como Pároco de Caldas de S. Jorge (S. Jorge), Guisande (S. Mamede) e Pigeiros (Nª Srª da Assunção), da Vigararia de Santa Maria da Feira, sendo dispensado dos múnus anteriores.

Em 03 de Outubro de 2021 toma posse como pároco das paróquias de S. Mamede de Guisande, Senhora da Assunção de Pigeiros e Caldas de S. Jorge.

09/05/2017

União de Freguesias - Passeio dos Seniores 2017


A Junta da União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande, vai  realizar no próximo dia 22 de Junho, uma quinta-feira, o habitual PASSEIO DOS SENIORES, neste ano com visita à bonita cidade de Vila do Conde, seguindo-se o almoço, tarde de convívio e lanche ajantarado na Quinta da Granja, em Barcelos.
O passeio está aberto à participação de pessoas inválidas, pessoas reformadas ou pessoas com 65 ou mais anos, exclusivamente residentes na nossa União de Freguesias. 
O valor da comparticipação para as refeições é de 10 euros para as pessoas abrangidas e de 18 euros para os acompanhantes. O pagamento deve ser efectuado no acto da inscrição.
As inscrições devem ser feitas na Junta da União de Freguesias até ao dia 16 de Junho.
Em Guisande a concentração será na Alameda da Igreja às 8:00 horas e saída prevista para as 8:30 horas.

06/05/2017

Dia Nacional do Azulejo

 

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A Assembleia da República aprovou no dia 24 de Março do corrente ano, por unanimidade, uma resolução do PS para consagrar a data de 6 de maio como Dia Nacional do Azulejo. Foi uma importante iniciativa já que Portugal é um país com fortes e históricas tradições neste tipo de arte decorativa.

Deste modo, na data em que pela primeira vez se celebra o Dia Nacional do Azulejo, fica aqui um painel com os belos azulejos que revestem o interior da igreja matriz de S. Mamede de Guisande.

05/05/2017

2ª FEIRINHA SOCIAL - CENTRO SOCIAL


Neste sábado, dia 6 de maio, entre as 17:30 e 20:00 horas, na Alameda da Igreja.Vem comprar para ajudar!

Emídio Sousa - Apresentação pública da recandidatura à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira

Conforme esperado, Emídio Sousa o actual presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira vai recandidatar-se ao cargo, concorrendo pelo PSD nas próximas eleições autárquicas agendadas para 1 de Outubro. A cerimónia de apresentação terá lugar amanhã, sábado, 6 de maio de 2017, no auditório da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, pelas 17:00 horas.
O mandatário da candidatura é Alfredo Henriques ex-presidente da Câmara e ao qual sucedeu Emídio Sousa.
Em declarações ao Diário de Notícias, o candidato  teceu as seguintes considerações quanto aos motivos da recandidatura:

"Penso que o trabalho desenvolvido neste mandato foi bem acolhido pelas pessoas", declarou Emídio Sousa hoje à Lusa acrescentando que os principais objetivos estabelecidos "foram atingidos ou estão em curso", estando por isso disponível para se "sujeitar novamente ao julgamento dos feirenses" e acreditar que merece "a sua confiança". Para o autarca, foram cinco os principais compromissos que, assumidos em 2013, o ajudarão agora a ganhar novos votos.

O primeiro refere-se à criação de emprego e ao desenvolvimento da economia local, do que diz que "há indícios claros", e o segundo é o relativo a uma maior coesão social, o que atribui sobretudo à criação dos chamados fóruns sociais - em que as diversas entidades ligadas à vida pública de uma determinada freguesia definem em conjunto as suas prioridades de desenvolvimento e colaboram entre si com vista a esse fim.

Emídio Sousa aponta depois a aposta em melhores infraestruturas desportivas, do que resultaram novos equipamentos para o concelho e a beneficiação dos existentes, e ainda a requalificação da rede viária municipal, que está em curso e deverá prolongar-se pelo seu eventual segundo mandato.

Por último, o agora recandidato à Câmara Municipal da Feira afirma que outro dos compromissos cumpridos é a "internacionalização dos eventos culturais" do concelho.

"O reconhecimento internacional dos nossos projetos culturais é evidente e pusemos as nossas companhias a venderem os seus espetáculos em todo o mundo, o que também me dá ânimo para esta recandidatura", conclui.

[fonte: Diário de Notícias]

Porque hoje é sexta - Cartão Jovem Municipal


A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira celebrou, no dia 28 de Abril, um Acordo de Colaboração com a Movijovem, com o objetivo de implementar o Cartão Jovem Municipal. Presidiram à cerimónia de apresentação do Cartão Jovem Municipal de Santa Maria da Feira o Vice Presidente da Câmara – Dr. Emídio Ferreira dos Santos Sousa e o presidente da Movijovem, Dr. Ricardo Araújo.

O Cartão Jovem Municipal da Santa Maria da Feira concede aos jovens residentes no Concelho um conjunto de vantagens, que vão desde o acesso à cultura ao licenciamento de obras e instalação de empresas.

O Cartão Jovem Municipal de Santa Maria da Feira é uma modalidade do Cartão Jovem E.Y.C. (European Youth Card), proporcionando aos seus futuros titulares mais de 70 mil vantagens europeias, das quais 7.500 são nacionais, através de descontos, reduções e isenções em produtos e serviços prestados por entidades públicas e privadas.

A Movijovem, Cooperativa de Interesse Público e entidade gestora do Cartão Jovem e das Pousadas de Juventude, é a entidade responsável pela promoção da marca "Cartão Jovem Municipal". O Município faz assim parte da mais expressiva iniciativa juvenil existente em Portugal (existem mais 166 mil portadores de Cartão Jovem em Portugal e cerca de 5 milhões na Europa).

O Cartão Jovem Municipal é um título pessoal e intransmissível, não podendo, em caso algum, ser revendido ou emprestado. As vantagens concedidas destinam-se à aquisição de bens e/ou serviços para o uso exclusivo do titular do Cartão Jovem Municipal. Dirige-se aos jovens residentes no concelho da Amadora, com idades compreendidas entre os 12 e os 29 anos, inclusive, e é válido pelo período de um ano, contado a partir do mês da sua emissão.

[fonte: cartaojovem.pt]

04/05/2017

Quinta da Feira - Ecos da apresentação de Margarida Gariso

Margarida Gariso foi apresentada oficialmente como candidata à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, pelo Partido Socialista. A cerimónia, com almoço, decorreu no dia 23 de Abril no Centro Luso-Venezolano, em Nogueira da Regedoura, e contou com a presença do secretário geral do PS, António Costa.
Algumas notas do evento, transcritas do site da Rádio Renascença:

 O secretário-geral do PS, António Costa, diz que é possível ser alternativa e "fazer diferente e melhor", no país e no município de Santa Maria da Feira, governado pelo PSD há 40 anos. 

"É possível fazer diferente e melhor. Foi isso que o 25 de Abril nos deu - a possibilidade de escolher - e temos aprendido que há sempre uma alternativa, que é possível fazer diferente e melhor", declarou o também primeiro-ministro.

António Costa lembrou que há um ano e meio "também diziam que não havia alternativa ao PSD e CDS" no Governo, mas sublinhou que agora os números e o clima de confiança das famílias e empresas demonstram que foi possível "fazer diferente e melhor".

"Atingimos o melhor défice orçamental de 42 anos de democracia, a economia volta a acelerar. Acabámos o ano com a economia da União Europeia que mais cresce e em que mais empregos estão a ser criados, fazendo o contrário do que diziam, ou seja, repondo vencimentos e pensões e baixando os impostos. Sim, é possível fazer diferente e ter melhores resultados", salientou.

Coube ao líder da Federação Distrital do PS, Pedro Nuno Santos, criticar os 40 anos de gestão social-democrata à frente da autarquia e as "tentativas" do PSD da Feira de mascarar agora a inércia da gestão local com o sucesso da evolução económica nacional, sob a governação do PS.

"'Não' às técnicas de marketing do presidente da Câmara, que consegue transformar resultados nacionais em sucessos locais. Não há uma iniciativa para atrair investimento, tem havido mais investimento e emprego na Feira como no resto do país, mas o que fez o presidente? Ao PSD da Feira deve-se zero", afirmou.

Margarida Gariso apresentou-se "em nome da mudança", prometendo "um caminho diferente", capaz de voltar a interessar pela vida autárquica os 56 mil feirenses que se abstiveram em 2013.

Esse caminho, disse, passa por uma gestão de proximidade, com reuniões de câmara e postos de atendimento nas 31 freguesias, e um orçamento participativo de meio milhão de euros.

03/05/2017

Centro Social – Assembleia Geral


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Aconteceu...

17 de Abril de 2017 - Restaurante "Pomar" - Gião - Almoço do Juiz da Cruz
24 de Abril de 2017 - Centro Cívico - Realizada uma sessão ordinária da Assembleia Geral do Centro Social S. Mamede de Guisande
28 de Abril de 2017 - Guisande - Sessão ordinária da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Lobão,Gião, Louredo e Guisande
29 de Abril de 2017 - No Salão Paroquial do Vale - Noite de entretenimento com Feirinha Solidária e danças de salão, organizada pelo Grupo Solidário de Guisande.
30 de Abril de 2017 - Paróquia de Guisande - Celebração da Primeira Comunhão
1 de Maio de 2017 - Peregrinação a Fátima com os Acólitos das paróquias de S. Mamede de Guisande e Nª Sª da Assunção do Vale

02/05/2017

Veteranos Guisande F.C. - 26ª jornada

Resultados da 26ª jornada:


Classificação após a 26ª jornada:

 Jogos da próxima jornada (27ª):

Candidatos e candidaturas

Estão já definidos os candidatos dos principais partidos à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira para as próximas eleições autárquicas agendadas para o dia 1 de Outubro deste ano de 2017.
Pelo PSD, embora ainda não apresentada oficialmente a recandidatura, o que acontecerá apenas no próximo sábado, 6 de maio, no auditório da Biblioteca Municipal, o candidato será naturalmente Emídio Sousa, actual presidente do executivo camarário. Pelo PS teremos Margarida Gariso, pelo CDS-PP será Rui Tavares, pelo Bloco de Esquerda, Luís Sá, enquanto que pela CDU (PCP e PEV) o candidato será Antero Resende.
 
Estão assim definidos os cabeças de cartaz do panorama político feirense para as próximas eleições. Caberá ao povo fazer democraticamente a escolha, mas antes virá a habitual pré-campanha e campanha eleitorais em que todos e cada um por si procurarão dizer ao eleitorado feirense que são os mais bem preparados e que têm os melhores projectos para o município.

Sem pretender fazer futurologia, será suposto acreditar, até pelo próprio peso eleitoral de ambos os partidos, que o futuro presidente da Câmara sairá da dupla Emídio Sousa e Margarida Gariso, sendo certo que parece-nos que o actual presidente arranca com alguma vantagem decorrente do facto de estar em exercício. Quanto aos objectivos dos demais partidos, certamente que passam por eleger algum vereador, o que não será fácil. Mas cabe ao eleitorado decidir.

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